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Aula Proibida com o Pai do Meu Melhor Amigo

Um jovem de 22 anos fode a amiga de 41 anos do seu melhor amigo, uma MILF gostosa e divorciada, na sala de casa.

12 min read September 29, 2026New

Eu me chamo Lucas, tenho vinte e dois anos, e acabei de voltar para a cidade depois de terminar a faculdade. A primeira pessoa que eu quis ver, além da minha própria família, foi o Emmett — meu melhor amigo desde a infância. Mas ele me ligou no mesmo dia em que desci do ônibus, a voz animada e apressada.

— Cara, eu tô de saída amanhã cedo. Viagem de duas semanas com uns primos. A Sandra precisa de uma mão com uns reparos em casa. Você topa? Ela confia em você.

Sandra. Quarenta e um anos, divorciada há três, mãe do Emmett. Eu cresci entrando e saindo daquela casa, mas nunca consegui olhar para ela do mesmo jeito que olhava para as mães dos outros. Corpo voluptuoso, seios pesados que quase estouravam as blusas decotadas, cintura marcada e aquele quadril largo, carnudo, que balançava quando ela andava descalça pela sala. Sempre me deixou louco. Eu batia punheta pensando nela desde os dezoito, escondido no banheiro, mordendo a própria mão para não gemer o nome dela.

Aceitei na hora.

Na noite seguinte eu estava sozinho com ela na sala de estar. Emmett já tinha partido de manhã. A casa cheirava a café passado e ao perfume adocicado dela. Sandra usava uma camiseta larga de algodão que descia só até a metade da coxa e nada por baixo que eu pudesse ver. Os peitos grandes se moviam livres a cada passo. Eu fingia mexer nas tomadas da parede, chave de fenda na mão, enquanto o pau já latejava dentro da calça.

Ela trouxe duas cervejas, se sentou no sofá bem perto de mim e cruzou as pernas grossas. O tecido subiu. Eu vi a curva interna da coxa.

— Olha só pra você — disse ela, a voz rouca, um sorriso safado puxando o canto da boca. — Quando o Emmett falou que você tinha voltado, eu quase não acreditei. Que homem bonito você virou, Lucas. Ombros largos, barba por fazer… parece que a faculdade te engoliu menino e cuspiu homem feito.

Eu engoli em seco. O olhar dela não era o de antes. Era direto, quente, descendo pela minha boca, pelo peito, parando na virilha onde o volume já denunciava tudo.

— Dona Sandra…

— Para com isso. Só Sandra. Você não é mais criança.

Ela lambeu o lábio inferior devagar, de propósito. Meu pau latejou de novo. Eu sentia o suor escorrer pelas costas. A tensão na sala era tão densa que eu quase ouvia o próprio sangue.

Aquele flerte aberto só piorou. Sandra se reclinou, o decote da camiseta caindo o bastante para eu ver a sombra pesada dos seios, os mamilos já duros marcando o tecido.

— Sabe de uma coisa? — murmurou, girando a garrafa entre os dedos. — Desde que você fez dezoito eu sinto uma coisa proibida. Toda vez que você vinha aqui, eu me pegava olhando. Imaginando. Uma atração danada. Errada pra caralho, mas real. Você sempre foi gostoso demais pra ser só o amiguinho do meu filho.

Meu coração bateu descompassado. Eu larguei a chave de fenda no chão.

— Eu também — confessei, a voz saindo rouca. — Eu me masturbava pensando em você. No banheiro daqui mesmo, às vezes. Imaginava esses peitos, essa bunda… gozava falando seu nome baixinho pra ninguém ouvir. Sempre quis você.

O sorriso dela ficou mais sujo. Ela se aproximou no sofá, pegou minha mão direita e colocou direto sobre a coxa grossa e quente. A pele era macia, firme. Minha mão sumiu ali. Eu apertei o bastante para sentir a carne ceder sob os dedos.

— Então me responde direito, Lucas — sussurrou, o hálito batendo no meu rosto. — Você quer foder uma mulher madura de verdade? Quer enfiar esse pau grosso numa buceta que já sabe o que faz? Sem frescura, sem brincadeira de menina?

— Quero — eu respondi na hora, a boca seca de desejo. — Quero você desesperadamente. Quero te foder até você gritar.

