Chuva Interminável e a Noite em que Ela Escolheu o Meu Melhor Amigo
Durante um fim de semana chuvoso na praia, a esposa de 29 anos Brigitte escolhe foder o melhor amigo do marido de 32 na frente dele como uma vadia corno.
A chuva batia sem parar no telhado de telhas da casa de praia, um barulho grosso e constante que já durava desde a sexta à noite. Cody, de trinta e dois anos, olhava pela janela embaçada o mar cinzento se misturando com o céu. O fim de semana que ele planejara com a esposa e o melhor amigo virara um confinamento molhado: sem praia, sem caminhada, só o cheiro de madeira úmida, vinho aberto cedo demais e o corpo de Brigitte se movendo pela sala em shortinho curto demais.
Brigitte tinha vinte e nove anos e aquelas coxas firmes que ele conhecia de trás pra frente. Agora ela estava de bruços no sofá, de camiseta fina sem sutiã, os seios pesados marcando o tecido cada vez que se mexia pra pegar a taça. Kofi, trinta e um, o melhor amigo de faculdade, de camisa aberta até o peito, ria baixo de alguma piada dela. Cody sentiu o estômago revirar — não só de ciúme. Tinha algo quente e sujo subindo junto.
— Essa chuva não para nunca, né? — Brigitte murmurou, virando o rosto pro lado de Kofi. A voz dela saiu rouca, quase um gemido preguiçoso. — A gente vai ficar trancado aqui o fim de semana inteiro. Só nós três.
Kofi passou a língua nos lábios, o olhar descendo sem disfarce pela curva da bunda dela apertada no short de moletom. Cody viu. Claro que viu. O pau dele deu um pulo traidor dentro da calça.
— Pior coisa do mundo, ficar preso com uma mulher gostosa pra caralho e não poder fazer nada — Kofi respondeu, a voz grossa, testando o terreno. Olhou de canto pro marido. — Né, Cody?
Brigitte riu, aquele risinho sujo que ela só soltava quando estava excitada. Levantou o quadril um pouco, o short subindo e mostrando a virilha macia. Cody engoliu seco. Ela estava flertando na cara dele. Não era sutil. Nunca tinha sido sutil assim.
— Você acha mesmo que eu sou gostosa pra caralho, Kofi? — ela perguntou, rolando de lado no sofá, deitando de frente pro amigo do marido. Uma perna dobrada, o joelho apontando pro teto, o short colado na buceta. Cody enxergou o contorno da fenda. Tinha certeza que ela não usava calcinha.
— Acho. E você sabe que eu acho. Sempre achei — Kofi respondeu, inclinando o corpo pra frente. A mão dele quase tocou o joelho dela, parou no ar. — Desde aquela festa de aniversário do Cody, três anos atrás. Você de vestido vermelho. Eu batia punheta pensando na sua boca.
Cody sentiu o rosto queimar. O pau agora estava duro pra valer, latejando contra o zíper. Ciúme puro se misturava com uma excitação nojenta, quente, que fazia as bolas dele tremerem. Ele não falou nada. Só ficou parado perto da janela, ouvindo a chuva e o sangue bater nos ouvidos.
Brigitte se sentou, cruzou as pernas devagar, deixando o short abrir ainda mais. Olhou pro marido primeiro, depois pro Kofi.
— Então para de disfarçar — ela disse, a voz baixa, safada. — Tá chovendo pra caralho. A gente tá sozinho. E eu tô molhada desde ontem à noite só de imaginar você me olhando desse jeito.
Cody abriu a boca, fechou. O coração batia descompassado. Kofi ergueu uma sobrancelha, mas não recuou. A mão dele finalmente pousou na coxa de Brigitte, os dedos grossos apertando a carne macia bem acima do joelho.
— Você tá falando sério, porra? — perguntou o amigo, a voz já mais rouca.
— Estou. — Brigitte virou o rosto pra Cody. Os olhos dela brilhavam. — Marido… você tá vendo isso? Tá vendo o seu melhor amigo com a mão na minha coxa?
Cody engasgou. Conseguiu só um “tô” rouco.
Ela sorriu, suja, e desceu a própria mão por cima da de Kofi, guiando os dedos dele mais pra cima, sob a barra do short, até a pele quente da virilha. Cody viu o movimento. Viu os dedos sumirem. Viu Brigitte abrir um pouco as pernas e soltar um suspiro baixo quando Kofi tocou a buceta dela pela primeira vez.
