A Tentação que Ela Abraçou no Motorhome

Ana, 32 anos, casada com o corno manso Paulo, 35, se entrega de quatro pro amigo alfa Rodrigo, 38, que fode ela gostoso e goza

10 min read September 08, 2026New

Ana tinha trinta e dois anos, peitos fartos que apertavam o top de malha fina e uma bunda redonda que fazia o short denim subir entre as nádegas cada vez que ela se mexia. Casada há oito anos com Paulo, trinta e cinco, o tipo quieto de barba por fazer e olhar de quem se toca escondido. Eles viajavam de motorhome pelo interior com Rodrigo, trinta e oito, amigo de infância do marido: alfa tatuado dos ombros aos antebraços, peito largo, coxas grossas de academia e um sorriso de quem já fodeu meia dúzia de casadas na frente dos cornos. Desde o começo da viagem ele paquerava Ana descarado. Passava a mão na cintura dela pra “ajudar a subir o degrau”, elogiava o cheiro do perfume no pescoço, dizia que aquele corpo merecia ser chupado até tremer. Paulo ficava calado, orelha queimando, pau meia-bomba na bermuda.

À noite o motorhome parou numa praia isolada, só o barulho das ondas e o farol fraco da estrada distante. Rodrigo abriu a porta lateral, o ar salgado entrou quente. Ana estava no sofá-cama de short e camiseta larga sem sutiã, mamilo marcando o tecido. Ele se sentou perto demais, coxa colada na dela, e falou alto o bastante pra Paulo ouvir da bancada:

— Porra, Ana… esses peitos aí. Dá vontade de enterrar a cara e chupar até tu gozar de verdade. Paulo nunca te fode direito, né? Olha pra essa bunda. Feita pra levar porrada e porra.

Paulo engoliu em seco, rosto vermelho, o volume na bermuda impossível de esconder. O coração batia no peito de humilhação e excitação misturada. Ana sentiu a buceta latejar. Já estava molhada só de ouvir. Esfregou as coxas uma na outra, o short subiu mais, e respondeu com um sorriso safado, olhando de baixo pros olhos escuros de Rodrigo:

— Você fala assim na frente dele de propósito, né? Que safado.

— Falo mesmo. Ele gosta. Olha o pau do corno ali, duro pra caralho só de me ouvir falando da esposa dele. Tu tá molhada, Ana? Abre as pernas um pouco, deixa eu ver se a calcinha tá marcada.

Ela riu baixo, provocadora, e abriu só um pouco. A borda da calcinha preta apareceu, já escura de tesão. Paulo se aproximou, voz rouca e baixa:

— Se… se você quiser de verdade… eu top. Assisto. Só assisto. Faça o que der vontade.

Ana olhou pro marido, depois pra Rodrigo, e a excitação explodiu. Consentimento claro, desejo mútuo. Ela se inclinou e beijou Rodrigo na boca na frente de Paulo — língua grossa, saliva, gemido abafado. Rodrigo agarrou o cabelo dela, aprofundou o beijo, a outra mão descendo pra apertar a bunda por cima do short. Paulo ficou parado a um metro, mão trêmula, pau latejando sem toque.

— Tira a camiseta — mandou Rodrigo, já abrindo o zíper da calça.

Ana tirou. Os peitos pesados balançaram, mamilos duros. Rodrigo chupou um com força, dente raspando, enquanto a mão dela descia e puxava o pau grosso e veioso pra fora. Ele era maior que o marido, cabeça avermelhada pingando pré-gozo. Ana se ajoelhou no sofá-cama, olhou pra Paulo e falou, voz embargada de tesão:

— Fica aí olhando, corno. Sem tocar nesse pau. Eu quero ele te humilhando enquanto te fodem a mulher.

Rodrigo segurou a cabeça dela e enfiou o pau na boca de uma vez. Ana engasgou, baba escorrendo pelo queixo, mas engoliu o mais fundo que deu. Ele fodeu a garganta com estocadas curtas e brutais, o barulho molhado de garganta cheia enchendo o motorhome. Ana olhava pro marido o tempo todo, olhos marejados, saliva pingando nos peitos, gemendo em volta do pau:

— Hhhn… grosso… caralho…

— Isso, puta do corno. Chupa direito. Ele tá vendo a esposa engasgando no pau de verdade. Paulo, olha essa boca. Nunca engoliu o seu assim, né?

Paulo balançou a cabeça, humilhado e duro pra caralho, mãos atrás das costas pra não se tocar. Ana se afastou ofegante, fio de saliva ligando o lábio ao pau de Rodrigo. Ele a virou de quatro no sofá-cama, puxou o short e a calcinha de uma vez até os joelhos. A buceta dela brilhava, inchada, labios abertos pingando no tecido. Rodrigo deu um tapa seco na bunda — o estalo ecoou — e enfiou de uma cajadada.

