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Reencontro na Loja de Discos: Ele Finalmente Reclamou Meu Cu

Heather, de 32 anos, reencontra seu ex Victor, dono da loja de discos, e finalmente deixa ele arrombar seu cu gostoso.

12 min read September 28, 2026New

Heather, aos 32 anos e trabalhando como designer gráfica freelancer, empurrou a porta da Loja de Discos Vintage do bairro com o coração já acelerado. O sino antigo tilintou e o cheiro de vinil velho, poeira e madeira envernizada me acertou como uma memória viva. Fazia quatro anos que eu não pisava ali. Quatro anos desde que terminei com Victor, o dono, porque na época eu tinha medo de entregar tudo. Medo de dar meu cu pra ele, mesmo sabendo o quanto ele queria, o quanto eu também sonhava com aquilo nas noites solitárias.

Ele estava atrás do balcão, de jeans escuro e camiseta preta justa que marcava os ombros largos. Aos 34 anos, Victor continuava o mesmo: barba por fazer, cabelo castanho bagunçado e aqueles olhos castanhos que pareciam me foder só de olhar. Quando nossos olhares se cruzaram, o ar ficou pesado. Eu senti um calor subir pela barriga e descer direto pro meio das pernas. Ele sorriu devagar, aquele sorriso safado que eu conhecia tão bem.

— Heather? Caralho… olha só pra você. Trinta e dois anos e ainda com essa bunda que não me sai da cabeça. Veio comprar disco ou veio finalmente me dar o que é meu?

A frase direta me pegou de jeito. Senti o rosto queimar, mas minha buceta respondeu primeiro, latejando dentro da calcinha de renda. Ele sempre foi assim, sem filtro, e era exatamente isso que me deixava molhada. Eu me aproximei do balcão, fingindo olhar as capas expostas, mas meus mamilos já estavam duros roçando no sutiã.

— Vim atrás de um vinil raro de Miles Davis pra um projeto. Mas… parece que encontrei algo mais raro ainda — respondi, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.

Victor contornou o balcão devagar, parando perto demais. O cheiro dele, mistura de madeira, suor limpo e homem, me invadiu. Ele se inclinou e falou baixinho, quase no meu ouvido:

— Sabe o que eu nunca esqueci? Como sua bunda balançava quando eu te fodia de quatro. Eu vivia implorando pra arrombar esse cu gostoso e você sempre dizia “ainda não”. Eu batia punheta pensando nesse rabinho apertado, Heather. E pelo jeito que você tá me olhando agora… acho que hoje você tá pronta pra tomar no cu de verdade.

Minha respiração falhou. A confissão crua dele fez meu cuzinho contrair de tesão. Eu me lembrava de tudo: das noites em que ele metia na minha buceta até eu gritar, mas sempre parava antes de pedir o que ele mais queria. Hoje eu queria. Queria pra caralho.

Nós começamos a falar de discos pra disfarçar, mas era só pretexto. Ele me mostrou um LP raro, nossos dedos se tocaram, e o choque subiu pelo braço. Victor se colocou atrás de mim enquanto eu folheava as prateleiras, o corpo dele quase colado no meu. Senti o volume duro da pica dele roçando na minha bunda por cima da calça jeans.

— Nunca esqueci como essa bunda é perfeita — ele murmurou, a voz grossa de tesão. — Redonda, macia, empinada. Sempre quis abrir essas nádegas, cuspir nesse furinho e arrombar fundo até minhas bolas batessem. Você faz ideia do quanto eu quero comer esse cu, Heather?

Eu estava encharcada. Virei o rosto e olhei nos olhos dele, sem mais fingimento.

— Eu tô pronta, Victor. Quero dar meu cu pra você hoje. Quero sentir esse pauzão abrindo meu rabo bem devagar e depois me fodendo forte. Tô molhada só de imaginar você gozando dentro do meu cu.

O controle se quebrou ali. As mãos dele desceram direto pra minha bunda, apertando forte por cima da roupa, os dedos afundando na carne. Eu gemi baixinho e deslizei a palma da mão pelo volume da calça dele, sentindo a pica grossa pulsar. Ele era grande, grosso, e eu queria cada centímetro dentro do meu cu.

— Porra, sua safada… você tá falando sério? — A voz dele estava rouca, quase um rosnado.

— Quero sentir esse pau bem fundo no meu rabo hoje mesmo, Victor. Me arromba. Me faz sua putinha de cu.

