A Noite em que Dividi a Cama com a Mulher do Meu Padrastro
Lucas, 24 anos, divide a cama com Renata, 38, a gostosa mulher do seu padrasto, e os dois se entregam ao tesão proibido de enteado
Eu mal podia acreditar no rumo que minha vida tinha tomado quando, aos 24 anos, voltei para a casa da minha mãe com a mala cheia de roupas e o coração mais vazio ainda. O término com minha namorada tinha sido feio, cheio de brigas e acusações, e eu precisava de um canto para reorganizar a cabeça e arrumar um emprego novo. O que eu não sabia era que, durante os meses em que fiquei fora, minha mãe havia se casado com Bruno, um homem de 52 anos, dono de uma empresa de importação. Mas o verdadeiro choque foi Renata.
Renata, a mulher do meu padrasto, tinha 38 anos e um corpo que parecia feito para provocar pecado. Quando cheguei, Bruno estava viajando a trabalho, e ela me recebeu sozinha. Abri a porta e lá estava ela, parada no hall de entrada, usando um shortinho de algodão tão curto que a parte de baixo da sua bunda redonda e firme aparecia a cada movimento. A camisola fina, quase transparente, mal escondia os seios grandes, pesados, com os mamilos escuros marcando o tecido leve. Seus cabelos castanhos caíam soltos pelos ombros, e o cheiro de seu perfume doce misturado com pele quente invadiu minhas narinas.
— Bem-vindo de volta, filho — disse ela, com aquela voz rouca e um sorriso safado que não deixava dúvida nenhuma. Seus olhos percorreram meu corpo de cima a baixo, demorando-se na altura do meu peito largo e depois descendo. — Você cresceu tanto... virou um homem de verdade. Vem cá, me dá um abraço.
Eu hesitei por um segundo. O tesão proibido que eu sentia por Renata já existia havia meses. Desde a primeira vez que a vi, ainda no começo do namoro dela com Bruno, eu imaginava aquelas coxas grossas apertando minha cintura enquanto eu metia fundo nela. Era errado. Ela era a mulher do meu padrasto, minha madrasta. Mas o pau endureceu mesmo assim quando seus seios macios pressionaram meu tórax no abraço. Senti os bicos duros roçando em mim e o calor da barriga dela contra minha virilha.
— Obrigado, Renata. Não queria atrapalhar — murmurei, tentando disfarçar a ereção que começava a crescer dentro da calça.
Ela se afastou só um pouco, mas manteve as mãos nos meus braços, apertando os bíceps com os dedos.
— Atrapalhar? De jeito nenhum, filho. Bruno viaja muito. A casa fica grande e vazia demais. Agora você está aqui... e eu vou cuidar bem de você.
O jeito como ela falou “cuidar bem” fez meu saco contrair. Eu sabia que não era só gentileza. O olhar dela era puro desejo contido, o mesmo que eu via nos jantares de família quando ela cruzava as pernas devagar e me pegava olhando.
O temporal começou logo depois do jantar. Renata havia preparado uma refeição simples, mas caprichada: arroz, feijão, carne assada e salada. Sentamos um de frente para o outro na mesa grande da sala de jantar. Ela tinha trocado a camisola por uma blusa ainda mais fina, sem sutiã, e o shortinho continuava lá, deixando as coxas grossas e bronzeadas expostas. Enquanto comíamos, a perna dela roçou na minha por baixo da mesa. Primeiro foi um toque casual. Depois, intencional. Os dedos dos pés dela subiram pela minha panturrilha, subindo devagar até a coxa.
— Você terminou o namoro, né? Que pena... — disse ela, mordendo o lábio inferior. — Uma mulher burra de perder um homem como você. Eu sempre te achei tão atraente, Lucas. Tão macho. Bruno é um bom marido, mas... ele não tem nem metade da sua força, do seu fogo. Você é o tipo de homem que uma mulher quer sentir dentro dela de verdade.
Meu coração disparou. O pau já estava completamente duro, latejando contra o tecido da calça. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Renata, a mulher do meu padrasto, estava flertando abertamente, confessando tesão por mim.
— Renata... a gente não devia — comecei, mas minha voz saiu fraca.
— Não devia o quê, filho? — Ela sorriu, inclinando-se para frente. Os seios pesados balançaram dentro da blusa, quase pulando para fora. — Falar a verdade? Eu sei que você também me quer. Eu vejo como você me olha desde o primeiro dia. Como seus olhos param na minha bunda quando eu me viro.
A perna dela subiu mais, pressionando diretamente contra meu pau inchado. Eu soltei um gemido baixo. Foi quando o temporal explodiu lá fora. Um raio cortou o céu, seguido de um trovão que fez as janelas tremerem. As luzes piscaram duas vezes e apagaram completamente. A casa ficou no escuro, só iluminada pelos relâmpagos.
