Toque Proibido na Estrada com a Mulher do Melhor Amigo
Marcos, 32, não resistiu e fodeu a gostosa Juliana, 29, mulher do melhor amigo, no carro na estrada escura.
Eu, Marcos, 32 anos, casado e com uma vida que até então parecia estável, nunca imaginei que uma simples viagem de pesca terminaria comigo traindo meu melhor amigo de forma tão suja e deliciosa. Estávamos voltando de um fim de semana no rio, eu, minha esposa, o Rafael e a Juliana, a mulher dele. Juliana, 29 anos, uma morena de corpo escultural, pele morena dourada de sol, cabelos ondulados até a metade das costas, seios médios e firmes que sempre marcavam as blusas e uma bunda redonda que balançava de um jeito hipnotizante quando ela andava. Casada com o Rafael há seis anos, ela era o tipo de mulher que entrava na sala e fazia todo mundo virar o pescoço. Eu e ela sempre tivemos aquela faísca proibida desde o dia em que fomos apresentados. Um olhar mais longo, um roçar de mãos “sem querer”, sorrisos que duravam um segundo a mais. Nunca admitimos nada. Até aquela noite.
O carro do Rafael quebrou no meio da estrada de terra que levava de volta à cidade. Ele ligou pedindo ajuda, o guincho demoraria horas. Minha esposa ficou com ele para fazer companhia e resolver as burocracias, me mandando seguir com a Juliana no meu carro. “Vai na frente, amor, a gente se encontra na cidade”, ela disse pelo telefone. Assim, eu e Juliana ficamos sozinhos na estrada escura, só o farol cortando a noite quente de verão, o som dos grilos e nossa respiração dentro do carro. Eu dirigia com as mãos suadas no volante, tentando não olhar para as coxas dela expostas no banco do passageiro. A tensão sexual estava lá, grossa como fumaça. Eu sentia meu pau meio duro só com o perfume dela invadindo o espaço. Sabia que era errado. Rafael era meu irmão de alma. Mas o corpo dela ao meu lado parecia magnetizado.
Depois de uns quarenta minutos, Juliana começou a se remexer no banco, bufando. “Caralho, Marcos, tá um calor infernal aqui dentro. Parece que o ar-condicionado morreu também.” Ela abriu um pouco a janela, mas o vento quente não ajudava. Então, sem pedir licença, abriu o botão do shortinho jeans justo que marcava sua bunda perfeita e começou a descer o tecido pelas pernas grossas e bem torneadas. O short caiu no chão do carro, e ela ficou ali, só de calcinha fio-dental preta e uma regata branca fina, quase transparente. A calcinha mal cobria os lábios inchados da buceta dela, o tecido fino enfiado entre as nádegas. Os mamilos escuros apareciam nitidamente contra o pano da regata. Ela me olhou de lado, com um sorrisinho safado, daqueles que diziam “eu sei que você está olhando”.
Meu coração batia no pescoço. Tentei focar na estrada, mas minha pica endureceu completamente dentro da bermuda, latejando contra o tecido. “Juliana… você tá me matando assim”, murmurei, a voz rouca. Ela riu baixinho, cruzando as pernas de propósito para que eu visse o contorno perfeito da sua intimidade. A conversa que era sobre o calor virou confessional em poucos minutos. Ela virou o corpo para mim, o banco rangendo.
“Sabe, Marcos… eu sempre fantasiei com você. Desde o primeiro churrasco na casa de vocês. Quando você me abraçava pra cumprimentar, eu sentia seu cheiro e imaginava você me jogando na cama e me comendo até eu não aguentar. O Rafael… ele não me fode direito há meses. É mecânico, rápido, sem me olhar nos olhos. Eu gozo fingindo, depois me mastrobo no banheiro pensando na sua pica me rasgando. É errado pra caralho, mas eu não consigo parar.”
As palavras dela caíram como gasolina no fogo que eu já carregava. Eu respirei fundo, sentindo o pau pulsar tanto que chegava a doer. “Porra, Juliana… eu confesso a mesma coisa. Desde que te conheci, eu te desejo. Toda vez que você sentava no sofá com aquele shortinho, eu imaginava te virando de quatro e metendo fundo enquanto o Rafael estava na cozinha. Eu me sinto um traidor só de pensar, mas olhar pra você agora, quase pelada no meu carro, está me deixando louco.”