Ela gemeu baixinho só de ouvir. Eu agarrei o rosto dela com as duas mãos e beijei com fome, língua invadindo, dentes roçando lábio. Sandra revidou com a mesma urgência, chupando minha língua, gemendo dentro da minha boca enquanto minha mão subia pela coxa e encontrava o calor molhado entre as pernas. Ela não usava calcinha. Os dedos escorregaram na buceta já encharcada, os lábios inchados, o clitóris duro.

— Porra, Lucas… — ela ofegou contra minha boca. — Que mão safada.

Eu a empurrei para trás no sofá. Sandra abriu as pernas sem pudor, a camiseta subindo até a cintura, mostrando a buceta depilada e brilhante de tesão. Eu ajoelho entre elas, abri o zíper, liberei o pau grosso e latejante. Ela se sentou na beira, olhou nos meus olhos e engoliu na hora.

A boca quente e úmida desceu até o fundo. Sandra engoliu meu pau inteiro, o nariz batendo na base, a garganta se abrindo com um som molhado e sujo. Ela chupava com vontade, salivando, a língua enrolando na cabeça a cada subida, a mão apertando meus ovos. Os olhos castanhos fixos nos meus o tempo todo, aquosos de esforço, safados pra caralho. Eu segurei o cabelo dela e meti fundo mais algumas vezes, sentindo a garganta apertar.

— Olha pra mim enquanto chupa, vadia — gemi. Ela gemeu em volta do pau, a vibração me deixando louco.

Quando eu quase gozei, puxei ela de mim. Sandra se levantou, puxou a camiseta pela cabeça e jogou longe. Os peitos enormes saltaram livres, pesados, mamilos escuros e duros. O quadril largo, a bunda redonda e firme. Eu a virei de costas, empurrei até a mesa de jantar e a forcei a se debruçar sobre a madeira fria. Ela abriu as pernas, arqueou a coluna, oferecendo tudo.

Enfiei de uma vez só. A buceta apertada e quente engoliu meu pau até o fundo. Sandra gritou baixinho, os dedos se agarrando na borda da mesa.

— Isso, mete forte — pediu. — Usa essa buceta madura.

Eu agarrei os quadris largos com as duas mãos e comecei a foder com força, a pele batendo na pele num som úmido e obsceno. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. Dei um tapa seco na carne macia, depois outro, vendo a marca vermelha surgir. Sandra gemia alto, pedindo mais, empurrando o corpo de volta contra mim.

— Mais forte, porra… arrebenta essa buceta.

Mudei o ângulo, acertando fundo, sentindo ela escorrer pela minha virilha. Os peitos balançavam pesados a cada investida. Eu puxei o cabelo dela para trás, curvei o corpo sobre o dela e mordi o ombro enquanto metia sem piedade.

Depois a deitei de costas na mesa só o bastante para eu me sentar na cadeira e puxá-la para cima de mim. Sandra montou de vaqueira, encaixou o pau molhado nela e desceu até o fundo com um gemido longo. Começou a cavalgar com força, os peitos enormes batendo no meu peito, a bunda batendo nas minhas coxas. Eu apertei os mamilos entre os dedos, torcendo, puxando.

— Me chama de vadia — ela ofegava, o rosto vermelho, o cabelo grudado na testa. — Fala que eu sou uma puta safada fodendo o amigo do meu filho.

— Você é uma vadia safada pra caralho — eu gemi, segurando a cintura dela e empurrando para cima. — Uma MILF puta que adora pau novo. Aperta esses peitos pra mim enquanto goza.

Ela gritou quando gozou, a buceta pulsando e escorrendo em volta do meu pau, o corpo inteiro tremendo. Os peitos balançavam sem controle. Eu continuei metendo por baixo, prolongando o orgasmo dela até ela quase cair sobre mim.

Ainda duro, eu a deitei de costas no sofá agora, abri as pernas dela o máximo que deu e enfiei de novo até o fundo. A posição me deixava ver tudo: a buceta inchada engolindo cada centímetro, os peitos espalhados, o rosto dela contorcido de prazer. Eu metia fundo, fundo, os ovos batendo nela, o suor escorrendo entre nossos corpos.

— Dentro — ela pediu, a voz quebrada. — Goza dentro de mim, Lucas. Quero sentir sua porra escorrendo.

