Proibido Entre Barricas
Lucas, um enólogo negro de 28 anos, fode gostoso a turista portuguesa Gwen, casada e branca de 32, entre as barricas da adega.
A adega parecia um templo silencioso, com o aroma denso de carvalho úmido e vinho envelhecido pairando no ar como um segredo bem guardado. Lucas, enólogo negro de 28 anos, andava devagar entre as barricas antigas da vinícola familiar no interior de Minas Gerais. Seus braços fortes, moldados pelo trabalho diário com tonéis pesados, relaxavam ao lado do corpo enquanto ele observava a mulher que havia pedido a degustação particular. Gwen era uma turista portuguesa branca de 32 anos, casada, que tinha se separado do grupo principal alegando querer explorar sozinha. O vestido leve de linho colava sutilmente nas curvas dos quadris e dos seios fartos, e sua pele clara contrastava com a penumbra quente do lugar.
Ela parou ao lado de uma barrica centenária, passando os dedos pela madeira como se estivesse tocando pele. Seus olhos azuis subiram devagar pelo corpo dele, parando no peito largo que o camisa de algodão mal disfarçava. Lucas sentiu o peso daquele olhar. Não era curiosidade turística. Era fome. Ele pigarreou, tentando manter o tom profissional.
— Essa barrica tem mais de vinte anos. O vinho aqui dentro ganha notas de baunilha e tabaco, mas o verdadeiro sabor vem do tempo... do contato lento.
Gwen sorriu, um sorriso safado que não combinava com a aliança dourada no dedo anelar. Ela deu um passo à frente, reduzindo o espaço entre eles até o cheiro dela — perfume caro misturado com o calor do dia — invadir o nariz dele.
— Tempo... contato lento... Você fala como quem sabe exatamente como fazer uma mulher sentir cada segundo, Lucas. Olha pra você... esse corpo forte, esses braços grossos, essa pele escura tão perfeita. Me deixa molhada só de imaginar como deve ser tocar nisso tudo.
As palavras saíram diretas, sem filtro, e o pau de Lucas respondeu imediatamente, engrossando dentro da calça jeans. Ele pensou em como era perigoso: ela casada, turista, branca, ali sozinha com um negro mineiro no meio das barricas. Mas o desejo nos olhos dela era tão cru que ele não conseguiu fingir indiferença.
— Gwen... você é casada — murmurou ele, a voz rouca.
— E você é exatamente o que eu sempre quis provar. Um negão de verdade. Continua explicando o vinho... ou prefere explicar com as mãos?
Ela se aproximou mais. Os seios roçaram o braço dele, os bicos duros visíveis sob o tecido fino. Lucas sentiu o calor do corpo dela, a respiração acelerada. A tensão sexual era tão densa quanto o ar da adega. Ele pousou a mão na barrica ao lado da cabeça dela, inclinando-se até quase tocar seus lábios.
— Você não faz ideia do que tá pedindo, branquinha. Se eu começar, não vou parar.
Gwen lambeu os lábios, os olhos brilhando de tesão.
— Então não para. Eu sempre fantasiava com um homem negro me pegando forte. Meu marido me come rápido e sem graça. Quero sentir um pauzão preto me abrindo inteira. Me toca, Lucas. Agora.
O “agora” saiu como um gemido baixo. Lucas não resistiu mais. Suas mãos grandes e escuras agarraram a cintura fina dela com força, puxando-a contra o corpo. O beijo foi bruto, faminto, línguas se enrolando com urgência enquanto ele a prensava contra a barrica de madeira velha. Gwen gemeu na boca dele, as unhas cravando nos ombros largos. A mão direita de Lucas desceu rápido, subindo pelo interior das coxas macias e brancas até enfiar por baixo do vestido. Seus dedos grossos encontraram a calcinha rendada completamente encharcada, o tecido grudado na boceta inchada.
— Caralho, Gwen... você tá pingando. Essa bucetinha branca já tá pronta pro meu pau.
— É pra você, negão. Tira isso e me come. Eu quero agora.
O tesão explodiu. Lucas girou o corpo dela com facilidade, levantando-a contra a barrica até os pés dela mal tocarem o chão. Com um puxão seco, rasgou a calcinha fina, jogando o pedaço de renda no chão de terra batida. Ele se ajoelhou rápido, abrindo as pernas dela com as mãos fortes. A boceta de Gwen era rosada, depilada, os lábios inchados brilhando de tanto mel. Ele não esperou. Enterrou o rosto ali, chupando com força, a língua larga lambendo do cu até o clitóris latejante.
Gwen gritou de prazer, as mãos agarrando a cabeça dele.
