Desejo Compartilhado na Casa Flutuante

Marisol, uma brasileira casada de 28 anos, divide uma casa flutuante isolada no Pantanal com o fotógrafo nigeriano Xavier, 32, e os dois se entregam

12 min read September 17, 2026New

Marisol, uma brasileira casada de 28 anos, desceu da lancha com a mochila no ombro e o coração mais leve do que estivera em meses. Seu marido, executivo branco sempre ocupado com reuniões em São Paulo, mal notara sua partida. Ela precisava disso: dois dias inteiros de silêncio, água e céu no Pantanal. A casa flutuante balançava suavemente ancorada entre juncos altos, madeira clara brilhando sob o sol da tarde. O ar cheirava a terra molhada, peixe e flores selvagens. Ela subiu os degraus de madeira, empurrou a porta de tela e parou de repente.

Um homem alto, de pele negra profunda e músculos marcados pelo trabalho duro, estava no meio da sala principal guardando lentes e tripés. Ele vestia apenas uma bermuda cargo folgada, o peito largo brilhando de suor. Tinha 32 anos, fotógrafo nigeriano que percorria o mundo atrás de imagens brutas da natureza. Xavier virou o rosto e seus olhos escuros encontraram os dela. O tempo pareceu parar. Marisol sentiu um calor imediato subir pela barriga, descer até o meio das pernas. Ele era enorme comparado a ela — ombros largos, braços grossos, abdômen riscado — e o contraste da pele dele contra a pele morena curvilínea dela era chocante, proibido, delicioso.

— Acho que a agência fodeu tudo — disse ele com voz grave, sotaque africano marcando as palavras em português perfeito. — Eu aluguei esta casa flutuante para o fim de semana inteiro. Meu nome é Xavier.

Marisol engoliu em seco. Seus mamilos endureceram sob a blusa fina só de ouvir aquela voz.

— Eu também aluguei. Sou Marisol, 28 anos. Vim sozinha atrás de paz... mas parece que a paz vai ser dividida.

Nenhum dos dois sugeriu chamar a lancha de volta. O rio estava calmo, o sol baixando, e a tensão sexual já crepitava no ar como antes de uma tempestade. Xavier não disfarçava: seus olhos devoravam as coxas grossas dela, a curva generosa dos quadris, os seios pesados que subiam e desciam rápido. Marisol sentia o volume crescendo dentro da bermuda dele e, pela primeira vez na vida, admitiu para si mesma o quanto desejava um homem negro. O tamanho, a cor, a força bruta. O isolamento total do Pantanal, sem uma alma por quilômetros, tornava tudo ainda mais perigoso e excitante.

Eles decidiram dividir o espaço. Enquanto o sol mergulhava no horizonte, pintando o céu de laranja e roxo que se refletia nas águas paradas, prepararam um jantar simples na varanda ampla. Peixe fresco grelhado, farofa, salada de palmito e uma garrafa de vinho tinto que Xavier trouxera de uma viagem anterior. Sentaram-se à mesa pequena de madeira, o balanço suave da casa flutuante os aproximando e afastando ritmicamente. Os mosquitos zumbiam ao longe, mantidos afastados por velas de citronela. O calor do dia dava lugar a uma brisa morna que colava a blusa de Marisol ao corpo, marcando os bicos duros dos seios.

O flerte começou devagar e logo virou algo faminto.

— Você tem um corpo que parece feito para este lugar — murmurou Xavier, girando a taça de vinho entre os dedos longos. Seus olhos não saíam dos dela. — Essas curvas... esses quadris largos, essa bunda que não para quieta quando você anda. Me deixa louco desde que você subiu a bordo.

Marisol sentiu a buceta pulsar. Ela cruzou as pernas, mas isso só aumentou a pressão no clitóris inchado.

— Você também não é fácil de ignorar, Xavier. Alto, forte, essa pele negra brilhando... Eu nunca... — Ela hesitou, mas o vinho e o desejo abriram sua boca. — Nunca estive com um homem negro. Sempre quis sentir. Fantasiava sozinha em casa, enquanto meu marido dormia do lado, imaginando como seria ter um pau grosso e escuro me abrindo toda.

Xavier gemeu baixo, ajustando a bermuda onde o pau já estava completamente duro, formando uma barra grossa contra a coxa.

— Porra, Marisol... Eu sempre sonhei com uma brasileira. Com esse fogo, essa bunda que rebola sozinha, esses gemidos quentes. Aqui, sozinhos no meio do nada... tá difícil me controlar.

