Invocando o Marido da Melhor Amiga
Lucas, de 34 anos, não resiste e fode com força a mulher do seu melhor amigo, Yvonne, de 29.
Lucas, um homem casado de 34 anos, estava sozinho na casa grande e silenciosa desde que a esposa viajara para uma reunião importante em outro estado. O teto do quarto parecia mais baixo que o normal, como se o peso dos pensamentos proibidos o esmagasse. Ele rolava o celular na mão quando o nome de Yvonne apareceu na tela. Aos 29 anos, ela era a esposa de Warrick, seu melhor amigo desde a faculdade, o cara que confiava nele cegamente. A mensagem era simples: “Lucas, pode ficar na nossa casa uns dias enquanto viajo para resolver uns assuntos da família? Warrick viajou ontem e eu não quero deixar tudo sozinho. Te devo essa.”
Ele sentiu o pau pulsar só de ler. Aceitou. Duas horas depois, estacionava na garagem da casa deles, no condomínio arborizado da zona sul. Yvonne abriu a porta antes mesmo que ele tocasse a campainha. O short jeans era tão curto que a barra de baixo mal cobria a metade inferior da bunda redonda e empinada. A blusa fina de alcinha deixava os seios médios, firmes, quase saltando para fora, os bicos castanhos marcados no tecido como se implorassem por atenção. Os cabelos castanhos caíam soltos até os ombros bronzeados, e o sorriso dela era puro pecado.
“Finalmente, Lucas. Entra, vou te mostrar tudo de novo.” Ela o abraçou forte, colando o corpo quente no dele por tempo demais. Os seios macios pressionaram seu peito. Ele sentiu o cheiro dela — perfume caro misturado com aquele aroma natural de mulher que sempre o deixava louco. “Você sempre foi tão responsável… e tão forte. Fico molhada só de imaginar você aqui, cuidando da minha casa.”
Lucas engoliu em seco. Porra, ela tá flertando descaradamente. Sabe que eu quero comer ela há anos. Warrick é meu irmão, caralho. Eu não posso. Mas o pau já endurecia dentro da calça jeans enquanto ela andava na frente, rebolando devagar, mostrando a curva perfeita da bunda que o short não conseguia esconder. Ela se inclinava para apontar interruptores, deixava a blusa cair para o lado revelando parte do seio, ria baixo quando ele desviava o olhar. “Você me olha assim desde que eu casei com o Warrick, né? Eu gosto. Me sinto desejada de verdade.”
Quando ela finalmente pegou a mala pequena e foi embora, deu um beijo no canto da boca dele, quase roçando os lábios. “Qualquer coisa me liga. E… sinta-se em casa. Use o que quiser.” A porta se fechou. Lucas ficou parado no meio da sala, coração batendo forte, pau latejando. A casa cheirava a ela. Ele tentou resistir. Tomou uma cerveja gelada, assistiu TV sem prestar atenção, mas o quarto do casal o chamava como um vício.
Subiu as escadas devagar. Empurrou a porta. A cama king size ainda estava desfeita do lado dela. Abriu a gaveta da cômoda com as mãos tremendo. Ali estavam as calcinhas — rendadas, minúsculas, algumas com mancha clara do dia anterior. Pegou uma preta de cetim, levou ao nariz e inalou fundo. O cheiro forte, doce e almiscarado da buceta de Yvonne invadiu suas narinas. “Caralho, Yvonne… que buceta cheirosa da porra,” murmurou, voz rouca. Sentou na beira da cama, abaixou a calça, pegou o pau grosso, veioso, já babando pré-gozo na cabeça rosada. Enrolou a calcinha no pau e começou a bater punheta lenta, olhos fechados, imaginando o corpo dela cavalgando nele, traindo o marido bem ali naquela cama.
A porta do quarto se abriu sem barulho.
Yvonne estava parada ali, bolsa no ombro, olhos verdes fixos nele. Tinha voltado mais cedo — o voo cancelado, o táxi rápido. Em vez de gritar ou ficar brava, um sorriso safado e lento se abriu nos lábios carnudos. Ela largou a bolsa, fechou a porta atrás de si e trancou.
“Eu sempre soube que você fazia isso quando ficava sozinho aqui,” disse ela, voz baixa e cheia de tesão. Aos 29 anos, Yvonne parecia uma gata no cio. “Eu deixo as calcinhas usadas de propósito. Queria que você cheirasse minha buceta, Lucas. Porque eu também quero. Quero trai o Warrick com você desde a primeira vez que te vi olhando pra minha bunda.”
Lucas ficou paralisado, pau latejando na mão, calcinha ainda enrolada na base. Ela não esperou. Tirou a blusa devagar, deixando os seios bonitos pularem livres, mamilos duros como pedrinhas. Desceu o short e a calcinha fina de uma vez, revelando a boceta depilada, inchada, brilhando de tesão. Sentou na poltrona em frente à cama, abriu as pernas grossas e macias, e começou a se tocar na frente dele. Dois dedos deslizaram entre os lábios molhados, fazendo um barulhinho obsceno de buceta encharcada.
