A Divorciada da Porta ao Lado no Ringue com Ele

A divorciada de 42 anos vira puta do personal negro de 28 no ringue vazio da academia.

12 min read September 08, 2026New

Eu sou Yara, quarenta e dois anos, divorciada há quase três. Moro sozinha no apartamento ao lado do dele, no mesmo corredor de azulejo velho e cheiro de cera. Toda manhã eu ouvia o barulho da porta dele, o elevador, o passo pesado. Malik. Vinte e oito anos, personal trainer da academia do prédio, negro, alto pra caralho, ombros largos, coxas que esticavam qualquer bermuda. Eu já imaginava o pau dele enorme só de ver o volume que marcava o tecido quando ele passava carregando a garrafa e a mochila. Divorciada, sozinha, corpo ainda firme de academia e de teimosia — e uma fome que eu fingia controlar até o dia em que ele me convidou.

Foi num fim de tarde de quinta. A academia já estava quase vazia. Eu terminava a esteira, suada, cabelo preso, top preto colado nos peitos. Ele veio até mim, toalha no ombro, sorriso lento.

— Yara. Fica um pouco mais. Quero te meter no ringue. Boxe de verdade. Depois do horário a gente tem o lugar só pra nós.

Eu ri, meio sem jeito, meio molhada já só com a frase.

— Boxe? Eu te dou um soco e tu me joga no chão, Malik.

— Exato. É isso que eu quero ver. Vem.

Aceitei. Coração batendo alto demais. Troquei as luvas, entrei no ringue vazio. O cheiro de couro, de suor antigo, de borracha. Luzes baixas. Ninguém mais. Só a gente. Ele de shorts pretos, peito nu, gotas escorrendo no peitoral marcado. Eu de shortinho justo e top. O primeiro round foi aquecimento. Ele me ensinava a guarda, a base, o jab. Cada vez que corrigia minha postura, a mão grande dele encostava na minha cintura, nas minhas costas, e eu sentia o calor atravessar a pele. Os olhares já não eram de treino. Eram de foder. Desde o primeiro soco falso eu já sabia: a gente ia acabar pelado naquele ringue.

— Concentra, Yara — ele murmurou, voz grave, chegando perto. — Se tu me olhar assim de novo eu paro de fingir que tô te treinando.

Eu engoli seco, lábios secos de repente.

— E se eu não quiser que tu finja?

Ele sorriu de lado, aquele sorriso de quem já sabia o final.

O sparring esquentou. A gente trocava golpes leves, corpos colando, respiração quente. Numa esquiva ele me empurrou de costas nas cordas. O corpo inteiro dele grudou no meu. Peito no peito, coxa entre as minhas pernas, e aí eu senti: o cacete dele endurecendo contra a minha bunda, grosso, quente, pulsando através do short. Meu cu se contraiu só de sentir o tamanho. Virei o rosto, ofegante, lambo os lábios bem devagar e falei baixinho, só pra ele:

— Eu quero esse pau dentro de mim. Agora. Sem enrolação.

Malik soltou uma risada baixa, quase um rosnado. Tirou minhas luvas num movimento só, depois as dele. A mão grande dele desceu, enfia por dentro do meu short, sem pedir licença porque eu já tinha pedido tudo. Dedos grossos acharam meu clitóris molhado, inchado, escorregadio de tesão. Ele esfregou em círculos firmes, precisos, enquanto eu gemia contra o pescoço dele, pedindo mais, pedindo mais fundo.

— Porra, Yara… tu tá encharcada. Desde quando tu anda assim?

— Desde que eu vi o volume na tua bermuda no elevador, caralho. Não para.

Ele meteu dois dedos na minha buceta, chupando meu gemido com a boca colada na minha. Os dois já tinham jogado a moral pro caralho. Não tinha mais treino, não tinha mais vizinha educada. Só fome. Eu abri o short dele, puxei pra baixo, e o pau saltou pesado, preto, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-porra. Enorme como eu tinha imaginado. Segurei com as duas mãos, mal conseguia fechar os dedos. Ele gemeu no meu ouvido.

— No chão. De quatro. Agora.

