Desejo Troca no Terraço Fechado
Ana, 32, casada, fode gostoso com o amigo sarado do marido no terraço envidraçado da cobertura durante a festa.
O terraço envidraçado da cobertura era um mundo à parte do barulho da festa que rolava dois andares abaixo. A música eletrônica vibrava através do piso de vidro fumê, mas ali em cima o som chegava abafado, como um pulsar distante. Ana, uma gostosa de 32 anos casada há oito anos com Lucas, de 35, encostou o quadril na mureta de aço escovado e respirou fundo. O vestido preto colado ao corpo marcava cada curva: os seios pesados e firmes, a cintura fina e a bunda empinada que fazia os homens virarem o pescoço. Ela tinha subido para tomar ar, mas não estava sozinha.
Marcos, o amigo sarado do marido, 38 anos, musculoso de tanto malhar, estava recostado na parede de vidro com um copo na mão. A camisa social aberta nos primeiros botões deixava à mostra o peito definido e bronzeado. Seus olhos escuros desceram sem pressa pelo corpo dela, parando nos mamilos que já marcavam o tecido fino.
— Caralho, Ana… você tá fudidamente gostosa hoje — disse ele, a voz rouca e direta, sem rodeios. — Esse vestido parece que foi pintado na sua pele. Essa bunda… porra, Lucas é um filho da puta sortudo.
Ana sentiu o calor subir pelo pescoço. Ela sabia exatamente o que aquele elogio significava. Lucas, lá embaixo, não só aprovava como incentivava o estilo hotwife dela. Ele vivia pedindo detalhes, gozando só de imaginar a mulher sendo comida por outro pau. Ela sorriu, safada, inclinando a cabeça de leve.
— Tá me olhando assim porque, Marcos? Querendo o que não deve? — provocou, mordendo o lábio inferior. Sua voz saiu baixa, cheia de intenção. — Ou será que o Lucas já te contou que eu adoro quando um amigo dele me olha desse jeito?
Marcos deu um passo à frente. O terraço fechado, com paredes de vidro do chão ao teto, os isolava do resto do mundo. A cidade brilhava lá fora, mas ali dentro a temperatura subia rápido.
— Ele me contou umas coisas… — admitiu, parando a menos de um metro dela. — Disse que você fica molhada pra caralho só de saber que ele aprova. Que você gosta de ser uma vadia casada pra ele. É verdade isso?
Ana sentiu a buceta pulsar. O jeito bruto como ele falava, sem filtro, a deixava louca. Ela deu um passo também, quase colando os seios no peito dele.
— É verdade sim. Lucas fica duro pra caralho imaginando outro homem me comendo. Ele me pede pra voltar pra casa com a buceta cheia de porra alheia. E eu… eu fico encharcada só de pensar. Você tá pensando nisso agora, Marcos? Em me comer aqui mesmo, enquanto a festa rola lá embaixo?
A tensão ficou elétrica. Marcos pousou o copo e encostou Ana na parede de vidro frio. O corpo dele era sólido, cheirando a colônia cara e suor limpo de homem. Ele roçou a coxa grossa entre as pernas dela, pressionando o pau já duro contra a barriga macia de Ana.
— Tô pensando em te foder gostoso desde que te vi descer as escadas hoje. Essa boca safada… esses peitos… — Ele enfiou a mão por dentro do decote, apertando um seio com força, beliscando o bico até ela gemer baixinho. — Confessa, Ana. Você quer esse pau.
Ela respirou tremendo, a mão descendo até apertar o volume latejante dentro da calça dele.
— Quero. Quero pra caralho. Meu marido adora imaginar eu sendo comida por um amigo sarado dele. Ele me disse antes da festa: “se rolar, aproveita e me conta tudo depois”. Então para de enrolar e me beija logo, seu gostoso.
O beijo veio faminto. Línguas se enrolando, saliva misturada, gemidos abafados. As mãos de Marcos subiram o vestido dela até a cintura, encontrando a calcinha já encharcada. Ele a puxou de lado e enfiou dois dedos grossos na buceta quente e melada, fazendo Ana arquear as costas contra o vidro.
— Porra, tá pingando… — grunhiu ele no ouvido dela. — Essa buceta casada tá louca pra levar pau, né?
Ana masturbava ele por cima da calça, sentindo o comprimento grosso, latejando.
— Tá sim… Me fode, Marcos. Enfia esse pauzudo bem fundo em mim. Aqui. Agora. Eu quero.
Ele a virou de frente para o vidro, as palmas das mãos dela espalmadas na superfície fria que embaçava com o calor dos corpos. O vestido subiu até a cintura. Marcos abriu o cinto, baixou a calça só o suficiente e tirou o pau grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ana empinou a bunda, olhando por cima do ombro.
