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Fingindo Ser o Par Dela no Iate

Renata, uma MILF de 42 anos, finge que o amigo de 22 do filho é seu amante safado e acaba cavalgando ele com força no iate.

12 min read September 26, 2026New

Renata ajustou as alças finas do biquíni preto enquanto o sol batia forte no deck do iate. Aos quarenta e dois anos, divorciada havia três, dona de uma empresa de eventos de luxo que faturava alto, ela sabia exatamente o efeito que causava. Seios fartos, cintura marcada, quadris largos e uma bunda redonda que balançava com cada passo. O tecido molhado grudava na pele bronzeada, deixando os mamilos semià vista. Lucas, o melhor amigo do filho dela, tinha vinte e dois anos e estava ali, de sunga azul-marinho, o corpo jovem e definido tenso demais para alguém que deveria apenas “cumprir um papel”.

— Relaxa, gato — disse ela, servindo dois copos de água com gás e limão na beira da piscina do iate. — Os empresários vão chegar amanhã. Hoje é só a gente. Você é meu par de mentira. Um namorado safado, mais novo, que me come toda noite. É só fingir.

Lucas engoliu seco. Olhava para ela sem disfarce, a boca entreaberta, o olhar preso nas curvas maduras que se moviam quando ela se inclinava. Há anos ele desejava aquela mulher. Sempre que ia na casa do amigo, fingia não notar o cheiro de perfume caro dela, o decote aberto, as pernas longas. Agora estava no iate particular dela, no meio do mar, e Renata o olhava de cima a baixo como se quisesse devorá-lo.

— Tá me olhando que nem um faminto — murmurou ela, mordendo o canudo. — Gosta do que vê, Lucas?

— Você sabe que gosto — respondeu ele, a voz rouca. — Desde sempre. Esse corpo… porra, Renata.

Ela riu baixo, um som sujo, e se aproximou. As coxas dela roçaram as dele quando se sentou na espreguiçadeira ao lado. O biquíni subiu, revelando mais pele macia. Lucas sentiu o pau endurecer na sunga. Renata notou. Seu olhar desceu, ficou ali, e a língua passou lenta pelos lábios carnudos.

— Sempre fantasiei com você — confessou ela, sem rodeios, a mão pousando na coxa dele, os dedos subindo. — Fingir que você é meu amante tá me deixando encharcada. Sério. Tô pingando só de imaginar você me fodendo aqui.

Lucas prendeu a respiração. A mão dela já pressionava o volume duro sob o tecido.

— Eu te desejo há anos — admitiu ele, a voz falhando. — Toda vez que te via… eu batia uma pensando nessa buceta madura. Nesses peitos. Nessa cara de safada.

Renata se inclinou e beijou a boca dele com fome. Língua quente, dentes puxando o lábio inferior. Ele agarrou a nuca dela, puxou mais perto, e a mão livre desceu para apertar a bunda gorda sob o biquíni. Ela gemeu no beijo, rebolou contra a palma dele, e logo os dedos de Lucas estavam enfiados por baixo do tecido, acariciando a fenda molhada.

— Porra, tá encharcada mesmo — ele respirou contra a boca dela.

— Leva eu pra cabine — ordenou Renata, já de pé, puxando a mão dele. — Agora.

Eles desceram as escadas quase tropeçando. A cabine principal era ampla, com cama king-size, lençóis brancos e janelas panorâmicas para o mar. Renata empurrou Lucas para a beira da cama, ajoelhou-se entre as pernas dele e puxou a sunga de uma vez. O pau grosso saltou, veias latejando, a cabeça avermelhada já brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios.

— Chama eu de safada madura — exigiu, a voz baixa e autoritária. — Enquanto eu chupar essa porra.

Lucas engasgou quando a boca quente dela engoliu a cabeça. Renata chupou com vontade, a língua girando, a garganta relaxando para engolir mais. Sons molhados encheram a cabine. Ela puxava o pau até quase sair, depois engolia fundo, babando, os olhos marejados fixos nele. Uma mão massageava as bolas, a outra apertava o próprio peito, puxando o biquíni para baixo e libertando os seios pesados.