— Ah, porra! — Ana gritou, rebolando pra trás. — Mete forte… assim… filho da puta…

Ele agarrou a cintura e meteu com estocadas profundas e brutais, bolas batendo na bunda, a buceta molhada fazendo barulho obsceno a cada investida. Outro tapa, mais forte, deixando a marca vermelha. Rodrigo puxou o cabelo dela pra trás e falou no ouvido, alto pra Paulo ouvir:

— Puta do corno. Buceta apertada de casada faminta. Olha pra ele enquanto eu te fodo. Fala que tu ama pau de verdade.

— Amo… porra, amo esse pau… — Ana gemeu alto, olhando pra Paulo. — Mais fundo… me fode como puta… ele nunca mete assim… ah, caralho, não para…

Rodrigo acelerou, a mão livre apertando a nuca dela, forçando o rosto contra o sofá enquanto a bunda quicava. Ana gozou primeiro, pernas tremendo, buceta contraindo no pau grosso, líquido escorrendo pela coxa. Ele não parou. Continuou martelando até sentir o próprio orgasmo subir.

— Vou gozar dentro. Encher essa buceta de corno.

— Goza… goza tudo dentro… quero sentir… — Ana pediu, voz rouca.

Rodrigo enterrou até o fundo e gozou com um grunhido gutural, jatos grossos e quentes enchendo ela. A creampie escorreu imediata quando ele puxou o pau, branco e viscoso descendo pelos lábios inchados da buceta vermelha. Ana, ainda tremendo, olhou por cima do ombro pro marido e mandou:

— Agora lambe. Lambe toda a porra que ele gozou dentro de mim. De joelhos, corno. Sem discutir.

Paulo obedeceu, rosto em chamas, ajoelhou atrás dela e passou a língua na buceta escorrendo. O gosto salgado e amargo do esperma misturado com o gosto dela. Ana gemeu de novo, rebolando na cara do marido, espalhando a porra no queixo e no nariz dele enquanto ainda tinha espasmos. Rodrigo ficou de pé, pau ainda semi-duro pingando o resto, e riu baixo.

Ana se virou, puxou Rodrigo pela nuca e o beijou com paixão, língua suja de saliva e pré-gozo, peitos colados no peito tatuado dele. Depois se separou, buceta aberta e escorrendo na frente do marido ajoelhado, e falou com a voz ainda embriagada de tesão:

— Essa vai ser a nova dinâmica das viagens, Paulo. Toda vez que a gente parar, eu vou escolher. E tu vai assistir e limpar. Entendeu, corno manso?

Rodrigo riu, pegou o isqueiro no bolso da calça caída e acendeu.

Rodrigo puxou o fumo, a brasa acendeu laranja no escuro do motorhome e ele soltou a fumaça devagar, olhando Ana ainda de quatro, a buceta dele aberta e brilhando de porra. Paulo continuava ajoelhado, queixo sujo, língua ainda lambendo residual, o pau dele latejando dolorido na bermuda sem permissão de tocar. Ana se virou devagar, peitos pesados balançando, e tirou o resto do short e da calcinha dos tornozelos. Ficou nua, coxas brilhando, e se aproximou do amigo do marido.

— Acende outro pra mim depois — murmurou ela, voz rouca de tanto engolir pau. — Agora eu quero mais. Tu ainda tá duro, Rodrigo. Olha isso.

Ela agarrou o pau semi-duro dele, já sujo do creampie dela, e chupou a cabeça com barulho molhado, limpando o resto da porra com a língua. Rodrigo soltou um riso baixo, a mão no cabelo dela de novo.

— Porra, Ana. Tu virou puta de verdade nessa viagem. Paulo, levanta e abre mais a porta. Deixa o ar entrar. Quero que ela sinta o cheiro do mar enquanto eu fodo essa casada de novo.

Paulo obedeceu devagar, pernas trêmulas, o volume na bermuda quase rasgando o tecido. A porta lateral ficou entreaberta, o vento salgado entrando quente, as ondas batendo lá fora. Ana se afastou do pau, baba escorrendo, e se jogou de costas no sofá-cama, abrindo as pernas largas. A buceta inchada, rosada, ainda escorrendo branco. Ela enfiou dois dedos nela mesma, puxou e mostrou pro marido e pro alfa.

— Olha o que sobrou, corno. Toda a porra dele dentro. Agora tu vai ver eu levar de novo. Rodrigo, mete. Quero sentir grosso outra vez. E fala pra ele o que eu sou.

Rodrigo apagou o cigarro no cinzeiro improvisado, baixou a calça de vez e se posicionou entre as coxas dela. O pau grosso e veioso já estava rígido de novo, a cabeça avermelhada. Ele esfregou na fenda molhada, espalhando o creampie, e enfiou de uma vez só até as bolas. Ana arquejou alto, unhas cravando nas costas tatuadas dele.

— Caralho… assim… fundo pra porra… — ela gemeu, rebolando embaixo. — Fode a esposa do teu amigo. Mostra pra ele como se come mulher de verdade.

