Surpresa Molhada na Piscina Depois do Expediente

Depois do expediente, a recepcionista negra Aisha de 28 anos e o segurança branco Sergio de 35 anos se pegam gostoso e molhado na piscina do clube.

13 min read September 16, 2026New

Após o expediente, o clube ficava mergulhado num silêncio que parecia carregar eletricidade. Aisha, a recepcionista negra de 28 anos, havia ficado até mais tarde para organizar as planilhas, os recibos e as porras todas que o dia jogara em cima dela. O uniforme colado no corpo suado deixava marcas úmidas nas axilas e entre os seios fartos. O ar estava pesado, úmido, e sua buceta pulsava de calor acumulado. Ela trancou a recepção, olhou pros dois lados e caminhou direto pra área da piscina, o coração já batendo mais rápido só de imaginar a água fria lambendo sua pele.

Sergio, o segurança branco de 35 anos, alto, ombros largos e ascendência europeia marcada no tom de pele clara e nos olhos verdes atentos, terminava a última ronda. Ele já tinha checado os corredores, os vestiários e agora parava na borda da piscina vazia, o feixe da lanterna varrendo as espreguiçadeiras. O homem estava cansado, mas o corpo ainda tenso, o pau meio inchado dentro da calça por causa do calor e da monotonia que sempre o deixava com a cabeça cheia de fantasias proibidas.

Foi então que ele a flagrou.

Aisha achava que estava sozinha. Parou sob a luz azulada da piscina, respirou fundo e começou a tirar o uniforme com gestos lentos, quase ritualísticos. A blusa saiu primeiro, revelando os seios pesados, redondos, com aureolas escuras e mamilos já duros como pedrinhas. O sutiã caiu no chão. Depois veio a saia, deslizando pelas coxas grossas e bem torneadas, até a calcinha preta ser puxada pra baixo. A buceta dela, completamente depilada, brilhava com uma fina camada de suor. A bunda empinada, redonda, negra e macia, balançou quando ela ergueu os braços pra prender o cabelo. Sergio, escondido na sombra de uma palmeira, sentiu o pau endurecer de uma vez, esticando o tecido da calça como se quisesse rasgar.

Ela mergulhou. O corpo negro cortou a água com um splash gostoso. Quando emergiu, gotas escorriam pelos seios, pelos bicos endurecidos, descendo pela barriga até o monte liso da buceta. Aisha gemeu de puro alívio, passando as mãos pelo próprio corpo, apertando os seios, sentindo os mamilos latejarem. Foi nesse momento que seus olhos encontraram os dele.

Não houve grito. Não houve susto. Apenas um olhar faminto de ambos os lados. Aisha mordeu o lábio inferior, os olhos descendo direto pro volume monstruoso que agora marcava a frente da calça dele. Sergio engoliu em seco, o peito subindo e descendo rápido. O desejo era tão cru, tão óbvio, que o ar entre eles pareceu ferver. Ela sorriu devagar, um sorriso de quem sabe exatamente o que quer.

— Tá aí parado olhando o que, grandão? — a voz dela saiu rouca, molhada de tesão. — Se eu tô pelada aqui, é porque quero refrescar essa pele preta toda suada. Mas agora que você me viu... vem pra água, Sergio. Não fica aí com esse pau todo duro escondido.

Ele soltou um riso baixo, quase um grunhido.

— Caralho, Aisha… você não faz ideia de quantas vezes eu fantasiei com esse corpo. Essa pele negra brilhando, essa bunda empinada, esses peitos pesados… Eu batia punheta pensando em te foder bem aqui, depois do expediente.

Aisha riu, rouca, e nadou até a borda mais próxima dele. Seus seios boiavam na água, os bicos escuros apontando pra cima.

— Olha o tamanho dessa barraca na sua calça, hein? Tá latejando pra mim? Então para de falar e vem mostrar o quanto um branco gostoso como você quer comer uma pretinha safada.

Sergio não pensou duas vezes. Tirou a camisa, revelando o peito largo e definido, depois a calça. O pau saltou livre, grosso, branco, com veias saltadas e a cabeça rosada já babando pré-gozo. Ele pulou na piscina. Aisha foi logo pra cima dele, colando o corpo molhado no dele. Os seios pesados esmagaram contra o peito musculoso, os mamilos roçando a pele clara enquanto ela passava os braços em volta do pescoço dele.

— Quero sentir esse pau branco bem fundo — sussurrou ela, roçando a buceta aberta na coxa dele. — Me mostra, vai. Me come gostoso.