Malik me jogou de quatro no centro do ringue. O chão de lona cheirava a suor e borracha. Arrancou meu short e a calcinha num puxão só, deixou o top. A mão dele abriu minhas nádegas, cuspiu na minha buceta e enfiou o pauzão de uma vez, fundo, abrindo tudo. Eu gritei de prazer, cara contra a lona, dedos se agarrando no que dava. Ele metia com força, quadris batendo na minha bunda, o pau grosso rasgando e enchendo, batendo no fundo. Cada estocada me fazia escorrer mais, o barulho molhado ecoando no ginásio vazio.

— Isso, fode essa divorciada, Malik… mete esse pau preto todo…

— Tua buceta aperta que nem puta profissional, Yara. Olha como engole.

Ele me fodia sem piedade, uma mão puxando meu cabelo, a outra beliscando meu mamilo por baixo do top. Eu gozava pequeno já, tremor nas coxas, mas ele não parava. Depois me virou de frente, me sentou nas cordas, pernas abertas, e entrou de novo. Agora eu via o rosto dele, o suor escorrendo na testa, os olhos escuros. Ele chupava meus mamilos com fome, lambendo, mordendo de leve, enquanto metia fundo e os bagos pesados batiam na minha bunda a cada investida. As cordas cravavam nas minhas costas e eu me agarrava nos ombros dele, gemendo alto demais pro lugar.

— Mais fundo… assim… porra, Malik, tu vai me arrebentar.

— É pra isso que serve. Pra te arrebentar e te deixar viciada.

Quando as pernas já tremiam demais, ele se deitou de costas na lona e me puxou pra cima. Eu montei nele, guiei o pau até a entrada e desci devagar, sentindo cada centímetro abrir de novo. Aí cavalguei gostoso, rebolando, subindo e descendo com o cu batendo nele, peitos balançando. Ele segurava minha cintura, empurrava pra cima, me fodendo por baixo enquanto eu gemía pedindo porra. O clitóris raspava na base do pau dele a cada movimento. Senti o orgasmo subir quente, apertado, e gozei em cima dele, buceta contraindo em volta do cacete grosso, escorrendo nele, gritando o nome dele. Malik rosnou, cravou os dedos na minha bunda e gozou dentro, jatos quentes enchendo minha buceta, pulando fundo, me enchendo de porra até vazar pelas laterais enquanto eu ainda tremia em cima dele.

Ficamos ali, ofegantes, o pau ainda latejando dentro de mim. Ele me puxou pra baixo num beijo molhado, língua lenta, gosto de suor e saliva. A voz saiu rouca contra minha boca:

— Isso vai virar nosso treino particular. Toda semana. Depois do horário. Ringue fechado. Tu vem e eu te fodo até tu não conseguir nem subir no elevador sozinha.

Eu sorri, ainda com ele dentro, e desci do pau devagar. A porra escorreu quente pela minha coxa interna, branca contra a pele. Inclinei o corpo, limpei com o dedo e lambi o resto que escorria, olhando nos olhos dele enquanto chupava o dedo sujo. O gosto salgado, o cheiro dele misturado comigo.

— Toda semana não vai dar conta, Malik — murmurei. — Eu moro na porta ao lado. Tu vai ter que me foder em mais lugares do que esse ringue.

Ele riu baixo, já endurecendo de novo só de me ver lamber a própria coxa. Puxou o short pra cima só pela metade, o pau ainda semi-duro e sujo de nós dois. A academia continuava silenciosa, só o som distante de um ar-condicionado. Eu peguei meu short molhado, nem vesti direito, fiquei só com o top e a calcinha no bolso. O corrimão das escadas do ringue ainda estava quente da nossa mão.

Malik me segurou pelo queixo antes de eu descer as cordas.

— Amanhã de manhã eu bato na tua porta. Seis e meia. Antes de qualquer aluno. Leva o short que eu rasguei hoje. Quero ver se a porra ainda tá na tua buceta quando eu chegar.

O coração bateu outra vez, diferente. Não era só sexo no ringue. Era a promessa de que a porta ao lado ia virar atalho. Eu desci do ringue com as pernas moles, a porra ainda escorrendo devagar entre as coxas, e olhei pra trás só uma vez. Ele estava de pé no centro, peito subindo e descendo, olhando pra mim como quem já estava planejando a próxima rodada — e a de depois, e a de depois. O elevador do prédio ia ficar pequeno demais pra gente fingir que era só vizinho.

