Amigas de Cama que Não Queriam Parar

Duas amigas adultas, Ana e Clara, se rendem ao desejo lésbico e não param mais de se comer.

12 min read September 20, 2026New

Ana, a bartender de 28 anos com o corpo coberto de tatuagens coloridas que subiam pelas coxas grossas e contornavam o vale generoso entre os seios, jogou o controle remoto para o lado da cama. O apartamento pequeno no centro de São Paulo ainda guardava o calor do dia, mesmo com a janela entreaberta. Clara, sua melhor amiga e companheira de morada há dois anos, era personal trainer de 26 anos, corpo definido por horas diárias na academia, pernas torneadas e uma bunda empinada que parecia desafiar a gravidade dentro da calcinha de algodão simples. As duas estavam esparramadas na mesma cama de casal, vestindo só camiseta larga e calcinha, o ventilador girando preguiçoso no teto. O filme de ação passava na tela, mas nenhuma das duas ligava mais.

“Caralho, que dia do caralho”, murmurou Ana, esticando os braços acima da cabeça. A camiseta subiu, revelando a curva inferior dos seios pesados e a tatuagem de rosas que descia pela barriga. “Fiquei doze horas em pé naquele bar. Meus pés tão destruídos.”

Clara riu baixinho, virando de lado. Seu corpo atlético contrastava com as formas mais cheias de Ana. O cabelo curto colado na testa pelo suor do dia. “Eu dei cinco aulas seguidas. Aquela bundinha que eu treino todo dia tá pedindo arrego.” Ela deu um tapinha na própria nádega, fazendo a carne firme balançar de leve. As duas caíram na gargalhada, mas o riso morreu devagar quando o olhar de uma encontrou o da outra por tempo demais.

O papo começou inocente, como sempre. Reclamaram do trabalho, do calor, dos homens que sumiam depois de uma noite. Ana confessou primeiro, com a voz mais baixa:

“Pra ser sincera, faz uns cinco meses que eu não transo. Nem uma mãozinha decente. Tô quase explodindo.”

Clara mordeu o canto do lábio, os olhos descendo sem querer para o decote da amiga. “Eu tô pior. Seis meses. Meu vibrador tá cansado de mim.” Ela deu uma risadinha nervosa, mas o ar entre elas mudou. O ventilador parecia mais barulhento. “Às vezes eu... penso em você, sabia?”

Ana sentiu o coração bater mais forte. Virou o corpo inteiro para Clara, as coxas grossas roçando no lençol. “Pensa como?”

“Pensa em você pelada, depois da academia, suada... ou quando você chega do bar com aquela blusa justa que marca os peitos.” Clara respirou fundo, o rosto corando. “Já me toquei pensando nisso, Ana. Mais de uma vez.”

O silêncio que veio foi carregado, elétrico. Ana sentiu um calor subir pela barriga, concentrando-se entre as pernas. Sua calcinha já estava úmida só com a confissão. “Porra, Clara... eu também. Na academia, quando você faz agachamento e essa bunda empinada fica na minha cara... eu fico imaginando como seria morder ela. Como seria sentir seu gosto.”

As duas riram de novo, mas era riso nervoso, quase ofegante. Os olhares não se desgrudavam. Clara se aproximou um pouco mais no colchão, o joelho roçando na coxa tatuada de Ana. O cheiro de pele quente, sabonete e algo mais íntimo encheu o quarto.

“Seus peitos são lindos pra caralho”, disse Clara, a voz ficando rouca. “Sempre quis chupar eles. Queria ver se cabem na minha boca inteiros, se você geme quando eu morder esses bicos.”

Ana mordeu o próprio lábio inferior com força, sentindo os mamilos endurecerem contra o tecido fino da camiseta. Seu pensamento estava acelerado: ela tá falando sério? Porra, eu quero isso tanto... quero sentir ela me tocando. “Eu adoro ver você de quatro na academia, suando. Essa bundona redonda... já imaginei minha língua passando no meio dela, te lambendo todinha até você tremer.”

Elas estavam a poucos centímetros agora. Rostos quase se tocando. O filme continuava ignorado na TV. Ana sentiu a respiração quente de Clara bater em seus lábios. O desejo era palpável, consensual, cru. Nenhuma das duas queria parar.

“Me beija então”, pediu Ana, quase num sussurro safado.