“Olha pra mim, Lucas. Admite. Diz alto o quanto você quer foder a mulher do seu melhor amigo. Diz que quer meter esse pauzão na buceta da Yvonne, na mesma buceta que o Warrick come todo sábado à noite.”
Ele respirou fundo, a vergonha e o tesão misturados queimando no peito. “Eu quero, Yvonne. Quero pra caralho. Quero comer a esposa do Warrick faz anos. Quero te foder nessa cama dele, te fazer gritar meu nome enquanto ele tá longe. Quero gozar dentro dessa bucetinha proibida.”
Yvonne gemeu alto, enfiando dois dedos mais fundo, o polegar girando no clitóris inchado. “Então vem. Vem aqui.” Ele se levantou, pau balançando pesado, e foi até ela. Os corpos colidiram. O beijo foi bruto, faminto — línguas se enrolando, saliva escorrendo, dentes batendo. As mãos grandes dele agarraram os seios dela, apertando forte, torcendo os mamilos enquanto ela gemia na boca dele. Yvonne segurou o pau grosso, sentindo as veias pulsarem, masturbando devagar, espalhando o pré-gozo com o polegar.
“Ninguém pode saber disso, Lucas,” sussurrou ela entre beijos molhados, mordendo o lábio inferior dele. “Isso fica entre nós. Warrick nunca pode descobrir que o melhor amigo dele tá prestes a destruir a buceta da mulher dele. Promete.”
“Prometo. É nosso segredo sujo,” respondeu ele, descendo a boca para chupar um mamilo com força, sugando até ela arquear as costas. Yvonne agarrou os cabelos dele, empurrando a cabeça para baixo. Ele caiu de joelhos, nariz colado na boceta quente. O cheiro era ainda mais forte ao vivo. Lambeu uma vez, longa, da entrada até o clitóris, sentindo o gosto doce e salgado. Ela tremeu.
“Sim… chupa a buceta do seu melhor amigo, Lucas. Lambe tudo que o Warrick não sabe comer direito.” Ele obedeceu, enfiando a língua dentro dela, fodendo com a boca enquanto ela rebolava no rosto dele, molhando seu queixo inteiro. As pernas dela tremiam. Ele se levantou, pau roçando na entrada melada, a cabeça grossa pressionando os lábios inchados, abrindo-os devagar.
Yvonne olhou nos olhos dele, voz implorando, desesperada: “Toma o que sempre foi proibido. Me fode agora. Enfia esse caralho todo de uma vez na minha boceta. Eu preciso sentir você me traindo o Warrick. Me usa, Lucas. Me fode forte como a puta proibida que eu sou pra você.”
O pau dele latejava na entrada, prestes a invadir, o corpo dela tremendo de expectativa, a respiração dos dois misturada, o peso do tabu deixando tudo ainda mais sujo e irresistível. A tensão pairava no ar, pesada como eletricidade antes da tempestade. Nenhum dos dois iria parar agora… mas ainda não era o suficiente. Ainda não.
Lucas não conseguiu mais se controlar. Com um grunhido gutural, ele agarrou Yvonne pela cintura, os dedos afundando na carne macia e quente dos quadris dela, e a ergueu da poltrona como se fosse uma boneca. O corpo nu de 29 anos da mulher do seu melhor amigo colidiu contra o peito largo dele por um segundo, os seios médios e firmes pressionando sua pele suada, antes que ele a jogasse com força bruta sobre a cama king size do casal. Yvonne quicou no colchão, o edredom amassado ainda com o cheiro de Warrick misturado ao dela, e soltou um gemido agudo de pura excitação, as pernas se abrindo automaticamente, revelando a buceta depilada, inchada e brilhando de tesão.
Ele subiu na cama como um predador, o pau grosso e veioso balançando pesado entre as pernas, a cabeça rosada babando pré-gozo. Mesmo ela já estando completamente nua, Lucas pegou a calcinha fina que ela havia descartado no chão, rasgou o tecido rendado com as mãos grandes num gesto selvagem, o som do rasgo ecoando como uma profanação definitiva. Jogou os pedaços para o lado e mergulhou o rosto entre as coxas grossas e macias dela. Sua língua lambeu com fome voraz, longa e larga, da entrada encharcada até o clitóris inchado, saboreando o gosto doce, salgado e almiscarado que ele tanto havia inalado das calcinhas escondidas. Chupou o botão sensível com força, sugando e girando a língua enquanto enfiava dois dedos grossos fundo na buceta apertada, sentindo as paredes internas pulsarem e espremerem seus dedos como se quisessem ordenhá-los.