Ele me beijou com fome, língua invadindo minha boca enquanto apertava minha bunda. Depois correu até a porta, trancou com a chave e virou a plaquinha para “Fechado”. A loja agora era nosso ninho de putaria.

Victor me levou até o balcão, me virou de quatro e me fez empinar. Abriu meu jeans e puxou tudo pra baixo junto com a calcinha, expondo minha bunda redonda e o cuzinho rosado que piscava de expectativa. Eu sentia o ar frio batendo na pele quente e ouvia a respiração pesada dele.

— Olha esse cu… que delícia de furinho apertado. — Ele se ajoelhou, abriu minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no anel enrugado. A língua quente dele veio em seguida, lambendo com fome, circulando, pressionando. Depois enfiou a língua bem fundo, fodendo meu cu com movimentos rápidos e molhados.

Eu gemi alto, empurrando a bunda contra o rosto dele.

— Ai, Victor… lambe meu cu, vai… enfia essa língua mais fundo. Isso, assim… porra, que gostoso!

Meu corpo tremia. Cada lambida fazia minha buceta escorrer pelo interior das coxas. Eu pensava “finalmente vou dar esse cu pra ele, vou deixar ele me arrombar do jeito que sempre sonhei”. O barulho molhado da língua dele no meu furinho era obsceno e me deixava ainda mais louca.

Quando ele se levantou, ouvi o zíper descendo. O pau dele era grosso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ele cuspiu na palma, espalhou na rola e encostou na minha entrada.

— Respira, safada. Vou meter no seu cu.

A pressão começou. A cabeça grossa forçou meu anel, abrindo devagar. Eu senti cada centímetro esticando, queimando gostoso, invadindo meu rabo. Quando ele passou do meio, eu soltei um gemido longo, sentindo ele me encher completamente.

— Caralho… que cu apertado da porra… tá engolindo meu pau todo, Heather.

Ele começou a meter. Devagar no começo, saboreando o aperto, depois aumentando o ritmo até o som de pele batendo em pele encher a loja. Eu estava de quatro sobre o balcão, bunda empinada, levando estocada atrás de estocada no cu. Ele mudava de ângulo, metia forte, puxava quase tudo e enfiava de novo até as bolas.

Depois me virou de lado, uma perna minha apoiada no balcão, e continuou metendo naquele ângulo novo, a pica roçando fundo dentro do meu intestino. Eu não parava de gemer, pedindo mais.

— Mais forte, Victor… me fode o cu… sou sua putinha de rabo!

Ele sentou no banquinho atrás do balcão e me puxou pra cima, me fazendo sentar no pau dele. Agora eu cavalgava, subindo e descendo, sentindo a rola grossa entrar e sair do meu cu arrombado. Victor dava tapas fortes na minha bunda, o som ecoando.

— Toma no cu, sua safada! Esse rabo é meu agora, porra! Rebola gostoso nesse pau que eu sempre quis comer. Olha como seu cu tá engolindo tudo… que vadia gulosa!

Uma mão dele desceu pro meu clitóris, esfregando rápido e forte enquanto eu quicava cada vez mais desesperada. O prazer era insano. O cu queimava, a buceta latejava, o corpo inteiro tremia.

— Goza no meu cu, Victor… me enche de porra!

Meu orgasmo veio como uma onda violenta. Eu gritei, o cu apertando o pau dele em espasmos fortes, leite escorrendo pela coxa. Victor rosnou, segurou minha cintura e meteu fundo, gozando jato atrás de jato bem dentro do meu intestino. Senti o calor da porra me enchendo, marcando meu cu como dele.

Ofegantes, suados, colados um no outro, ele me manteve sentada no pau ainda meio duro. Devagar, Victor me levantou. O pau saiu do meu cu com um plop molhado. Eu sentia o buraco arrombado, aberto, latejando. Ele abriu minhas nádegas e olhou.

— Porra… olha o estado do seu cu. Todo arrombado, piscando, cheio da minha porra escorrendo.

Ele enfiou dois dedos grossos no meu rabo, empurrando o sêmen de volta pra dentro, girando, sentindo as paredes internas meladas. Eu gemi de novo, o corpo ainda sensível.

— Isso… empurra tudo pra dentro. Marca esse cu como seu…

Eu ainda tremia, o cu latejando em torno dos dedos dele, a porra quente me enchendo. Victor me olhava com fome que não tinha acabado. A loja estava silenciosa, mas eu sabia que isso era só o começo. Ele ainda não tinha terminado de me usar, e eu ainda queria mais. Muito mais. O dia ainda estava só começando, e meu cu agora era definitivamente dele.