— Me come forte. Quero gemer chamando você de pauzudo do meu marido.
Ele segurou o quadril dela com uma mão e o cabelo castanho com a outra, puxando a cabeça dela para trás. O pau entrou de uma vez, abrindo a buceta molhada até o fundo. Ana soltou um gemido alto, o som ecoando no terraço fechado.
— Isso… caralho… que pauzudo do caralho… — ela gemeu enquanto ele metia forte, as bolas batendo na clitóris inchada. O vidro vibrava a cada estocada. — Mais forte, Marcos! Meu marido adora quando eu levo rola assim!
Ele puxava o cabelo, metendo sem piedade, o suor escorrendo pelo peito dele e pingando nas costas dela. A buceta de Ana fazia barulho molhado, escorrendo pelo interior das coxas.
Depois de minutos daquele ritmo animal, ele a puxou, sentou no sofá largo de couro que decorava o canto do terraço e fez ela subir em cima, virada de frente. Ana sentou devagar, engolindo cada centímetro daquele pau até encostar no fundo. Os seios pesados balançavam livres enquanto ela quicava, as mãos apoiadas no peito musculoso dele.
— Olha pra mim enquanto cavalga, gostosa — ordenou ele, apertando os mamilos dela. — Quero ver essa cara de puta casada gozando no pau do amigo do seu marido.
Ana quicava cada vez mais rápido, o clitóris roçando no corpo dele, os peitos pulando hipnoticamente. O prazer subia rápido. Ela rebolava, girava o quadril, sentindo cada veia daquele pau roçando as paredes internas.
— Tô quase… tô quase gozando… — avisou, a voz falhando.
Marcos a virou de lado no sofá, uma perna dela levantada, o corpo meio de lado, e voltou a meter fundo. O ângulo novo acertava o ponto G com precisão. Ele acelerou, o suor dos dois misturando, o cheiro de sexo enchendo o terraço.
— Goza pra mim, Ana. Goza na rola do pauzudo do seu marido.
Ela explodiu. O orgasmo bateu forte, a buceta apertando o pau dele em espasmos, um jorro quente escorrendo enquanto ela gritava sem controle:
— Porraaa! Tá me enchendo toda! Goza dentro, Marcos! Goza na buceta casada!
Ele não aguentou. Com um grunhido rouco, enterrou até o talo e gozou. Jatos grossos e quentes inundaram o interior dela, enchendo a buceta até transbordar. Porra escorreu pela virilha de Ana, sujando as coxas, o sofá e o pau ainda dentro. Os dois ficaram tremendo, suados, ofegantes, colados um no outro.
Exaustos, se arrumaram rápido. Marcos limpou o pau na calcinha dela, que agora estava destruída, e guardou. Ana ajeitou o vestido, mas não tinha como esconder o brilho de porra misturada com gozo escorrendo pela parte interna da coxa. O cheiro de sexo estava impregnado nela.
Ela deu um último beijo molhado nele, mordeu o lábio inferior dele e sussurrou:
— Isso não terminou aqui.
Desceu as escadas internas do terraço com as pernas ainda bambas. A festa continuava animada. Lucas estava perto do bar, conversando com dois amigos. Quando a viu, sorriu daquele jeito que ela conhecia bem — o sorriso que sabia exatamente o que tinha rolado.
Ana foi até ele, segurou o rosto do marido com as duas mãos e deu um beijo profundo, enfiando a língua sem vergonha, deixando ele sentir o gosto de pecado recente. Quando separou as bocas, colou os lábios no ouvido dele, a voz ainda rouca de tanto gemer:
— Acabei de ser comida pelo Marcos no terraço, amor. Ele me encostou no vidro, me comeu de quatro puxando meu cabelo, me fez chamar ele de pauzudo do meu marido. Depois eu cavalguei gostoso, peito balançando, e ele me colocou de lado e gozou bem fundo. Tô com a buceta cheia da porra dele agora, pingando na perna. Tá escorrendo enquanto eu falo com você…
Lucas respirou pesado, o pau endurecendo instantaneamente contra a coxa dela. Seus olhos brilharam de tesão puro. Ele apertou a cintura da esposa, puxando-a mais para perto, sentindo o calor do corpo ainda quente da foda.
— Porra, Ana… você é perfeita — murmurou ele, a voz carregada. — Isso me deixa louco. Mal posso esperar pra te levar pro quarto mais tarde e sentir essa buceta melada com a porra dele ainda dentro. E o Marcos… acho que a noite tá só começando pra nós três.
Ela sorriu contra o pescoço do marido, sentindo nova onda de excitação. A porra de Marcos ainda vazava devagar, molhando a calcinha improvisada, enquanto a festa seguia e o olhar de Lucas prometia muito mais que apenas uma conversa depois.
