Última Carícia no Telhado Antes de Partir
Duas amigas adultas, Helena e Marina, se comem com tesão no telhado de São Paulo antes da despedida definitiva.
O vento quente do final de tarde batia devagar no telhado do prédio antigo no centro de São Paulo, carregando cheiro de asfalto molhado e fumaça distante. Helena, fotógrafa de trinta e dois anos, apoiava as mãos na mureta baixa e olhava a cidade se acender lá embaixo. O cabelo castanho solto grudava no pescoço suado. Ao lado dela, Marina, arquiteta de vinte e nove anos, a amiga de quase uma década, apertava a alça da mochila contra o peito como se ainda precisasse de coragem.
Elas se encararam. O desejo que vinha engolindo há anos finalmente subiu à superfície, denso, quase palpável. Helena sentiu o estômago revirar de tesão quando os olhos escuros de Marina desceram até a boca dela e ficaram ali.
— Eu sempre quis provar seu corpo antes de ir embora de vez — confessou Marina, a voz rouca, sem rodeio. — Sempre. Todas as vezes que a gente bebia vinho na sua casa, todas as madrugadas que você me abraçava na despedida… eu saía molhada. Quero isso agora. Quero gozar com você. Transformar esse adeus num bagulho intenso pra caralho. Você topa?
Helena engoliu seco. O peito ardia. Ela deu um passo à frente, o tecido da blusa raspando nos seios já duros.
— Topo. Desde o começo. Vem cá.
O beijo explodiu faminto. Bocas se abriram, línguas se enroscaram com pressa, dentes arranharam lábio inferior. Helena enfiou as mãos por baixo da blusa fina de Marina, subiu a pele quente e apertou os seios fartos, polegar e indicador pinçando os mamilos duros até Marina gemer alto dentro da boca dela. O gemido vibrava no peito das duas. Marina puxou Helena pela cintura, colou a bunda dela contra a própria coxa e rebolou, sentindo o calor da boceta alheia através da calça.
— Porra, Helena… sua mão… aperta mais — sussurrou Marina, a respiração irregular. As unhas dela arranharam a nuca da amiga. — Eu quero sentir sua boca na minha boceta molhada agora. Não aguento mais. Chupa essa porra. Me come aqui mesmo.
Helena desceu de joelhos sem hesitar. O chão frio do telhado grudou nas calças. Marina abriu as pernas largas, puxou a saia pra cima e enfiou os dedos no próprio calcinha, puxando o tecido pro lado. A boceta dela brilhava, inchada, o clitóris latejando. O cheiro forte e doce subiu direto pro nariz de Helena, que gemeu de fome. Marina agarrou o cabelo castanho e empurrou a cabeça da amiga pra baixo, enfiando o rostinho entre as coxas.
— Isso… chupa forte — ordenou, a voz quebrando. — Não se importa com quem ouve. Goza me chupando.
Helena abriu a boca e lambeu a fenda inteira de uma vez, a língua larga e quente. Marina soltou um grito curto, as pernas tremendo. Helena chupou o clitóris com força, sugando o botão inchado entre os lábios enquanto dois dedos longos entravam fundo na buceta encharcada, curvando e batendo no ponto certo. O barulho molhado ecoava no telhado vazio. Marina rebolava contra a cara dela, gemendo alto, sem filtro:
— Assim, porra… mais fundo… sua língua, caralho… eu vou gozar na sua boca…
Helena meteu os dedos mais rápido, chupando sem parar, o queixo todo molhado de porra. Marina arqueou as costas, gritou o nome da amiga e gozou num espasmo violento, a boceta contraíndo nos dedos, o líquido escorrendo pela mão e pela boca de Helena. As pernas dela tremeram tanto que ela quase caiu; Helena segurou as coxas e continuou lambendo devagar até o último tremor.
Ainda ofegante, Marina puxou Helena pra cima, beijou a boca suja dela e virou o jogo. Empurrou a fotógrafa de quatro no chão frio, a bunda empinada pro céu de São Paulo. A calça e a calcinha desceram num puxão. Marina se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e lambeu o cu apertado com voracidade, a língua rígida entrando fundo enquanto o nariz afundava na boceta pingando. Helena gritou, o som rouco, as unhas raspando o concreto.
