A Sussurro que Quebrou a Promessa

Clara, advogada de 29 anos, pede pro marido Lucas de 32 para deixar o personal trainer Hugo, de 28, comer ela na garagem.

11 min read September 09, 2026New

Clara tinha vinte e nove anos e um corpo que qualquer homem parava para olhar duas vezes na rua. Advogada criminal de escritório caro no centro, ela usava ternos justos de dia e, à noite, a liberdade que o casamento aberto com Lucas lhe dava. Lucas, empresário de trinta e dois, adorava ver a mulher virar putinha na frente dele. Hotwife era o jogo deles. Eles tinham prometido ir com calma com o personal trainer. Prometeram controlar o fogo. Mentira gostosa.

Hugo chegava três vezes por semana, vinte e oito anos, ombros largos, peito marcado sob a camiseta molhada de suor, coxas grossas que estouravam o short. Na primeira semana Clara só olhava. Na segunda já cruzava as pernas apertando a buceta molhada enquanto ele corrigia o agachamento dela. Na terceira, Lucas sentiu o cheiro. A esposa cheirava a tesão pura toda vez que o portão da garagem abria.

Naquela terça o ar estava quente demais. A academia improvisada na garagem cheirava a borracha de colchonete, ferro e corpo suado. Clara vestia top preto colado e shortinho que entrava na bunda. Hugo ficou atrás dela no leg press, mãos firmes nos quadris “para estabilizar”.

— Você tá suada pra caralho hoje, Clara — murmurou ele, voz grossa perto da orelha. — Cheiro de putinha casada gostosa. Esse short tá enfiado no meio da sua bunda, hein?

Clara soltou um gemido baixo, quase um sibilo. Olhou de canto para Lucas, que estava no canto da garagem, encostado na parede, pau já duro marcando a bermuda. Os olhos do marido brilhavam. Ele não falou nada. Só assentiu devagar, lambendo o lábio.

— Continua, amor — disse Lucas, voz rouca. — Deixa o cara falar o que quiser. Eu quero ver você molhada pra ele.

Hugo riu, baixo, safado. As mãos “corrigiram” a postura dela de novo, mas agora os dedos apertaram a carne da bunda, deslizaram pela curva até a parte interna da coxa. Clara arqueou as costas. O short molhou de verdade. Dava para ver a mancha escura no tecido cinza.

— Porra… — ela respirou fundo. — Hugo, suas mãos…

— Minhas mãos o quê, vadia? — Ele falou direto no ouvido dela, sem vergonha. — Tá pingando só de eu te chamar de putinha casada. O Lucas tá vendo tudo. Olha pra ele. Mostra como a buceta da esposa dele tá tremendo.

Clara obedeceu. Olhou para o marido. Lucas já tinha a mão dentro da bermuda, massageando o pau grosso devagar, olhos fixos nela. O desejo mútuo que os dois juraram segurar explodia agora, sujo e sem freio.

Os toques “acidentais” viraram carícia deliberada. Hugo passou a palma aberta pela barriga suada de Clara, subiu até o top, apertou um peito por cima do tecido, polegar riscando o mamilo duro. Ela gemeu alto. O short foi puxado para o lado. Dois dedos grossos deslizaram entre os lábios inchados, encharcados.

— Caralho, Lucas — Hugo falou sem parar de mexer os dedos. — Sua mulher tá escorrendo. Buceta quente, apertada, pedindo pau. Quer que eu continue?

Lucas engoliu seco, a mão batendo mais rápido no próprio pau.

— Continua. Mete os dedos nela. Eu quero ouvir ela pedindo.

Clara rebolou contra a mão de Hugo, gemendo sem vergonha.

— Me fode… porra, me deixa gozar nos dedos dele, amor. Eu preciso. A gente falou tanto disso. Deixa o Hugo me comer. Por favor. Dá permissão. Eu quero o pau dele na minha boca e na minha buceta enquanto você assiste.

A voz dela saiu rouca, suja, de mulher que já tinha decidido virar puta naquela garagem. Lucas deu dois passos à frente, pau ainda na mão, olhando a esposa no olho.

— Pode. Chupa ele. Deixa ele te foder. Quero ver tudo. Você é minha putinha e agora também é a dele. Manda ver, Clara.

