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Tatuagem Noturna: Enquanto Ele Assistia, Meu Cu Foi Reclamado

Enquanto Felix, o tatuador de 32 anos, tatuava a lombar de Nadia, de 28, o namorado dela assistia excitado e permitiu que ele arrombasse o

13 min read October 06, 2026New

O apartamento de Felix estava mergulhado numa penumbra quente, só a luz do abajur de mesa iluminando a maca improvisada no meio da sala. Eu, Nadia, 28 anos, dona de um estúdio de dança que lotava todas as noites com corpos suados dançando zouk e salsa, sentia a pele arrepiada antes mesmo de tirar a roupa. Felix, o tatuador de 32 anos que morava no apartamento ao lado do nosso, me observava com aquele mesmo olhar que a gente trocava há meses no corredor do prédio. Olhares que começavam inocentes e terminavam com ele descendo os olhos para minha bunda e eu mordendo o lábio, imaginando aquelas mãos fortes me segurando contra a parede. Otto, meu namorado de 35 anos, engenheiro que sempre fantasiava com isso, estava sentado no sofá de couro, as pernas abertas, já com o volume marcando a calça jeans.

— Felix… eu quero uma tattoo bem íntima. Na lombar, descendo pela curva da bunda. Uma videira fina, com espinhos e flores negras. Quero que você desenhe e marque minha pele bem aí, na frente dele — falei, a voz baixa, quase rouca de tesão acumulado.

Felix ajustou a máquina de tatuar, o zumbido baixo enchendo o ar. Seus braços tatuados flexionaram quando ele preparou o stencil.

— Nadia, você sabe que vai ter que ficar quase pelada, né? E perto da bunda a pele é mais sensível. Vai arder pra caralho.

— É por isso que eu quero que seja você. Quero sentir suas mãos me tocando, me marcando… enquanto o Otto assiste tudo. Ele topou. Não é, amor?

Otto engoliu em seco, os olhos já brilhando de excitação. A mão dele descansava sobre a coxa, apertando o tecido.

— Pode mandar, gata. Eu quero ver. Vocês dois se desejam há meses. Eu vejo como vocês se olham no elevador. Vai ser foda assistir ele te tocar.

Eu tirei a legging e a calcinha devagar, sentindo o ar frio bater na minha bunda redonda e firme, resultado de anos de dança. Deitei de bruços na maca, o peito pressionando o couro, empinando levemente o quadril para deixar a lombar e a curva superior da nádega bem acessíveis. Meu coração batia tão forte que eu sentia na garganta. Meses imaginando isso. Quantas vezes eu voltei pra casa depois de cruzar com Felix no corredor, fui pro banheiro e me dedei pensando naqueles dedos grossos abrindo minha bunda?

Felix limpou minha pele com álcool. O cheiro forte subiu. Depois veio o stencil frio, e as mãos dele, grandes, calejadas de tanto segurar a máquina, espalharam o papel devagar sobre minha lombar e desceram até a curva da bunda. Ele alisou com a palma aberta, demorando mais do que precisava. Senti meu cu piscar involuntariamente. Já estava molhada, a boceta inchada só com o toque preliminar.

— Pronta? — perguntou ele, a voz mais grave que o normal.

— Tô. Me marca, Felix.

A agulha ligou. O zumbido invadiu meus ouvidos. Quando a primeira linha perfurou a lombar, mordi o antebraço e soltei um gemido baixo, longo. Não era só dor. Era ele. O peso do corpo dele perto, o cheiro masculino misturado com tinta, a proximidade da agulha descendo cada vez mais para a curva da minha bunda. Meu corpo reagiu sozinho: empinei mais, abrindo as pernas devagar, oferecendo.

— Porra… — sussurrei, sentindo a agulha traçar bem onde a bunda começa a arredondar. — Tá bom demais, Felix… desce mais a mão. Segura minha bunda enquanto tatua.

Ele obedeceu. A mão esquerda segurou firme minha nádega direita, abrindo-a levemente, o polegar perigosamente perto do meu cu. O gemido seguinte saiu mais alto, quase um miado. Otto no sofá já tinha aberto a calça. O pau dele estava duro, grosso na mão, subindo e descendo devagar enquanto ele assistia.

Eu não aguentava mais segurar. O tesão de meses explodiu na minha boca:

— Para um segundo, Felix. Eu preciso falar. Eu não quero só a tattoo. Eu quero seu pau. Quero você arrombando meu cu bem aqui, agora, na frente do Otto. Quero sentir você me rasgando enquanto ele bate punheta olhando. Otto… amor… você me dá? Me dá permissão pra ele me foder no cu? Eu tô pingando só de pensar.