— Porra… ela tá encharcada — Kofi murmurou, olhando direto pro Cody enquanto esfregava o clitóris dela por cima. O short molhou na hora. — Seu corno já tá de pau duro só de olhar, né? Olha a cara dele.
Cody baixou o olhar. A calça marcava o volume grosso, vergonhoso. Ele estava pingando pré-porra na cueca e odiava o quanto isso o excitava.
Mais tarde, a chuva piorou. Raios estalavam longe. Eles tinham aberto a segunda garrafa de vinho tinto. Cody bebia mais rápido que os outros, a garganta seca. Brigitte estava agora no colo de Kofi, de lado, as pernas penduradas, o short já descido até a metade da bunda. Os seios pesados roçavam o peito do amigo toda vez que ela se mexia. Cody sentava na poltrona em frente, as pernas abertas, a mão apertando a própria coxa pra não tocar o pau.
— Eu preciso falar uma coisa — Brigitte disse de repente, a voz embriagada de tesão, não de álcool. Ela bebera só meia taça. Os olhos lucidos, perversos. — Pros dois. Sem mentira.
Kofi passou a mão por baixo da camiseta dela e apertou um peito, o polegar rodando o mamilo endurecido. Brigitte gemeu baixinho, empurrou o peito pra frente.
— Fala, vadia — Kofi provocou, beijando o pescoço dela bem na frente do marido.
Ela olhou Cody nos olhos, a boca entreaberta, enquanto o amigo chupava a pele do pescoço.
— Eu sempre fantasi ei com o Kofi. Desde o começo. Imaginava ele me comendo gostoso, me fudendo com essa pica grossa que eu sei que ele tem, enquanto você assiste. Eu gozava escondida no banheiro pensando nisso. Em ser a putinha do seu melhor amigo. Em te transformar num corno manso na nossa própria cama… ou no sofá. Onde desse.
O silêncio pesou. Só a chuva e a respiração acelerada dos três. Cody sentiu o pau latejar dolorido. A humilhação queimava o peito e ao mesmo tempo enchia as bolas dele de porra.
— Você… você quer que eu veja? — ele conseguiu perguntar, a voz falhando.
Brigitte saiu do colo de Kofi, ajoelhou no chão entre as pernas do marido e do amigo, olhando pra cima como uma puta bem treinada.
— Eu quero mais que isso. Eu quero que você aceite. Que você fique aí de pau duro, vendo ele me foder. Que você diga sim. Me deixa ser fodida pelo seu melhor amigo na sua frente, Cody. Me deixa gozar na pica dele gritando que sou uma vadia corna. Você aceita?
Cody olhou pro Kofi. O amigo tinha a mão dentro da própria calça agora, apertando o volume grosso sem pudor. Os olhos escuros, famintos. Brigitte estava de quatro entre eles, a camiseta subida, os seios balançando, o short no meio das coxas, a buceta inchada e brilhando de tesão.
— Aceito — Cody sussurrou, a voz trêmula de vergonha e tesão puro. — Porra… aceito. Fode ela. Fode a minha mulher.
Brigitte soltou um gemido alto, quase um grito de alívio. Levantou na hora, agarrou o rosto de Kofi com as duas mãos e beijou ele com fome. Língua, dente, saliva. O beijo era molhado, barulhento, obsceno. Kofi ergueu ela pelo cu, as mãos grandes afundando nas nádegas, e ela enrolou as pernas na cintura dele. O short caiu no chão. Ela estava nua da cintura pra baixo, a buceta raspada esfregando direto no volume da calça do amigo.
Cody ficou congelado na poltrona, a mão finalmente descendo pro próprio pau, apertando por cima da calça enquanto via a esposa se esfregar no melhor amigo dele como uma cadela no cio.
— Olha o seu corno aí, Brigitte — Kofi falou no meio do beijo, a voz grossa, olhando por cima do ombro dela pro marido. — Olha como ele aperta o pauzinho dele. Corno manso do caralho. Vai ficar só olhando enquanto eu chupo esses peitos e enfio o dedo nessa buceta molhada?
— Vai — ela gemeu, puxando a camiseta pela cabeça e jogando longe. Os seios pesados caíram livres, mamilos escuros e duros. Kofi baixou a cabeça e chupou um com força, a mão direita descendo entre as pernas dela. Dois dedos grossos entraram de uma vez na buceta encharcada. O barulho molhado ecoou na sala junto com o gemido dela. — Ahh, porra… dedos dele são mais grossos que os seus, marido. Tá ouvindo? Tá vendo ele me dedando?