— Merda... o gerador está quebrado — murmurou ela, mas não parecia chateada. Pelo contrário. Levantou-se e veio até mim, pegando minha mão no escuro. — O quarto de hóspedes ainda não tem colchão. Bruno ia comprar essa semana. A cama do nosso quarto é enorme, king size. Tem espaço de sobra para nós dois. Você topa dividir a cama comigo, filho?
A voz dela estava carregada de segundas intenções. Meu corpo inteiro queimava. Eu sabia o que ia acontecer se aceitasse. E eu queria. Porra, como eu queria.
— Tudo bem — respondi, a voz rouca.
Subimos as escadas no escuro, guiados pela luz do celular. O quarto principal cheirava a ela: perfume, sabonete e algo mais primal, como excitação feminina. Tiramos só a roupa de cima, ficando apenas de short. Deitamos lado a lado na cama gigantesca. O silêncio só era quebrado pela chuva forte batendo no telhado.
Não durou muito. Logo estávamos conversando baixo, confidenciando desejos reprimidos. Eu contei como imaginava ela quando batia punheta no banheiro da casa. Ela confessou que tocava a buceta pensando em mim toda vez que Bruno viajava.
— Eu quero sentir seu pau duro dentro de mim, Lucas — sussurrou ela, virando de lado. Sua mão pegou a minha e levou direto para seus seios grandes. — Toca. Sente como meus peitos estão inchados de tesão por você.
Meus dedos afundaram na carne macia e quente. Os mamilos estavam duros como pedrinhas. Apertei, puxei, e ela gemeu baixinho, arqueando as costas. Meu pau estava tão duro que doía.
— Renata... você é a mulher do meu padrasto. Isso é proibido pra caralho — falei, mas minha mão continuava massageando aqueles peitos maravilhosos.
— É por isso que está tão gostoso, enteado. Me toca. Eu quero você. Agora.
O tesão explodiu. Ela montou em mim com fome, puxando meu short para baixo e liberando meu pau grosso, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. A buceta dela já estava encharcada quando desceu sobre mim. O shortinho dela foi jogado longe. Senti os lábios molhados se abrindo, engolindo minha rola centímetro por centímetro até eu estar completamente enterrado naquela quentura apertada e melada.
— Ai, que pau gostoso... — gemeu ela, começando a cavalgar. Seus seios grandes balançavam pesados na minha cara enquanto ela subia e descia com força. — Me fode, enteado. Me fode bem gostoso. Quero sentir esse pau me arrombando.
Segurei a bunda dela com as duas mãos, apertando a carne firme enquanto ela quicava no meu pau. O barulho molhado de buceta batendo contra bolas enchia o quarto. Eu levantava o quadril, metendo fundo, batendo no fundo da buceta dela a cada estocada. Renata jogava a cabeça para trás, gemendo alto, sem vergonha.
— Isso, madrasta... rebola no pau do enteado — rosnei, dando o primeiro tapa forte na bunda dela. O som ecoou.
Ela gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, a buceta apertando meu pau como um punho quente e molhado. Mas eu não parei. Virei ela de quatro no colchão, agarrei os quadris largos e meti tudo de uma vez. O tapa da minha virilha contra a bunda dela era forte, ritmado. Dei tapas seguidos, deixando a pele branquinha ficar vermelha.
— Você é a putinha do padrasto, né? Gemendo assim pro enteado enquanto o marido viaja. Que vadia safada.
— Sim! Eu sou sua putinha! Me fode mais forte, Lucas! — gritava ela, empinando a bunda, pedindo mais.
Mudei de posição, deitando ela de lado, uma perna dela levantada. Entrei de novo naquela buceta encharcada, metendo fundo enquanto apertava um mamilo com força e enfiava dois dedos na bundinha apertada dela. Renata perdeu o controle. O corpo convulsionava, gozando de novo, gritando meu nome enquanto o orgasmo rasgava ela por dentro.
— Lucas! Porra, Lucas! Estou gozando tanto... não para!
Eu sentia o pau latejando, prestes a explodir dentro dela. Nossos corpos suados colados, a chuva ainda caindo lá fora, o quarto cheirando a sexo proibido. Ela virou o rosto, me beijando com língua enquanto eu continuava metendo, os dedos ainda enfiados na bunda dela.
Mas então, no meio do nosso gozo, o celular dela vibrou forte na mesinha de cabeceira. A tela acendeu no escuro. Era uma mensagem de Bruno.
“Viagem cancelada. Chego em casa em duas horas.”