Os olhares eram puro desejo cru. Ela sentia o mel escorrendo pela coxa interna. Deliberadamente, ao se levantar para pegar mais vinho, Marisol soltou o botão do shortinho jeans. O tecido deslizou devagar pelos quadris largos e caiu aos seus pés. Ela não usava calcinha. A buceta morena, inchada e molhada, ficou completamente exposta, os lábios brilhando à luz alaranjada do pôr do sol. O ar quente beijou sua carne sensível.

Xavier levantou num impulso, derrubando a cadeira. Em dois passos estava sobre ela, mão grande segurando sua nuca, puxando-a para um beijo quente, molhado, consensual. Suas línguas se enroscaram com fome, gemidos misturados. Ele apertou a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas, um dedo roçando o cuzinho enrugado enquanto o pau duro latejava contra a barriga macia de Marisol.

— Quero te comer agora — rosnou ele contra a boca dela.

— Então me come — respondeu Marisol, voz rouca de tesão. — Me fode como você quiser.

Ele a virou de quatro ali mesmo no deque de madeira ainda quente do dia. Os joelhos dela apoiaram na tábua áspera. Xavier baixou a bermuda e o pau saltou — grosso, negro, veias pulsando, cabeça rosada escura brilhando de pré-gozo, facilmente vinte e três centímetros de puro desejo. Marisol olhou para trás, olhos vidrados.

— Ai, caralho... que pau lindo.

Xavier cuspiu na mão, passou na cabeça e meteu fundo de uma vez. A buceta dela se abriu ao máximo, engolindo cada centímetro. Marisol gritou de prazer, unhas arranhando a madeira.

— Mais fundo! Me come, Xavier! Me arromba com esse caralho grosso!

Ele segurou os quadris dela com força, metendo como um animal. O som molhado de pele batendo ecoava sobre a água. Cada estocada fazia os seios pesados dela balançarem, suor escorrendo entre eles. Xavier grunhia, olhando o contraste do pau negro desaparecendo na buceta morena.

— Que bucetinha gulosa... tá engolindo tudo, porra.

Depois de longos minutos de metidas brutais, ele se deitou de costas no deque. Marisol subiu nele como uma selvagem, segurando o pau grosso e sentando até o talo. Começou a cavalgar forte, rebolando os quadris largos, fazendo círculos safados enquanto apertava os próprios seios, puxando os mamilos escuros.

— Isso, sua putinha branquinha safada — rosnou Xavier, mãos grandes apertando a cintura dela, dedos afundando na carne macia. — Rebola no meu pau negro. Mostra como as brasileiras sabem foder.

Marisol acelerou, sentindo o clitóris roçar no corpo dele a cada descida. O orgasmo subia rápido, quente, inevitável. Ela gemia alto, sem vergonha, o som se perdendo no Pantanal vazio.

Eles rolaram para o missionário selvagem. Xavier a deitou de costas, ergueu uma perna dela sobre o ombro e meteu fundo, estocadas longas e brutais que faziam o corpo inteiro dela tremer. Suor pingava do peito negro dele nos seios dela. Os gemidos viraram gritos.

— Goza dentro de mim — implorou Marisol, unhas cravadas nas costas largas dele. — Quero sentir você me enchendo.

Xavier acelerou, pau inchando ainda mais. Com um rugido gutural, ele gozou forte, jatos quentes e grossos invadindo o fundo da buceta dela. Marisol explodiu no mesmo instante, corpo tremendo violentamente, buceta apertando o pau dele em espasmos, unhas rasgando as costas dele enquanto ondas de prazer a faziam gritar para o céu que escurecia.

Exaustos, suados, ainda conectados, eles se arrastaram para a rede grande presa na varanda. A brisa noturna refrescava a pele molhada. Xavier a puxou para cima do peito, braços fortes a envolvendo. Marisol riu baixinho, um riso cansado e satisfeito, o rosto enterrado no pescoço dele, sentindo o cheiro forte de sexo e suor misturado ao cheiro do rio.

— Meu Deus... a gente mal se conhece e eu já te deixei gozar dentro — sussurrou ela, ainda sentindo o pau meio duro pulsando contra sua coxa, o sêmen dele escorrendo devagar da buceta inchada.

Xavier beijou o topo da cabeça dela, mão grande descendo pelas costas até apertar a bunda com possessividade.

— E o fim de semana só começou, Marisol. Ainda tem amanhã inteiro... e eu ainda quero provar cada pedaço seu. Quero te ouvir gritar meu nome até ficar rouca.