O beijo veio violento, faminto. Línguas se enrolando, saliva trocando, dentes mordendo lábios. As mãos de Sergio apertaram a bunda dela com força, abrindo as nádegas, um dedo atrevido roçando o cuzinho piscando. Aisha gemeu na boca dele e agarrou o pau grosso, masturbando devagar debaixo d’água, sentindo as veias pulsarem na palma da mão. O contraste da pele negra dela contra o pau branco dele era sujo, excitante, e ambos gemiam só de sentir aquilo.

Eles se moveram até a borda. Sergio a levantou como se ela não pesasse nada. As pernas grossas de Aisha se enrolaram na cintura dele, os calcanhares cravados nas costas. Com um gemido gutural, ele alinhou a cabeça grossa do pau na entrada molhada da buceta negra e meteu fundo, num só golpe. Aisha jogou a cabeça pra trás e soltou um grito rouco de prazer.

— Ai, caralho! Que pau grosso… me rasga toda!

Sergio começou a foder com força, os quadris batendo contra a bunda molhada dela, a água splashando pra todo lado. Cada estocada fazia os seios dela pularem, os mamilos roçando no peito dele. Ele sentia a buceta quente, molhada e apertada sugando seu pau, os lábios negros agarrando a base a cada vez que ele enterrava até o saco.

— Porra, Aisha… sua bucetinha preta é tão quente e molhada… tá me apertando todo, sua puta gostosa.

Ele a fodeu assim por longos minutos, o som molhado dos corpos ecoando no clube vazio. Depois, sem tirar o pau de dentro, ele a carregou pra fora da piscina e a virou de quatro sobre uma espreguiçadeira. A bunda redonda e brilhante ficou empinada pra ele. Sergio deu um tapa forte, a palma clara marcando a pele escura.

— Rebola essa bunda pra mim, sua puta safada!

Aisha gemeu alto e rebolou, fazendo a carne da bunda tremer. Ele meteu de novo, fundo, batendo os quadris contra ela com força bruta. Os tapas estalavam — um, dois, três — enquanto ele a chamava de tudo:

— Isso, toma no cu não, toma nessa buceta preta mesmo, sua vadia molhada. Rebola mais, porra!

Ela rebolava como uma cadela no cio, empinando mais, pedindo:

— Me bate mais forte, Sergio! Me fode como se fosse dono dessa buceta! Eu sou sua pretinha safada hoje!

Depois de deixar a bunda dela marcada de tapas vermelhos, ele puxou o pau brilhando de mel e Aisha se virou rápido, ajoelhando no chão molhado. Ela engoliu o pau até a garganta, saliva escorrendo pelos cantos da boca, babando no queixo e pingando nos seios. Chupava com fome, olhos marejados olhando pra cima, língua girando na cabeça grossa, sugando as bolas pesadas uma por uma.

— Que pau delicioso… cheiroso de buceta e cloro — murmurou ela antes de engolir de novo, garganta apertando.

Sergio segurou o cabelo dela e fodeu sua boca por um tempo, depois a puxou pra cima. Aisha sentou nele na espreguiçadeira, de frente, e começou a cavalgar com força bruta. Os seios pulavam na cara dele, que os chupava e mordia os mamilos enquanto ela descia batendo a bunda contra as coxas dele. O pau entrava e saía brilhando, a buceta negra inchada e vermelha de tanto meter.

— Tô gozando, caralho! Me enche! — gritou ela, rebolando desesperada, o clitóris roçando na base do pau grosso.

O orgasmo dela foi violento. A buceta apertou como um punho, esguichando um pouco de mel claro que escorreu pelas bolas dele. Sergio rugiu, segurou a bunda dela com as duas mãos e explodiu lá dentro, jatos grossos e quentes de porra branca enchendo a buceta negra até transbordar, escorrendo pela fenda e pingando na espreguiçadeira.

Ofegantes, suados, rindo baixinho de puro tesão satisfeito, eles saíram da piscina. Sergio pegou uma toalha e ajudou Aisha a se secar, passando as mãos devagar pelos seios, pela barriga, pela buceta ainda pingando mistura de porra e mel. Ele a ajudou a vestir a calcinha e o uniforme, demorando os dedos nas curvas como se não quisesse parar de tocar.

— Isso foi foda demais — murmurou ele, voz ainda rouca. — Vamos repetir essa suruba molhada toda semana depois do expediente, Aisha? Toda semana eu quero te comer gostoso assim.

Ela sorriu, puxou ele pela camisa e deu um beijo sujo, lento, línguas se lambendo, o gosto de sexo ainda fresco na boca dos dois.

— Toda semana, sim. Prometo. Agora vamos apagar as luzes e…

Um barulho seco veio do corredor que levava aos vestiários. Um clique. Depois silêncio. Os dois se olharam, ainda com a respiração acelerada, o pau de Sergio meio duro novamente dentro da calça e a buceta de Aisha latejando, vazando porra quente pela coxa. O clube deveria estar vazio. Deveria.

