Desejo que Quebrou na Feira Noturna
Casada e entediada, a branca Carla de 28 anos fode gostoso com o nigeriano Jamal de 32 na feira noturna.
Eu, Carla, brasileira, branca, vinte e oito anos, casada e entediada pra caralho, caminhava sozinha entre as barracas da Feira Noturna de São Paulo com o vestido leve colado nas curvas por causa do calor úmido. Meu marido estava viajando de novo, mais uma semana de hotel e reuniões, e eu já tinha enjoado de me tocar sozinha no escuro do apartamento pensando em qualquer coisa que não fosse o sexo mecânico e apressado que a gente fazia quando ele lembrava que eu existia. Queria ser comida de verdade. Queria sumir daquela rotina.
Foi quando cruzei o olhar com ele.
Jamal. Nigeriano, trinta e dois anos, alto pra porra, ombros largos, braços musculosos que saltavam debaixo da camisa preta justa enquanto arrumava máscaras e tecidos coloridos na barraca de artesanato africano. A pele dele era escura, brilhante sob as luzes amarelas da feira, e quando ele me encarou — direto, sem pudor — soltou um sorriso safado que me fez sentir um calor subir rápido entre as pernas. A buceta latejou de imediato. Eu segurei a alça da bolsa com força e finji olhar os colares, mas o pau dele, marcado na calça, já tinha virado o único assunto da minha cabeça. Queria desesperadamente sentir um pau preto me preenchendo. Meu marido nunca ia saber. E eu não ia embora sem isso.
— Você gosta de alguma coisa? — ele perguntou em inglês, a voz grave, sotaque africano que me arrepiou o cangote.
— Gosto do que estou vendo — respondi em português misturado, sorrindo de lado, deixando o olhar descer pro volume generoso. — Never been with a black man. Nunca. E olha só… meu marido tá longe.
Jamal riu baixo, veio mais perto por trás do balcão e me estudou de cima a baixo. Elogiou minha pele clara, disse que parecia leite sob as luzes, que meu corpo curvilíneo — peitos fartos, cintura marcada, bunda redonda esticando o tecido do vestido — tava pedindo pra ser agarrado. Eu admiti de novo, sem vergonha: nunca tinha metido com um homem negro. A tensão cresceu rápida. Ele saiu de trás da barraca, puxou meu pulso com firmeza e me levou pro canto escuro atrás do toldo, onde as caixas de madeira e os panos empilhados criavam um beco improvisado longe dos olhares. Nossas bocas se encontraram num beijo faminto, língua quente, dentes puxando meu lábio inferior. Minhas mãos desceram na hora e apertaram o volume enorme dentro da calça dele. Era grosso, pesado, já duro pra caralho. Ele gemeu no meu ouvido e sussurrou:
— I wanna fuck you right here. Quero te foder agora. Você quer?
— Quero. Porra, eu quero tanto quanto você. Mete esse pau preto em mim.
Consentimento explícito, tesão mútuo, nenhuma dúvida. Jamal me virou de costas contra a parede de lonas, ergueu meu vestido até a cintura e puxou a calcinha pro lado. Os dedos dele — longos, escuros — abriram meus lábios molhados e sentiram o quanto eu já escorria. Eu empurrei a bunda pra trás. Ele baixou a calça só o suficiente, soltou o pau grosso e negro, a cabeça escura brilhando de pré-gozo, e encaixou na minha entrada. Empurrou fundo de uma vez. Eu abri a boca num gemido alto e ele tapou com a mão grande, abafando o som enquanto enfiava até o fundo, me esticando, me preenchendo de um jeito que meu marido nunca tinha chegado perto. Estocava forte, quadris batendo na minha bunda branca, o pau grosso rachando minha buceta molhada com cada investida. Eu babava na palma dele, gemendo abafado, sentindo as paredes internas se abrirem e se fecharem em volta daquele tronco negro. Ele falava sujo no meu ouvido, inglês misturado com português quebrado:
— Porra, sua buceta branca aperta meu pau preto tão gostoso… tight white pussy on this black cock… toma tudo.