Eu abri a porta de shortinho e top, ainda com o cheiro dele grudado na pele. Seis e meia em ponto. Malik estava ali de moletom baixo e camiseta justa, a mochila jogada no ombro, o olhar já fodendo. Não falou bom dia. Empurrou a porta com o ombro, trancou atrás de si e me encostou na parede do corredor do meu próprio apartamento.

— Mostra.

Eu puxei o short pro lado. A calcinha de ontem estava no bolso ainda. Entre as coxas, seco e grudento, o resto da porra dele branqueava a pele morena. Ele ajoelhou na hora, sem drama. Língua larga, quente, lambendo devagar do joelho pra cima, recolhendo o que tinha sobrado da noite. Eu segurei o cabelo curto dele e abri as pernas mais. O gemido saiu baixo, arrastado. Ele chupou o clitóris já inchado, dois dedos entrando fácil na buceta ainda frouxa e sensível de ontem.

— Continua cheirando a mim — murmurou contra a carne. — Boa puta.

Me carregou pro sofá sem cerimônia. Arrancou o short, o top, ficou só de joelhos entre minhas pernas abertas. O pau já tava duro pra caralho quando soltou o moletom. Preto, grosso, a cabeça brilhando de novo. Eu me sentei na beira, segurei a base e engoli o que deu. Saliva escorrendo, garganta abrindo devagar. Ele prendeu meu cabelo e fodeu minha boca com paciência cruel, indo fundo até eu engasgar e lacrimejar, o nariz colado no saco pesado. O gosto era salgado, quente, misturado com o meu de ontem. Eu chupava com fome de divorciada que descobriu o que queria tarde demais e agora não ia largar.

— Olha pra mim enquanto engole — mandou.

Eu olhei. Olhos marejados, boca esticada. Ele tirou o pau escorrendo saliva, me virou de bruços no sofá e enterrou de uma vez. O grito ficou abafado no tecido. Cada estocada fazia o sofá ranger. A mão grande cobria minha nuca, me prendendo enquanto o pau grosso rasgava fundo, batendo no colo do útero. Eu gozei rápido, tremendo, buceta espasmando, mas ele só riu baixo e continuou.

— Ainda não. Tu vai gozar quando eu mandar.

Me tirou do sofá, me levou pro quarto arrastando. Joguei de quatro na cama, cara no travesseiro. Ele cuspiu na minha bunda, esfregou o pau entre as nádegas e empurrou a cabeça no cu. Devagar no começo, me abrindo. Eu gemia alto, pedindo, rebolando pra trás. Quando entrou inteiro eu senti o ar sumir. Grosso demais, quente demais. Ele fodeu meu cu com a mesma força de ontem na buceta, mão no cabelo, outra beliscando o clitóris. O barulho molhado, a cama batendo na parede, o cheiro de sexo forte no quarto quente. Eu gozei de novo com ele no cu, squirt escorrendo pelas coxas, gritando o nome dele abafado no travesseiro.

Malik tirou, me virou, me puxou pra beirada da cama e enfiou de novo na buceta. Agora de frente. Pernas no ombro dele, eu vendo cada veia do pau desaparecendo dentro. Ele metia fundo, bagos batendo, suor escorrendo no peito marcado. Chupava meus peitos, mordia o mamilo, falava putaria no meu ouvido.

— Essa buceta é minha agora. Toda manhã. Toda noite. Tu mora na porta ao lado pra eu foder quando der vontade.

— Fode, caralho… mais fundo… me usa…

Ele puxou pra fora, gozou no meu peito, jatos quentes cobrindo os seios, o pescoço, o queixo. Eu passei o dedo, lamei, engoli. Depois desci e limpei o pau com a boca até ele amolecer e endurecer de novo em minutos. Não tinha pressa. A academia só abria daqui a uma hora.

Levantei, fui na cozinha pelada, peguei água. Ele veio atrás, me pegou na pia. Me ergueu, pernas em volta da cintura, e enfiou de pé. A pia gelada nas costas, o pau quente abrindo tudo outra vez. Eu me agarrava nos ombros largos, rebolava, mordia o pescoço dele. Ele fodia devagar agora, profundo, me olhando nos olhos.

