Descoberta Molhada no Festival com a Amiga de Verão
Clara, 20 anos barista, e Marina, 22 anos instrutora de surf, se entregam à primeira vez lésbica quente na praia do festival.
O calor do Festival de Verão grudava na pele como mel derretido. Eu, Clara, vinte anos, barista de uma cafeteria barulhenta em São Paulo, estava ali na areia fina do litoral paulista depois de meses contando os dias. O som dos graves batia no peito, as luzes cortavam a noite e o cheiro de sal, cerveja e protetor solar misturava tudo. Foi quando eu reencontrei Marina.
Ela tinha vinte e dois anos agora e trabalhava de instrutora de surf naquela mesma praia. O corpo dela estava mais marcado pelo mar, ombros largos, braços firmes, cabelo loiro sujo preso num coque frouxo que soltava fios molhados de suor. Quando nossos olhares se cruzaram no meio da multidão, ela sorriu daquele jeito antigo, o mesmo de verões passados, só que agora havia algo a mais.
— Clara? Porra, sumiu mesmo — disse, puxando-me para um abraço apertado. O peito dela colou no meu e eu senti o calor úmido da pele dela através do top molhado.
Dançamos a noite inteira. Corpos batendo, quadris roçando, risadas coladas no ouvido. A cada batida da música eu sentia o olhar dela descer pelo meu corpo suado: a barriga à mostra, o short colado, os seios trepidando dentro do sutiã fino. Eu respondia sem querer. Meu peito apertava, a boceta latejava de um jeito que eu nunca tinha sentido por outra mulher. Confessava pra mim mesma, ali no meio da pista: era a primeira vez que o desejo vinha tão forte, tão molhado, tão óbvio. Eu queria a boca dela. Eu queria o gosto da pele salgada dela na língua.
Quando a multidão ficou densa demais, Marina puxou minha mão.
— Vem. Longe dessa porra toda.
Atravessamos a areia fofa até um canto escuro, atrás de um paredão de rochas onde a luz do palco quase não chegava. O barulho virava eco distante. Ficamos de frente uma pra outra, respirando rápido. O flerte virou toque. Os dedos dela deslizaram pela minha cintura, subiram sob a barra do top, roçando a pele molhada. Eu estremeci e devolvei: passei a mão pela nuca dela, puxei de leve e beijei o pescoço suado, lambendo o sal. Marina soltou um gemido baixo.
— Nunca fiz isso com outra menina — sussurrou contra minha orelha, a voz rouca. — Mas tô doida pra fazer. Com você.
— Eu também — confessei, o coração martelando. — Nunca. Mas eu quero. Quero pra caralho.
Ela afastou o rosto só o suficiente para me olhar nos olhos.
— Então me responde direito, Clara. Você quer experimentar comigo? Até o fim?
Eu não respondi com palavras. Puxei a nuca dela e beijei fundo, língua quente, dentes roçando lábio, saliva misturada com o gosto de suor e desejo. Marina gemeu dentro da minha boca e apertou minha bunda com as duas mãos, puxando-me contra o corpo dela. O short fino dela já estava encharcado; eu sentia a umidade quente grudando na minha coxa.
Tiramos a roupa com pressa e fome. O top dela caiu primeiro, seios firmes, mamilos escuros e duros de tesão. Eu chupei um, depois o outro, enquanto ela puxava meu short e minha calcinha juntos, descendo tudo. A areia grudou nos joelhos quando eu me ajoelhei na frente dela. A boceta de Marina estava inchada, rosada, brilhando de porra molhada. O cheiro dela subiu forte, salgado e doce. Eu abri os lábios dela com os dedos e lambi de baixo pra cima, bem devagar na primeira vez, saboreando. Marina tremeu e segurou meu cabelo.
— Porra, Clara… assim, caralho…
Eu chupei de verdade. Língua entrando, chupando o clitóris inchado, lambendo as dobras molhadas, enfindo a língua fundo enquanto ela rebolava na minha cara. O gosto dela me deixou louca. Eu gemia contra a boceta dela, molhando o queixo, a areia grudando nas minhas canelas. Marina gozou rápido, coxas tremendo, gemendo meu nome alto demais pro canto isolado — “Clara, porra, Clara!” — e jorrando mais molhado ainda na minha língua. Eu continuei lambendo devagar até ela puxar meu cabelo pra cima e me beijar com gosto dela ainda na minha boca.