O silêncio foi de dois segundos. Depois a voz rouca de Otto, carregada de tesão:

— Caralho, Nadia… sim. Eu topo. Deixa ele te arrombar. Quero ver esse cu tomando pau grosso. Vai, Felix. Começa devagar, mas arromba ela direito.

Felix soltou um grunhido animal. Largou a máquina, tirou a camiseta num movimento só. O peito largo, cheio de tinta preta, subia e descia rápido. Ele pegou o frasco de lubrificante e derramou generosamente entre minhas nádegas. O gel frio escorreu pelo meu cu. Dois dedos dele começaram a massagear o anel apertado, circulando, pressionando.

— Relaxa pra mim, safada — murmurou, enfiando a ponta do dedo médio. — Meses imaginando esse cuzinho piscando pra mim no corredor. Hoje ele vai ser meu.

Eu gemi alto, empinando contra a mão dele. O dedo entrou até o meio, girando, abrindo. Logo eram dois dedos, grossos, metendo devagar, fazendo um barulho molhado obsceno. Meu cu se esticava, queimava gostoso. Eu rebolava devagar, fodendo os dedos dele.

— Isso… abre meu cu, Felix. Três dedos. Quero estar bem aberta pro teu pau.

Otto se masturbava mais rápido agora, o punho subindo e descendo, os olhos fixos na minha bunda sendo preparada. Felix obedeceu, enfiou três dedos devagar, esticando as paredes internas. Eu tremia inteira, a boceta babando no couro da maca.

— Tá pronta — disse ele, tirando os dedos com um plop molhado.

O pau dele era grosso mesmo, a cabeça inchada, veias saltadas. Ele passou lubrificante generosamente na extensão toda e encostou no meu cu. A pressão era enorme. Empurrei para trás, querendo. Centímetro a centímetro ele foi entrando, me abrindo como nunca. A ardência era forte, mas o prazer era maior.

— Porra, que cu apertado… tá me engolindo, Nadia — rosnou ele, segurando meus quadris.

— Reclama meu cu, caralho! Enfia tudo! — gritei, a voz saindo suja, desesperada.

Quando ele estava todo dentro, as bolas batendo na minha boceta, começou a meter. Devagar no começo, depois com força crescente. O som de pele contra pele enchia o apartamento. Ele dava tapas fortes na minha bunda, deixando a marca vermelha da mão. Puxava meu cabelo, arqueando minhas costas enquanto me fodia de quatro como um animal.

— Toma no cu, sua puta danada. Isso é o que você queria há meses, né? Meu pau arrombando esse cuzinho bonito na frente do teu macho.

— É! Me arromba! Mais forte, Felix! Usa meu cu!

Otto tinha se levantado, estava a menos de um metro, batendo punheta rápido, o pau brilhando de pré-gozo, assistindo cada centímetro desaparecer na minha bunda.

Felix me virou de lado, levantou minha perna e entrou de novo. O ângulo mudou, batia mais fundo. Eu gozei pela primeira vez, o cu contraindo forte em volta do pau dele, leite escorrendo da boceta. Ele não parou. Me fodeu mais rápido, suado, gemendo baixo.

— Agora senta. Quero ver você quicando.

Ele deitou na maca. Eu subi de vaqueira reversa, de costas pra ele, segurando as próprias nádegas abertas. Desci devagar, sentindo o pau me invadir novamente. Depois comecei a quicar. Forte. Fundo. A bunda batendo contra a barriga dele, o pau entrando e saindo do meu cu arrombado. Meus gemidos eram quase gritos agora.

— Reclama meu cu, caralho! Me fode como uma vadia! Goza dentro da minha bunda, Felix! Enche esse cu de porra quente!

Ele segurava minha cintura, dava tapas estalados, puxava meu cabelo. Otto estava ao lado, punheta frenética, respirando como se fosse gozar só de olhar.

Felix aguentou o máximo que pôde. De repente travou, enterrou fundo e explodiu. Jatos grossos, quentes, encheram meu intestino. Senti cada pulsada, o calor se espalhando dentro de mim. Gozei de novo, tremendo inteira, o cu ordenhando o pau dele até a última gota.

Quando ele saiu, meu cu ficou aberto, piscando, a porra branca grossa escorrendo devagar pela minha boceta e coxas. Levantei cambaleando, o corpo mole de tanto prazer, e fui até Otto. Beijei ele com tudo, língua enfiada na boca dele, enquanto a porra de Felix continuava pingando da minha bunda arrombada. Otto gemeu no beijo, sentindo o cheiro de sexo, de cu fodido, de porra alheia.