Senti o gozo subir quente e inevitável. Enterrei até o talo, prendi o quadril nela e jorrei fundo, jato atrás de jato enchendo a buceta madura. Sandra gemeu alto sentindo cada pulsação, as unhas cravadas nas minhas costas, as pernas travadas na minha cintura para me manter ali.

Ficamos ofegantes, colados, meu pau ainda latejando dentro dela enquanto a porra começava a vazar devagar pela base. O silêncio da casa pesava. Lá fora um carro passou. Sandra passou a mão no meu cabelo molhado de suor e sorriu daquele jeito safado de novo, os olhos ainda escuros de tesão.

— Ainda não terminamos, né? — sussurrou contra minha boca. — O Emmett só volta daqui a duas semanas… e eu ainda tenho muita coisa pra te ensinar nessa casa.

Eu sorri contra a boca dela, ainda ofegante, o pau latejando devagar dentro daquela buceta quente e molhada de porra. A mão dela no meu cabelo molhado apertava com carinho sujo, e o sorriso safado dela prometia tudo.

— Duas semanas é tempo pra caralho — murmurei, beijando o pescoço suado dela. — Me ensina então, Sandra. Me mostra tudo o que essa MILF puta sabe fazer.

Ela riu baixo, o peito subindo e descendo contra o meu. Sem tirar meu pau de dentro, rodou o quadril devagar, sentindo a porra escorrer mais, lubrificando tudo de novo. A buceta dela ainda pulsava, inchada, escorrendo misturado no sofá. Eu agarrei um seio pesado, apertando o mamilo escuro entre os dedos, e ela gemeu de novo, o olhar escurecendo.

— Levanta — ordenou, a voz rouca. — Quero chupar essa porra toda de dentro de mim e te deixar duro outra vez.

Eu saí dela com um estalo molhado. O gozo branco escorreu imediatamente pela coxa interna dela, pingando no sofá. Sandra se ajoelhou no chão entre minhas pernas abertas, puxou meu pau ainda semi-duro e passou a língua inteira da base até a cabeça, lambendo a própria buceta misturada com meu porra. O gosto salgado e doce dela me fez tremer. Ela engoliu de novo, fundo, garganta se abrindo, olhos castanhos fixos nos meus enquanto sugava tudo limpo, a língua enfiando na fenda, limpando cada gota.

— Porra, você chupa que nem uma profissional — gemi, segurando o cabelo dela. — Uma vadia madura chupando o pau do amigo do filho.

Ela tirou a boca só o bastante para cuspir na cabeça e espalhar com a mão.

— Eu sou exatamente isso. Uma puta divorciada de quarenta e um anos que precisa de pau jovem. E você vai me foder a noite inteira, Lucas. Em todo canto dessa casa.

Meu pau endureceu completo na boca dela de novo. Sandra se levantou, puxou minha mão e me guiou até a parede da sala. Ela se virou de costas, abriu as pernas, empurrou a bunda carnuda para trás e olhou por cima do ombro.

— Me come em pé. Forte. Quero sentir seus ovos baterem nessa bunda.

Eu agarrei os quadris largos, alinhei a cabeça grossa na entrada inchada e enfiei de uma vez só até o fundo. Sandra gritou, as unhas arranhando a parede. A buceta apertou quente, ainda escorrendo porra antiga, e eu comecei a meter sem piedade, a pele batendo forte, o som molhado ecoando na casa silenciosa. Cada estocada fazia a bunda dela tremer em ondas. Eu dei tapas secos, um atrás do outro, a carne ficando vermelha, e ela empurrava de volta, pedindo mais.

— Isso, arrebenta. Usa essa buceta casada que não fode há meses. Fala putaria pra mim.

— Você é a mãe safada do Emmett — gemi no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Uma MILF gostosa se abrindo pro pau grosso do amiguinho do filho. Aperta essa buceta, vadia. Me mostra como uma mulher de verdade goza.

Sandra gemeu alto, a mão descendo para esfregar o clitóris enquanto eu fodia. Os peitos pesados balançavam batendo na parede a cada investida. Eu puxei o cabelo dela pra trás, curvei o corpo, e meti mais fundo, o ângulo acertando aquele ponto que fazia as pernas dela tremerem. O suor escorria entre nós. O cheiro de sexo, cerveja e perfume dela enchia a sala.