Aisha lambeu os lábios, o olhar ainda cheio de tesão e agora também de uma adrenalina nova.

— Você ouviu isso? — sussurrou ela, apertando a mão dele.

Sergio apertou a bunda dela por cima do uniforme, o dedo roçando onde a calcinha já estava molhada de novo.

— Ouvi. Mas se for segurança extra… ou alguém que ficou pra trás… a gente não terminou aqui não, pretinha.

Eles se olharam, o desejo ainda queimando forte, o corpo pedindo mais, enquanto o barulho distante se repetia baixinho no escuro do clube. A noite estava longe de acabar.

O coração de Aisha ainda martelava quando o barulho seco se repetiu, agora mais perto, como passos abafados no corredor dos vestiários. Ela apertou a coxa contra a perna de Sergio, sentindo a buceta latejar e a porra dele escorrendo quente pela pele negra, encharcando a calcinha que acabara de vestir. O risco fez sua pele arrepiar, mas não de medo — era tesão puro, cru, que fazia os mamilos duros roçarem o tecido úmido do uniforme. “Porra, se alguém aparecer agora vai nos ver assim, suados e cheirando a sexo… e isso só me deixa mais molhada”, pensou ela, mordendo o lábio inferior enquanto olhava para o volume que já voltava a crescer na calça do segurança.

Sergio respirava pesado, os olhos verdes fixos na boca carnuda dela. Aos 35 anos, ele já tinha visto muita coisa nas rondas noturnas, mas nada como aquela recepcionista negra de 28 anos, com corpo de dar água na boca, pedindo mais depois de ter sido arrombada na beira da piscina. Ele agarrou a bunda dela por cima da saia, apertando a carne macia e redonda, sentindo o calor que ainda irradiava dali.

— Se for o outro cara… que se foda — rosnou ele baixinho, puxando Aisha para mais perto até o pau semiduro pressionar contra a barriga dela. — Eu ainda não terminei de comer essa buceta preta. Você quer mais, não quer, sua safada?

Aisha sorriu, safada, e enfiou a mão dentro da calça dele, agarrando a rola grossa que latejava. Os dedos escuros contrastavam com a pele clara do pau, e ela começou a masturbar devagar, sentindo as veias saltadas pulsarem na palma.

— Quero sim, caralho. Quero que você me foda de novo, bem molhado, bem sujo. Esse barulho tá me deixando louca… imagina se alguém chegar e nos ver assim, eu toda cheia da sua porra branca.

Eles não foram longe. Voltaram para a borda da piscina, onde a luz azulada ainda tremulava na água. Sergio arrancou a camisa novamente, exibindo o peito largo e branco, marcado por suor. Aisha tirou a blusa do uniforme pela cabeça, deixando os seios pesados e escuros balançarem livres, os bicos pretos duros como pedras. A saia e a calcinha molhada de porra caíram no chão de azulejo com um ploc úmido. Com um gemido rouco, ela pulou na água primeiro, o corpo negro cortando a superfície e emergindo logo depois, gotas brilhando nos ombros, nos seios fartos, escorrendo pelo ventre liso até o monte depilado da buceta inchada.

Sergio mergulhou atrás, emergindo colado nela. As mãos grandes dele agarraram os quadris dela debaixo d’água, erguendo uma das pernas grossas de Aisha e prendendo em volta da cintura dele. O pau branco, agora totalmente duro, roçava a entrada melada, misturando o cloro com o esperma que ainda vazava dela.

— Olha como você tá aberta… toda arrombada pela minha rola e ainda quer mais — sussurrou ele no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Essa bucetinha negra é viciada em pau de branco, né? Fala pra mim.

— Sou sim… sou sua puta negra viciada — gemeu Aisha, rebolando a cintura para sentir a cabeça grossa pressionando o clitóris inchado. — Enfia logo, Sergio. Me rasga de novo. Quero sentir esse contraste todo dentro de mim enquanto alguém pode aparecer a qualquer momento.

Com um grunhido animal, ele alinhou e meteu fundo, num golpe só, até as bolas pesadas baterem contra a bunda empinada dela. A água splashou forte ao redor dos corpos, ondas pequenas batendo nas bordas da piscina. Aisha jogou a cabeça para trás, boca aberta num gemido rouco que ecoou no clube vazio. A buceta dela, quente e apertada, sugava o pau branco como se não quisesse soltar nunca mais. Cada estocada fazia os seios pesados pularem na superfície da água, os mamilos escuros cortando a água fria e ficando ainda mais duros.

