Vapor Proibido com a Vizinha Recém-Divorciada

Lucas, 26 anos, fode gostoso a vizinha Hana, 42, recém-divorciada e melhor amiga da madrasta, metendo na buceta e no cu dela no

11 min read September 17, 2026New

Eu sou o Lucas, vinte e seis anos, e voltei pra casa dos meus pais depois da faculdade porque o aluguel em São Paulo tava me comendo vivo. Meu quarto de adolescente, a mesma cama de solteiro, o quintal com a grama que meu pai ainda me manda cortar. Do lado, literalmente do outro lado do muro baixo de concreto, mora a Hana. Quarenta e dois anos, recém-divorciada, melhor amiga da minha madrasta Noelle desde a faculdade delas. Eu cresci vendo ela aparecer em churrascos de aniversário, sempre educada, sempre com aquele sorriso de mulher que já viu muita coisa. Só que depois da separação algo mudou. Ela começou a passar as tardes no quintal dela de shortinho curto, daqueles que sobem quando ela se abaixa pra pegar uma folha, e blusinhas finas sem sutiã. Os peitos pesados balançando de leve, os mamilos marcando o tecido quando ventava.

No começo era só “oi, Lucas, tudo bem?” por cima do muro. Depois os olhares demoraram mais. Eu fingia que só estava cortando a grama, suado, sem camisa, e ela ficava deitada na espreguiçadeira lendo, óculos na ponta do nariz, as pernas abertas o bastante pra eu enxergar a sombra da calcinha. O coração batia forte. Se Noelle descobrisse, a amizade de décadas ia pro saco e o casamento dos meus pais virava zona. Hana era proibida de todas as formas possíveis: vizinha, amiga da madrasta, mulher mais velha, recém-separada. E eu batia punheta quase toda noite pensando exatamente nisso.

Uma noite quente de verão, depois de um churrasco em casa, a coisa explodiu. Noelle e meu pai já tinham subido, meio bêbados de vinho. Eu estava no quintal juntando as cadeiras quando o celular vibrou. Mensagem da Hana: “Lucas, desculpa a hora. Você consegue me ajudar a trocar uma lâmpada aqui? A da sala queimou e eu não alcanço”. O peito apertou. Respondi que ia já. Pulei o muro baixo como fazia quando menino e entrei pela porta dos fundos que ela deixou entreaberta.

A casa cheirava a perfume doce e a madeira quente. Hana estava no meio da sala vestida só com um robe de seda curto, cor de vinho, amarrado frouxo na cintura. Os cabelos castanhos soltos caíam nos ombros. Quando ela viu, sorriu daquele jeito cúmplice que eu já conhecia do quintal.

— Obrigada, garoto. A lâmpada é aquela ali em cima do lustre. Eu subi, mas fiquei com medo de cair.

Eu peguei a escada que ela já tinha deixado aberta. Enquanto eu subia, ela segurou a base. O robe abriu “sem querer” quando ela ergueu o braço. Não usava nada por baixo. A buceta depilada, os lábios grossos, os peitos pesados caindo pra fora, mamilos escuros e duros. Eu quase soltei a lâmpada. Desci devagar, o pau já duro pra caralho dentro da bermuda.

— Hana…

— Eu sei o que você tá vendo — ela disse baixo, a voz rouca. Não fechou o robe. Deixou ele aberto, os olhos nos meus. — Desde que você voltou e começou a cortar a grama sem camisa, eu fico molhada. Fantasio com você entrando aqui e me comendo no sofá. Batia punheta pensando em mim, não batia?

Eu engoli em seco.

— Batia. Toda noite. Pensando nessa buceta, nesses peitos, em foder a amiga da minha madrasta.

Ela deu um passo à frente, pegou minha mão e colocou no peito dela. O mamilo roçou minha palma. O beijo veio quente, molhado, cheio de dente e língua. Eu empurrei ela contra a parede, o robe caindo pelos ombros. As mãos dela abriram meu short, puxaram o pau pra fora. Já estava latejando, grosso, a cabeça brilhando de pré-gozo.