O tesão subiu como uma onda. O silêncio entre as frases era cheio de respiração pesada. Ela deslizou a mão devagar pela minha coxa, os dedos quentes subindo até roçar a barra da bermuda, bem perto do volume evidente. Seus olhos brilhavam na penumbra do painel. “Para o carro, Marcos. Em algum lugar escondido. Eu não aguento mais. Minha buceta tá encharcada só de falar isso. Eu preciso sentir você dentro de mim agora. Por favor…”
Minhas mãos tremiam no volante. Dirigi mais uns dois quilômetros até achar um acostamento escuro, atrás de um grupo de árvores altas que bloqueavam a visão da estrada. Desliguei os faróis e o motor. O silêncio foi imediato. Juliana não esperou nem um segundo. Ela soltou o cinto e pulou no meu colo, montando em mim com as pernas abertas. Nossas bocas se chocaram num beijo faminto, línguas se enroscando, saliva trocando, gemidos abafados. Ela rebolava devagar, esfregando a buceta quente e molhada por cima da minha pica dura, só o tecido fino da calcinha entre nós. Eu sentia o calor e a umidade dela me ensopando a bermuda.
“Eu quero você tanto tempo, Marcos…”, ela sussurrou entre beijos, mordendo meu lábio inferior. Minhas mãos subiram por baixo da regata, apertando aqueles seios macios. Com um puxão brusco, rasguei o tecido fino, deixando os mamilos livres. Eram escuros, duros como pedrinhas. Eu abaixei a cabeça e chupei um deles com força, lambendo, sugando, mordiscando enquanto ela gemia alto e segurava minha nuca, empurrando meu rosto contra o peito. “Isso… chupa meus peitos, amor. Deixa marca. Eu sou sua vadia hoje.”
Ela desceu as mãos, abriu meu zíper com urgência e puxou meu pau para fora. Estava latejando, a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Juliana olhou para ele com desejo puro, lambeu os lábios e desceu a cabeça. Engoliu meu caralho bem fundo na garganta de uma vez, sem aviso. A boca quente e molhada apertou em volta da grossura, a língua trabalhando na base enquanto ela gemia, vibrando no pau. Subia e descia a cabeça, babando tudo, engasgando um pouco quando batia no fundo da garganta, mas sem parar. Eu segurava o cabelo dela, guiando o ritmo, gemendo palavrões. “Caralho, Juliana… você mama como uma puta profissional. A mulher do meu melhor amigo engolindo minha pica inteira… que delícia.”
Depois de minutos babando no meu pau, ela se levantou, puxou a calcinha fio-dental para o lado e sentou de frente no meu colo, no banco do motorista. A buceta quente e encharcada engoliu meu pau de uma vez, até o talo. Estava apertada, molhada, pulsando. Ela começou a cavalgar forte, subindo e descendo com vontade, os seios pulando na minha cara. O carro inteiro balançava. “Me chama de vadia do teu amigo, Marcos! Diz que eu sou a piranha do Rafael!”
“Você é a vadia do meu melhor amigo, Juliana. Uma safada traidora que tá sentando na pica dele sem ele saber”, respondi, apertando a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto ela rebolava. Os tapas que eu dava ecoavam. Ela gemia cada vez mais alto, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida.
“Mais forte… aperta minha bunda toda! Eu quero sentir amanhã quando sentar perto dele.”
Não aguentamos ficar só no banco da frente. Saímos atrapalhados, suados, e fomos para o banco de trás. Ela ficou de quatro, empinando aquela bunda perfeita, o fio-dental ainda de lado. Eu me ajoelhei atrás e meti tudo de uma vez, fundo, rápido, batendo os ovos contra a buceta dela. Puxava o cabelo longo como rédea, dava tapas fortes que deixavam a pele vermelha. “Toma, sua vadia. Leva meu pau bem fundo. Goza pra mim.”
“Marcos… ai, caralho… eu tô gozando!” O corpo dela tremeu inteiro, a buceta apertando meu pau em espasmos fortes enquanto ela gritava meu nome na noite escura. Eu não segurei mais. Gozei junto, enchendo a buceta dela de porra quente, jato após jato, grunhindo contra as costas dela.