Depois ela me deitou na areia fofa. Abriu minhas pernas com as mãos firmes de quem pega onda o dia todo e olhou pra minha boceta escorrendo.
— Linda pra caralho — murmurou, e enterrou o rosto entre minhas coxas.
A língua dela era quente, insistente, faminta. Ela chupou meu clitóris com força ritmada enquanto enfiava dois dedos grossos dentro de mim, curvando, fodendo devagar e fundo. Eu arqueei as costas, areia grudando nas minhas costas suadas, e gozei pela primeira vez com outra mulher. O orgasmo veio em ondas fortes, apertando os dedos dela, molhando a boca dela, me fazendo gritar abafado contra o próprio braço. Marina não parou. Continuou me comendo até eu tremer de novo, quase chorando de prazer.
Ainda ofegantes, viramos em sessenta e nove. Eu de cima, boceta na cara dela, e a dela bem na minha boca de novo. Chupamos uma à outra com urgência suja, dedos entrando, línguas revirando, gemidos abafados contra a carne molhada. O cheiro de sexo, suor e mar misturava tudo. Eu enfiei dois dedos nela enquanto chupava o clitóris; ela fazia o mesmo em mim, mais fundo, mais rápido. Gozamos juntas outra vez, corpos travando, coxas tremendo, bocas grudadas nas bocetas uma da outra, gemendo e se molhando até a areia ficar encharcada embaixo de nós.
Ficamos ali ofegantes, peitos subindo e descendo, suor escorrendo entre os seios e a virilha. Rimos baixinho, aquele riso meio incrédulo de quem acabou de descobrir uma porta que não sabia que existia.
— Caralho, Clara… — Marina limpou a boca com o dorso da mão e puxou a roupa molhada pra se limpar de leve. — Isso foi…
— Incrível — completei, ainda tremendo, pegando meu short encharcado pra passar entre as pernas. O gosto dela ainda estava na minha língua. — Eu não quero que acabe agora.
Ela me olhou no escuro, olhos brilhando, e puxou minha mão. Vestimos o essencial de qualquer jeito — tops tortos, shorts grudados — e começamos a voltar pela areia, dedos entrelaçados, corpos ainda quentes e latejando. O som do festival voltava aos poucos. Longe, silhuetas se moviam perto das barracas de luz. Marina apertou minha mão com mais força e chegou perto do meu ouvido, a voz ainda rouca de tanto gemer.
— Minha amiga Yvonne tá te procurando desde cedo. E tem o Hassan também… ele viu a gente sumir. Se a gente voltar agora, eles vão perceber. Mas eu ainda tô molhada pra caralho por você. A gente não terminou nada.
O som do festival voltava aos poucos, mas a gente não ia direto pra multidão. Marina puxou minha mão com força e me arrastou de lado, desviando das silhuetas que se moviam perto das barracas. O peito dela ainda subia e descia rápido, o short grudado na bunda molhada, e eu sentia meu próprio short escorrendo entre as pernas, a boceta latejando de novo só de olhar pra ela.
— Aqui — ela sussurrou, empurrando-me atrás de uma barraca de som desligada, onde caixas empilhadas e um pedaço de lona criavam um canto escuro. O chão era areia misturada com grama seca. Ninguém enxergava a gente ali. O grave da música batia longe, abafado. Marina me encostou na lona fria e beijou meu pescoço com fome, dentes roçando, língua lambendo o suor que escorria.
— Ainda tô pingando por você, Clara — confessou contra minha pele, a voz rouca. — Quero te foder de novo. Quero te ouvir gozar no meu ouvido enquanto eu enfio os dedos fundo.
Eu gemi baixo, as mãos já puxando o top dela de novo. Os seios firmes saltaram livres, mamilos duros. Chupei um com vontade, chupando forte, enquanto a outra mão descia pelo short dela e enfiava por baixo, achando a boceta quente, inchada, escorregadia pra caralho. Dois dedos entraram fácil. Marina arqueou e mordeu meu ombro pra não gritar.
— Porra… assim — ela rebolou nos meus dedos, molhando minha mão inteira. — Mais fundo. Usa três.
Eu enfiei o terceiro, curvando, fodendo ela devagar e fundo enquanto chupava o mamilo. O cheiro dela subia de novo, salgado e doce, misturado com o meu próprio tesão que escorria pela coxa. Marina puxou meu short pra baixo num movimento só. A areia grudou nas minhas nádegas quando ela me virou de frente pra lona e se ajoelhou atrás de mim.