— Que pau gostoso, caralho — ela murmurou contra minha boca. — Vem pro sofá.

No sofá da sala, Hana se ajoelhou entre minhas pernas. Encarou meu pau como quem finalmente vai comer o que vinha negando. Passou a língua devagar da base até a cabeça, chupou só a glande primeiro, depois engoliu fundo até a garganta. Eu gemí, a mão nos cabelos dela.

— Isso, chupa esse pau, puta. Chupa o garoto safado da vizinha.

Ela gemeu com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo, olhando pra cima. Chupava com fome, a mão masturbando o que não cabia, a outra apertando os próprios peitos. Eu sentia a garganta dela se abrindo, o reflexo dela, e mesmo assim ela empurrava mais fundo. Quando eu puxei o cabelo dela pra cima, os lábios estavam vermelhos e brilhantes.

— Agora eu quero essa buceta — falei.

Virei ela de quatro no braço do sofá. O rabo redondo, a pele macia, a buceta já pingando. Passei a cabeça do pau pra cima e pra baixo nos lábios molhados e enfiei de uma vez. Ela gritou abafado no almofada.

— Porra, Lucas… que pau grosso… mete forte.

Eu meti. Fundo, seco no começo e depois escorregando fácil de tanto gozo dela. Segurei os quadris e fodi com vontade, a buceta apertando, molhando minhas bolas. O barulho molhado enchia a sala. Ela empurrava o cu pra trás, pedindo mais.

— Fode a mulher casada do lado — ela gemia, a voz alta demais. — Fode a amiga da sua madrasta, garoto safado. Me usa.

Puxei o pau da buceta, ainda pingando, e encostei a cabeça no cu apertado dela. Ela olhou por cima do ombro, os olhos vidrados.

— Mete no cu também. Quero os dois.

Empurrei devagar. O anel cedeu, quente e estreito pra caralho. Ela gemeu longo, a mão indo na própria boceta pra se esfregar enquanto eu entrava. Quando enfiou até o meio, comecei a foder o cu com estocadas curtas e depois fundo. Alternava. Tirava do cu e metia na buceta molhada, depois voltava pro cu, cada vez mais fácil. Hana tremia, gemia alto, falava putaria sem parar.

— Isso… fode meus buracos… sou sua puta proibida agora… mete, mete fundo…

Eu segurei o cabelo dela num rabo de cavalo, puxando a cabeça pra trás, e fodi a buceta com tudo. O pau latejando, as bolas batendo. Senti o gozo subindo.

— Vou gozar dentro — avisei.

— Goza. Enche essa buceta. Me marca.

Gozei grosso, jatos quentes fundo nela, segurando o cabelo e falando baixo no ouvido dela:

— Agora você é minha puta proibida. A vizinha da casa ao lado. A melhor amiga da minha madrasta. Minha.

Ela gozou junto, a buceta latejando ao redor do meu pau, o corpo inteiro tremendo. Ficamos assim uns segundos, ofegantes, meu porra escorrendo pela coxa dela quando eu saí.

Ainda estávamos no sofá, suados, o robe dela jogado no chão, quando ouvi o barulho. Do outro lado do muro, a porta dos fundos da minha casa abrindo. Voz da Noelle chamando meu nome, baixa, mas clara na noite quente.

— Lucas? Você tá aí fora ainda?

Hana se congelou debaixo de mim. Meu pau ainda semi-duro, o gozo dela e o meu misturados na buceta inchada. Os olhos dela se arregalaram, misturando tesão e pânico. Eu tapiei a boca dela com a mão, o coração disparado, e fiquei escutando os passos da minha madrasta no quintal, cada vez mais perto do muro.

Eu tapiei a boca da Hana com a mão e fiquei imóvel, o pau ainda semi-duro pingando gozo misturado na coxa dela. O coração batia tão forte que eu tinha certeza que a Noelle ia ouvir do outro lado do muro. Os passos dela se aproximavam. A grama úmida da noite rangia debaixo dos pés descalços da minha madrasta.