Ficamos ofegantes, suados, meu peito colado nas costas dela, meu pau ainda dentro, latejando. A respiração dela estava irregular, a pele arrepiada. Eu beijei sua nuca, sentindo o cheiro de sexo no ar. Mas o celular dela vibrou no painel do carro. Uma mensagem. Provavelmente o Rafael avisando que o guincho tinha chegado. Nós nos olhamos no escuro, ainda conectados, a culpa começando a bater junto com o desejo que não tinha diminuído nem um pouco. Eu sabia que isso não ia parar ali. Não depois de sentir como ela gozava no meu pau. A estrada ainda era longa até a cidade, e o corpo dela ainda tremia contra o meu, querendo mais.
Eu ainda sentia o pau latejando dentro dela quando o celular vibrou pela segunda vez. Estiquei o braço sem sair de dentro da buceta quente e melada de Juliana, o sêmen misturado aos sucos dela escorrendo devagar pelas minhas bolas e molhando o banco. A mensagem de Rafael apareceu na tela iluminada: o guincho tinha chegado, mas o reboque ia demorar no mínimo mais uma hora por causa de um problema com o cabo. “Vão indo vocês dois, dirigam devagar que a gente alcança na cidade. Beijo na Ju”, ele escreveu, sem desconfiar de nada. Meu coração disparou. Uma hora. Tempo de sobra para afundar ainda mais nessa traição deliciosa.
Juliana leu por cima do meu ombro, o corpo ainda tremendo contra o meu, os 29 anos de mulher casada e experiente brilhando nos olhos castanhos cheios de fome. Ela contraiu a buceta ao redor do meu pau, apertando como se quisesse me ordenhar de novo, e sussurrou com a voz rouca de tanto gemer: “Uma hora inteira só pra nós, Marcos. Eu ainda não acabei com você. Minha buceta tá pegando fogo, ainda quer mais porra sua.” Rebolou devagar o quadril, fazendo meu caralho endurecer outra vez dentro dela, o atrito molhado e obsceno enchendo o carro de som. Eu gemi, apertando os seios médios e firmes dela por trás, sentindo os mamilos duros como pedras contra minhas palmas. “Porra, Juliana… você é pior que eu. Meu melhor amigo tá lá confiando na gente e eu tô aqui, com o pau enterrado até o talo na esposa dele, pronto pra foder de novo. Isso é sujo pra caralho, mas eu não consigo parar.”
Ela virou o rosto, mordeu meu lábio inferior e começou a cavalgar devagar, o banco rangendo a cada movimento. O calor dentro do carro era insuportável, suor escorrendo entre nossos corpos colados, o cheiro forte de sexo dominando tudo. Eu pensava no rosto do Rafael, nas risadas que dividimos em tantos churrascos, nas vezes que ele me chamou de irmão, e isso só fazia meu pau inchar mais, latejando contra as paredes quentes e pulsantes da buceta dela. “Chama eu de vadia dele de novo”, pediu ela, acelerando o rebolado, os seios pulando contra meu peito. “Diz que eu sou a puta traidora do teu melhor amigo enquanto me come.”
“Você é a vadia do Rafael, Juliana. A mulher dele tá sentando gostoso na pica do melhor amigo e ainda pedindo mais”, rosnei, dando um tapa forte na bunda redonda que ecoou dentro do carro. Ela gemeu alto, jogando a cabeça para trás, os cabelos ondulados colados no suor da nuca. Eu a fodi de baixo para cima com força, sentindo cada centímetro do meu pau grosso ser engolido por aquela buceta apertada e encharcada. Os sons molhados eram constantes, squish-squish a cada descida violenta, a porra anterior servindo de lubrificante perfeito. Meu interior era um furacão de culpa e tesão: eu sabia que estava destruindo anos de amizade, mas o jeito como ela se entregava, o modo como a buceta dela me apertava como se nunca quisesse me soltar, era viciante demais.