— Obrigada, amor… por me deixar viver isso — sussurrei contra a boca dele. — E obrigada, Felix… por me marcar de verdade.

Felix, ainda com o pau meio duro brilhando de lubrificante e porra, passou a mão na minha lombar, onde a tattoo estava só começada.

— A tattoo não tá nem na metade, Nadia. Vamos ter que marcar outra sessão na semana que vem… e dessa vez eu acho que a gente não vai conseguir parar no meio.

Eu sorri, sentindo o cu latejar, a porra escorrendo até meu tornozelo, o corpo ainda pegando fogo. Olhei para os dois homens, um com o pau na mão, o outro com o pau ainda sujo da minha bunda, e soube que isso estava longe de terminar. Na verdade, mal tinha começado. A próxima sessão ia ser muito mais longa, muito mais suja… e eu mal podia esperar.

O corpo ainda tremia com os resquícios do orgasmo intenso, o cu pulsando de forma ritmada, enviando ondas de prazer misturado com uma leve dor que só me fazia querer mais. A porra grossa de Felix escorria lentamente do meu orifício arrombado, traçando um caminho quente pelas minhas coxas tonificadas de anos dançando zouk e salsa no estúdio que eu comandava. Eu, Nadia, 28 anos, me sentia viva de uma forma que poucos entendiam. Olhei para Otto, meu namorado de 35 anos, o engenheiro que sempre fantasiava com cenas como essa, e vi o brilho nos olhos dele, o pau ainda duro na mão, pré-gozo pingando da ponta. Felix, 32 anos, o tatuador vizinho que tinha virado objeto de desejo nos corredores do prédio, estava ali, nu, o peito largo subindo e descendo, o pau semi-duro brilhando com os fluidos da nossa foda.

Nenhum de nós queria que acabasse. A tattoo estava apenas começada, as linhas iniciais da videira com espinhos e flores negras marcando a pele da minha lombar, mas a noite era longa e o tesão estava longe de se aplacar. Felix limpou o suor do rosto com as costas da mão tatuada, os músculos dos braços flexionando enquanto ele pegava o frasco de lubrificante mais uma vez. O gel frio escorreu entre minhas nádegas abertas, misturando-se à porra que já me enchia, criando um som molhado e obsceno quando ele espalhou tudo com os dedos grossos. Meu cu piscou involuntariamente ao redor do vazio, ainda sentindo o formato do pau dele dentro de mim, as paredes internas latejando como se pedissem para ser invadidas de novo.

— Essa tattoo precisa ser terminada hoje, Nadia — murmurou Felix, a voz grave e rouca, carregada de um desejo que não tinha diminuído nem um pouco. — As linhas estão descendo pela curva da sua bunda, bem onde a pele é mais fina e sensível. Vai arder pra caralho. E eu quero que você sinta cada picada enquanto eu te como de novo. Sem pressa agora. Vou arrombar esse cu devagar, fundo, até você implorar.

Eu mordi o lábio inferior, sentindo um arrepio subir pela espinha. “Isso é o que eu esperei por meses”, pensei, relembrando todas as vezes que cruzava com ele no elevador, o olhar dele descendo para minha bunda firme e eu apertando as coxas, imaginando exatamente esse momento. Meu namorado ali, assistindo excitado, tornava tudo mais sujo e perfeito. Virei o rosto para Otto, que tinha se aproximado da maca, o pau grosso latejando a centímetros do meu rosto.

— Amor... você ouviu ele. Deixa ele terminar a marca e me usar como quiser. Eu tô pingando só de pensar no pau dele me abrindo enquanto a agulha perfura minha pele.

Otto engoliu em seco, a mão subindo e descendo devagar no próprio pau, os olhos fixos no meu cu vazando porra.

— Eu topo tudo, gata. Quero ver ele te arrombar de verdade agora. Marca ela, Felix. E fode ela como se fosse dona desse rabo.

Felix não esperou mais. Ligou a máquina de tatuar, o zumbido baixo e constante enchendo o apartamento como um prelúdio. Ele me posicionou de quatro na maca, o peito pressionado contra o couro, a bunda empinada alta, pernas bem abertas. A porra dele escorria pela minha boceta inchada e pingava no chão, mas ele não limpou. Ao contrário, usou dois dedos para empurrar um pouco de volta para dentro do meu cu, girando devagar, abrindo as paredes internas com um barulho molhado que me fez gemer alto.

— Relaxa esse cuzinho pra mim de novo, safada. Olha como ele tá guloso... piscando, pedindo pau.

