A Amiga do Casal que Elas Não Conseguiram Resistir
Duas amigas adultas, Ana de 32 e Clara de 29, não resistem e se entregam a um sexo lésbico selvagem na casa de praia.
A casa de praia parecia ainda maior sem a presença de André. Ana, uma executiva de 32 anos casada com ele há seis anos, observava o mar pela janela da sala quando Clara desceu as escadas vestindo apenas um biquíni mínimo, daqueles que mal cobriam os mamilos e a fenda da buceta. Clara, de 29 anos, designer gráfica lésbica assumida, sempre fora direta, mas naquele fim de semana prolongado, com André tendo viajado de última hora por causa de uma reunião emergencial em São Paulo, o ar entre elas mudou.
Clara parou na porta, os olhos percorrendo o corpo de Ana sem vergonha nenhuma. A luz dourada da tarde batia em sua pele bronzeada, destacando as curvas cheias da amiga: os seios pesados por baixo da blusa fina, a cintura marcada e a bunda redonda que o short curto não conseguia esconder.
— Porra, Ana... você tá foda demais. Sempre foi. Essa bunda grossa, esses peitos que balançam quando você anda... eu passo meses fantasiando com você, sabia? Sonhando com minha boca entre suas coxas, chupando essa buceta até você tremer e implorar.
Ana sentiu o rosto queimar. Ela cruzou os braços, mas o gesto só apertou os seios um contra o outro, deixando os bicos evidentes. Por dentro, o coração martelava. Fazia meses que Ana se tocava no banho pensando em Clara — na boca carnuda da amiga, nas mãos dela, no jeito como ela olhava para mulheres como se quisesse devorá-las. Era proibido. Ela era casada. Mas o desejo queimava cada vez mais forte.
— Clara... para. Eu sou casada com o André. Você é minha melhor amiga — murmurou, a voz rouca, traída pelo jeito como suas coxas se apertaram uma na outra, sentindo a calcinha umedecer.
Clara deu um passo à frente, o sorriso safado crescendo.
— Mas você também sente, né? Eu vejo como você me olha quando o André não tá prestando atenção. Confessa, Ana. Diz que já imaginou minha língua na sua buceta.
Ana respirou fundo, o peito subindo e descendo. O silêncio da casa só amplificava o som das ondas.
— Eu... confesso. Há meses eu não consigo parar de pensar em você. É errado, mas... eu quero. Quero pra caralho.
O sol já pintava o céu de laranja e rosa quando as duas abriram a segunda garrafa de vinho na varanda. Sentadas lado a lado no sofá de palha, o vento morno do mar bagunçava os cabelos delas. O álcool soltava as línguas e os olhares. Clara, com as pernas cruzadas, deixou o joelho roçar na coxa de Ana de propósito.
— Seus seios são uma delícia, Ana. Olha o tamanho, o jeito que eles esticam o tecido. Eu quero morder esses mamilos até você gemer meu nome. E essa boca... caralho, essa boca foi feita pra chupar clitóris. Imagino você de joelhos, língua pra fora, lambendo minha buceta molhada.
Ana bebia o vinho devagar, as bochechas vermelhas, a buceta latejando dentro do biquíni que ela havia trocado para acompanhar a amiga. Cada palavra de Clara fazia seu corpo reagir. Seus mamilos estavam duros como pedrinhas.
— Sua bunda é perfeita, Clara. Tão empinada, tão durinha... eu já me toquei pensando em morder ela, em enfiar a cara entre essas nádegas. E sua boca... eu fico molhada só de imaginar ela chupando meus peitos.
Clara se inclinou, o cheiro de protetor solar e desejo misturado. Seus dedos subiram pela coxa de Ana, leves, provocantes, parando bem perto da virilha. A pele arrepiou.
— Eu tô encharcada só de te ouvir falar assim. Quer experimentar, Ana? Quer que eu te mostre como uma mulher come outra mulher de verdade? Sem enrolação. Direto. Minha língua na sua buceta, meus dedos te arrombando até você esguichar.
Ana estava ofegante. O vinho, o pôr do sol, a confissão... tudo girava. Sua buceta pulsava, molhada de um jeito que o biquíni não conseguia esconder. Ela olhou nos olhos de Clara e sussurrou, a voz tremendo de tesão:
— Quero. Eu sempre quis provar o gosto de uma mulher. Principalmente o seu. Não consigo mais resistir, Clara. Me fode. Por favor.
O beijo explodiu como uma onda quebrando na areia. Fome pura. Línguas se enroscando, dentes batendo, saliva escorrendo pelos queixos. Clara dominou o beijo, segurando o rosto de Ana com força enquanto arrancava a blusa dela com a outra mão. Os biquínis voaram. Seios grandes e pesados de Ana colidiram com os seios firmes de Clara. Os mamilos roçavam, durinhos, sensíveis.