— Tu virou minha puta de verdade, Yara. Quarenta e dois anos e engolindo pau preto de manhã cedo como se fosse a única coisa que importa.

— É a única coisa que importa — confessei, ofegante. — Depois do divórcio eu tava morta. Agora eu acordo molhada só de ouvir tua porta.

Ele me levou de novo pro quarto. Deitou, me mandou montar de costas. Eu desci no pau, rebolei, mostrei a bunda. Ele abria as nádegas, cuspia, metia o polegar no cu enquanto eu cavalgava. O clitóris raspava, o pau batia fundo. Gozei molhada, escorrendo nele, as coxas tremendo. Ele segurou minha cintura e gozou dentro outra vez, enchendo, jatos quentes pulando. Eu fiquei sentada em cima, sentindo a porra vazar, escorrer pro saco dele.

Ficamos quietos um tempo. O relógio marcava quase sete. Ele ainda latejava dentro de mim quando falou baixo:

— Hoje à noite a academia fecha às dez. Eu deixo o ringue aberto. Tu vem de salto e casaco só. Sem calcinha. Eu quero te foder nas cordas de novo e depois te levar pro vestiário dos homens e te comer no banquinho enquanto tu olha no espelho.

Eu ri, cansada, satisfeita, viciada. Desci devagar, a porra escorrendo grossa pela coxa. Fui no banheiro, limpei por cima, mas deixei o resto. Voltei e me vesti com o short rasgado de ontem por cima da buceta suja. Malik puxou o moletom, me beijou fundo, língua lenta, gosto de mim e dele misturado.

— Deixa a porta destrancada de madrugada. Qualquer hora eu entro e te acordo com o pau na boca.

Meu coração bateu pesado. Não era mais brincadeira de academia. Era a porta ao lado virando rota de acesso. Eu morava sozinha, livre, e tinha acabado de entregar a chave sem dar a chave.

Ele saiu. Eu fiquei na porta entreaberta, sentindo a porra esfriar entre as pernas, o cheiro dele no corredor inteiro. O dia passou lento. Trabalhei de casa, mas a cabeça só repetia o tamanho, a voz, a promessa. À noite vesti o casaco curto, salto alto, nada por baixo. Desci pro térreo. A academia estava apagada, só a luz de emergência. O ringue esperava.

Malik já estava no centro, peito nu, shorts. Me viu entrar e sorriu daquele jeito.

— Sobe.

Subi nas cordas. Ele me agarrou na hora, abriu o casaco, chupou os peitos com fome. Me virou de frente pras cordas, me curvou e enfiou de uma vez. O ginásio vazio ecoava meus gemidos. Ele fodia duro, a mão tapando minha boca quando eu gritava demais. Depois me sentou nas cordas de novo, pernas abertas, e me comeu olhando nos olhos, falando que eu era a melhor puta que ele já treinou. Eu gozei escorrendo nas cordas, ele gozou fundo outra vez, me enchendo.

No vestiário dos homens ele me colocou de quatro no banquinho na frente do espelho. Eu via tudo: o pau preto sumindo na minha buceta branca de porra, a cara de puta que eu fazia, os peitos balançando. Ele me fodeu até as pernas falharem. Me limpou com a toalha dele, me vestiu o casaco de novo e me levou de volta pro elevador com o braço na cintura. No corredor do nosso andar ele me beijou na porta, a mão ainda dentro do casaco, dois dedos mexendo na porra que vazava.

— Amanhã de novo. E depois de amanhã. E todos os dias que eu quiser.

Eu entrei no meu apartamento com as pernas moles, o salto na mão, a buceta latejando e cheia. Deitei na cama sem tomar banho. O cheiro dele estava em tudo agora — no sofá, no travesseiro, na minha pele. Fechei os olhos e soube que não tinha mais volta. A divorciada da porta ao lado tinha virado exatamente o que o corpo pedia: a puta particular do personal negro de vinte e oito anos que morava do lado e treinou meu cu, minha boca e minha buceta até sobrar só o vício.

E toda vez que a porta dele bate de madrugada, eu já acordo de quatro.

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