— Abre — ordenou, a voz baixa e urgente. Eu abri as pernas. A língua dela entrou de trás, lambendo minha boceta aberta, chupando os lábios inchados, enfiando a ponta no meu cu molhado só de tesão. Eu tremi inteira. Nunca tinha sentido aquilo. Ela chupou meu cu com fome enquanto os dedos voltavam pra dentro da boceta, três agora, revirando, achando aquele ponto que me fazia ver estrelas.
— Marina… caralho… — confessei, a testa encostada na lona, gemendo abafado. — Mais. Não para.
Ela não parou. Chupou, lambeu, fodeu com os dedos até eu gozar forte, as pernas bambas, a boceta apertando os dedos dela num espasmo quente que molhou o queixo e a mão dela. Eu quase caí, mas ela me segurou pela cintura e me virou de novo. O rosto dela brilhava de porra minha. Beijei fundo, chupando o gosto de mim na boca dela, e empurrei-a pra sentar na areia.
Agora fui eu quem me ajoelhei. Puxei o short dela de vez. A boceta rosada, aberta, pingando. Enfiei a língua fundo de uma vez, chupando o clitóris inchado com força ritmada, dois dedos entrando e saindo rápido. Marina puxou meu cabelo e rebolou na minha cara, molhando meu nariz, meu queixo, minha boca.
— Isso, chupa essa boceta… porra, Clara, você nasceu pra isso — ela gemeu, os olhos semicerrados. — Primeira vez e já mama que nem puta. Mais fundo. Usa a língua no meu cu também.
Eu obedeçi. Lamba o cu dela enquanto os dedos fodiam a boceta. O gosto era mais intenso ali, sujo e delicioso. Marina gozou jorrando na minha boca, coxas tremendo, segurando minha cabeça contra ela até o último espasmo. Eu continuei lambendo devagar, limpando tudo, saboreando cada gota.
Ainda ofegante, ela me puxou pra cima e me deitou de costas na areia. Abriu minhas pernas largas e encaixou a boceta na minha. A pele molhada colou. Ela começou a rebolar, esfregando o clitóris no meu, os seios balançando, o suor escorrendo entre os corpos. Eu levantei o quadril pra encontrar o movimento dela. O atrito quente, escorregadio, fazia um barulho molhado e obsceno.
— Assim… fode comigo — confessei, as unhas cravadas nas costas firmes dela. — Quero gozar assim, boceta na boceta.
Marina acelerou. Os quadris batiam com força, o clitóris dela esfregando o meu sem parar. Eu sentia cada dobrinha, cada líquido misturando. Ela se abaixou e chupou meu seio enquanto rebolava, dentes puxando o mamilo. O orgasmo veio de novo, mais fundo, mais longo. Eu gritei no ombro dela, o corpo travando, a boceta pulando contra a dela. Marina gozou logo depois, gemendo meu nome baixo, o corpo pesado caindo sobre o meu, as bocetas ainda latejando juntas.
Ficamos assim um tempo, peitos colados, respirações desencontradas. Depois ela deslizou pra baixo de novo e me comeu devagar, só língua agora, limpando o que a gente tinha escorrido. Eu abri as pernas e deixei, os dedos nos cabelos loiros sujos dela. Quando ela voltou pra cima, beijei a boca molhada e enfiei a mão entre as pernas dela outra vez, só brincando, roçando o clitóris inchado até ela tremer de novo num gozo menor, quase silencioso.
O festival continuava longe. A gente se vestiu devagar, tops tortos, shorts encharcados grudando na pele. Marina limpou minha boca com o polegar e sorriu daquele jeito antigo, só que agora cansado e satisfeito.
— Yvonne vai achar que a gente sumiu pro caralho — murmurou, puxando meu cabelo pra trás da orelha. — Hassan também. Mas foda-se. Isso aqui… não acaba.
Eu entrelaçei os dedos nos dela. O corpo ainda latejava, a boceta sensível, o gosto dela ainda na língua. Caminhamos de volta pela areia, ombros se tocando, sem pressa. As luzes do palco piscavam distantes. A multidão era só um barulho abafado. Paramos um segundo perto da água rasa. O mar batia devagar nos pés.
Marina me beijou mais uma vez, leve, quase só lábios. Depois ficou quieta. Eu fiquei quieta também. O vento salgado passou entre a gente. Nenhum de nós falou mais nada.
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