Cody gemeu baixo, abrindo o zíper. Tirou o pau pra fora — vermelho, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Não se masturbou de verdade. Só segurou, apertou a base, se humilhando ainda mais com a própria fraqueza.
Kofi girou Brigitte de costas pra ele, colou o peito nela, uma mão no peito apertando o mamilo, a outra ainda fudendo os dedos pra dentro e pra fora da buceta dela. Ela abriu as pernas pra Cody ver tudo: os lábios rosados se abrindo, o clitóris inchado, o creme branco escorrendo na mão do amigo.
— Fala pra ele o que você quer, puta — Kofi ordenou, mordendo a orelha dela.
— Eu quero a pica dele na minha boca primeiro — Brigitte disse, olhando direto pro marido, a voz quebrada de tesão. — Quero chupar o melhor amigo do meu marido até ele gozar na minha garganta. Depois quero que ele me coma de quatro no meio da sala enquanto você bate punheta de corno. Me fode, Kofi. Me usa. Faz o Cody ver cada centímetro sumindo dentro de mim.
Ela se ajoelhou de novo, agora de frente pra Kofi. Abriu a calça dele com pressa, puxou a cueca pra baixo. O pau do amigo saltou pesado, grosso, mais comprido que o de Cody, a cabeça roxa já molhada. Brigitte soltou um gemido de fome e lambeu a glande inteira, chupando barulhento, a saliva escorrendo pelo pau e pingando no chão de madeira.
Cody apertou o próprio pau com força, quase doendo. A humilhação era completa. Sua esposa de vinte e nove anos, a mulher que ele casara, estava de joelhos chupando o melhor amigo dele com vontade de puta profissional, os olhos marejados de tesão, o cu apertado e a buceta pingando no chão.
Kofi segurou o cabelo dela e enfiou mais fundo, o pau sumindo na garganta. Brigitte engasgou, babou, mas não recuou. Quando puxou pra fora, um fio de saliva ligava a boca dela à pica grossa.
— Seu marido tá se tocando que nem um desesperado — Kofi falou, rindo baixo, sujo. — Corno manso gostoso. Vai ficar aí quietinho enquanto eu fodo a sua mulher até ela gritar meu nome?
— Vou — Cody respondeu, a voz rouca, derrotada e excitada além da conta. — Fode ela. Porra… fode a Brigitte na minha frente.
Ela se virou de quatro no tapete, a bunda empinada, a buceta aberta e piscando. Olhou por cima do ombro pro marido enquanto Kofi se ajoelhava atrás dela, passando a cabeça grossa do pau pra cima e pra baixo na fenda encharcada, sem enfiar ainda.
— Olha bem, amor — ela sussurrou, a voz trêmula de antecipação. — Olha o pau do seu amigo na entrada da minha buceta. Ele vai me foder agora. E eu vou gozar pra caralho sendo a vadia do Kofi. Você vai ver tudo. Cada estocada. Cada gota.
A chuva lá fora caía mais forte, cobrindo o gemido que ela soltou quando Kofi empurrou só a cabeça pra dentro, esticando ela devagar. Cody segurou o pau com as duas mãos, sem se masturbar de verdade, só segurando, humilhado, o peito apertado de ciúme e o saco pesado de porra. O ar cheirava a sexo, a vinho, a chuva e a traição combinada.
Kofi parou com só a glande enterrada, olhou pro Cody e sorriu com maldade.
— Ainda não enfiei tudo, corno. Quer que eu enfie de uma vez? Quer ver a sua esposa gemendo com a pica do seu melhor amigo no fundo do útero?
Brigitte empurrou o quadril pra trás, tentando engolir mais, o cu piscando, a voz já quebrada.
— Enfia… enfia tudo, porra. Me fode na frente dele. Faz o Cody ver o quanto eu gosto de ser puta do amigo dele.
Cody não respondeu com palavras. Só assentiu com a cabeça, o pau latejando na mão, a vergonha e o tesão misturados num nó quente na barriga. A noite ainda estava só começando. A chuva não dava sinal de parar. E a esposa dele estava de quatro, com a buceta aberta e faminta, esperando o resto da pica do melhor amigo entrar até o fundo enquanto ele assistia tudo, o corno manso que ela escolhera naquela noite interminável.