Os dedos entraram fundo, três de uma vez, esticando-me com cuidado bruto. Eu rebolava contra a mão dele, fodendo os dedos enquanto o zumbido da máquina se aproximava. Quando a agulha tocou a pele da lombar inferior, bem na curva onde a bunda começa a arredondar, mordi o antebraço e soltei um gemido longo, quase animal. A dor era afiada, queimando, mas Felix empurrou o pau grosso contra meu cu ao mesmo tempo, enfiando a cabeça inchada devagar, centímetro por centímetro.

A sensação dupla era insana. A agulha traçando os espinhos negros da videira, perfurando a pele sensível, e o pau dele me abrindo por trás, as veias grossas raspando nas paredes do meu intestino. Meu cu se contraiu forte ao redor dele, ordenhando a rola enquanto eu empinava mais, oferecendo tudo.

— Porra, Felix... tá bom demais... a agulha tá me fazendo apertar teu pau... mete tudo, caralho!

Ele grunhiu como um animal, segurando minha nádega esquerda com a mão livre, abrindo-a bem para ter espaço para tatuar e foder ao mesmo tempo. As estocadas começaram ritmadas, devagar no começo, o pau saindo quase todo e voltando fundo, as bolas pesadas batendo na minha boceta encharcada. Cada thrust fazia a máquina tremer levemente na pele, intensificando a dor da tattoo, que virava prazer puro no meu cérebro sobrecarregado. O cheiro de tinta, suor masculino e sexo cru dominava o ar. Meu corpo suava inteiro, os cabelos grudados na nuca, os seios pesados balançando a cada estocada.

Otto estava ajoelhado agora ao lado da maca, o rosto a menos de meio metro, assistindo o pau do vizinho desaparecer no meu cu arrombado. Ele batia punheta rápido, o punho brilhando de pré-gozo, respirando pesado.

— Olha o jeito que teu cu engole ele, Nadia... tá todo vermelho, inchado, vazando porra a cada saída. Eu nunca vi você tão puta como agora.

Felix acelerou, largando a máquina por um segundo para dar dois tapas estalados na minha bunda, deixando a marca da mão bem ao lado da tattoo fresca. Depois voltou a tatuar, traçando as flores negras com precisão, enquanto metia mais forte. O som de pele molhada contra pele, o “ploc-ploc” obsceno do pau no cu, meus gemidos roucos e os grunhidos dele formavam uma sinfonia suja.

Eu gozei pela primeira vez nessa segunda rodada, o corpo inteiro convulsionando, o cu apertando o pau dele como um punho quente. Leite escorreu da minha boceta, molhando a maca. Felix não parou. Tirou a máquina definitivamente, a tattoo finalmente completa, e me puxou pelo cabelo, arqueando minhas costas enquanto me fodia como um animal no cio.

— Toma no cu, sua danada! Essa videira agora vai te lembrar pra sempre de como eu te arrombei na frente do teu macho. Esse rabo é meu agora.

— É teu! Arromba mais! Usa meu cu como quiser! — gritei, a voz suja e desesperada, o prazer me consumindo.

Felix me virou de lado na maca, levantou minha perna direita bem alta, abrindo-me completamente. O ângulo novo permitia que ele batesse ainda mais fundo, a cabeça do pau pressionando pontos que me faziam ver estrelas. Otto se levantou, enfiou o pau na minha boca e começou a foder minha garganta com estocadas curtas e firmes. Eu chupava com fome, saliva escorrendo pelo queixo, engasgando enquanto os dois me usavam.

Era a escalada máxima: cu, boca, tattoo fresca queimando na pele, os dois homens gemendo meu nome. Meu segundo orgasmo veio mais forte, o corpo tremendo entre eles, o cu ordenhando o pau de Felix até ele travar.

— Vou encher esse cu de novo... toma tudo, porra! — rosnou ele, enterrando até as bolas e explodindo. Jatos quentes e grossos inundaram meu intestino, tanto que transbordou imediatamente, escorrendo pela minha boceta e coxas.

Otto puxou o pau da minha boca e gozou no meu rosto e nos seios, pintando-me com porra quente enquanto eu ainda tremia do orgasmo.

Caímos os três embolados na maca, corpos suados, o ar pesado de sexo e tinta. Meu cu latejava aberto, a porra dos dois escorrendo sem parar, a tattoo nova brilhando sob a luz do abajur. Eu me sentia destruída, marcada, possuída de forma deliciosa. Felix passou pomada na tattoo com dedos gentis agora, traçando as linhas que ele mesmo tinha acabado de foder ao lado. Otto beijou minha boca com ternura suja, provando o próprio gosto.

Eu olhei para os dois, o sorriso safado nos lábios inchados de tanto gemer, e perguntei com a voz rouca:

— Vocês vão me arrombar juntos toda semana a partir de agora ou ainda vão me fazer implorar?

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