Renata e eu nos olhamos, ainda conectados, meu pau latejando dentro da buceta dela que ainda pulsava com os resquícios do orgasmo. O tesão proibido tinha virado algo muito maior. E agora, com o marido voltando mais cedo, o perigo era real. Meu coração batia forte. Ela mordeu o lábio, ainda rebolando devagar no meu pau, como se não quisesse que terminasse.
— E agora, filho? — sussurrou ela, os olhos brilhando de medo e excitação ao mesmo tempo.
A noite estava longe de acabar. E o risco só tornava tudo mais quente.
Eu mal conseguia respirar com o pau ainda enterrado fundo na buceta quente e melada da Renata. A mensagem de Bruno brilhava na tela do celular como um aviso de bomba prestes a explodir, mas em vez de me fazer parar, aquilo só fez meu sangue ferver mais forte. Duas horas. Cento e vinte minutos para nos afundarmos ainda mais nesse pecado que já tinha virado vício.
— E agora, filho? — ela repetiu, a voz rouca, quase um ronronar. Ainda rebolava devagar, os músculos internos apertando minha rola como se quisessem ordenhar cada gota de pré-gozo que eu soltava.
Meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito. O risco era real. Bruno podia entrar pela porta a qualquer momento se o trânsito estivesse bom. E mesmo assim, ou talvez justamente por isso, eu segurei os quadris largos dela com força, cravando os dedos na carne macia, e empurrei o quadril para cima, metendo mais fundo.
— Agora a gente fode até não aguentar mais, madrasta — rosnei, a voz saindo grossa. — Duas horas pra você sentar nesse pau de enteado enquanto o marido vem voltando. Tá molhada pra caralho só de pensar nisso, né?
Renata soltou um gemido longo, jogando a cabeça para trás. Os seios pesados balançaram com o movimento, os mamilos escuros duros e arrepiados. Ela apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar com mais vontade, o barulho molhado da buceta engolindo minha rola ecoando no quarto escuro. A chuva continuava caindo lá fora, mas agora parecia um som distante, abafado pelo nosso próprio temporal.
— Ai, Lucas... você é louco. Ele vai nos matar se descobrir — sussurrou ela, mas os olhos castanhos brilhavam de pura luxúria. Não havia medo suficiente para parar. Pelo contrário. A possibilidade de ser pega estava deixando ela ainda mais safada. — Mas eu não consigo parar... sua rola é grossa demais, me enche toda. Me faz sentir uma vadia de verdade.
Eu me sentei na cama sem sair de dentro dela, abraçando sua cintura e chupando um daqueles peitos maravilhosos com fome. Mordi o mamilo de leve, puxei com os dentes enquanto ela quicava no meu colo. O suor já escorria entre nós, misturando o cheiro de buceta excitada com o perfume doce que ela usava. Meu saco batia contra a bunda redonda dela a cada descida, um tapa úmido e ritmado.
— Então rebola mais, putinha do padrasto — ordenei entre um chupão e outro. — Mostra pro enteado como você trai o Bruno quando ele viaja. Quero sentir essa buceta apertando quando você gozar pensando que ele pode chegar a qualquer segundo.
As palavras sujas funcionaram como gasolina. Renata cravou as unhas nos meus ombros e acelerou o ritmo, quicando com força, os seios batendo no meu rosto. Eu sentia o clitóris dela roçando na base da minha rola a cada movimento. Seus gemidos ficaram mais agudos, desesperados.
— Lucas... filho da puta... me fode... me usa... sou sua madrasta safada — ela gemia, quase soluçando de prazer. O corpo tremia inteiro. De repente, ela travou, a buceta contraindo violentamente ao meu redor, jorrando um gozo quente que escorreu pelas minhas bolas. — Tô gozando de novo, caralho! No pau do meu enteado!
Eu não dei trégua. Virei ela de bruços na cama king size, levantei aquela bunda empinada e meti tudo de uma vez. O ângulo era perfeito para bater fundo, roçando no ponto que a fazia gritar. Agarrei os cabelos castanhos dela como rédea e puxei, arqueando suas costas enquanto estocava sem piedade. O quarto cheirava a sexo puro: suor, buceta molhada e aquele cheiro de mulher excitada que me deixava animal.
— Olha o que você faz comigo, Renata. Eu devia estar arrumando minha vida e tô aqui arrombando a mulher do meu padrasto — falei, dando um tapa forte na bunda que deixou a marca rosada da minha mão. Outro tapa. E outro. — Se o Bruno chegar agora, vai encontrar você de quatro gemendo pro enteado de 24 anos.