A chuva martelava o telhado com força redobrada quando Kofi cravou o pau inteiro de uma vez só. Brigitte gritou, as unhas cravando no tapete, a buceta se abrindo ao redor daquele tronco grosso que esticava ela até o fundo. Cody viu cada centímetro sumir — as veias saltadas, a base larga esmagando os lábios inchados dela, o saco pesado batendo contra o clitóris. O som molhado, carnudo, encheu a sala junto com o gemido rouco dela.
— Porra, que aperta gostoso — Kofi rosnou, puxando o cabelo dela pra trás. — Sua esposa engole minha pica toda, corno. Olha só. Olha o cu dela piscando.
Cody segurou o próprio pau com mais força, a cabeça já escorrendo pré-gozo. O peito dele ardia. Ciúme puro. Tesão nojento. Ele não conseguia desviar o olhar da bunda de Brigitte empinada, das coxas tremendo, do jeito que a buceta dela se agarrava ao pau do amigo a cada estocada.
Kofi tirou quase tudo e meteu de novo, seco, fundo. O tapa veio logo em seguida — a mão larga estalando na nádega direita, deixando a marca vermelha. Brigitte gemeu alto, empurrou o quadril pra trás pedindo mais.
— Mais forte — ela pediu, a voz quebrada. — Me fode como puta. Me trata que nem a vadia do seu amigo.
Outro tapa. Mais fundo. O pau grosso entrava e saía brilhando de porra dela, o creme branco grudando nas bolas de Kofi. Ele segurou os quadris dela com as duas mãos e meteu sem piedade, o barulho de pele batendo em pele ecoando por cima da chuva.
— Vem cá, corno — Kofi ordenou, rindo sujo. — Chega mais. Quero que você veja de perto essa buceta engolindo minha pica. Olha o tanto que ela goza sendo fodida por mim.
Cody se arrastou de joelhos até perto deles, o pau latejando na mão, o rosto quente de vergonha. De perto o cheiro era mais forte — sexo, suor, a buceta dela escorrendo. Ele via os lábios rosados se abrindo e fechando em volta do pau de Kofi, o clitóris inchado sendo esmagado a cada investida.
Brigitte virou o rosto, os olhos marejados de tesão, e olhou direto pro marido enquanto Kofi a fodia sem parar.
— Tá vendo, amor? — ela ofegou. — Tá vendo o pau grosso do seu melhor amigo sumindo dentro de mim? Ele me enche toda. É tão mais grosso… ahh, porra… tão mais gostoso.
Kofi puxou o pau pra fora de repente. A buceta dela ficou aberta, piscando, o creme escorrendo pela coxa. Ele se sentou no sofá, o pau ereto apontando pro teto, molhado dela, e puxou Brigitte pelo cabelo.
— Chupa primeiro, vadia. Chupa limpo olhando pro seu corno.
Ela se ajoelhou entre as pernas dele na hora, a boca faminta. Envolveu a glande com os lábios e desceu, engolindo até a garganta. O som molhado, engasgado, encheu o ar. Saliva escorria pelo pau, pingava no sofá. Brigitte chupava com fome, a língua rodando, as bochechas fundas, e o tempo todo olhava para Cody — olhos vidrados, boca cheia, lágrimas de esforço nos cantos.
— Olha pra ele enquanto mama — Kofi mandou, empurrando a cabeça dela pra baixo. — Deixa o corno ver como a mulher dele engole pica de verdade.
Cody se masturbava agora de verdade, a mão subindo e descendo no pau vermelho, a vergonha queimando mais forte que o tesão. Cada gemido dela, cada engasgo, cada vez que ela puxava o pau pra fora com um fio de saliva ligando a boca à glande… ele sentia as bolas pesarem.
— Que pau gostoso — ela sussurrou, lambendo do saco até a ponta. — Muito melhor que o do meu marido. Mais grosso, mais comprido… porra, Kofi, eu adoro chupar você.
Kofi puxou ela pra cima. Brigitte montou no colo dele de frente, as pernas abertas, a buceta descendo devagar sobre a pica ereta. Os dois gemeram juntos quando ela engoliu tudo até o fundo. Ela começou a cavalgar — devagar no começo, o quadril rebolando, os seios balançando pesados na cara dele. Kofi chupou um mamilo com força, as mãos afundando nas nádegas, abrindo ela pra Cody ver o pau sumindo e saindo brilhando.
— Mais rápido, puta — ele mandou, dando um tapa na bunda. — Fode. Mostra pro seu corno como você gosta de pau de verdade.