Hugo não esperou mais. Puxou o short de compressão para baixo. O pau saltou grosso, veias saltadas, cabeça vermelha já brilhando de pré-gozo. Clara caiu de joelhos no colchonete suado sem hesitar. Abriu a boca e engoliu. Lambuzou a língua na glande, chupou forte, desceu até o fundo engasgando, babando, os olhos marejados de tesão. Sons molhados encheram a garagem. Ela chupava com fome, cuspe escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos.

— Isso, engole tudo, vadia do marido — Hugo grunhiu, uma mão no cabelo dela. — Olha o Lucas gozando só de te ver engasgando no meu pau.

Lucas batia punheta aberto, perto, vendo a esposa salivar no pau alheio. Clara olhava para cima, para o marido, enquanto engolia até a garganta tremer.

Hugo puxou ela pelo cabelo, tirou o pau da boca babada e virou Clara de quatro no banco da academia. Puxou o shortinho para o lado, alinhou a cabeça grossa e enfiou de uma vez. Clara gritou. O pau abriu ela com força, fundo, batendo no fundo da buceta molhada.

— Porraaa! Tão grosso… me arromba, caralho!

— Isso, grita, puta — Hugo metia forte, mãos nas cintura dela, pele batendo em pele. — Vadia do marido. Buceta casada engolindo pau de personal. Olha pro Lucas. Mostra a cara de puta pra ele.

Ele virou Clara de frente, ainda fodendo fundo, para o marido ver o rosto dela. Clara babava, olhos revirando, peitos saltando para fora do top. Cada estocada arrancava um gemido alto, sujo.

— Amor… ele tá me fudendo tão gostoso… tô gozando… porra, tô gozando no pau dele!

O orgasmo bateu nela enquanto Hugo continuava metendo. A buceta latejou, escorreu mais mel nas bolas dele. Lucas gemeu, punheta acelerada, quase gozando.

Hugo deitou no banco. Clara montou sem ordem. Enfiou o pau nela sozinha e cavalgou com força, peitos pulando soltos, shortinho ainda no meio da coxa. Rebolava suja, batendo a bunda nas coxas dele, gemendo nome dos dois.

— Goza dentro… goza na buceta da sua putinha casada… enche eu…

Hugo segurou a cintura dela e gozou fundo, jatos quentes preenchendo Clara enquanto ela ainda rebolava para ordenhar cada gota. Lucas chegou perto, pau na mão, e gozou grosso nos próprios dedos e no chão da garagem, gemendo o nome da esposa, vendo o creme escorrer da buceta dela para baixo, misturado com o gozo de Hugo.

Ofegante e com as coxas tremendo, Clara ainda sentava no pau semi-duro de Hugo, o esperma escorrendo quente pela pele. Lucas se ajoelhou na frente dela, limpou o próprio gozo na mão e passou dois dedos na buceta da esposa, empurrando o creme de volta para dentro. Os três respiravam pesado, o cheiro de sexo grosso pairando na garagem quente. Clara olhou para o marido com um sorriso sujo, ainda sentada no pau do personal, e murmurou rouca:

— Ainda não acabou… eu quero mais.

Clara ainda sentava enfiada no pau semi-duro de Hugo, as coxas tremendo, o creme quente escorrendo devagar pela pele suada e pingando no banco da academia. O cheiro grosso de sexo, suor e gozo misturado pairava pesado na garagem quente. Lucas ajoelhado na frente dela passou os dedos de novo na buceta inchada, empurrando o esperma de volta para dentro, lambendo os próprios dedos depois e gemendo baixo.

— Porra, amor… você tá cheia dele — murmurou Lucas, voz rouca, olhos brilhando de tesão puro. — Continua. Eu quero ver você pedindo mais. Quero ver essa putinha casada se arrombando de novo.

Clara rebolou devagar, sentindo o pau de Hugo voltar a endurecer dentro dela. O personal trainer agarrou as nádegas dela com força, dedos afundando na carne, e empurrou para cima, abrindo ela mais uma vez.

