Reencontro Quente com a Ex do Meu Padrasto no Ofurô
Reencontro quente: aos 28 anos, Marco fode a ex-amante de 42 do padrasto no ofurô escondido.
Marco tinha vinte e oito anos quando voltou à mansão do padrasto Andre, na serra, para aquele fim de semana de família que sempre cheirava a hipocrisia cara. O carro ainda nem esfriara no estacionamento de pedra quando ele avistou a silhueta no deck da piscina. Fiona. Quarenta e dois anos, corpo de mulher que sabia exatamente o que fazia com cada curva, cabelo escuro preso num coque frouxo, biquíni preto sob um quimono de seda aberta. Ex-amante do padrasto. A mulher que Andre tinha fodido em segredo durante anos, enquanto a mãe de Marco ainda vivia sob o mesmo teto. Ninguém na família sabia. Ninguém, exceto Marco — e agora ela estava ali, convidada como “amiga antiga do casal”, porque Andre era um filho da puta charmoso o bastante para apagar rastros.
Ele desceu as escadas de madeira com o coração batendo no pescoço. O sol da tarde batia na água e refletia na barriga lisa dela, no intervalo entre os seios firmes. Fiona virou o rosto. O olhar dela não era educado. Era direto, molhado, antigo.
— Marco — a voz saiu baixa, rouca. — Cresceu mais ainda, hein.
— Fiona. — Ele parou a um metro. O cheiro dela — perfume caro misturado com cloro e pele quente — subiu e encheu a garganta. — Não esperava te ver aqui.
Ela sorriu de canto, o polegar passando devagar pela borda do copo de vinho branco.
— Seu padrasto insiste. Diz que sou “da família”. Engraçado, não? Considerando o que a gente fazia escondido na suíte de hóspedes enquanto você dormia no quarto de baixo.
O silêncio pesou. Marco sentiu o pau latejar dentro da calça chino. Ele lembrava. Tinha dezessete na época — já adulto o bastante para entender o gemido abafado atravessando a parede, o cheiro de sexo no corredor de madrugada. Fiona nunca tinha tocado nele. Mas o olhar dela, naquela época, já prometia merda proibida. Agora, aos vinte e oito, ele era homem feito, e ela estava de novo no mesmo terreno perigoso.
— Se alguém descobrir o que a gente… — ele começou.
— O que a gente o quê? — Fiona deu um passo. A água da piscina batia mansa atrás dela. — A gente nunca fez nada. Ainda. Mas você olha pra mim igual olhava. E eu olho pra você sabendo que te foder seria trair Andre duas vezes. A esposa dele. A memória da sua mãe. A porra da mesa de jantar onde todo mundo vai fingir que somos só conhecidos.
Ela se aproximou mais. O quimono abriu um pouco; o mamilo esquerdo se marcava sob o tecido molhado do biquíni. Marco engoliu seco.
— Eu nunca te toquei — murmurou ele.
— E isso te deixa duro pra caralho, não deixa? — O sopro dela bateu no maxilar dele. — Saber que a buceta que engolia o pau do seu padrasto agora tá molhada só de te ver. Que eu me masturbo pensando em como seria enfiar você inteiro em mim enquanto a família dorme do outro lado da casa.
Marco apertou o punho. A porra da tensão subia pela espinha como fio elétrico. Ele queria empurrá-la contra a parede de vidro, puxar o biquíni pro lado e foder aquela mulher na frente da casa inteira. Mas passos ecoaram no corredor interno. Fiona recuou um centímetro, o sorriso voltando ao modo social em meio segundo.
— Depois — sussurrou. — A gente conversa depois.
O jantar foi um suplício. Andre na cabeceira, falando de negócios e vinhos. A atual esposa do padrasto servindo salada com sorriso plástico. Primos, tios, barulho. Fiona sentou à direita de Marco, coxa quase colada na dele sob a toalha branca longa. O perfume dela de novo, agora mais quente, misturado com o vinho tinto.
No meio da sobremesa, o pé descalço dela subiu pela panturrilha dele. Devagar. Segurou a canela, subiu até o joelho, depois invadiu o espaço entre as pernas. Marco engasgou no gole de água. Os dedos dela — unhas bem feitas, planta do pé macia — encontraram o volume duro que já esticava o tecido. Ela pressionou, esfregou a sola contra a ereção por cima da calça, subiu e desceu com uma lentidão cruel.