— Safada madura… — gemeu Lucas, os dedos enfiados no cabelo dela. — Porra, chupa mais fundo. Sua boca de puta experiente…

Ela sorriu em volta do pau e acelerou, engasgando de propósito, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Quando ele estava prestes a gozar, ela parou, subiu no colo dele e puxou o resto do biquíni. A buceta raspada, inchada e brilhante, desceu devagar no pau grosso. Renata soltou um gemido longo, a cabeça jogada para trás, enquanto se enchia por completo.

— Aih, filho da puta… que pau grosso — ela respirou, começando a cavalgar. — Olha pra mim. Olha essa MILF te fodendo.

Ela rebolava com força, batendo a bunda nas coxas dele, os seios grandes pulando a cada movimento. Lucas segurou os quadris largos, os polegares afundando na carne macia, e subiu a boca para mamar um mamilo duro. Chupava com força, dentes roçando, enquanto ela gemia alto, suja, sem vergonha.

— Isso… mama esses peitos, putinho — ela ordenou, a voz quebrando. — Eu sou sua safada madura. Fode essa buceta.

Ela cavalgava cada vez mais forte, o som molhado de pele batendo em pele ecoando. O pau dele entrava fundo, batendo no ponto certo, e Renata já tremia. De repente ela parou, saiu dele e se virou de quatro na cama, a bunda empinada, as costas arqueadas, olhando por cima do ombro.

— Mete. Agora. Doggy. E mete fundo.

Lucas se ajoelhou atrás, segurou a cintura dela e enterrou o pau de uma vez só. Renata gritou, a face afundada no travesseiro, os dedos cerrados nos lençóis. Ele meteu com força, o quadril batendo na bunda farta, a mão direita subindo e caindo em tapas estalados. A pele avermelhava. Cada tapa fazia ela gemer mais alto e empurrar a bunda de volta.

— Mais forte — ela pediu, a voz rouca de tesão. — Fode essa puta madura mais forte. Quero sentir amanhã. Me enche de porra.

Lucas agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás e acelerou. O pau sumia e reaparecia, coberto de porra branca dela. Os peitos balançavam violentos. Ele se curvava sobre ela, mordendo o ombro, a mão livre apertando um seio, o polegar girando o mamilo.

— Vai gozar pra mim — ele rosnou no ouvido dela. — Goza no pau do amigo do seu filho, safada.

Renata gritou quando o orgasmo bateu. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertando o pau em espasmos violentos, líquidos escorrendo pelas coxas. Lucas não aguentou. Enterrou fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo ela, o quadril trêmulo, um gemido gutural saindo da garganta. Ele continuou metendo devagar, empurrando a porra para dentro enquanto ela ainda tremia, ofegante, a bunda contra ele.

Ficaram assim por longos segundos, suados, o cheiro de sexo impregnando o ar-condicionado. Lucas saiu devagar, vendo o creme branco escorrer pela fenda inchada dela. Renata se virou, puxou o rosto dele e beijou com carinho, a língua lenta, o gosto salgado da pele misturado.

— O fim de semana mal começou — sussurrou ela contra a boca dele, o sorriso safado brilhando nos olhos. — Cancelei os outros convidados. Não vai ter empresário nenhum. Só eu e você. Quero passar os próximos dias sendo comida por você em todas as partes desse iate. No deck, na cozinha, na banheira… até a porra do cockpit. Você topa ser meu garanhão particular, Lucas?

Ele lambeu o lábio inferior dela, ainda com o pau semi-duro latejando, e apertou a bunda molhada dela.

— Topo. E vou te foder até você não conseguir mais andar.

Renata riu baixo, puxando-o de novo para cima dela, as pernas se abrindo em convite. Lá fora o mar batia manso no casco, e o iate inteiro parecia esperar pelo que viria depois.

Renata puxou Lucas de volta para cima dela com a urgência de quem ainda não tinha saciado nada. As pernas dela se abriram largas, a buceta inchada e escorrendo porra dele esfregando no pau que já endurecia de novo contra a coxa. Ele enfiou dois dedos nela sem aviso, sentindo o creme quente, e ela arqueou as costas.

— Ainda quero mais — murmurou ela, a voz rouca. — Me fode de novo, agora. Olho no olho.