— Ai, meu negão! Isso... chupa minha buceta, porra! Lambe gostoso, vai!
O som molhado da boca dele devorando ela ecoava entre as barricas. Lucas sugava o clitóris, enfiava a língua fundo na entrada apertada, sentindo o gosto doce e salgado do tesão dela escorrendo pelo queixo. Ele metia dois dedos grossos enquanto chupava, curvando-os para acertar o ponto certo. Gwen rebolava no rosto dele, gemendo alto, sem se importar se alguém ouvia.
— Meu Deus, que boca boa... você mama melhor que meu marido nunca mamou na vida. Me faz gozar, negão, me faz gozar na sua cara preta!
Ela gozou pela primeira vez com um tremor violento, os sucos jorrando na língua dele. Lucas se levantou lambendo os lábios, o pau latejando dolorosamente. Abriu a calça, tirando o pauzão negro grosso, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Gwen olhou com olhos vidrados de desejo.
Lucas a virou de costas, empinando aquela bunda branca e redonda contra ele. Segurou o pau pela base e esfregou a cabeça na entrada melada antes de meter tudo de uma vez, fundo, até as bolas baterem no clitóris.
— Toma esse pau preto, sua casada safada — rosnou ele, começando a estocar forte no estilo cachorrinho.
Cada metida fazia os seios dela balançarem. Ele dava tapas pesados na bunda branca, deixando marcas vermelhas na pele clara.
— Tá gostando de levar tapa na bunda de negão, Gwen? Olha como sua bucetinha branca engole meu cacete inteiro.
— Sim! Me fode, Lucas! Me arromba com esse pauzão preto! Mais forte, porra! Eu sou sua branquinha puta hoje!
Os tapas ecoavam. Lucas metia fundo, segurando os quadris dela com força, o suor escorrendo pela pele escura e pingando nas costas claras de Gwen. Ele a virou de frente depois de minutos, levantando uma perna dela sobre o ombro largo, abrindo-a completamente. Agora se olhavam nos olhos, suados, ofegantes. O pau entrava e saía devagar e fundo, esfregando o clitóris a cada estocada.
— Olha pra mim enquanto eu te como, Gwen. Olha esse pau negro te enchendo. Seu marido nunca vai te dar isso.
— Nunca... me fode assim, meu negão gostoso. Me usa. Goza dentro de mim, enche minha buceta de porra preta quente. Eu quero sentir você latejando dentro.
Os gemidos ficaram mais altos, sujos, interraciais. Lucas acelerou, batendo forte, a barrica rangendo com o impacto. Gwen cravou as unhas nos braços dele, gozando pela segunda vez com um grito agudo que ecoou pela adega.
— Tô gozando no seu pau, negão! Ai, caralho!
O aperto da boceta dela ordenhando o pau foi demais. Lucas urrou, metendo até o fundo e gozando grosso, jatos quentes e abundantes enchendo a buceta branca até transbordar, escorrendo pelas coxas dela.
Ainda tremendo de prazer, Gwen deslizou para o chão de joelhos. Pegou o pau ainda meio duro, melado de porra e do mel dela, e enfiou na boca com vontade. Chupou devagar, limpando cada gota, a língua passando pelas veias, engolindo tudo com gemidos satisfeitos.
— Delícia de porra... — murmurou ela, lambendo os lábios.
Eles se arrumaram rindo cúmplices, o suor secando na pele, o cheiro de sexo misturado ao vinho. Gwen ajeitou o vestido, sem calcinha, a buceta ainda latejando e vazando gozo. Antes de sair da adega para voltar ao grupo onde o marido a esperava, ela parou na porta, olhando para Lucas com um sorriso que prometia problemas.
— Isso não termina aqui, negão. Meu marido vai querer ir embora amanhã... mas eu vou dar um jeito de voltar pra você hoje à noite. Guarda esse pau pra mim.
Ela piscou, o corpo ainda tremendo levemente, e desapareceu entre as sombras das barricas, deixando Lucas com o coração acelerado e o pau já meio duro de novo, sabendo que o risco só estava começando.
A noite havia caído pesada sobre a vinícola, e Lucas permanecia entre as barricas centenárias, o corpo ainda eletrificado pela lembrança do encontro anterior. Seu pau, mesmo meio mole agora, latejava dentro da calça jeans só de pensar na boceta rosada e apertada daquela portuguesa branquinha. "Caralho, que vadia safada", pensou ele, passando a mão pelo rosto escuro e suado. "Casada, com aliança no dedo, e veio até aqui implorar por rola de negão. A pele dela é tão clara que até marca fácil com meus tapas... se o marido dela souber, vai ser o fim da linha pra mim." Ele ajustou uma das torneiras de uma barrica, fingindo trabalho, mas o coração batia como tambor. O aroma de carvalho e vinho não conseguia disfarçar o cheiro de sexo que ainda parecia impregnado no ar.