Clara empurrou Ana contra o sofá da varanda, descendo a boca direto para os seios. Chupou um mamilo com força, sugando como se quisesse tirar leite, mordiscando a pele sensível até Ana arquear as costas e gemer alto, sem vergonha nenhuma do som que ecoava pela casa vazia.
— Ahhh, porra... Clara!
Dois dedos de Clara deslizaram sem aviso entre as coxas de Ana, encontrando a buceta encharcada. Entraram fundo de uma vez, curvando-se para acertar o ponto certo. Ana abriu as pernas mais, tremendo, enquanto Clara metia os dedos com força, o som molhado ecoando junto com os gemidos.
— Tá tão molhada pra mim... essa buceta gulosa tava esperando minha mão, né safada?
Clara virou Ana de quatro no sofá largo, a bunda empinada para cima. Ajoelhou atrás e abriu as nádegas com as duas mãos. A língua quente e molhada percorreu da buceta até o cuzinho apertado, lambendo com vontade. Enfiou a língua fundo na buceta, depois no cu, fodendo os dois buracos com a boca enquanto Ana gritava de prazer, os dedos cravados nas almofadas.
— Isso... lambe meu cu também... caralho, que delícia...
Elas se encaixaram num 69 selvagem no chão da varanda. Ana por cima, a buceta pingando direto na boca de Clara. Chuparam o clitóris uma da outra com fome, gemidos abafados vibrando contra a carne molhada. Dedos entravam nas bucetas, línguas giravam rápido. O tesão era tanto que os corpos tremiam. Ana gozou primeiro, esguichando forte na boca de Clara, o líquido quente escorrendo pelos cantos dos lábios da amiga. Clara não parou, sugando tudo, e logo explodiu também, tremendo violentamente, jorrando na língua de Ana enquanto as duas gritavam abafado contra as bucetas uma da outra.
Exaustas, suadas, os corpos brilhando com suor e gozo, elas se separaram devagar. Ana desabou ao lado de Clara, o peito arfando. As duas se olharam, os rostos molhados, e começaram a se beijar devagar, trocando o gosto forte e doce de suas bucetas na língua uma da outra. O beijo era preguiçoso, profundo, mas ainda carregado de desejo.
Ana sentiu um arrepio quando Clara passou a mão devagar pela sua coxa novamente, o olhar ainda faminto. O sol já havia sumido, mas a noite estava apenas começando. André só voltaria no dia seguinte. Ainda havia muitas horas, muitos desejos represados e muitas fantasias para realizar naquela casa de praia. O corpo de Ana ainda pulsava, querendo mais, precisando de mais. E pelo jeito como Clara sorria contra sua boca, ela também não tinha nem começado a mostrar tudo o que queria fazer com a esposa do melhor amigo.
Clara sorriu contra a boca de Ana, o beijo preguiçoso ganhando força aos poucos enquanto os dedos dela subiam pela coxa suada e voltavam a roçar a buceta ainda inchada e escorregadia. A noite caíra por completo sobre a casa de praia, o barulho das ondas se misturando aos suspiros das duas. Ana, a executiva de 32 anos que sempre se orgulhara de controlar cada detalhe da vida, sentia o corpo inteiro pulsar como se tivesse febre. Cada carícia de Clara era um choque elétrico direto no clitóris. “Eu sou casada, caralho… mas essa boca, esses dedos, estão me destruindo de um jeito que o André nunca conseguiu”, pensou ela, as unhas cravando no ombro da amiga enquanto abria mais as pernas no sofá da varanda.
Clara, a designer gráfica de 29 anos que nunca escondera o desejo pela mulher do melhor amigo, enfiou dois dedos de uma vez na buceta quente de Ana, curvando-os para cima e massageando aquele ponto inchado que a fazia ver estrelas. O som molhado, obsceno, ecoava alto na noite silenciosa. Ela mordiscou o lábio inferior de Ana antes de descer a boca para os seios pesados, sugando um mamilo escuro com tanta força que Ana arqueou as costas e soltou um gemido rouco, quase um soluço.
— Isso, geme pra mim, sua puta casada — rosnou Clara, metendo os dedos mais fundo, acelerando o ritmo até o braço dela brilhar com o mel que escorria sem parar da buceta de Ana. — Essa xota tá apertando meus dedos como se nunca tivesse levado uma foda de verdade. Olha o jeito que você tá esguichando só com dois. Imagina quando eu te abrir toda.
Ana mal conseguia formar palavras. O prazer subia pela espinha como lava, os seios balançando a cada estocada. Ela segurou a cabeça de Clara contra o peito, sentindo a língua quente rodar no mamilo sensível enquanto os dedos entravam e saíam com força bruta. O orgasmo veio rápido, violento, fazendo Ana jogar a cabeça para trás e gritar para o mar escuro. O jato quente saiu forte, molhando o braço de Clara, o sofá e as coxas das duas. “Meu Deus, eu nunca gozei assim na vida… ela está me transformando numa vadia”, pensou Ana, o corpo tremendo incontrolavelmente enquanto Clara não parava de bombear, prolongando o prazer até as pernas dela parecerem gelatina.