— Lucas? Tá aí? Achei que você tinha sumido — a voz dela vinha baixa, meio embriagada ainda do vinho.

Hana tremia debaixo de mim. Os olhos dela brilhavam no escuro da sala, um misto de pânico e tesão doentio. Eu sentia a buceta dela latejando, ainda cheia da minha porra, e o cu apertadinho que eu tinha acabado de foder. Sem querer, meu pau deu uma pulsada e ela soltou um gemido abafado contra a minha palma. Eu apertei mais forte, me inclinando no ouvido dela.

— Cala a boca, puta. Se ela ouvir, a gente se fode — sussurrei.

Do lado de fora, a Noelle parou perto do muro. Eu ouvi o barulho dela apoiando as mãos no concreto.

— Lucas, se você tiver aí, responde. Tô preocupada.

Silêncio. Eu quase não respirava. Hana mexeu devagar a mão e grudou os dedos no meu braço, as unhas cravando. O cheiro de sexo pairava pesado na sala — porra, perfume doce dela, suor. Se a Noelle pulasse o muro como eu tinha pulado, acabava tudo: a amizade de décadas, o casamento dos meus pais, eu virando o genro safado que comeu a melhor amiga da madrasta no sofá.

Depois de uns segundos eternos, os passos se afastaram. A porta dos fundos da minha casa bateu de leve. Só então eu tirei a mão da boca da Hana. Ela soltou o ar num gemido rouco, o peito subindo e descendo rápido.

— Porra, Lucas… quase — ela falou baixinho, a voz rouca de tanto gemer antes. — Quase a Noelle te pega com o pau enterrado na amiga dela.

Eu não respondi. Ainda tava por cima dela, o joelho entre as pernas abertas, vendo o gozo escorrer daquela buceta inchada e vermelha. O cu dela continuava um pouco aberto, brilhante. Aquele risco tinha me deixado mais duro de novo. O pau latejou contra a barriga dela.

Hana percebeu. Sorriu daquele jeito sujo, cúmplice, e puxou minha nuca pra baixo.

— Continua — murmurou contra minha boca. — Mete de novo. Agora. Antes que o medo passe.

Eu beijei ela com fome, mordendo o lábio inferior, a língua invadindo. Levantei o quadril, montei a cabeça do pau de novo na entrada molhada e enfiei de uma vez só. Hana arqueou as costas, os peitos pesados balançando, mamilos duros roçando meu peito.

— Ah, caralho… assim… fundo — ela gemia baixo agora, controlando o volume. — Fode essa buceta cheia da sua porra.

Comecei a meter com estocadas longas e profundas. O barulho molhado era nojento e gostoso pra caralho — o gozo antigo lubrificando, misturando com o novo tesão que escorria dela. Segurei uma coxa dela e abri mais, enfiando até as bolas baterem. Cada vez que eu entrava fundo, ela revirava o olho e mordia o próprio pulso pra não gritar.

— Você é doida — falei no ouvido dela, confessional, a voz rouca. — Amiga da minha madrasta, recém-divorciada, me chamando pra trocar lâmpada e acabando com o cu e a buceta arrombados no sofá. Se a Noelle soubesse…

— Ela não sabe — Hana cortou, a mão descendo entre nós pra apertar minhas bolas. — E se souber, eu nego. Agora me come. Quero gozar de novo com esse pau grosso.

Virei ela de lado no sofá, uma perna dela pra cima no meu ombro. Enfiei de novo, mais fundo ainda nessa posição, e comecei a foder com vontade, o quadril batendo. A mão livre apertava o peito pesado dela, o polegar esfregando o mamilo escuro. Hana gemía abafado no braço do sofá, a buceta apertando ritmada, molhando tudo.

— Mete no cu de novo — ela pediu de repente, a voz trêmula. — Quero sentir os dois buracos arderem amanhã quando eu encontrar a Noelle no mercado.