Yvonne segurou a cabeça dele com as duas mãos, cravando as unhas no couro cabeludo, rebolando desesperada contra o rosto dele. O queixo de Lucas estava encharcado, o nariz enterrado na carne quente, e ele grunhia enquanto comia, o som obsceno de boceta molhada enchendo o quarto. “Me come, Lucas! Me come com essa boca, caralho!”, ela gemia alto, a voz rouca e quebrada, misturando o tabu na cabeça: “Chupa a buceta da mulher do seu melhor amigo… me faz esquecer que o Warrick existe!” O corpo dela tremia, os seios subindo e descendo rápido, mamilos duros como pedras. Lucas sentia o peso da traição apertar o peito — Warrick, o irmão de faculdade, o cara que dividira tudo com ele —, mas isso só deixava seu pau mais duro, latejando contra o lençol enquanto ele devorava a esposa do amigo com fome insaciável. Yvonne gozou pela primeira vez ali, jorrando na língua dele, as coxas apertando sua cabeça como um torno, gemendo palavras sujas que ecoavam no quarto proibido.
Sem dar tempo para ela recuperar o fôlego, Lucas a virou de quatro com brutalidade, as mãos grandes espalmando a bunda redonda e empinada. O pau grosso cutucou a entrada melada, e ele meteu tudo de uma vez, até o fundo, sentindo a buceta quente e escorregadia engolir cada centímetro veioso. “Toma, puta do melhor amigo!”, rosnou ele, começando a foder com força bruta, o som de pele contra pele estalando alto no quarto silencioso. Cada estocada fazia a cama ranger, o corpo dela sacudindo para frente. Ele deu um tapa forte na bunda esquerda, a marca rosada aparecendo instantaneamente na pele bronzeada, depois outro na direita, alternando enquanto metia mais fundo, o saco pesado batendo no clitóris inchado. “Essa é a buceta que o Warrick fode todo sábado? Agora ela é minha, sua vadia traidora. Rebola nessa rola do melhor amigo dele!”
Yvonne empinava a bunda ainda mais, empurrando para trás para encontrar cada investida, o suor escorrendo pelas costas, colando os cabelos castanhos na nuca. “Sim! Me fode mais forte, Lucas! Sou a puta do seu melhor amigo… me usa nessa cama dele!”, gritava ela, o prazer misturado à culpa tornando tudo mais intenso. Lucas sentia cada contração da buceta dela ao redor do pau, o calor apertado sugando-o, o cheiro de sexo preenchendo o ar. Seus pensamentos giravam: Isso vai destruir tudo se ele descobrir. Mas eu não consigo parar. Essa mulher é minha fraqueza há anos. Ele acelerou, segurando os quadris dela com força suficiente para deixar marcas, metendo como um animal, o suor pingando do peito dele nas costas dela.
Depois de longos minutos de foda selvagem, ele a puxou pelo cabelo, virou o corpo dela de frente com um movimento rápido e levantou as pernas grossas de Yvonne, apoiando os tornozelos nos próprios ombros largos. A posição dobrava o corpo dela ao meio, a buceta exposta e aberta, brilhando com a mistura de sucos. O pau dele deslizou de novo para dentro, agora batendo ainda mais fundo, a cabeça grossa roçando o ponto mais sensível a cada estocada brutal. Yvonne arranhava as costas dele com as unhas, deixando marcas vermelhas que desciam até a lombar, o corpo tremendo inteiro. “Lucas… porra, você é tão fundo assim… me enche toda!”, ela gritava, os olhos revirando de prazer.
Ele metia com precisão cruel, o suor dos dois se misturando, os corpos colados num ritmo implacável. Sentia as bolas contraírem, o orgasmo subindo como uma onda irresistível. “Vou gozar dentro, Yvonne… tomar o que é do Warrick”, avisou ele com voz rouca. Ela gozou primeiro, gritando o nome dele a plenos pulmões: “Lucas! Caralho, Lucas, eu tô gozando!”, o corpo convulsionando, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes, unhas cravadas nas costas dele até quase sangrar. O grito dela ecoou pelo quarto, puro êxtase proibido. Lucas não aguentou mais. Com um rugido, enterrou o pau até o talo e explodiu, jatos grossos e quentes de porra enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas enquanto ele continuava metendo devagar, prolongando o prazer.
Ofegantes e suados, os corpos ainda unidos, Lucas e Yvonne se olharam por um longo momento antes de se beijarem com cumplicidade profunda, línguas se enrolando devagar, sem pressa, selando o pacto sujo. “Isso vira um segredo permanente entre nós”, murmurou ele contra os lábios carnudos dela, ainda sentindo a buceta pulsar ao redor do pau amolecendo. “Ninguém nunca pode saber. Nem o Warrick, nem ninguém.” Yvonne sorriu, maliciosa, passando as unhas leves nas costas arranhadas dele. “Combinado. E eu vou continuar te chamando para ‘cuidar da casa’ sempre que meu marido viajar. Vai ser nosso código safado. Da próxima vez quero você me comendo na cozinha, no sofá, em todo canto que ele acha que é dele.”
Eles se levantaram devagar, corpos doloridos e satisfeitos, trocando olhares cúmplices enquanto se vestiam. Já saíam do quarto planejando o próximo encontro proibido, marcando datas, imaginando novas formas de trair o marido pelas costas, o tesão pelo proibido já renascendo entre eles como uma chama que nunca mais se apagaria.
Warrick nunca descobriria que o melhor amigo havia acabado de gozar dentro da esposa dele na própria cama do casal.
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