Ela tremeu de novo, um arrepio de desejo renovado misturado com a consciência distante do marido esperando em casa. A rede balançava devagar. O Pantanal seguia silencioso ao redor, mas dentro dela o fogo não tinha apagado. Longe disso. O desejo compartilhado parecia maior agora, mais perigoso, e nenhum dos dois queria que terminasse tão cedo. A noite ainda era jovem, e o corpo de Xavier já começava a endurecer novamente contra o dela, prometendo que o que viria a seguir seria ainda mais intenso.

Marisol sentiu o pau de Xavier endurecendo contra sua coxa ainda molhada e sorriu no escuro, o corpo traidor respondendo no mesmo instante. Aos 28 anos, casada com um executivo que mal a olhava nos últimos dois anos, ela nunca havia se sentido tão desejada. O nigeriano de 32 anos, fotógrafo acostumado a perseguir imagens selvagens pelo mundo, tinha acordado algo primitivo nela. A rede balançava devagar, o rio murmurando contra a madeira da casa flutuante, e o cheiro de sexo pairava pesado no ar úmido do Pantanal.

Ela virou o rosto e capturou a boca dele num beijo faminto, línguas se enroscando com a mesma urgência de antes. Xavier grunhiu contra os lábios dela, a mão grande descendo pelas costas suadas até apertar a bunda farta, abrindo as nádegas com possessividade. Dois dedos grossos deslizaram entre as coxas dela, encontrando a buceta inchada e escorregadia do sêmen que ainda vazava.

— Olha só o estado dessa bucetinha... toda cheia da minha porra e ainda querendo mais — murmurou ele com aquele sotaque grave e africano que fazia os pelinhos da nuca dela se arrepiarem. — Você é uma safada mesmo, Marisol. Casada, morena, com esse corpo feito pra sentar em pau de preto.

As palavras sujas acertaram direto no clitóris dela. Marisol rebolou contra os dedos dele, sentindo o mel misturado ao gozo escorrer pela pele. Meu Deus, o que esse homem faz comigo? Meu marido nunca falou assim, nunca me abriu desse jeito. E eu quero mais. Quero tudo, pensou ela, o tesão nublando qualquer culpa distante.

A rede ameaçava virar com os movimentos, então Xavier a ergueu como se ela não pesasse nada. Os músculos do peito negro dele brilhavam à luz fraca da lua que atravessava as nuvens. Ele a carregou até o colchão grosso estendido na varanda coberta, jogando-a de costas com um sorriso predatório. Marisol abriu as pernas sem pudor, os seios pesados subindo e descendo rápido.

— Quero chupar você primeiro — disse ela, voz rouca, já se arrastando até ficar de joelhos entre as coxas fortes dele. O pau negro estava completamente duro agora, veias grossas pulsando, a cabeça rosada-escura brilhando com o resto do gozo anterior e o pré-gozo novo. Vinte e três centímetros de pura carne latejante. Ela segurou a base com as duas mãos, ainda impressionada com o tamanho, e lambeu devagar da bola pesada até a glande. O gosto salgado, almiscarado, misturado ao sabor dela mesma, a deixou ainda mais molhada.

Xavier segurou o cabelo castanho dela com firmeza, guiando-a. — Isso, coloca na boca. Quero ver esses lábios morenos esticados no meu caralho.

Marisol abriu o máximo que conseguiu, engolindo metade do pau grosso. A mandíbula doía deliciosamente. Ela chupava com fome, babando, descendo e subindo enquanto a mão livre massageava as bolas pesadas. O som molhado ecoava na varanda, misturado aos grunhidos graves dele. Cada vez que ela forçava mais fundo, sentia a cabeça bater no fundo da garganta e engasgava, lágrimas de tesão escorrendo. É tão grosso... me abre a boca toda. Quero que ele me use, pensava, a buceta pulsando vazia.

Ele não aguentou muito tempo. Puxou-a para cima, virou-a de quatro no colchão e enterrou o rosto entre as nádegas dela. A língua larga e quente lambeu da buceta até o cuzinho enrugado, sugando o clitóris inchado com força. Marisol gritou, unhas cravando no colchão.

— Ai, caralho, Xavier! Assim... chupa minha buceta, por favor!

Ele enfiou dois dedos nela enquanto a língua trabalhava rápido no clitóris, o som obsceno de sucção preenchendo a noite. O corpo dela tremeu. O orgasmo veio forte, sem aviso, fazendo-a jorrar um pouco de squirt que molhou o peito dele. Marisol berrou para o rio escuro, pernas tremendo violentamente.