Lucas enfiou o pau de uma vez, fundo, e Renata soltou um gemido baixo e sujo. Ele metia devagar no começo, sentindo cada centímetro sumir naquela carne madura e quente, os olhos presos nos dela. Ela rebolava de baixo, as unhas cravadas nas costas dele, pedindo mais sem precisar de palavras. Quando ele acelerou, o som molhado encheu a cabine de novo — pele batendo, gemidos, a cama rangendo. Renata gozou de novo com o rosto contorcido, a boca aberta, e ele a seguiu segundos depois, enchendo-a outra vez até transbordar.

Passaram a tarde inteira assim. Depois do segundo round, ela o arrastou para a banheira grande da suíte. Água quente, espuma cara, o mar batendo lá fora pela janela. Renata sentou de costas nele, o pau dele já duro outra vez deslizando entre as nádegas. Ela se guiou sozinha, desceu devagar e começou a cavalgar dentro d’água, a bunda batendo na virilha dele com force, água espirrando para fora. Lucas mordia o ombro dela, uma mão apertando o peito pesado, a outra descendo para esfregar o clitóris inchado.

— Isso, putinho… usa essa MILF — ela gemia, a cabeça jogada para trás no ombro dele. — Me enche de novo. Quero sair daqui pingando.

Ele gozou dentro mais uma vez, agarrado nela, o corpo jovem tremendo contra o dela maduro. Renata riu baixinho, satisfeita, e ficou sentada nele até a água esfriar, o pau amolecendo devagar dentro dela.

Quando o sol começou a descer, ela puxou uma camisa aberta por cima do nada e o levou para o deck. O ar salgado batia nos corpos suados. Renata se debruçou na amurada, a camisa subindo, a bunda nua exposta para ele e para o horizonte vazio. Lucas se ajoelhou atrás, lambeu a fenda ainda melada de porra e saliva, a língua entrando fundo, chupando o próprio gosto misturado com o dela. Ela rebolava contra a boca dele, os dedos brancos de força no corrimão.

— Sobe e mete — ordenou. — Aqui. Quero gritar pro mar.

Ele se ergueu, alinhou o pau grosso e enterrou de uma cajadada. O sol alaranjado batia nos seios dela que balançavam para fora da camisa aberta. Lucas metia com força, as mãos agarrando a cintura larga, o quadril batendo seco na bunda farta. Cada estocada fazia ela gritar sem vergonha — “mais fundo”, “assim, filho da puta”, “fode essa puta madura”. Ele puxou o cabelo dela para trás, curvou o corpo sobre o dela e mordeu a nuca enquanto gozava pela terceira vez, jatos quentes escorrendo pelas coxas dela e pingando no deck de madeira.

Renata virou, ainda ofegante, e o beijou com a boca suja de suor e sal. O pau dele latejava semi-duro contra a barriga dela.

— Cozinha agora — disse ela, o sorriso safado. — Quero sentar nessa cara enquanto você come alguma coisa.

Na cozinha do iate, ela o empurrou para uma cadeira e se sentou no rosto dele de uma vez. A buceta quente e molhada cobriu a boca de Lucas. Ele chupou com fome, a língua aberta, sugando o clitóris, enfiando a língua o mais fundo que conseguia enquanto ela rebolava, os seios grandes balançando acima dele. Renata se masturbava os peitos, puxando os mamilos, gemendo alto.

— Isso… mama essa buceta de MILF — ela rosnava. — Eu passei anos me tocando pensando nesse dia. Agora você vai limpar tudo o que gozou em mim.

Lucas engolia o gosto dela e da própria porra misturados, as mãos apertando a bunda gorda, os dedos entrando no cu dela devagar, só a ponta, só para provocar. Ela gozou na boca dele com as coxas tremendo, o corpo inteiro se contraindo, um grito longo e rouco ecoando pela galeria. Quando desceu, o queixo dele brilhava. Ela se ajoelhou na hora, engoliu o pau novamente duro e chupou até ele gozar na garganta, engolindo tudo sem perder uma gota, os olhos marejados fixos nos dele.