Ele tirou os dedos do meu cu devagar, o som molhado ecoando no silêncio da loja enquanto a porra dele escorria quente pelo meu períneo, descendo pelas coxas e formando uma poça no piso de madeira antiga. Meu anelzinho piscava sem controle, aberto, vermelho e sensível depois da foda bruta, mas o vazio que ficou me fez contrair por instinto, como se meu corpo já implorasse por mais. Aos 32 anos, eu, Heather, designer gráfica freelancer que mal saía do apartamento para entregar projetos, sentia um fogo no ventre que nenhum outro homem tinha acendido antes. Victor, o dono da loja de discos de 34 anos, ainda agachado atrás de mim, abriu minhas nádegas com as duas mãos grandes e cuspiu direto no buraco arrombado, vendo a saliva se misturar com o sêmen branco que vazava.

“Olha esse cu destruído, Heather… todo dilatado, melado, piscando pra mim como se pedisse outra rola. Você virou minha putinha anal de vez, né? Depois de quatro anos fugindo, agora tá aqui empinando esse rabo gostoso pra eu usar o dia inteiro”, ele rosnou, a voz grossa de tesão renovado, enquanto enfiava dois dedos de novo, girando devagar, empurrando a porra quente de volta para dentro das minhas paredes internas. Eu gemi alto, empurrando a bunda contra a mão dele, sentindo o latejar profundo, o burn gostoso que subia pela espinha e descia direto para o clitóris inchado. Meu pensamento era só uma bagunça: “Eu quero mais. Quero que ele me foda até eu não conseguir sentar. Meu cu agora é dele, caralho, e eu amo ser degradada assim”.

Eu me virei, ainda de quatro sobre o balcão, e olhei nos olhos dele. “Me limpa com a boca depois, Victor. Quero chupar essa pica toda suja do meu cu. Quero sentir o gosto do que você fez comigo”. Ele sorriu safado, puxou meu cabelo e me colocou de joelhos no chão. A rola grossa, ainda meio dura, brilhava com a mistura de porra, saliva e meu cheiro anal. O aroma forte, terroso e obsceno, me deixou ainda mais molhada. Eu segurei a base grossa com as duas mãos e comecei a lamber desde as bolas pesadas, chupando uma de cada vez, sentindo o suor e o resto de gozo na língua. Subi devagar pela veia pulsando, limpando cada centímetro com a língua quente e plana, até chegar na cabeça rosada e inchada. “Isso, sua vadia gulosa… mama o pau que tava enterrado no seu intestino. Prova o sabor do seu próprio cu, Heather. Você é uma safada de 32 anos que adora isso, né?”, ele gemeu, segurando minha cabeça com firmeza e empurrando devagar até minha garganta.

Eu engasguei um pouco, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios, mas não parei. Chupei com fome, girando a língua, sugando forte, sentindo ele endurecer completamente na minha boca quente. O gosto era intenso, sujo, proibido, e isso me fazia gemer em volta da rola, vibrando as paredes da garganta. Meu cu latejava vazio, contraindo no ar, enquanto eu pensava: “Eu nunca fui tão puta na vida. Quatro anos negando isso e agora tô ajoelhada na loja dele, limpando a pica que me arrombou. E eu quero que ele goze de novo lá dentro, quero ficar cheia o dia todo”. Victor respirava pesado, xingando baixo, “Porra, que boca molhada… você tá me deixando louco, Heather. Levanta agora que eu vou te foder de novo, bem mais forte dessa vez”.

Ele me levantou como se eu fosse leve, me empurrou contra as prateleiras de vinis no fundo da loja, fez eu arquear as costas e empinar o rabo. Cuspiu na mão, passou na rola latejante e enfiou tudo de uma vez, sem piedade, até as bolas baterem na minha buceta encharcada. O impacto me fez gritar, as unhas arranhando as capas dos discos. Ele começou a meter com força bruta, estocadas rápidas e profundas que faziam meu corpo todo tremer. O som molhado de pele batendo, o “ploc ploc” obsceno, enchia a loja junto com meus gemidos roucos. “Toma no cu, sua putinha! Esse rabo é meu, porra! Eu sonhei anos em te arrombar assim, sentindo esse anel apertado engolindo minha pica inteira. Rebola pra mim, vai, mostra como você é vadia!”, ele mandou, dando tapas fortes nas minhas nádegas, deixando a pele vermelha e ardendo.