Lucas a segurou com mais força pela cintura, o pau dele latejando forte contra a coxa dela por baixo da calça enquanto os dois se mantinham colados naquele canto do salão. A porra do Marcos continuava vazando devagar da buceta bem comida de Ana, molhando a parte interna das coxas grossas e descendo até os saltos altos, deixando um rastro pegajoso que ela sentia a cada movimento discreto. Ela pensou, com a mente em chamas, que nunca tinha se sentido tão completamente usada e tão absurdamente excitada ao mesmo tempo, a buceta ainda latejando do arrombamento que o amigo sarado do marido tinha dado lá em cima.
— Me fala de novo como ele te chamou enquanto metia, Ana. Quero ouvir cada palavra suja saindo dessa boca de puta casada — sussurrou Lucas bem no ouvido dela, a voz carregada de tesão cru, o dedo dele descendo disfarçadamente pela curva da bunda e pressionando o vestido contra o cu dela.
Ana mordeu o lábio inferior com força, sentindo outro jorro quente escorrer. — Ele me chamou de vadia casada o tempo todo, amor. Dizia que minha buceta de mulher de 32 anos era feita pra levar rola de amigo do marido, que eu quicava igual uma puta barata no pau dele enquanto você tava aqui embaixo conversando com os convidados. Ele puxava meu cabelo e batia aquela rola grossa até o talo, as bolas estalando na minha clitóris inchada, e eu gozei gritando que queria mais porra dentro de mim.
Lucas respirou pesado, o peito subindo e descendo rápido. O pau dele parecia ferro quente contra ela. Ele enfiou a mão por baixo do vestido por um segundo, dois dedos grossos invadindo a buceta melada, remexendo a mistura de gozo e sentindo as paredes internas ainda pulsando. O som molhado foi abafado pela música, mas Ana sentiu as pernas tremerem. “Meu marido tá literalmente mexendo na porra que outro homem deixou dentro de mim na frente de todo mundo… porra, eu amo ser essa hotwife safada”, pensou ela, rebolando de leve contra os dedos dele.
Eles ficaram assim por longos minutos, Lucas dedando ela devagar enquanto Ana sussurrava mais detalhes sujos: como o peito musculoso de Marcos suava e pingava nas costas dela, como o vidro do terraço vibrava a cada estocada, como ela tinha cavalgado rebolando o quadril até sentir o pau dele inchar e jorrar lá no fundo. O cheiro de sexo já começava a subir do corpo dela, misturado ao perfume caro.
Lucas finalmente acenou com a cabeça para Marcos, que bebia uísque do outro lado do bar. O amigo de 38 anos, corpo definido de tanto malhar, se aproximou com aquele sorriso de quem já sabia exatamente o que tinha rolado e o que ainda ia rolar. Os olhos dele desceram direto para as pernas de Ana, notando o brilho úmido nas coxas.
— Então, corno? Gostou de saber que eu enchi sua mulher de porra lá em cima? — perguntou Marcos direto, sem filtro, a voz baixa mas cheia de tesão bruto.
— Gostei pra caralho — respondeu Lucas, apertando a bunda de Ana com força. — Agora a gente vai subir os três. Quero ver você metendo nessa buceta de novo enquanto ela mama meu pau. Ela tá pingando sua porra, cara. Tá pronta pra virar uma sanduíche de rola.
Ana sentiu a buceta contrair só de ouvir. — Quero os dois me comendo ao mesmo tempo. Quero virar a puta de vocês nessa festa. Vamos logo antes que eu comece a gozar só de pensar.
Os três subiram as escadas internas sem pressa, mas com o tesão queimando. O terraço envidraçado estava vazio, a cidade brilhando lá fora como um tapete de luzes, o som da festa pulsando distante pelo piso de vidro fumê. Assim que a porta fechou, as mãos voaram para cima de Ana. Marcos rasgou o resto do vestido preto, deixando ela completamente nua exceto pelos saltos altos, os seios pesados balançando livres, mamilos duros e vermelhos. Lucas agarrou um seio e apertou com força enquanto Marcos enfiava a mão entre as pernas dela, quatro dedos grossos invadindo a buceta encharcada e fazendo um barulho obsceno de porra sendo remexida.
— Caralho, tá um creme aqui dentro — grunhiu Marcos, tirando os dedos e lambendo um deles antes de enfiar na boca de Ana. — Prova o gosto da sua própria buceta cheia da minha porra, sua vadia.