Clara não esperou duas vezes. Seus lábios se encontraram devagar no começo, macios, explorando. Um beijo tímido de amigas que estavam cruzando uma linha perigosa. Mas logo as bocas se abriram, línguas se tocaram, quentes e molhadas. O beijo virou fome. Clara enfiou a mão por baixo da camiseta de Ana, segurando um seio pesado, apertando a carne macia enquanto o polegar roçava o mamilo duro. Ana gemeu dentro da boca da amiga, o som vibrando entre elas. Suas próprias mãos desceram pelas costas de Clara, entrando pela calcinha, apertando aquela bunda empinada que tanto fantasiara.

Isso tá acontecendo de verdade, pensou Ana, enquanto enfiava a língua mais fundo, sentindo o corpo de Clara tremer. E eu não quero parar nunca.

O beijo ficou desesperado. Corpos se colando, quadris se movendo instintivamente. As camisetas foram puxadas para cima, peitos se roçando, mamilos duros se tocando. A tensão sexual que se construíra por meses explodia ali, consensual, molhada e urgente.

Ana assumiu o controle com um sorriso safado. Empurrou Clara de costas no colchão e subiu em cima dela, tirando a calcinha da amiga com um puxão firme. A buceta de Clara apareceu brilhando, depilada, os lábios inchados de tesão. Ana lambeu os próprios lábios.

“Quero te comer agora”, disse, voz grossa de desejo.

Desceu o rosto entre as pernas da amiga e atacou com fome. A língua larga lambeu toda a extensão da buceta molhada, sentindo o sabor doce e salgado que a fez gemer alto. Clara arqueou as costas, mãos agarrando os lençóis.

“Ai, Ana... porra, assim... chupa minha bucetinha”, implorou Clara, quadril se mexendo contra a boca da amiga.

Ana enfiou dois dedos grossos de uma vez, curvando-os para acertar o ponto certo enquanto a língua girava rápido no clitóris inchado. O barulho era obsceno: sons molhados de chupada, gemidos, a respiração ofegante das duas. Ana pensava ela tá tão molhada pra mim, tão gostosa, enquanto acelerava, chupando com mais força, dedos entrando e saindo rápido. Clara começou a tremer, coxas apertando a cabeça de Ana.

“Vou gozar... caralho, Ana, não para!” O grito de Clara ecoou no quarto quando o orgasmo bateu forte. Seu corpo convulsionou, buceta apertando os dedos de Ana, mel escorrendo pelo queixo da bartender que continuou lambendo até o último tremor.

Clara não deu tempo para Ana respirar. Com um movimento rápido e safado, virou a amiga de quatro, empinando aquela bunda tatuada. Ajoelhou atrás e mergulhou o rosto ali, língua lambendo a buceta encharcada de Ana de baixo para cima, depois subindo até o cuzinho enrugado. Ana soltou um gemido alto, surpresa e excitada.

“Clara... que delícia, porra... lambe meu cu também”, pediu, empinando mais.

Clara comeu com vontade, língua alternando entre a buceta pingando e o anel apertado, mãos abrindo as nádegas generosas. Ana rebolava contra o rosto da amiga, peitos pesados balançando. Depois Clara a virou e as duas caíram no 69 frenético. Ana por cima, buceta molhada esfregando na boca de Clara enquanto chupava a da amiga com a mesma fome. As duas gemiam alto, sem vergonha, corpos suados se mexendo juntas. Mamilos eram chupados entre uma lambida e outra, dedos entravam em bucetas, línguas trabalhavam clitóris.

“Me esfrega assim, vai... quero sentir você toda”, murmurava Ana entre gemidos.

Elas se separaram só para se masturbar mutuamente, de lado, dedos rápidos nos clitoris inchados, bocas coladas num beijo molhado. Os olhares se encontraram, cheios de tesão cru.

“Juntas... goza comigo, Ana”, pediu Clara, voz falhando.

As duas gozaram ao mesmo tempo, corpos tremendo violentamente, bucetas pulsando contra os dedos uma da outra. O quarto cheirava a sexo, suor e desejo satisfeito. Elas ficaram ali, ofegantes, corpos colados, pele escorregadia. Ana passou a mão devagar na bunda de Clara, ainda sentindo o calor do orgasmo.

Isso foi foda pra caralho, pensou Ana, o coração ainda disparado. Mas enquanto olhava para o sorriso safado de Clara, percebeu que o fogo não tinha apagado. Na verdade, parecia maior. Clara deslizou a mão entre as pernas de Ana de novo, tocando leve o clitóris sensível, e sussurrou no ouvido dela:

“Eu ainda não quero parar, Ana... e você?”