Eu rebolava desesperada, empurrando a bunda contra ele a cada estocada, sentindo a grossura me abrir, as paredes internas sendo massageadas com violência gostosa. O prazer subia em ondas, meu clitóris pulsando sem nem ser tocado. “Mais forte, Victor! Me arromba esse cu! Eu sou sua puta de rabo, caralho! Mete fundo, me enche de porra de novo!”, eu gritava, a voz falhando. Ele puxava meu cabelo, arqueando minhas costas, mudando o ângulo para atingir ainda mais fundo, roçando em um ponto que me fazia ver estrelas. Meu segundo orgasmo veio violento, o cu apertando a rola dele em espasmos fortes, leite escorrendo pelas coxas enquanto eu tremia inteira. Ele não parou, continuou metendo através do meu gozo, prolongando o prazer até eu quase desmaiar.

Depois me virou, ergueu uma das minhas pernas no ombro dele e me fodeu de lado ali mesmo, contra a prateleira, olhando nos meus olhos enquanto a pica entrava e saía do cu dilatado. “Olha pra mim enquanto eu como seu intestino, Heather. Quero ver essa cara de puta quando eu te encher pela segunda vez”. O suor escorria pelo peito dele, pingando nos meus seios. Eu estava uma bagunça, cabelo grudado no rosto, maquiagem borrada, cu latejando, mas o tesão só aumentava. Ele metia fundo, girando o quadril, fazendo a cabeça grossa abrir minhas paredes. Eu gozei de novo, mais forte, o corpo convulsionando, buceta jorrando um fio fino de squirt que molhou o chão.

Victor me carregou para o balcão, me deitou de costas, pernas abertas e para cima, e mergulhou de novo no meu cu. Nessa posição ele via tudo: o anel inchado engolindo a rola, a porra antiga e nova fazendo barulho a cada estocada. “Seu cu tá um creme, Heather… todo melado, arrombado, guloso pra caralho. Você não aguenta mais e ainda quer, né? Diz que quer minha porra no intestino de novo”. “Quero, Victor! Goza dentro! Marca esse cu como seu pra sempre!”, eu implorei, esfregando meu clitóris rápido enquanto ele acelerava, as bolas batendo forte.

Ele rosnou alto, segurou minha cintura com força e meteu até o fundo, gozando jato atrás de jato, o calor inundando meu rabo mais uma vez. Senti transbordar, escorrendo pelo vinco da bunda enquanto ele ainda pulsava dentro. Mas ele não saiu. Me puxou para o chão, sentou encostado no balcão e me fez sentar de costas no pau ainda duro. Eu cavalguei devagar no começo, depois cada vez mais rápido, quicando com força, sentindo a rola me abrir toda vez que descia. Suas mãos davam tapas ritmados, uma descia para esfregar meu clitóris inchado. “Rebola nesse pau, sua vadia anal! Olha como seu cu tá engolindo tudo, piscando, cheio de porra. Você é viciada agora, Heather. Nunca mais vai negar esse rabo pra mim”.

Eu rebolava como uma desesperada, o corpo suado deslizando no dele, o cu queimando de tanto uso mas o prazer sendo insano. Gozei mais duas vezes assim, uma atrás da outra, os espasmos tão fortes que quase expulsei o pau. Victor me virou de frente, me abraçou forte e meteu de baixo, beijando minha boca com fome enquanto o pau não saía do cu. O dia virou tarde, a luz mudando na loja, e nós continuamos: ele me fodeu de pé no meio dos discos, eu com as mãos apoiadas numa prateleira, pernas tremendo; depois no chão, eu de quatro recebendo estocadas brutas; depois de lado novamente, ele segurando minha perna alta. Cada posição era mais suja, mais profunda, mais cheia de palavras degradantes que me faziam gozar ainda mais forte.

Meu cu estava completamente destruído, aberto, latejando, transbordando porra a cada movimento, mas eu não queria parar. Victor me usou como um brinquedo, suando, rosnando, me chamando de putinha de cu, vadia gulosa, rabo meu. Eu perdi a conta dos orgasmos, a voz ficou rouca, as pernas moles. Quando o sol começou a baixar lá fora, nós estávamos abraçados no chão, meu corpo marcado por tapas, mordidas e porra seca, o cu pulsando em torno dos dedos dele que ainda mexiam dentro de mim, empurrando tudo de volta.

Victor finalmente havia reclamado meu cu para sempre.

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