Sem dar tempo para recuperação, Xavier a virou de frente, ergueu as pernas dela sobre os ombros largos e meteu fundo de uma vez. A buceta ainda sensível do primeiro gozo se abriu ao máximo, engolindo cada centímetro daquele pau negro. O contraste das peles — o dele tão escuro, o dela morena-clara brilhando de suor — era hipnótico sob a luz da lua.

— Olha como essa bucetinha de casada engole meu pau inteiro — rosnou ele, estocando forte, bolas batendo contra a bunda dela. — Seu marido branco nunca te fodeu assim, né? Nunca te encheu como eu tô te enchendo.

— Nunca! — gritou Marisol entre gemidos, unhas arranhando os braços musculosos dele. — Me fode mais forte, Xavier! Me arromba! Quero sentir você amanhã quando eu sentar.

Ele acelerou, o colchão rangendo, o som molhado de carne contra carne se misturando ao coaxar de sapos ao longe. Cada estocada fazia os seios dela balançarem loucamente. Xavier baixou uma das mãos e apertou o pescoço dela com pressão controlada, dominando-a completamente. Marisol sentiu outro orgasmo subir, mais profundo, quase doloroso de tão intenso.

Eles mudaram de posição novamente. Ele se deitou e ela subiu de costas, cavalgando de forma invertida. As mãos grandes dele apertavam a cintura dela, guiando o rebolado safado. Marisol se empalava até o talo, rebolando os quadris largos em círculos que faziam o pau dele roçar todas as paredes internas. O suor escorria pelas costas dela, pingando na pele negra dele.

— Rebola gostoso, sua putinha brasileira. Mostra pra mim como você gosta de pau de nigeriano — ordenou ele, dando um tapa forte na bunda que deixou a marca rosada.

O tapa a fez gemer mais alto. Ela acelerou, sentindo o clitóris roçar na base grossa a cada descida. O terceiro orgasmo a atingiu como uma onda do rio, fazendo a buceta apertar o pau dele em espasmos ritmados. Xavier grunhia, segurando-a firme.

Por fim, ele a colocou de lado, ergueu uma perna dela e meteu por trás, corpo colado, mordendo o ombro dela enquanto estocava fundo e rápido. A posição permitia que ele alcançasse ainda mais fundo. Marisol sentia cada veia, cada pulsação.

— Goza dentro de novo... me enche toda, Xavier! Quero levar sua porra pra casa — implorou ela, voz falhando.

Ele rosnou como um animal, pau inchando ainda mais. Com estocadas brutais e curtas, gozou forte, jatos quentes e grossos invadindo o fundo da buceta dela mais uma vez. Marisol gozou junto, corpo convulsionando, grito rouco se perdendo no céu estrelado do Pantanal. Os dois ficaram conectados, tremendo, suor colando as peles, respirações ofegantes.

Exaustos, eles desabaram no colchão. Xavier puxou-a para o peito largo, braço musculoso ao redor do corpo curvilíneo dela. Marisol sentia o sêmen escorrendo devagar pela coxa, a buceta latejando agradavelmente dolorida. Ela traçou os dedos sobre o abdômen definido dele, pensando como aquilo era loucura e como queria repetir cada segundo.

— Amanhã eu vou te comer no rio — sussurrou Xavier, voz grave e satisfeita, beijando o topo da cabeça dela. — Quero te foder na água, te segurar na beira da casa flutuante enquanto os jacarés dormem. Você é minha esse fim de semana inteiro, Marisol.

Ela riu baixinho, o riso cansado e feliz, apertando a coxa contra o pau dele que ainda pulsava meio duro. — Eu deixo. Nunca me senti tão cheia, tão usada e tão... viva. Meu marido nunca vai saber o quanto eu gozei gritando o nome de outro homem.

O silêncio da noite voltou, apenas o balanço suave da casa flutuante e o canto distante de uma coruja. Eles se aninharam, pele contra pele, o cheiro de sexo e rio misturado. Marisol fechou os olhos, o corpo mole de tanto prazer, imaginando o dia seguinte cheio de novas safadezas.

Foi quando ouviram o barulho.

Primeiro um ronco baixo de motor diesel cortando a água escura, depois o feixe de uma lanterna varrendo os juncos. Uma voz masculina chamou ao longe, cada vez mais perto:

— Olá! Tem gente na casa flutuante? Aqui é o guia da agência! Houve um erro na reserva dupla e mandaram eu vir resolver antes que amanheça! Vocês estão aí?

Xavier e Marisol se entreolharam, os corpos ainda suados e marcados pelo sexo, o sêmen dele escorrendo pelas pernas dela enquanto o som do barco se aproximava rapidamente na escuridão.

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