— Olha só essa vadia — Hugo falou, batendo uma palmada molhada na bunda dela. — Acabou de tomar porra e já tá pedindo de novo. Buceta casada não tem fundo, hein, Clara? Fala o que você quer. Fala sujo pro seu marido ouvir.

Ela olhou para Lucas, o sorriso safado se abrindo enquanto cavalgava mais forte, peitos saltando livres, o top preto já descido na cintura. O shortinho cinza ainda pendurado numa coxa, molhado, fedendo a putaria.

— Eu quero o pau dele na minha boca de novo enquanto você me come, amor — gemeu Clara, a voz suja, direta. — Quero gozar com os dois. Quero que o Hugo me foda a buceta e você me foda o cu. Me usa. Me transforma na putinha da garagem de vocês dois. Por favor… deixa eu chupar o gozo dele misturado com o meu.

Lucas se levantou, tirou a bermuda de uma vez. O pau grosso dele, ainda meio molhado do gozo anterior, balançou duro na frente do rosto dela. Clara inclinou o tronco para frente sem sair do pau de Hugo, abriu a boca e engoliu o marido até a garganta. Sons molhados, babados, engasgos deliciosos encheram o espaço. Ela chupava com fome, a língua girando na cabeça, descendo fundo enquanto rebolava no personal.

Hugo riu safado, metendo para cima com estocadas curtas e fortes.

— Caralho, Lucas… sua mulher mama igual vadia profissional. Olha a babinha escorrendo. Tá se engasgando gostoso no seu pau enquanto a buceta dela mamando o meu. Continua, putinha. Rebola mais. Quero sentir essa xota apertando.

Clara soltou o pau do marido só o suficiente para falar, a boca lambuzada, saliva pingando nos peitos.

— Me fode o cu, amor. Enfia. Eu quero os dois. Quero ficar cheia dos dois lados. Me arromba. Sou sua puta e a dele agora. Mete.

Lucas cuspiu na mão, passou os dedos molhados no cu apertado dela, massajando, enfiando um, depois dois. Clara gemeu alto, o corpo inteiro tremendo. Hugo segurou ela firme pela cintura, parando de mexer só o bastante para o marido se posicionar. Lucas alinhou a cabeça grossa e empurrou devagar, abrindo o cu da esposa centímetro por centímetro.

— Porraaa… tão grosso… me enche… — Clara gritou, a voz quebrando de prazer. — Os dois… os dois dentro… caralho, eu sou a putinha de vocês!

Quando Lucas enterrou até o fundo, os três gemeram juntos. Clara ficou recheada, o pau de Hugo na buceta latejando, o do marido no cu, os dois se tocando através da parede fina. Hugo começou a meter de novo por baixo. Lucas acompanhou o ritmo por trás. Pele batendo em pele, o som molhado e sujo de porra escorrendo, cuspe e suor. Clara rebolava entre os dois, peitos balançando, a boca aberta num gemido contínuo.

— Isso… fode a esposa… fode a vadia casada — Hugo grunhiu, estocando fundo. — Olha pra ela, Lucas. Cara de puta. Buceta e cu engolindo pau. Ela pediu. Ela queria. Agora toma tudo.

Lucas puxou o cabelo dela para trás, forçando Clara a olhar no espelho improvisado da garagem, onde os três apareciam sujos, suados, fodendo sem freio.

— Olha você, amor — disse ele, metendo forte no cu. — Olha a putinha que você virou. Tomando pau de personal e do marido ao mesmo tempo. Goza. Goza pra gente. Quero sentir você apertar.

Clara gozou gritando. A buceta latejou violentamente em volta do pau de Hugo, o cu se contraindo no pau de Lucas. O orgasmo veio em ondas, escorrendo mel e creme misturado pelas bolas dos dois homens. As pernas dela tremeram tanto que quase desabou, mas eles seguraram.

Hugo não parou. Virou ela de lado no banco, ainda enfiado, e meteu mais rápido, batendo a carne da bunda. Lucas saiu só um segundo, passou a cabeça do pau na boca dela de novo — ela chupou suja, lambendo o próprio gosto de cu e gozo — e enfiu de volta no cu, mais fundo ainda.

— Me goza dentro de novo… os dois… enche eu… porra, me enche de porra — ela implorou, a voz rouca de tanto gemer. — Quero sair daqui pingando. Quero sentir vocês escorrendo a semana inteira.