— Porra, Marina… lambe esse cu… enfia a língua…
Marina obedeceu, lambendo, chupando, depois enfiando três dedos na boceta de Helena enquanto a língua fodia o cu. O polegar massajava o clitóris inchado. Helena rebolava pra trás, pedindo mais, o peito colado no chão, os seios balançando. Marina chupou e meteu até Helena gozar tremendo, o corpo inteiro em espasmo, esguichando num jato quente que molhou a boca e o pescoço da amiga. O grito dela se perdeu no vento.
Elas não pararam. Viraram, se encaixaram em tesoura, bocetas se esfregando molhadas, clitóris batendo um no outro. Depois Marina sentou na cara de Helena de novo, enquanto chupava a boceta dela por baixo, dedos entrando e saindo sincronizados. Lambidas, chupadas, gemidos altos, nomes xingados com carinho sujo. O segundo orgasmo veio juntos, os corpos se contorcendo, bocas cheias de gosto da outra, coxas tremendo sem controle. O telhado cheirava a sexo, suor e despedida.
Quando a onda passou, elas ficaram abraçadas nuas sob o céu já escuro de São Paulo, a pele ainda arrepiada, o peito subindo e descendo no mesmo ritmo. Marina passou a mão pelo cabelo molhado de Helena, puxou o rosto dela e deu um beijo longo, profundo, lento, saboreando o gosto residual das duas misturado. A língua entrou devagar, como se quisesse gravar cada detalhe.
— Vou levar o gosto de você pra sempre — sussurrou contra a boca, a voz baixa, quase quebrada. Os dedos dela ainda traçavam círculos no seio de Helena, o polegar roçando o mamilo sensível. — Mas tem uma coisa que eu ainda não falei… uma coisa que eu preciso te contar antes do avião de amanhã. E não sei se você vai aguentar ouvir.
Helena abriu os olhos, o corpo ainda quente colado no dela, o coração batendo mais rápido de novo. O vento bateu nas costas nuas das duas. Marina não tirou a mão. O silêncio entre elas agora pesava diferente, carregado de tesão residual e de algo maior que nenhuma das duas tinha coragem de nomear ainda.
Helena prendeu o rosto de Marina entre as mãos suadas, o polegar sujo de porra ainda tremendo contra a bochecha da amiga.
— Me conta agora — exigiu, a voz rouca de tanto gozar. — Não brinca comigo nesse telhado, porra. O que é que você precisa falar antes do avião?
Marina sorriu de canto, aquele sorriso safado que Helena conhecia de uma década de amizade molhada. Em vez de responder, enfiou a língua de novo na boca da fotógrafa, chupando o gosto residual das duas misturado. A mão desceu direto entre as pernas de Helena, dois dedos grossos entrando de uma vez na boceta ainda latejante, fazendo um barulho molhado e obsceno.
— Depois — rosnou contra a boca. — Agora eu quero te foder até você esquecer o próprio nome. Deita de costas. Abre essas pernas pra mim.
Helena obedeceu sem pensar. O concreto frio coçou as costas nuas, o céu de São Paulo já preto estrela a estrela acima delas. Marina ajoelhou entre as coxas abertas, empurrou os joelhos da amiga pra cima até a bunda quase sair do chão e enfiou a cara inteira de novo. A língua entrou fundo, grossa, reta, chupando a entrada inchada enquanto o nariz esmagava o clitóris sensível demais. Helena arqueou, um grito baixo escapando.
— Caralho, Marina… assim não… eu acabei de gozar…
— E vai gozar de novo — mandou Marina, a voz abafada entre a carne. — Eu quero sentir essa boceta se fechando na minha língua uma última vez. Me dá outro. Me dá forte.
Os dedos entraram junto com a língua. Três de uma vez, curvados, socando o ponto que fazia Helena ver estrelas brancas. Marina chupava o clitóris como se quisesse arrancar ele com a boca, lábios apertando, dentes roçando de leve só pra provocar. O barulho era nojento e perfeito — saliva, porra, pele batendo. Helena rebolava pra cima, segurando o cabelo curto da arquiteta, empurrando a cara dela com força.