Sergio segurava a coxa dela com força, os dedos brancos afundando na carne negra enquanto metia com ritmo bruto, quase violento. O som molhado dos quadris batendo, da água se agitando, misturava com os gemidos baixos dos dois. Ele olhava para baixo, hipnotizado pelo jeito como os lábios pretos da buceta dela se esticavam ao redor da grossura clara da rola, engolindo tudo até a base e deixando uma espuma branca de porra velha e mel novo.

— Porra, Aisha… olha isso. Sua xota preta tá me ordenhando, tá engolindo minha pica toda. Você é a melhor vadia que eu já comi depois do expediente. Rebola mais, vai… mostra pra mim como essa bunda negra sabe trabalhar.

Aisha obedeceu, rebolando o quadril em círculos enquanto ele continuava metendo. A água entrava e saía da buceta junto com o pau, criando um barulho obsceno e delicioso. Ela sentia cada centímetro dele roçando fundo, batendo no ponto que a fazia ver estrelas. “Meu Deus, esse homem me fode como ninguém… o pau dele é tão grosso, tão branco contra minha pele escura. Quero que ele me encha de novo, quero vazar porra até amanhã”, pensou ela, cravando as unhas nos ombros largos dele.

Eles se moveram juntos para a parte rasa, onde Sergio podia ficar de pé com firmeza. Ele a virou de costas, empinando a bunda dela contra a borda. Aisha se apoiou nos azulejos molhados, pernas abertas, enquanto ele metia de novo por trás, agora com tapas estalando na carne molhada. Cada tapa deixava uma marca rosada na pele negra, e Aisha gemia mais alto, pedindo mais.

— Me bate, caralho! Me trata como sua pretinha particular! Eu sou sua puta de piscina, Sergio… fode esse cu também se quiser, mas não para de meter nessa buceta!

Ele não esperou duas vezes. Cuspiu na mão, passou saliva no cuzinho piscando dela e pressionou o polegar primeiro, abrindo devagar enquanto o pau continuava destruindo a buceta. Aisha soltou um grito abafado de prazer, empinando mais, sentindo os dois buracos sendo usados. O dedo dele entrava e saía no ritmo das estocadas, abrindo o anel apertado.

— Quer no cu agora, sua safada? Quer sentir minha rola branca arrombando esse cuzinho preto também?

— Quero… me dá tudo hoje — pediu ela, voz falhada de tesão.

Sergio tirou o pau brilhando de mel, alinhou a cabeça grossa no cuzinho e empurrou devagar, centímetro por centímetro. Aisha respirava fundo, relaxando, até sentir as bolas dele batendo contra a buceta vazia. A dor inicial virou prazer bruto. Ele começou a foder o cu dela com força controlada, a água da piscina batendo contra os corpos a cada investida. Uma das mãos dele foi para a frente, esfregando o clitóris inchado dela enquanto a outra puxava o cabelo crespo molhado.

— Toma no cu, sua negra gostosa… tá apertando minha pica toda. Que delícia de rabo, porra. Rebola nele, vai, mostra que você aguenta.

Aisha rebolava como uma cadela no cio, sentindo o pau grosso esticar o cu de um jeito que a fazia tremer inteira. O contraste das peles, o som da água, o risco do barulho que ainda ecoava distante — tudo deixava o momento ainda mais sujo e intenso. Ela sentiu o orgasmo subir rápido, violento.

— Tô gozando… ai, caralho, tô gozando no cu, Sergio!

O corpo dela convulsionou, a buceta esguichando na água mesmo sem nada dentro, o cu apertando o pau dele como um punho quente. Sergio rugiu, segurou a bunda dela com as duas mãos e meteu até o fundo, explodindo jatos grossos de porra quente bem no intestino dela. Ele gozou tanto que quando tirou o pau, o cuzinho piscou e deixou escorrer uma mistura branca que se dissolveu na água azulada da piscina.

Eles ficaram ali, ofegantes, colados na borda. Sergio ainda tinha o pau meio duro encostado na bunda dela, as mãos passeando devagar pelos seios pesados, apertando os mamilos sensíveis. Aisha virou o rosto, encontrou a boca dele num beijo lento, molhado, línguas se enrolando preguiçosas, o gosto de cloro e sexo na saliva dos dois. “Ainda sinto ele latejando dentro de mim… porra branca enchendo meu cu e minha buceta. Quero repetir isso toda noite”, pensou ela, sorrindo contra os lábios dele, o corpo ainda tremendo com os resquícios do orgasmo.

O barulho se repetiu mais perto, um clique metálico seguido de passos leves. Aisha apertou as coxas, sentindo mais porra escorrer, e Sergio passou o braço ao redor da cintura dela, protetor e possessivo ao mesmo tempo. Os dois ainda respiravam rápido, peles coladas, o afterglow quente e pegajoso os envolvendo como a água da piscina.

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