Ele começou a martelar devagar e fundo, cada estocada fazendo os peitos dela quicarem. A buceta fazia barulho obsceno, molhada demais, o esperma antigo saindo espumado em volta do pau. Rodrigo segurou as coxas dela, abriu mais, e acelerou. O motorhome balançava leve com a força.

— Olha pra esse corno, Ana. Fala. Fala alto.

Ana virou a cabeça pro lado, olhou Paulo direto nos olhos marejados de humilhação e tesão. A voz saiu quebrada de prazer:

— Eu sou a puta dele, Paulo. Tua mulher… ahh… levando pau grosso de alfa… buceta esticada… ele mete melhor… mais fundo… tu nunca me fode assim… eu gozo nele… só nele agora…

Paulo engoliu em seco, suor escorrendo na testa, as mãos cerradas atrás das costas. O pau dele pingava pré-gozo pela bermuda. Rodrigo riu, puxou Ana pra sentar no colo dele de frente, impalando ela de novo. Ela gritou, rebolando forte, batendo a bunda nas coxas dele. As mãos dele apertaram os peitos fartos, beliscaram os mamilos, chuparam um com força enquanto ela quicava.

— Isso… cavalgando pau de verdade… — Rodrigo falou no ouvido dela, alto. — Paulo, chega mais perto. Ajoelha de novo. Quero que tu veja de perto a buceta da tua mulher engolindo meu pau. Vê como ela dilata. Vê a porra saindo.

Paulo se ajoelhou bem perto, rosto a menos de um palmo. Via tudo: o pau grosso sumindo e aparecendo, os lábios inchados agarrando, o branco escorrendo. Ana olhou pra baixo, agarrou o cabelo do marido e puxou a cara dele pra mais perto ainda.

— Cheira. Cheira a buceta fodida. Cheira a porra dele misturada comigo. E não toca no teu pau, corno manso. Tu só limpa depois.

Ela gozou de novo ali, pernas tremendo no colo de Rodrigo, a buceta contraindo forte, jatos quentes escorrendo pelo pau e pingando no chão perto do rosto de Paulo. Rodrigo não parou. Virou ela de quatro outra vez, mais bruto, e enfiou de novo com estocadas curtas e pesadas. A mão livre deu tapas na bunda, deixando marcas vermelhas novas. Ana gritava sem vergonha, o barulho ecoando misturado com as ondas.

— Mais… me fode mais… usa essa casada… enche de novo… ah porra não para…

Rodrigo agarrou o cabelo dela com as duas mãos, fodeu a garganta dela por uns segundos sujos — ela engasgando, olhos marejados, saliva nos peitos — e depois voltou pra buceta. Enterrou fundo, bolas batendo molhadas, e gozou pela segunda vez com um grunhido baixo e longo. Jatos quentes, grossos, enchendo ela até transbordar. Quando puxou o pau, a porra desceu em fio viscoso pela coxa interna, pingando no sofá-cama.

Ana caiu de bruços, ofegante, rindo baixo de tesão satisfeito. A buceta aberta, pulsando, escorrendo tudo. Ela se virou devagar, puxou Paulo pela nuca e esfregou a buceta suja na cara dele de novo.

— Limpa tudo. Chupa até eu ficar limpa. Engole a porra do teu amigo. Isso… língua fundo… bom corno…

Paulo lambeu com fome humilhada, o gosto amargo e salgado enchendo a boca, a barba molhada. Ana gemeu de leve com os resquícios de orgasmo, rebolando. Rodrigo se levantou, pau ainda pingando, e puxou a calça só até a cintura. Acendeu outro cigarro, olhando a cena com aquele sorriso de quem já sabia que aquela dinâmica era permanente.

— Boa putinha. Boa esposa de corno. Próxima parada a gente faz de novo. Talvez eu te foda na beira da praia com ele segurando a lanterna.

Ana riu, puxou Paulo pra cima e beijou a boca suja dele, dividindo o gosto da porra. Depois se afastou, se esticou nua no sofá-cama, peitos subindo e descendo, e falou baixinho, ainda ofegante:

— Isso mesmo, Paulo. Toda viagem. Toda parada. Eu escolho. Tu assiste. Tu limpa. E se eu quiser, tu agradece o Rodrigo de joelhos. Entendeu, meu corno manso gostoso?

Paulo só balançou a cabeça, rosto queimando, pau latejando sem alívio. O silêncio caiu por uns segundos, só o barulho das ondas e o cheiro de sexo pesado no ar quente do motorhome. Rodrigo soltou a fumaça, se apoiou na bancada, e Ana fechou os olhos um instante, sorrindo satisfeita, a porra ainda escorrendo devagar entre as coxas.

Foi então que ouviram. Faróis fortes cortaram a escuridão lá fora, batendo direto na janela lateral do motorhome. Um motor roncou baixo, se aproximando pela areia da praia isolada. Alguém parou bem perto. Uma porta de carro bateu seca. Passos na areia. E uma voz masculina desconhecida, grossa, chamou bem alto:

— E aí, pessoal… motorhome sozinho nessa hora? Tudo bem aí dentro?

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