Meu orgasmo já subia quando ele tirou, me virou e puxou pro chão improvisado de panos e papelão limpo que ele arrumou rápido. Eu montei nele na hora, joelhos abertos, desci devagar sentindo cada centímetro me abrir de novo. Cavalguei com vontade, rebolando, subindo e descendo forte, peitos balançando pra fora do decote enquanto ele segurava minha cintura e empurrava pra cima. A visão daquilo — minha pele clara contrastando com o corpo escuro dele, o pau preto sumindo e aparecendo encharcado na minha buceta — me deixou louca. Eu gemia baixo, pedindo mais, e ele me virava de lado, levantava minha perna alta e metia com força naquela posição, fundo, fundo, falando:
— Look at this… sua buceta branca engolindo meu pau… I’m gonna cum inside you. Quer meu porra dentro?
— Quero. Goza dentro. Me enche.
Ele estocou mais forte, a mão na minha boca de novo quando eu comecei a tremer, e gozou fundo, jatos quentes pulsando dentro de mim enquanto eu gozava também, sacudindo, buceta contraindo sem parar em volta daquele pau grosso que continuava latejando. Ficamos assim uns segundos, suados, ofegantes, o cheiro de sexo misturado com o odor de temperos e madeira da feira lá na frente.
Depois do orgasmo intenso, Jamal saiu de dentro devagar, o gozo dele escorrendo quente pela minha coxa. Me ajudou a abaixar o vestido, ajeitou minha calcinha com um sorriso cúmplice, limpou o que dava com um pano limpo da barraca e puxou a própria calça. Beijou meu pescoço de leve, ainda com aquele olhar safado, e me passou o número no celular.
— Sempre que você quiser repetir a dose… me liga. I want more of this white pussy. Meu marido continua viajando a semana que vem. E eu… eu já tô pensando na próxima.
Guardei o número com os dedos ainda trêmulos. A buceta latejava gostoso, o gozo dele escorrendo devagar enquanto eu voltava a me misturar na multidão da feira como se nada tivesse acontecido. Mas alguma coisa tinha quebrado em mim aquela noite. O desejo não tinha acabado. Tinha só começado. E eu já sabia que ia ligar.
Eu não aguentei nem dois dias. Cheguei em casa ainda com o gozo dele escorrendo pela coxa, lavei o vestido no tanque com uma raiva gostosa e fiquei deitada na cama de casal cheirando os dedos que tinham apertado o pau dele. No outro dia, depois do almoço, mandei a mensagem:
— Tô livre hoje à noite. Meu marido só volta sexta. Você quer?
A resposta veio em menos de um minuto: endereço de um apartamento pequeno em Pinheiros, perto da feira. Cheguei de vestido curto de novo, sem calcinha. A buceta já estava molhada só de subir as escadas. Jamal abriu a porta de camisa aberta, peito largo e escuro brilhando de suor leve, e me puxou pra dentro sem falar nada. A porta bateu. O beijo foi mais sujo que o da feira: língua funda, dentes no lábio, mão grande apertando minha bunda com força até eu gemer na boca dele.
— Você veio sem calcinha — ele falou, a voz grave roçando meu ouvido. — Eu sabia. Essa buceta branca não aguentou ficar sem pau preto.
— Não aguentei — confessei, a mão já descendo na calça dele, abrindo o zíper. O pau saltou pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça escura já úmida. Eu me ajoelhei ali mesmo, no tapete da sala, e engoli o máximo que deu. A boca esticou. O gosto salgado, o cheiro forte de homem, o contraste da minha mão clara segurando a base preta enquanto eu chupava fundo. Ele gemeu baixo, dedos nos meus cabelos loiros, empurrando devagar pra dentro da garganta.
— Isso… chupa esse pau. Olha pra mim enquanto engole. Sua boca branca fica linda cheia de pau preto.