Ana chupou os dedos dele com fome, os olhos vidrados. Lucas tirou a calça, o pau dele pulando duro, e empurrou Ana de joelhos no sofá de couro. Ela abriu a boca imediatamente, engolindo o pau do marido até a garganta, babando grosso enquanto Marcos se despia atrás dela. O pau de Marcos, veioso e grosso, bateu contra a bunda empinada de Ana. Ele não esperou. Segurou o quadril dela com as duas mãos e enfiou tudo de uma vez na buceta ainda cheia, o som molhado ecoando no terraço fechado.
Ana gemeu alto ao redor do pau de Lucas, o corpo sacudindo para frente e para trás entre os dois homens. Cada estocada de Marcos fazia os seios dela balançarem pesadamente, os mamilos roçando no couro do sofá. “Dois paus me usando ao mesmo tempo… meu marido na garganta e o amigo sarado arrombando minha buceta casada… eu nasci pra isso”, pensou ela, sentindo o orgasmo subir rápido. A buceta apertou forte ao redor da rola de Marcos, esguichando um jorro quente que escorreu pelas bolas dele e molhou o sofá.
— Goza, sua puta hotwife! Goza na rola que te fodeu mais cedo! — ordenou Marcos, dando tapas fortes na bunda dela que deixavam a pele vermelha.
Lucas puxou o pau da boca dela, baba escorrendo no queixo de Ana, e mandou: — Vira de lado. Quero foder essa boceta agora enquanto você mama ele.
Eles a reposicionaram no sofá largo. Ana deitada de lado, uma perna erguida bem alta, o corpo todo exposto. Lucas enfiou o pau na buceta escorregadia, gemendo com o calor e a lubrificação da porra misturada. — Porra, tá mais molhada que nunca… sinto a porra dele facilitando meu caminho, amor. Você é uma vadia completa.
Marcos ajoelhou na frente dela e enfiou o pau na boca, fodendo a garganta com estocadas profundas enquanto Lucas metia sem parar, o ângulo acertando o ponto G com precisão brutal. O corpo de Ana tremia inteiro. O suor dos três se misturava, o cheiro forte de sexo dominando o terraço. Ela gozou de novo, mais forte, a buceta espremendo o pau do marido como um punho, um jato quente saindo e molhando a coxa de Lucas.
Eles trocaram mais uma vez. Marcos sentou no sofá e puxou Ana para cima, fazendo ela sentar no pau dele virada de frente. Ela desceu devagar, engolindo cada centímetro grosso até as bolas, rebolando o quadril com força, os seios pulando na cara dele. Lucas ficou de pé ao lado, batendo o pau na bochecha dela até Ana virar e começar a chupar os dois paus ao mesmo tempo, alternando, lambendo as cabeças rosadas, babando nos dois.
— Olha essa puta casada mamando dois paus ao mesmo tempo — riu Marcos, apertando os mamilos dela com força. — Lucas, sua mulher é uma máquina de levar porra.
Ana quicava cada vez mais rápido no pau de Marcos, o clitóris roçando no corpo dele, o prazer subindo como uma onda gigante. Lucas segurou a cabeça dela e fodeu sua boca com mais velocidade. O orgasmo dela explodiu pela terceira vez, o corpo convulsionando, buceta apertando tanto que Marcos grunhiu e não aguentou.
— Tô gozando, porra! Toma tudo nessa buceta casada! — rugiu ele, segurando o quadril dela e jorrando jatos grossos e quentes bem no fundo, misturando com a porra anterior e fazendo transbordar imediatamente.
Lucas puxou o pau da boca dela e bateu punheta rápido. — Abre essa boca de vadia, Ana. Quero ver você engolindo minha porra enquanto ainda tá cheia da do meu amigo.
Ana abriu a boca, língua para fora, olhos fixos no marido. Lucas gozou forte, os jatos acertando a língua, o queixo, pingando nos seios pesados e nos mamilos duros. Parte escorreu para dentro da boca e ela engoliu com um gemido rouco, o resto lambuzando todo o rosto e escorrendo pelo pescoço.
Os dois homens se afastaram, ofegantes, olhando para a mulher de 32 anos completamente destruída: nua, suada, buceta aberta e vermelha transbordando porra branca grossa que escorria sem parar pelas coxas, rosto e peitos lambuzados de sêmen, o cheiro de sexo puro impregnado nela. Ana ainda tremia, pernas abertas no sofá, um filete grosso de porra pingando do buraco arrombado direto no piso de vidro.
Ela olhou para os dois, passou a mão na buceta, juntou um pouco da porra misturada nos dedos e lambeu devagar antes de falar a última frase com a voz completamente destruída de tanto gemer: porra, agora desce comigo pra festa com essa buceta e essa cara encharcadas de porra de dois paus, porque eu ainda quero mais rola enfiada em mim antes da noite acabar, seus filhos da puta.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Popular Collections
Browse Categories