Ana sentiu a buceta contrair de novo com a provocação. O filme na TV já tinha acabado fazia tempo. A noite ainda era longa em São Paulo, e as duas sabiam que aquele era só o começo de algo que nenhuma delas conseguiria controlar. Os dedos de Clara continuaram se movendo devagar, circulando, enquanto Ana mordia o pescoço da amiga, já sentindo o tesão voltar com força total. O desejo entre elas não tinha fim — só queria mais, mais fundo, mais safado, mais tempo.

Clara sorriu com malícia enquanto seus dedos grossos circulavam o clitóris inchado de Ana, sentindo a buceta da bartender latejar contra a palma da mão. Aos 28 anos, Ana já tinha passado por muitas noites vazias atrás do balcão do bar, mas nada se comparava ao tesão cru que a amiga de 26 anos despertava nela agora. “Então não para, sua safada. Enfia logo esses dedos nessa buceta que tá pingando pra você”, rosnou Ana, mordendo o pescoço de Clara com mais força, chupando a pele até deixar uma marca roxa.

Clara obedeceu na hora. Enfiou dois dedos de uma vez na carne molhada, depois acrescentou um terceiro, esticando as paredes quentes e escorregadias. O som era nojento, molhado, o mel escorrendo pelo pulso dela enquanto Ana rebolava desesperada, as coxas grossas tatuadas tremendo ao redor do braço da personal trainer. “Caralho, você é uma vadia tarada mesmo, hein? Olha como essa xota aperta meus dedos. Tá louca pra levar porra de buceta a noite toda”, sussurrou Clara, a voz rouca de tesão. Ana pensou que nunca tinha se sentido tão usada e tão desejada ao mesmo tempo; o calor subia pela barriga dela, os mamilos duros roçando no peito suado de Clara.

Sem aviso, Clara puxou os dedos e virou Ana de bruços, empinando aquela bunda generosa coberta de rosas tatuadas. Abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no cuzinho enrugado antes de enfiar a língua ali, lambendo fundo, girando o bico molhado enquanto dois dedos voltavam pra dentro da buceta. Ana gritou no travesseiro, o corpo inteiro sacudindo. “Isso, lambe meu cu, sua puta! Enfia essa língua bem fundo no meu rabo enquanto me deda a buceta. Porra, Clara, você tá me comendo como uma cachorra no cio!”

O quarto pequeno cheirava a suor azedo, buceta molhada e bunda lambida. Clara chupava com fome, alternando a língua entre o cu piscante e a buceta que jorrava, os dedos entrando e saindo tão rápido que o braço dela doía. Ana rebolava para trás, esfregando o rabo na cara da amiga, sentindo o nariz de Clara afundar entre as nádegas. Interiormente, Ana pensava que aquilo era melhor que qualquer pau que já tinha sentado; a língua da Clara era quente, insistente, e o jeito como ela gemia enquanto comia fazia Ana se sentir a puta mais safada de São Paulo.

Clara se afastou só o tempo de pegar o vibrador roxo que guardava na gaveta da cabeceira – aquele mesmo que tinha mencionado mais cedo, cansado de tanto uso solitário. Ligou no máximo e pressionou a cabeça grossa direto no clitóris de Ana enquanto enfiava três dedos na buceta e o polegar no cu apertado. Ana arqueou as costas, os peitos pesados balançando soltos, mamilos roçando o lençol molhado de suor. “Ai, caralho! Me arromba com esse negócio, vai! Quero sentir os dois buracos cheios, sua lesbica filha da puta!”

O vibrador zumbia alto, quase tão alto quanto os gemidos delas. Clara metia com força, o braço tatuado de Ana tremendo enquanto ela agarrava os lençóis. O orgasmo veio violento, Ana gozando tão forte que squirtou pela primeira vez na vida, o jato quente molhando a mão de Clara, o vibrador e o colchão inteiro. “Toma esse squirt na tua mão, porra! Olha o que você fez com minha buceta, sua safada insaciável!”