O rangido da porta de madeira velha o fez virar rápido. Gwen entrou devagar, o vestido de linho agora com o decote mais aberto, os seios fartos quase saltando a cada passo. Seus cabelos loiros estavam soltos, bagunçados pelo vento da noite mineira, e os olhos azuis dela brilhavam com uma fome que não tinha diminuído nem um pouco. Ela fechou a porta atrás de si e caminhou direto para ele, os quadris rebolando de propósito.
— Não aguentei esperar até amanhã, Lucas. Meu marido está roncando no quarto do hotel, todo satisfeito com o vinho de hoje. Eu disse que ia dar uma volta pra ver as estrelas... mas as únicas estrelas que eu quero ver são as que você me faz enxergar quando mete esse pauzão preto em mim.
Lucas não respondeu com palavras. Avançou como um animal, agarrando a nuca dela com uma mão grande e escura enquanto a outra apertava a bunda redonda por baixo do vestido. O beijo foi ainda mais bruto que o primeiro, línguas se chocando, saliva trocando, gemidos abafados ecoando entre as barricas. Ele a prensou contra uma das tonéis de carvalho, sentindo a madeira fria nas costas dela contrastando com o calor que emanava do corpo branco. Seus dedos subiram pelas coxas macias, separando-as sem pedir licença, e encontraram a boceta completamente encharcada, inchada e latejante.
— Porra, Gwen... você tá mais molhada que antes. Essa bucetinha branca vive babando por mim, né? — rosnou ele contra a boca dela, enfiando dois dedos grossos de uma vez, curvando-os para massagear o ponto G enquanto o polegar girava no clitóris.
Gwen jogou a cabeça para trás, batendo levemente na barrica, e mordeu o lábio inferior para não gritar alto demais.
— Ai, meu negão... sim, eu fiquei o dia todo pensando nisso. Enquanto meu marido falava besteira sobre as vinhas, eu só imaginava você me arrombando. Tira esse vestido logo. Quero ficar pelada pra você.
Ele obedeceu com urgência. Puxou o linho para cima, jogando o vestido sobre uma barrica próxima. Gwen ficou completamente nua, o corpo branco e curvilíneo brilhando de suor na penumbra amarelada da adega. Os seios pesados balançavam a cada respiração ofegante, os bicos rosados duros e pedindo boca. Lucas se abaixou, abocanhando um deles com força, sugando e mordendo enquanto a mão livre espalmava o outro, apertando até deixar marcas vermelhas na pele clara. O contraste das mãos negras contra os peitos brancos o deixava louco.
— Olha como esses peitos de branca ficam bonitos nas minhas mãos pretas — murmurou ele, trocando de seio e lambendo o vale entre eles. — Seu marido deve ser um idiota pra não chupar isso aqui todo dia.
Gwen segurava a cabeça dele, empurrando-o para baixo, o tesão fazendo suas pernas tremerem.
— Ele não sabe fazer nada direito. Continua descendo, Lucas. Quero sua língua no meu cu de novo. Ninguém nunca lambeu meu cu antes de você hoje.
Ele sorriu contra a barriga dela, descendo devagar, beijando cada centímetro de pele clara até se ajoelhar no chão de terra batida. Abriu as nádegas brancas e firmes com as duas mãos grandes, expondo o cuzinho rosado e piscante e a boceta escorrendo mel. Primeiro lambeu devagar a extensão toda, do clitóris inchado até o anel apertado, saboreando o gosto salgado e doce dela. Depois focou no cu, enfiando a língua larga e grossa o máximo que conseguia, fodendo o buraco com movimentos circulares enquanto dois dedos voltavam a invadir a buceta.
Gwen rebolava desesperada, uma mão agarrada na borda da barrica, a outra puxando os cabelos curtos dele.
— Isso, negão! Lambe meu cu gostoso! Enfia essa língua preta bem fundo no meu rabinho... caralho, tô virando puta pra você!
O som molhado da boca dele devorando os dois buracos enchia a adega. Lucas sentia o pau latejar dolorosamente contra a calça, a cabeça roxa babando pré-gozo. Ele se levantou, abriu o zíper e tirou o pauzão negro inteiro, veias saltadas, grosso como o pulso dela. Gwen caiu de joelhos imediatamente, como se estivesse sedenta.