Ela empinava mais, pedindo os tapas, a bundinha redonda tremendo a cada impacto. Aos 38 anos, Renata tinha um corpo que muitas de 25 invejariam — coxas grossas, cintura marcada, seios pesados que balançavam a cada estocada. Eu metia com raiva e tesão, sentindo o pau inchar ainda mais dentro dela.
— Eu quero que ele sinta o cheiro quando chegar — ela confessou entre gemidos, a voz embargada de prazer. — Quero que ele veja minha buceta inchada de tanto levar rola. Me fode mais, Lucas. Me quebra.
O relógio na mesinha marcava 45 minutos já perdidos. O tempo corria contra nós, e isso só me deixava mais feroz. Puxei o pau para fora, brilhando do mel dela, e enfiei dois dedos na buceta encharcada antes de descer a boca. Chupei aquela carne inchada com vontade, língua rodando no clitóris enquanto enfiava um dedo na bundinha apertada que já tinha invadido antes. Renata gritou, empurrando a bunda contra meu rosto, gozando pela terceira vez na minha boca. O sabor era viciante, doce e salgado ao mesmo tempo.
— Quero te dar meu cu, enteado — ela pediu de repente, virando o rosto suado para me olhar. Os olhos estavam vidrados, a maquiagem borrada. — Rápido. Antes que o Bruno chegue. Quero sentir esse pau grosso abrindo minha bundinha.
Meu coração deu um salto. Era a escalada final. Concordei com a cabeça, o pau latejando tanto que doía. Peguei o lubrificante que ela tirou da gaveta da mesinha com mãos trêmulas. Passei bastante na rola e no cuzinho piscante dela. Coloquei a cabeça grossa na entrada e empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo a resistência deliciosa. Renata soltou um gemido longo, mordeu o travesseiro, mas empurrou para trás, querendo mais.
— Devagar no começo, filho... mas depois me arromba — pediu, a voz abafada.
Quando entrei até o meio, parei, dando tempo para ela se acostumar. Depois, comecei a meter com mais ritmo. A bundinha dela era apertada pra caralho, um anel quente que massageava cada veia do meu pau. Segurei aqueles quadris e aumentei o ritmo, metendo cada vez mais fundo enquanto ela se masturbava a buceta com a mão.
— Isso... fode o cu da sua madrasta... sou sua puta agora — ela gemia, cada vez mais alto, sem se importar com o volume. O risco tinha virado afrodisíaco total.
Eu alternava: metia na bunda, tirava, enfiava na buceta, depois voltava para o cu. Ela gozou mais uma vez assim, o corpo inteiro convulsionando, os músculos apertando meu pau até eu quase perder o controle. O suor escorria pelas costas dela, pelo vale entre os seios. Eu estava no limite.
— Vou gozar, Renata. Onde você quer?
— Dentro. Goza dentro da minha buceta, Lucas. Me enche de porra de enteado — implorou ela, virando de frente e abrindo as pernas bem abertas.
Voltei para a buceta com tudo. Meti fundo, sentindo as paredes latejarem ao meu redor. Beijei ela com língua, mordi seu lábio inferior, apertei aqueles peitos maravilhosos enquanto estocava como um louco. O orgasmo veio como uma onda violenta. Senti o saco contrair e explodi dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo cada canto daquela buceta traidora. Renata gozou junto, unhas cravadas nas minhas costas, gritando meu nome uma última vez.
— Lucas! Porra, Lucas!
Ficamos conectados por longos segundos, meu pau pulsando os últimos resquícios, a buceta dela sugando tudo. O quarto estava um caos de lençóis molhados, cheiro de sexo pesado e respiração ofegante. O celular vibrou de novo na mesinha. Outra mensagem. Provavelmente Bruno avisando que estava a menos de uma hora agora.
Mas nenhum de nós pegou o aparelho.
Eu saí de dentro dela devagar, o sêmen escorrendo pela coxa bronzeada de Renata. Deitei ao lado, puxei o corpo suado dela contra o meu. Seus seios pressionaram meu peito, a cabeça dela encaixou perfeitamente no meu ombro. Nossas pernas se entrelaçaram. A chuva continuava lá fora, mas agora mais fraca, quase um sussurro contra o telhado.
Não dissemos nada.
Nenhum pedido de silêncio, nenhuma promessa, nenhuma palavra sobre o que aconteceria quando a porta da frente se abrisse. Apenas o som da respiração dela se acalmando contra meu pescoço, o bater lento do coração dela no meu peito, o calor úmido dos nossos corpos colados. O silêncio tomou o quarto inteiro, profundo, denso, carregado de tudo que tinha acontecido e de tudo que ainda podia acontecer.
Apenas silêncio.
E o peso delicioso do que havíamos feito.
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