Clara não deixou Ana recuperar o fôlego. Jogou o vibrador de lado, deitou de costas e puxou Ana pelo cabelo, forçando a cara dela contra sua própria buceta depilada e inchada. “Agora senta na minha cara, vadia. Quero que você esfregue essa xota melada na minha boca até eu engasgar.” Ana obedeceu, montando no rosto de Clara como se fosse uma cadeira, rebolando o quadril largo enquanto sentia a língua da amiga invadir sua buceta e o nariz pressionar contra o cu ainda molhado de cuspe.

Ana se inclinou para frente e mergulhou no 69 mais bruto da noite. Chupou a buceta de Clara com raiva, mordendo os lábios inchados de leve, enfiando quatro dedos de uma vez enquanto lambia o clitóris como se quisesse sugar a alma da amiga. As duas gemiam alto, o barulho abafado pelas bucetas molhadas. Clara metia a língua o mais fundo que conseguia, depois subia e enfiava no cu de Ana, fodendo o rabo com o bico duro enquanto Ana rebolava cada vez mais rápido.

“Você é uma puta de cu solto, Ana. Olha como esse rabo engole minha língua. Aposto que aguenta um vibrador inteiro aí dentro”, provocou Clara entre lambidas, a voz saindo abafada pela carne quente. Ana respondeu chupando mais forte, os dedos curvados acertando o ponto G de Clara sem parar. As coxas definidas de Clara tremiam, a bunda empinada se contraindo. As duas gozaram quase ao mesmo tempo de novo, corpos suados colados, mel escorrendo pelos queixos, peitos esmagados contra barrigas.

Mas o tesão não baixava. Ana pegou o vibrador, ligou no modo pulsado e enfiou metade dele na buceta de Clara enquanto sentava de frente, as bucetas se esfregando uma na outra com o brinquedo no meio. O tribbing ficou selvagem: coxas batendo, clitóris roçando clitóris, o vibrador preso entre as carnes molhadas vibrando nas duas ao mesmo tempo. “Fode minha buceta com a tua, sua lesbica nojenta! Quero sentir você gozar misturado com meu mel”, grunhiu Ana, as unhas cravadas nas coxas de Clara.

Clara segurava as nádegas de Ana, abrindo o cu dela enquanto rebolava para cima, o suor escorrendo entre os corpos. O apartamento inteiro parecia pulsar com o barulho obsceno de bucetas molhadas se chocando, o zumbido do vibrador e os xingamentos constantes. Ana sentia outro orgasmo se formando, mais fundo, mais sujo. Pensava que nunca mais ia querer pau na vida, que a buceta e o cu dela agora pertenciam àquela personal trainer safada que não parava de meter e lamber.

Elas trocaram de posição mais uma vez. Clara ficou de quatro na beira da cama, empinando o rabão redondo e suado. Ana se ajoelhou atrás, enfiou o vibrador inteiro na buceta da amiga e começou a meter com força enquanto lambia o cu dela ao mesmo tempo. “Toma no meio dessa xota gulosa, sua puta de academia! Quero ver esse cu piscando enquanto você goza de novo.” Clara gritava, a cara afundada no travesseiro, a bunda balançando contra o rosto de Ana. O vibrador entrava e saía fazendo barulho de tanta lubrificação, o cuzinho de Clara contraído de tesão.

Ana enfiou o dedo indicador no cu da amiga enquanto mantinha o vibrador metido fundo, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Clara convulsionou, gozando tão forte que o vibrador quase foi expelido, o squirt jorrando pelo colchão. “Porra, Ana! Você tá me arrombando inteira, sua cadela tarada!”

Ana puxou o vibrador, jogou Clara de costas e subiu nela novamente, as bucetas coladas num tribbing final e brutal. Os corpos escorregavam, os peitos pesados de Ana batendo contra os seios menores e firmes de Clara. Os dedos das duas se encontraram nos clitoris, esfregando rápido, sujo, sem piedade. O olhar de Ana era puro fogo.

“Agora goza pra mim, sua puta insaciável. Quero sentir essa buceta de lésbica jorrando no meu clitóris enquanto eu encho teu cu de dedo até você gritar.”

Clara obedeceu, tremendo violentamente, e Ana gozou junto, as duas esguichando ao mesmo tempo, mel misturado escorrendo pelas coxas, o quarto fedendo a buceta usada e cu lambido. Ana ainda meteu dois dedos no cu de Clara enquanto o orgasmo acabava e rosnou a última frase, sem nenhum carinho:

“Agora abre esse cu bem largo pra eu cuspir dentro enquanto você continua gozando feito a vadia sem-fundo que você é.”

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