— Tá duro pra porra — ela sussurrou sem mover os lábios, olhando pro prato como se comentasse o clima. — Sempre foi o único que realmente me fazia gozar na cabeça. Seu padrasto metia forte, gostoso, mas você… eu imaginava sua boca na minha buceta enquanto ele gozava em mim. Imaginava você me fudendo no chão do closet dele. Me chamando de puta da família.
Marco cravou o garfo na toalha. O peito subia e descia. Embaixo da mesa, o pé dela moldava o pau, apertava a cabeça sensível através do tecido, depois descia até as bolas e esfregava devagar, como se estivesse preparando ele pra porra nenhuma barata.
— Fiona, caralho… — a voz dele saiu rouca, baixa o bastante pra sumir no barulho das conversas.
— Depois que todo mundo dormir — ela continuou, o dedão agora fazendo círculos por cima da glande presa. — Tem um ofurô escondido no jardim dos fundos. Longe da casa. Água quente, vapor, silêncio. Eu vou estar lá. Sem roupa. Com a buceta já aberta e molhada pra você. Você vem, fode essa ex do seu padrasto até eu gozar no seu pau gritando o nome dele por acidente. Ou o seu. Tanto faz. A gente cruza a linha que os dois querem há porra de anos.
Ela tirou o pé. Limpou a boca com o guardanapo, sorriu educada para Andre do outro lado da mesa.
— Deliciosa a torta, Andre. Como sempre.
Marco mal conseguia se mexer. O pau doía, latejando contra o zíper, molhado de pré-gozo. A imagem explodia na cabeça: Fiona nua no ofurô de pedra, vapor subindo entre as coxas abertas, seios pesados brilhando d’água, dedos abrindo os lábios rosados da buceta pra ele ver o quanto ela estava pronta. Trair Andre. Trair a família. Meter na mulher que o padrasto já tinha gozado dentro, no mesmo terreno, sob o mesmo teto.
Ele olhou de lado. Fiona levantou o copo num brinde silencioso só pra ele. Os olhos dela diziam tudo: eu quero sua porra escorrendo de mim enquanto eles dormem. Eu quero que você me foda como se eu ainda pertencesse a ele — e depois lembre que agora sou eu quem escolhe.
Quando a mesa se ergueu e os cumpridos de boa-noite começaram, Marco sentiu o toque rápido dos dedos dela no pulso, escondido pela manga.
— Meia-noite — sussurrou contra a orelha dele, quente, sem ninguém ouvir. — O caminho de pedra atrás da edícula. Não demora. Eu já tô pingando só de imaginar seu pau grosso abrindo minha buceta no vapor.
Ele ficou parado no corredor enquanto os outros subiam as escadas. O coração martelava. A casa ia silenciar. O ofurô esperava. A linha proibida estava a poucos minutos de ser atravessada — e Marco, duro pra caralho, a porra escorrendo na cueca, já sabia que ia dar o primeiro passo.
Marco seguiu o caminho de pedra atrás da edícula exatamente à meia-noite, o pau ainda latejando duro dentro da calça, pré-gozo manchando a cueca. O vapor do ofurô subia no escuro do jardim dos fundos, cheiro de madeira molhada e enxofre leve. Fiona estava lá, exatamente como prometeu: nua, sentada na borda de pedra, água quente borbulhando até a cintura, seios pesados brilhando sob a luz fraca das lanternas escondidas. Os quarenta e dois anos dela marcavam só na maturidade do corpo — coxas firmes, buceta depilada com um fio escuro no topo, mamilos escuros e duros de frio e desejo. Ela abriu as pernas um pouco mais quando o viu chegar, os lábios rosados da buceta já inchados, brilhando de lubrificação.
— Demorou, porra — murmurou ela, voz rouca. — Tira essa roupa. Quero te ver inteiro antes de te engolir.
Marco puxou a camisa, a calça, a cueca. O pau saltou grosso, veias saltadas, cabeça vermelha pingando. Fiona lambeu os lábios. Ele entrou na água quente, o calor apertando a pele, e ela o puxou de imediato para um beijo faminto. Língua grossa, dentes puxando o lábio dele, saliva misturada com gosto de vinho ainda na boca. As mãos dela desceram, envolveram o pau, apertaram a base e subiram até a glande, espalhando o pré-gozo com o polegar.