Sem dar tempo para Ana se recuperar, Clara a virou de bruços, empinando aquela bunda grossa e redonda que ela tanto fantasiara. As mãos firmes abriram as nádegas bronzeadas, expondo a buceta ainda contraída e o cuzinho rosado piscando. A língua de Clara desceu sem misericórdia, lambendo o cu com fome, enfiando a ponta dura e molhada enquanto dois dedos voltavam a foder a buceta por baixo. Ana mordeu a almofada do sofá, o corpo todo arrepiado com a sensação proibida e deliciosa.
— Porra, Clara… lambe meu cu assim… ninguém nunca fez isso comigo — gemeu ela, empinando mais o quadril, entregando-se completamente. O gosto salgado da pele misturado ao mel da buceta deixava Clara louca. Ela alternava: língua no cu, dedos na buceta, depois três dedos no cu apertado, abrindo devagar enquanto Ana choramingava de prazer e dor misturados. O vento morno do mar batia nas costas suadas delas, esfriando o suor que escorria entre as nádegas.
Clara se afastou apenas o suficiente para se deitar de lado no chão da varanda, puxando Ana para cima dela num 69 invertido. As bocetas molhadas se encaixaram perfeitamente sobre as bocas famintas. Ana, ainda ofegante do orgasmo anterior, mergulhou o rosto entre as coxas firmes de Clara, sentindo o cheiro forte e doce de excitação. Chupou o clitóris inchado com força, enfiando dois dedos na buceta apertada da amiga enquanto Clara, por baixo, enfiava a língua toda na xota de Ana e dois dedos no cu dela ao mesmo tempo. Os gemidos vibravam direto contra a carne sensível. Os corpos suados deslizavam um no outro, seios esmagados contra barrigas, quadris rebolando sem controle.
— Caralho, você chupa gostoso pra uma casada — gemeu Clara, a voz abafada pela buceta que pingava na sua cara. Ela metia os dedos com mais força, abrindo o cu de Ana enquanto sugava o clitóris como se quisesse arrancá-lo. Ana respondeu aumentando a velocidade, lambendo e chupando com desespero, sentindo o gosto forte do gozo de Clara inundar sua língua. As duas gozaram quase juntas, corpos se contorcendo, gritos abafados pelas carnes molhadas. O esguicho de Ana encheu a boca de Clara novamente, escorrendo pelo queixo e pescoço dela. Clara jorrou forte, tremendo violentamente, as coxas apertando a cabeça de Ana enquanto gozava na cara da amiga.
Mesmo exausta, o desejo não diminuía. Clara rolou Ana para o lado e subiu em cima dela, encaixando as bucetas uma na outra. O tribbing começou devagar, clitoris roçando clitoris, os sucos misturados criando um som molhado e obsceno a cada movimento de quadril. Clara segurava os seios pesados de Ana, apertando os mamilos enquanto rebolava mais rápido, esfregando a buceta quente e escorregadia contra a da amiga. Ana olhava para cima, hipnotizada pelo corpo firme e bronzeado de Clara brilhando sob a luz da lua, os cabelos bagunçados caindo no rosto suado.
— Olha como nossas bucetas se encaixam… parece que foram feitas pra isso — sussurrou Clara, acelerando o ritmo até os corpos batem um contra o outro com força. O atrito no clitóris era insuportável de tão bom. Ana segurava a bunda durinha de Clara, puxando-a mais para si, sentindo o prazer subir novamente como uma onda gigante. As duas gemiam alto, sem vergonha, xingando e chamando uma à outra de safada, puta, vadia. O terceiro orgasmo de Ana veio como um terremoto, fazendo ela cravar as unhas nas costas de Clara e esguichar novamente, molhando as barrigas e coxas das duas. Clara gozou logo depois, o corpo inteiro convulsionando enquanto esfregava o clitóris inchado contra o de Ana até não aguentar mais.
As duas desabaram lado a lado no chão da varanda, corpos brilhando de suor, gozo e saliva. A respiração pesada se misturava ao som das ondas. Ana sentia a buceta latejar, dolorida e satisfeita como nunca estivera na vida. O gosto de Clara ainda estava forte em sua boca, e o cheiro de sexo impregnava o ar. Clara passou os dedos devagar pelo seio esquerdo de Ana, circulando o mamilo sensível, o olhar ainda faminto apesar do cansaço.
Ela se inclinou, deu um beijo lento e profundo na boca da amiga, trocando mais uma vez o sabor misturado das bucetas, e então afastou o rosto apenas o suficiente para sussurrar com a voz rouca e desafiadora:
— E agora, Ana… você vai ter coragem de me olhar nos olhos quando o André voltar ou vai me ligar escondido pedindo pra eu voltar e te arrombar de novo?
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