— Isso, come essa boceta… chupa forte, filha da puta… eu vou gozar na sua cara de novo…
Marina meteu os dedos mais rápido, o polegar girando o botão inchado em círculos brutais. Helena sentiu a onda subir quente desde o útero. As coxas tremeram violentas, o cu se contraiu no ar, e ela gozou num jato quente que espirrou direto na boca e no queixo de Marina. O grito dela ecoou entre as caixas d’água, cru, sem vergonha. Marina lambeu tudo, engolindo, gemendo de satisfação enquanto os espasmos ainda apertavam os dedos dela.
Antes que Helena pudesse respirar direito, Marina subiu o corpo suado, montou na cara da amiga de frente pra bunda e sentou pesado. A boceta pingando cobriu a boca de Helena por completo.
— Agora é a minha vez de esfregar essa porra na sua língua — ordenou, rebolando devagar, sujando o rostinho inteiro. — Chupa. Enfia a língua no meu cu também. Eu quero gozar te sufocando.
Helena abriu a boca voraz, língua rígida entrando na boceta e no cu apertado alternado, as mãos abrindo as nádegas de Marina com força. O cheiro forte subia, doce e salgado, o gosto de gozo antigo ainda ali. Marina rebolava sem piedade, gemendo alto pra cidade inteira ouvir se quisesse.
— Porra, que língua gostosa… mais fundo no cu… isso, fode meu cu com a língua enquanto chupa a boceta… eu tô gozando, Helena… toma tudo…
O orgasmo veio em espasmos longos. Marina gozou sentada na cara, o líquido escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, molhando os seios de Helena embaixo. As pernas dela tremeram tanto que ela quase caiu pra frente; Helena segurou a cintura e continuou lambendo até o último tremor, até Marina soltar um riso quebrado e rouco.
Elas rolaram de lado, suadas, peitos colados, bocas se buscando de novo num beijo lento e sujo. Marina enfiou a coxa entre as pernas de Helena e começou a esfregar as bocetas molhadas uma na outra outra vez, clitóris batendo clitóris num atrito quente e escorregadio. As duas gemiam dentro da boca uma da outra, mãos apertando seios, unhas cravando bunda, rebolando com desespero de quem sabe que o sol vai nascer e o avião vai decolar.
— Mais rápido — pediu Helena, a voz falhando. — Quero gozar juntas de novo. Quero sentir você gozar na minha boceta.
Marina acelerou, a mão descendo pra abrir os lábios das duas, deixando os clitóris se esfolarem diretos. O barulho molhado preenchia o telhado. O peito de Helena ardia, o estômago revirava de tesão puro. Marina beijou o pescoço, mordeu o ombro, chupou o mamilo duro até doer gostoso.
— Eu também… eu também tô gozando… porra, Helena, sua boceta quente… assim… assim…
Os corpos travaram juntos. O terceiro orgasmo as pegou de surpresa, violento, sincronizado. Coxas tremendo sem controle, bocetas se contraindo uma contra a outra, gemidos abafados no ombro suado. Elas ficaram assim longos segundos, só o vento quente e o cheiro de sexo grosso pairando sobre São Paulo.
Quando a onda baixou de vez, Marina escorregou pro lado, o braço ainda jogado sobre a cintura de Helena. As duas ofegavam, peles arrepiadas, seios subindo e descendo no mesmo ritmo cansado. O silêncio voltou diferente agora — mais pesado, final.
Marina passou a língua nos lábios inchados, saboreando o gosto que ia levar embora. Os dedos dela desenharam o contorno do seio de Helena uma última vez, demorados, carinhosos e possuídos.
— O que eu precisava te contar… — começou baixo, a voz quase sumindo no vento — é que o avião de amanhã não é só mudança de país. Eu aceitei o cargo em Lisboa sabendo que nunca mais ia pisar nesse telhado. Mas tem uma coisa que você não sabe, Helena. Uma coisa que eu descobri ontem à noite, mexendo nas minhas coisas antigas…
Ela parou, o polegar ainda roçando o mamilo sensível da amiga. Helena esperava de olhos abertos, o coração batendo forte demais pra quem acabara de gozar três vezes.
Marina sorriu pequeno, quase triste, e sussurrou bem colada na orelha suada:
— Eu enchi uma mala só com as suas calcinhas roubadas ao longo desses dez anos. Todas elas. E amanhã, quando o avião decolar, eu vou abrir essa mala no banheiro do aeroporto, enfiar a mais molhada na cara e gozar pensando nessa boceta aqui… sabendo que você nunca vai descobrir.
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