— Caralho, tá maior do que eu imaginava — ela sussurrou contra a boca dele. — Seu padrasto metia gostoso, mas esse monstro aqui vai me arrebentar.
Ela se ergueu no colo dele, água escorrendo entre os corpos. Os seios bateram no peito de Marco. Fiona segurou o pau grosso com uma mão, abriu os lábios da buceta com a outra e guiou a cabeça até a entrada molhada. Empurrou o quadril pra baixo num movimento só, engolindo ele inteiro até as bolas. O gemido dela saiu alto, abafado no pescoço dele. A buceta quente, apertada, latejando, engolia cada centímetro enquanto a água borbulhava em volta.
— Porra, Fiona… — Marco cravou os dedos nas nádegas dela.
Ela começou a cavalgar com força, subindo e descendo rápido, a buceta fazendo barulho molhado a cada estocada. Água respingava para fora do ofurô. Marco abaixou a cabeça e chupou o mamilo direito dela, dentes raspando, língua girando, chupando forte enquanto ela rebolava. O outro seio balançava na cara dele. Fiona gemia sem freio, unhas cravadas nos ombros dele.
— Isso, chupa esses peitos, filho da puta. Sente como a buceta da ex do seu padrasto aperta seu pau. Eu me masturbei pensando nisso por anos. Agora mete fundo.
Ela acelerou, quadris batendo com força, a glande batendo no fundo dela a cada descida. Marco chupava um mamilo e depois o outro, puxando com a boca, lambendo o suor e a água. A buceta dela escorria, lubrificação misturando com a água quente, o pau dele entrando e saindo brilhante. O cheiro de sexo subia junto com o vapor.
Fiona parou de repente, ergueu o corpo até o pau sair quase todo, só a cabeça dentro, e virou de quatro na borda de pedra do ofurô. A bunda empinada, a buceta aberta e pingando, o cu piscando. Ela olhou por cima do ombro, cabelo molhado grudado no rosto.
— Agora mete fundo. Fode essa vadia como se eu ainda fosse dele. Me chama do que eu sou.
Marco se posicionou atrás, agarrou os quadris dela e enfiou de uma vez só. A estocada fez ela gritar. Ele meteu fundo, ritmado e bruto, bolas batendo na buceta, água espirrando. Cada investida fazia os seios dela balançarem para frente. Fiona empurrava a bunda de volta, pedindo mais.
— Isso, caralho. Mais fundo. Me fode até eu não aguentar. Me chama, porra. Fala.
— Você é a vadia proibida do meu padrasto — Marco rosnou, metendo com força, uma mão puxando o cabelo dela. — A puta que ele gozava escondido. Agora é minha. Essa buceta é minha pra foder enquanto ele dorme lá dentro.
— Mais sujo. Continua.
— Vadia do padrasto. Buceta usada que agora engole meu pau grosso. Vai gozar no pau do enteado enquanto grita.
Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando em espasmos violentos, esguichando um pouco de líquido quente em volta do pau dele. Os espasmos milimetrados apertavam a pica, milhando, sugando. Marco não aguentou. Metendo fundo até o talo, ele gozou dentro, jatos grossos enchendo ela, porra quente vazando pelas laterais enquanto a buceta dela ainda contraía sem parar. Eles gozaram juntos, ofegantes, o orgasmo puxando os dois até as pernas fraquejarem. A água borbulhava em volta dos corpos colados.
Ainda conectados, o pau dele pulsando dentro dela, Fiona virou o rosto. Deu um beijo lento e safado, língua lambendo o lábio inferior dele, dentes puxando de leve. A voz saiu rouca, molhada de prazer:
— Esse reencontro quente vai virar o segredo mais delicioso da gente. Ninguém pode saber. Nem fodendo.
Ela pegou o celular molhado na beira, abriu a agenda com o polegar escorregadio e marcou a data duas semanas depois, digitando “encontro familiar – ofurô” com um sorriso sujo.
— Próxima dose no mesmo lugar. Você mete de novo nessa buceta até eu gozar gritando seu nome e o dele misturado. Entendeu?
Marco ainda enterrou o pau mais fundo, sentindo a porra escorrer quente pela coxa dela. A última coisa que saiu da boca dele, baixa e suja, foi:
— Vai ficar com minha porra pingando da buceta a caminho da cama, vadia. E quando sentar pra tomar café com ele amanhã, vai apertar as pernas pra não vazar na cadeira.
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