A noite caiu. Eles foram para a banheira de hidromassagem externa no deck superior. Água borbulhando, estrelas, o iate balançando manso. Renata montou nele de frente, as pernas abertas para os lados, e cavalgou devagar, o peito colado no dele, a boca no ouvido.

— Me conta de novo — sussurrou. — Quantas vezes você bateu uma pensando em mim.

— Toda semana — ele respondeu, a voz falhando enquanto ela rebolava o quadril em círculos. — Na casa do seu filho. No banheiro. No carro depois de te ver de short. Eu gozava chamando seu nome baixinho.

Ela apertou a buceta em volta do pau dele de propósito e acelerou.

— Agora você goza dentro de verdade. Sem fantasia.

Lucas agarrou a bunda dela com as duas mãos e a fodeu de baixo para cima com força, água espirrando, até os dois gozarem juntos, gemendo um no pescoço do outro. Ficaram abraçados na banheira até os corpos amolecerem, o pau dele ainda dentro, pulsando.

Mais tarde, no cockpit, com o piloto automático ligado e o mar escuro na frente, Renata se ajoelhou no chão estreito entre as pernas dele enquanto ele sentava no banco do comando. Chupou devagar, sujo, babando, a mão descendo para apertar as próprias tetas. Depois subiu, sentou de costas para ele, debruçada no painel, e ele meteu de pé atrás dela, uma mão no cabelo, a outra no hip. O reflexo dos dois no vidro — ela de quarenta e dois, seios pesados balançando, ele de vinte e dois metendo com força — deixou os dois ainda mais loucos. Ele gozou fundo de novo, e ela gozou espremendo, o corpo todo tremendo contra o painel.

Quando finalmente voltaram para a cama king-size, os dois estavam destruídos, suados, cheirando a sexo e mar. Renata se aconchegou de lado, a perna jogada por cima dele, os dedos desenhando círculos no peito jovem.

— Amanhã de manhã quero você me comendo no sol, no deck da frente — murmurou ela, a voz já sonolenta e ainda safada. — Depois no salão, comigo de quatro no sofá. E à noite… a banheira de novo, mas dessa vez quero seu pau no meu cu. Devagar no começo. Eu aguento.

Lucas beijou a testa dela, a mão descendo para apertar a bunda ainda molhada.

— Vou te abrir devagar — prometeu. — E depois te foder forte até você gozar só com o cu.

Ela sorriu contra o peito dele, já planejando.

— E quando a gente voltar pra terra… você não some. Meu filho vai viajar a trabalho na semana que vem. A casa fica só minha. Quero você lá toda noite. Quero te chupar no sofá da sala enquanto vejo TV. Quero cavalgando você na minha cama grande. E quero que você me foda no box do banheiro de manhã antes de eu ir pro trabalho, com o cabelo molhado e a blusa social aberta. Você vai ser meu garanhão particular de verdade. Não só no iate. Em casa. No carro. No escritório depois do horário, na mesa de reunião se eu quiser. Topa?

Lucas puxou o rosto dela para cima e beijou a boca inchada de tanto usar.

— Topo tudo. Vou te foder em cada cômodo dessa casa. E quando seu filho voltar, a gente finge que nada aconteceu… até a próxima viagem dele. Ou até você inventar outra desculpa pra me ter sozinho.

Renata riu baixo, o olhar já calculando datas, horários, lugares. A mão dela desceu e envolveu o pau mole dele, acariciando com carinho proprietário.

— Vou marcar a agenda agora mesmo na cabeça — sussurrou. — Segunda ele viaja. Você chega na terça à noite. Porta dos fundos. Eu abro de roupão e nada por baixo. E a gente não para até o domingo. E no mês que vem… outro final de semana no iate. Só nós dois de novo. Eu já cancelei tudo o que tinha. Você é minha prioridade agora, garanhão.

Ela fechou os olhos, o corpo pesado de prazer, já sentindo na fantasia a próxima semana inteira: a casa vazia, o cheiro dele nos lençóis, o pau grosso enchendo ela de manhã, de tarde e de noite. Lucas apertou a bunda dela uma última vez e sorriu no escuro, o iate balançando manso, o mar do lado de fora testemunhando o começo de algo que nenhum dos dois pretendia encerrar tão cedo.

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