Hugo segurou os quadris dela com força bruta e gozou segundo jato quente fundo na buceta, gemendo grosso, enchendo ela de novo. Lucas sentiu o calor através da parede e não aguentou. Estocou três vezes fundas no cu e explodiu, jatos espessos preenchendo o rabo apertado da esposa. Clara gozou de novo só de sentir os dois jatos quentes ao mesmo tempo, o corpo inteiro em espasmo, gritando o nome dos dois.

Eles ficaram assim um tempo, ofegantes, ainda enfiados. Hugo saiu devagar, o pau brilhando de porra e mel. Lucas saiu também. O creme dos dois escorreu grosso da buceta e do cu de Clara, descendo pelas coxas suadas, pingando no colchonete e no chão de cimento da garagem. Ela ficou de quatro um instante, a bunda aberta, mostrando tudo, gemendo baixo enquanto o esperma escorria.

Lucas se ajoelhou de novo e lambeu. Língua larga passando na buceta inchada, chupando o gozo de Hugo misturado com o dela, empurrando de volta, depois lambendo o cu também, sujo e devoto. Clara rebolou na cara do marido, rindo baixinho de tesão.

— Mais… chupa tudo, amor… limpa sua putinha…

Hugo se levantou, pau ainda semi-duro, e enfiou de novo na boca dela. Clara mamou devagar agora, limpando o pau dele com a língua, sugando o resto de gozo, os olhos marejados de prazer. Lucas subiu, beijou a boca dela lambuzada, trocou saliva e porra com a esposa. Os três se beijaram bagunçados, mãos se tocando, corpos grudados de suor.

Clara se virou e deitou de costas no banco, pernas abertas. Hugo ajoelhou e enterrou o rosto na buceta dela, chupando o creme que ainda escorria, língua fundo, dedos no cu. Lucas se posicionou na cabeça dela e fodeu a boca devagar, olhando o personal trainer chupar a esposa. Clara gemeu com a boca cheia, as mãos nos cabelos de Hugo, empurrando ele contra a xota.

— Isso… come minha buceta… limpa e suja de novo… caralho, vocês dois me destroem…

Hugo subiu, enfiou o pau de novo na buceta já usada e meteu devagar, fundo, enquanto Lucas gozava pela terceira vez na garganta dela. Clara engoliu tudo, babando, olhos revirando. Hugo tirou, passou a cabeça no clitóris inchado e gozou nos lábios da buceta, jatos brancos cobrindo ela. Lucas desceu e espalhou o gozo com os dedos, enfiando de volta, depois chupando de novo.

Eles se mudaram para o chão, no colchonete sujo. Clara de quatro entre os dois. Chupava um, depois o outro, alternando, babando nos paus, rebolando o cu no ar. Hugo meteu nela por trás de novo. Lucas deitou na frente e ela cavalgou a cara dele, sentando a buceta molhada na boca do marido enquanto o personal trainer fodia. Gozo, saliva, suor, tudo misturado. Gemidos altos, palavrões sujos, o barulho constante de pele molhada.

Quando o último orgasmo bateu em Clara, ela gritou até a voz falhar, o corpo inteiro em convulsão, a buceta esguichando fraco no rosto de Lucas. Hugo gozou pela última vez no rabo dela, enchendo o cu de novo. Lucas beijou a parte interna das coxas dela, lambendo devagar.

Depois disso, os movimentos ficaram mais lentos. Hugo saiu. Lucas saiu. Clara ficou deitada de lado no colchonete, as pernas entreabertas, o creme escorrendo devagar pela pele marca­da de palmadas e suor. Os dois homens se deitaram um de cada lado, respiração ainda pesada, mãos passando sem pressa pelo corpo dela — nas costas, na barriga, nos peitos macios.

Ninguém falou mais nada por um tempo. Só o som da respiração se acalmando, o ventilador da garagem girando baixo, o cheiro grosso de sexo ainda no ar quente. Clara fechou os olhos, um sorriso cansado e sujo nos lábios. Lucas beijou a testa dela. Hugo passou a mão no cabelo úmido dela uma última vez.

O silêncio ficou.

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