Ela gozou de novo ali, a buceta espremendo meu pau em espasmos violentos, escorrendo mais líquido quente pela minha virilha. Eu segurei forte pra ela não cair, continuando a meter através do orgasmo dela, prolongando até ela soltar um gemido rouco e quase desabar.

Ainda duro pra caralho, eu a puxei pro chão da sala, em cima do tapete. Deitei de costas e a puxei pra cima. Sandra montou de frente, encaixou devagar, descendo centímetro por centímetro até eu sumir inteiro nela. Começou a cavalgar lento no começo, rolando o quadril, os peitos enormes balançando na minha cara. Eu chupei um mamilo, depois o outro, mordendo de leve, chupando forte enquanto ela subia e descia com mais força.

— Olha pra mim — pedi. — Me diz o que você imagina quando se toca sozinha.

— Imagino exatamente isso — ofegou, a boca aberta, o cabelo grudado. — Você me fodendo na sala enquanto o Emmett viaja. Seu pau grosso enchendo minha buceta madura. Me chamando de puta. Me enchendo de porra. Às vezes eu gozo pensando em você me pegando na cozinha, na cama dele, em todo lugar proibido.

Eu agarrei a bunda dela com as duas mãos e comecei a empurrar pra cima com força, fudendo de baixo pra cima enquanto ela cavalgava. O som era obsceno, molhado, pele contra pele. Sandra gritou meu nome, as unhas cravadas no meu peito. Eu sentia cada contração dela, a buceta sugando, quente, perfeita.

Depois de um tempo ela desceu, se virou de costas pra mim sem sair do pau — vaqueira invertida — e começou a quicar a bunda carnuda com força. Eu via tudo: o cu apertado, a buceta engolindo e cuspindo meu pau, a porra antiga escorrendo mais. Dei tapas na bunda, apertei, abri as nádegas pra ver melhor.

— Que bunda perfeita pra foder — gemi. — Um dia eu vou comer esse cu também. Vai gostar, vadia?

— Vou adorar — ela respondeu, olhando por cima do ombro, o rosto vermelho de tesão. — Mas agora goza de novo dentro. Quero mais porra escorrendo.

Eu a virei de quatro no tapete, ajoelhei atrás e enfiei fundo de novo. Agarre os cabelos com uma mão, a cintura com a outra, e fodi como um animal, estocadas longas e profundas que faziam ela gritar e gemer sem parar. A mesa de jantar, o sofá, a parede — tudo fedia a nós dois. O suor pingava das minhas costas no corpo dela. Eu metia e metia, sentindo o gozo subir de novo, quente, pesado.

— Dentro de novo — ela pediu, a voz quebrada. — Enche essa buceta, Lucas. Me marca.

Eu enterrei até o talo, os ovos apertados contra ela, e jorrei com força, jato quente atrás de jato, enchendo-a de novo. Sandra gozou junto, o corpo inteiro tremendo, a buceta milqueando meu pau, espremendo cada gota. Ficamos assim longos segundos, eu pulsando dentro, ela ofegando, as pernas fraquejando.

Quando saí, a porra escorreu grossa pela coxa dela, pingando no tapete. Eu a puxei pro sofá de novo, deitei ela de lado e me enrosquei atrás, o pau semi-duro ainda apoiado na bunda molhada. Beijei o ombro dela, o pescoço, a orelha. Sandra virou o rosto e me beijou devagar, língua preguiçosa, o sorriso cansado e satisfeito.

— Você fode melhor do que eu imaginava — sussurrou. — E a gente ainda tem a cozinha, o banheiro, a cama do Emmett… duas semanas inteiras pra eu te ensinar a foder uma mulher de verdade.

Eu passei a mão pelo seio pesado dela, o mamilo ainda duro, e desci até a buceta inchada, passando dois dedos devagar, sentindo a porra escorrer nos meus dedos. Ela estremeceu, mas não pediu mais. Só arquejou o corpo contra o meu.

O relógio da sala ticava baixo. Lá fora a rua estava quieta. Nenhum carro passou. A casa cheirava a sexo, a suor, a nós dois. Meu coração ainda batia forte, mas o corpo ia pesando, o cansaço bom tomando conta. Sandra respirou fundo contra meu peito, os olhos fechando devagar, a mão dela descansando frouxa na minha coxa.

Não falamos mais nada.

O silêncio se acomodou na sala como um cobertor quente.

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