Eu olhei. Lágrimas nos cantos dos olhos de tanto esforço, baba escorrendo no queixo, e continuei. Lambei as bolas pesadas, chupei a cabeça com barulho molhado, usei a mão pra masturbar o que não cabia. Ele puxou meu cabelo pra eu parar antes de gozar, me ergueu e me carregou até o sofá. Me jogou de quatro, ergueu o vestido até as costas e deu um tapa na bunda.
— Abre. Mostra essa buceta pra mim.
Eu abri as pernas, arqueei a coluna. Os dedos dele entraram fácil, dois, depois três, molhando mais ainda. Ele cuspiu na minha entrada e enfiou o pau de uma vez, fundo, até as bolas baterem. O gemido saiu alto. Eu enterrei o rosto no sofá e empurrei a bunda pra trás, pedindo mais. Ele fodeu forte, ritmo bruto, a mão na minha cintura puxando pra cada estocada. A buceta fazia barulho molhado, chupando o pau grosso. Eu gozei rápido, tremendo, apertando ele por dentro.
— Já? — ele riu safado, sem parar. — Então aguenta o segundo.
Tirou, me virou de costas no sofá, ergueu minhas pernas nos ombros dele e meteu de novo. Nessa posição o pau chegava mais fundo. Eu via tudo: a pele preta contrastando com a minha clara, o pau sumindo até o fundo, saindo encharcado de porra minha. Ele falava sujo sem parar, inglês e português misturado:
— Tight white pussy… aperta. Toma todo. Eu vou te encher de novo. Quer?
— Quero. Fode mais forte. Me usa.
Ele meteu até eu gozar de novo, gemendo o nome dele, unhas nas costas escuras. Depois tirou, me puxou pro chão e mandou eu montar. Eu desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir outra vez. Cavalaguei com vontade, peitos pra fora do decote, ele chupando um mamilo enquanto eu rebolava. A visão do pau preto sumindo na minha buceta me deixava louca. Subi e desci rápido, o som das nossas peles batendo, o cheiro de sexo invadindo o apartamento quente.
Quando as pernas tremeram, ele me virou de lado, ergueu uma perna alta e fodeu fundo naquela posição. A mão grande tapou minha boca de novo quando os gemidos ficaram altos demais pro prédio. Eu gozei apertando ele, e ele seguiu, estocadas longas e pesadas, até jorrar quente dentro de mim. Pulsou, encheu, escorreu pela coxa quando ele saiu. Ficamos ofegantes uns segundos. Ele beijou meu pescoço suado e murmurou:
— Ainda não terminei com você.
Me carregou pro quarto. Na cama estreita ele me chupou. Língua larga, quente, lambendo o gozo misturado que escorria de mim, chupando o clitóris até eu gritar no travesseiro. Dois dedos dentro, curvados, me fazendo gozar de novo na boca dele. Depois se ajoelhou entre minhas pernas e meteu outra vez. Mais devagar agora, fundo, olhando nos meus olhos.
— Você gosta de ser comida assim? Casada, branca, com pau preto te arrombando?
— Gosto. Adoro. Não para.
Ele fodeu até eu perder a conta dos orgasmos. Me virou de quatro de novo, me puxou pelo cabelo, meteu fundo e gozou pela segunda vez dentro, gemendo baixo no meu ouvido. O porra quente escorreu quando ele saiu, pingando no lençol. Eu estava destruída, pernas moles, buceta latejando aberta e cheia.
Ele se deitou ao lado, peito subindo e descendo. Passou a mão na minha barriga suada, desceu até o meio das coxas, espalhou o gozo dele na minha pele clara como se quisesse marcar. Eu virei o rosto e beijei o ombro escuro dele, o gosto de sal e sexo.
— Semana que vem de novo? — perguntei, a voz rouca.
— Sempre que você quiser. Esse número é seu agora.
Ficamos quietos. A cidade barulhava longe, buzinas, alguém gritando na rua. Dentro do quarto só o nosso respirar. O ventilador girava lento no teto. Eu sentia o gozo dele ainda quente escorrendo devagar entre as pernas, o cheiro forte no ar, o peso do braço dele sobre minha cintura. Nenhuma palavra. Nenhum movimento a mais. Só o silêncio depois de tudo.
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