Puxei o pau da buceta, enchi os dedos de gozo e saliva e esfreguei no cu apertado dela. Empurrei a cabeça devagar. O anel cedeu com aquele gemido longo dela, quente e estreito pra porra. Entrei até o meio, depois fundo. Hana se masturbava frenética na boceta enquanto eu fodia o cu com estocadas firmes, cada vez mais rápidas.

— Isso… arromba o cu da vizinha… sou sua puta proibida, Lucas… mete, mete fundo nesse cuzinho — ela falava baixinho, as palavras sujas saindo entre gemidos.

Eu segurei o cabelo dela num rabo, puxando a cabeça pra trás, e fodi o cu com tudo. O sofá rangia. Suor escorria pelas minhas costas. Olhava pra baixo e via meu pau sumindo naquele buraco rosado, os lábios da buceta inchados e brilhantes logo abaixo. Alternava de novo: tirava do cu, metia na buceta molhada até o fundo, voltava pro cu. Hana tremia inteira, a perna no meu ombro espasmando.

— Vou gozar — ela avisou, a voz falhando. — Não para… porra, não para…

Ela gozou forte, a buceta contraíndo nos meus dedos quando eu enfiei dois enquanto metia no cu. O corpo dela se contorceu, um jato quente molhando minha mão e o sofá. Eu não aguentei. Senti as bolas subirem, o pau latejando grosso dentro do cu apertado.

— Dentro do cu — gemi. — Vou encher esse cu.

— Enche. Me marca todinha — ela respondeu, ainda gozando.

Gozei fundo no cu dela, jatos quentes, o corpo travando, a mão no cabelo puxando. Fiquei latejando lá dentro, despejando tudo, até não sobrar nada. Quando saí, a porra escorreu imediatamente, branca e grossa, descendo pelo cu até a buceta e a coxa. Hana ficou deitada de lado, ofegante, o robe jogado no chão, os peitos marcados de vermelho das minhas mãos, a boca entreaberta.

Ficamos quietos uns minutos. Eu sentei no chão da sala, as costas na parede, o pau mole e sujo descansando na coxa. O cheiro de sexo era impossível de esconder. Pela janela entreaberta ainda vinha o silêncio do quintal. A Noelle tinha voltado pra dentro, mas eu ficava imaginando ela no quarto com meu pai, sem saber que o enteado tinha acabado de gozar no cu da melhor amiga dela.

Hana se sentou devagar, limpando a coxa com a barra do robe. Olhou pra mim, o cabelo bagunçado, os lábios inchados. Por um segundo o sorriso safado sumiu.

— A gente não podia ter feito isso — ela falou baixo, quase pra si mesma. — Eu tô divorciada tem três meses. A Noelle me ligou ontem chorando porque tava com saudade dos tempos de faculdade. E eu tô aqui com o gozo do filho dela escorrendo do cu.

Eu engoli em seco. O tesão ia embora rápido agora, deixando só o peso no peito. Levantei, puxei a bermuda, o pau ainda sujo grudadinho no tecido.

— Eu… preciso ir — falei. — Antes que ela desça de novo.

Hana assentiu, mas não me beijou na saída. Só puxou o robe e se cobriu. Eu saí pela porta dos fundos, pulei o muro baixo de volta pro meu quintal. A grama estava fria nos pés. A casa dos meus pais silenciosa. No meu quarto de solteiro, deitei na cama estreita e fiquei olhando o teto.

O cheiro dela ainda tava na minha pele. O gosto da boca dela. A memória do cu apertando enquanto eu gozava. Mas agora vinha junto uma coisa errada, pesada: a voz da Noelle chamando meu nome no escuro, a amizade de décadas que eu tinha acabado de trair por uma foda proibida, e a certeza de que amanhã, quando eu olhasse pro muro, nada ia ser simples de novo. Eu tinha fodo a vizinha. Tinha marcado a melhor amiga da minha madrasta. E no silêncio do quarto, pela primeira vez, não tinha certeza se o gosto disso na boca era só tesão ou arrependimento puro.

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