— Me deixa chupar esse monstro de novo. Quero engolir até o fundo hoje.
Ela abriu a boca ao máximo, os lábios claros esticando ao redor da glande roxa. Lucas segurou a cabeça loira com as duas mãos e começou a foder a boca dela com estocadas controladas no início, depois mais profundas. Gwen engasgava, baba escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios, mas não parava. Os olhos azuis lacrimejavam de esforço e tesão enquanto ela tentava engolir mais da metade do cacete preto.
— Olha pra você... branquinha casada de joelhos chupando rola de mineiro negro. Que puta linda você é — grunhiu ele, sentindo a garganta dela apertar ao redor da cabeça.
Depois de minutos de boquete babado, ele a puxou para cima, virou-a de costas e a inclinou sobre a barrica mais baixa. Segurou o pau pela base e esfregou a cabeça grossa na entrada melada da buceta antes de meter tudo de uma vez, até as bolas pesadas baterem contra o clitóris. Gwen soltou um grito abafado de prazer puro.
— Ai, meu Deus! Como é grande... me abre inteira, Lucas! Me arromba com esse pauzão preto!
Ele começou a estocar forte, o som de pele contra pele ecoando seco entre as barricas. Uma mão segurava o quadril dela com força, a outra dava tapas pesados na bunda branca, deixando marcas vermelhas que o excitavam ainda mais. Cada metida fazia os seios dela balançarem para frente e para trás. Lucas olhava o contraste hipnótico: seu pau negro desaparecendo na boceta rosada e clara, saindo brilhando de mel e porra.
— Toma, sua casada vadia. Essa bucetinha branca agora é minha. Sente como ela engole tudo? Seu marido nunca vai chegar nem perto disso.
— Nunca! Eu sou sua puta branca hoje, negão! Mete mais forte, me faz gozar no seu cacete de novo!
Ele acelerou, batendo fundo e rápido, o suor escorrendo do peito largo e negro pingando nas costas claras dela. Gwen gozou pela primeira vez nessa segunda rodada com um tremor violento, a boceta apertando como um punho, esguichando mel quente que escorria pelas coxas brancas.
Sem tirar o pau de dentro, Lucas a virou de frente, levantou uma das pernas dela alto, quase encostando no ombro dele, e voltou a meter olhando nos olhos azuis. Agora era mais íntimo e sujo ao mesmo tempo. Ele via o rosto dela se contorcer de prazer a cada estocada profunda que esfregava o clitóris.
— Goza pra mim de novo, Gwen. Quero sentir essa buceta branca ordenhando meu pau preto.
Ela cravou as unhas nos braços musculosos dele, o corpo branco brilhando de suor.
— Tô quase... não para, por favor! Me usa como quiser!
O segundo orgasmo veio mais forte, fazendo ela arquear as costas e gritar o nome dele. O aperto foi demais. Lucas urrou, metendo até o talo e explodindo dentro dela. Jatos grossos e quentes de porra preta inundaram a buceta branca, transbordando ao redor do pau ainda enterrado, escorrendo em fios grossos pelas coxas trêmulas dela até pingar no chão de terra.
Eles ficaram assim por longos minutos, ofegantes, colados, o pau ainda pulsando dentro dela enquanto os últimos espasmos de prazer percorriam os corpos. Finalmente, ele saiu devagar, o cacete semi-duro brilhando de mistura de gozos. Gwen deslizou até o chão, exausta, com um sorriso satisfeito nos lábios inchados de tanto chupar.
— Delícia... sua porra tá escorrendo toda de mim. Vou voltar pro hotel assim, sentindo você vazar a noite inteira.
Ela se vestiu devagar, ainda trêmula, deu um último beijo molhado nele e sussurrou:
— Isso não termina aqui, meu negão. Amanhã eu dou um jeito de escapar de novo.
Gwen saiu pela porta da adega, o vestido colando no corpo suado, a buceta latejando cheia de porra. O que Lucas não sabia, e nunca saberia, era que o marido dela esperava acordado no hotel, pau pequeno na mão, ansioso para ouvir cada detalhe sórdido de como um enólogo negro de 28 anos tinha arrombado a esposa branca de 32. Era o jogo deles havia anos: ela caçava paus grandes em viagens, ele gozava ouvindo as histórias depois. Gwen sorriu na escuridão do caminho, já pensando nas palavras exatas que usaria para descrever como o pauzão preto dele tinha feito ela gozar mais vezes em uma hora do que o marido em um ano inteiro. O segredo estava bem guardado dentro dela, misturado ao leitinho quente que ainda escorria entre suas pernas.
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