Brigitte acelerou. O sofá rangeu. Ela subia e descia com vontade, o cu batendo nas bolas dele, a buceta fazendo barulho molhado de foda. Os gemidos dela ficavam mais altos, mais sujos.
— Ahh, porra… seu pau é muito melhor que o do Cody! — ela gritou, olhando pro marido enquanto rebolava. — Muito mais grosso… me enche toda… me fode tão fundo… eu gozo tanto sendo a sua vadia, Kofi! Olha, marido, olha eu gozando na pica do seu amigo!
Cody batia punheta rápido, o rosto torcido de humilhação e tesão. Via tudo: o pau grosso de Kofi esticando a buceta da esposa, o creme branco escorrendo, os seios dela quicando, a boca aberta gemendo o nome do outro homem. Ele estava prestes a gozar só de ver.
Kofi segurou os quadris dela e meteu pra cima com força, estocando fundo enquanto ela cavalgava. O tapa ecoava. Outro. Outro.
— Vadia do amigo do seu marido — ele rosnou no ouvido dela. — Puta de sofá. Corno manso aí olhando a mulher ser arrombada. Fala mais alto. Fala pra ele.
— O pau dele é melhor! — Brigitte gritou, a voz falhando. — Muito melhor! Eu adoro ser fodida por ele na sua frente, Cody! Eu sou a vadia do Kofi agora! Ahh, porra, vou gozar… vou gozar na pica grosso dele!
Ela gozou primeiro — o corpo travando, a buceta pulsando, o líquido escorrendo pelo pau de Kofi e molhando o sofá. Os gemidos saíam altos, sem vergonha, enquanto ela continuava rebolando no orgasmo. Kofi mordeu o ombro dela e gozou logo em seguida, enterrado até o fundo, jorrando porra quente dentro da buceta dela em jatos longos. Cody viu o saco dele contrair, viu o excesso branco começar a escorrer imediatamente pela base quando ela ainda se mexia.
Cody gozou também — punheta desesperada, a porra saindo fraca, suja, caindo no tapete entre as próprias pernas. A humilhação era completa. Ele tinha gozado só de assistir a esposa ser creampie pelo melhor amigo.
Eles respiravam pesado. A chuva lá fora não parava. Brigitte ainda montada, o pau de Kofi amolecendo dentro dela, a porra branca já escorrendo pelas coxas, pingando no sofá. Ela se levantou devagar, a buceta aberta e suja, o creampie grosso descendo pela perna interna. Caminhou até Cody ainda de joelhos e se abaixou. Beijou a boca dele fundo, a língua suja de saliva e gosto de pau alheio, o corpo quente e molhado de sexo colado no dele. Cody sentiu o gosto dela, sentiu o cheiro da porra do amigo.
— Agora você é oficialmente o meu corno — ela sussurrou contra a boca dele, a voz baixa, safada, satisfeita. — Meu corno manso. Minha putinha de marido. Eu te amo assim.
Kofi riu, o peito suado, o pau ainda brilhando. Levantou, deu um tapinha no ombro de Cody como se nada tivesse acontecido de demais, como se fosse só mais um fim de semana entre amigos.
— Vamos repetir sempre que chover, mano — disse, a voz grossa de satisfação. — Toda vez. Sua mulher goza gostoso demais na minha pica. Você viu a cara dela.
Cody ficou ali, o pau mole e sujo na mão, o gosto do beijo dela ainda na língua, a porra do amigo escorrendo pela coxa da esposa bem na frente dele. A chuva continuava caindo sem fim no telhado. Ele olhou para Brigitte — nua, suada, o creampie pingando no chão de madeira — e para Kofi, que já se ajeitava no sofá como se a casa fosse dele.
Algo emperrou no peito. O tesão ainda latejava, quente e sujo, mas por baixo vinha uma coisa fria, pesada. Arrependimento. Dúvida. A imagem dela gozando gritando que o pau do outro era melhor não saía da cabeça. O beijo dela no final, carinhoso e cruel ao mesmo tempo. A risada do amigo. A frase “sempre que chover”.
Cody engoliu em seco. A vergonha queimava, mas agora misturada com um medo quieto de que aquilo não fosse só uma noite de chuva. De que ela tivesse gostado demais. De que ele também tivesse gostado demais — e odiado isso. O barulho da chuva enchia a sala. Ninguém falava mais nada. Só o pingar da porra no chão e o coração dele batendo alto demais no peito, já se perguntando o que diabos eles tinham acabado de começar.
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