Depois de minutos cavalgando assim, ela desmontou, o sêmen escorrendo pelas coxas grossas e douradas, brilhando na penumbra. Caiu de boca no meu pau sem aviso, engolindo tudo de uma vez até a garganta. A boca quente e babada apertava a grossura, a língua trabalhando na cabeça inchada, lambendo o gosto misturado de nós dois. Ela engasgava de propósito, babando grosso no meu caralho, os olhos fixos nos meus com um olhar de puta safada. “Isso, mama o pau sujo da sua própria buceta, sua piranha casada”, eu disse, segurando os cabelos dela e guiando o ritmo, fodendo sua garganta com estocadas curtas. Juliana gemia vibrando no pau, uma mão entre as próprias pernas se masturbando rápido, os dedos molhados fazendo barulho na buceta inchada.
Eu não aguentei só na boca. Puxei ela para o banco de trás, coloquei de quatro novamente e meti com tudo, abrindo as nádegas com as duas mãos para ver meu pau desaparecer inteiro naquela carne rosada e molhada. Os tapas vinham seguidos, fortes, deixando a pele morena vermelha e quente. “Amanhã quando você sentar do lado dele no sofá, vai sentir minha marca ardendo na sua bunda, né? Vai lembrar como o amigo dele te arrombou.” Ela gritava de prazer, empinando mais, pedindo mais força, o corpo inteiro suado brilhando. Eu metia como um animal, o suor pingando das minhas costas no lombo dela, o carro balançando tanto que parecia que ia virar.
O calor ficou insuportável. Abrimos as portas, saímos nus para a noite quente de verão. Os grilos cantavam alto, a estrada de terra deserta nos dando uma falsa sensação de segurança. Juliana se inclinou sobre o capô ainda quente, abriu bem as pernas e empinou aquela bunda perfeita. “Aqui fora, Marcos. Me fode ao ar livre. Quero sentir o vento na buceta enquanto você me rasga.” Eu me aproximei, segurei o quadril e meti fundo de uma vez, o ângulo permitindo entrar ainda mais fundo. O ar da noite contrastava com o calor dos nossos corpos. Eu metia com força bruta, uma mão no cabelo longo puxando como rédea, a outra dando tapas que ressoavam na escuridão. O risco de faróis aparecerem na curva deixava tudo mais intenso. Cada estocada fazia os seios dela balançarem contra o capô, os mamilos roçando o metal quente.
“Eu tô gozando de novo… caralho, Marcos, não para!”, ela berrou, o corpo convulsionando inteiro. A buceta apertou meu pau em espasmos violentos, esguichando um pouco de creme claro que escorreu pelas coxas. Eu continuei metendo através do orgasmo dela, prolongando o prazer até sentir minhas bolas contraírem. Puxei para fora no último segundo e gozei forte nas costas e na bunda dela, jatos grossos e quentes pintando a pele morena, escorrendo devagar pela curva das nádegas até chegar na buceta ainda aberta e pulsando.
Ficamos encostados no carro, ofegantes, o peito dela subindo e descendo rápido. Juliana virou, me beijou com uma mistura de ternura e tesão residual, a mão descendo para massagear meu pau mole e sujo. “Isso não termina hoje. Eu quero você de novo, em um motel, no seu carro, onde der. O Rafael não me dá isso. Você me faz sentir viva, me faz gozar de verdade. Vamos ser cuidadosos, mas eu não consigo mais fingir com ele.” Eu concordei, beijando sua nuca, sentindo o cheiro forte de sexo impregnado na pele dela. Por dentro, a culpa crescia como uma bola de neve: eu tinha traído meu irmão de alma duas, três vezes seguidas, enchido a buceta dele de porra, marcado a mulher dele como minha. E mesmo assim, meu pau dava sinais de vida só de imaginar a próxima vez.
Nos limpamos como deu com lenços úmidos do carro, vestimos as roupas amarrotadas e voltamos aos bancos da frente. Liguei o motor, acendi os faróis e voltei para a estrada de terra. Juliana colocou a mão sobre minha coxa, apertando de leve, o dedo traçando círculos perto da minha virilha enquanto a cidade começava a aparecer no horizonte. O silêncio entre nós era carregado de promessas sujas e segredos que iam nos consumir.
Quando as luzes da cidade surgiram e o farol do carro do Rafael apareceu ao longe no retrovisor, eu soube que tinha destruído para sempre a amizade mais importante da minha vida.
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