Uma Última Escalada com a Mulher do Melhor Amigo

Marcos, guia de 38 anos, fode a esposa gostosa de 32 do melhor amigo no topo da montanha depois de uma escalada cheia de tesão.

12 min read September 10, 2026New

Marcos chegou primeiro na base da trilha isolada da Serra do Mar, a mochila já ajustada nas costas largas, o corpo de 38 anos marcado por anos de sol e pedra. O ar cheirava a terra molhada e folhagem. Ele esperava Rafael e Juliana, mas o celular vibrou com a mensagem curta do amigo: “Cara, trapalhada no trabalho. Não rola hoje. Desculpa.” Marcos freou o polegar sobre a tela, a mandíbula tensa. Iria embora. Aí o barulho de um carro na estradinha de terra o fez erguer a cabeça.

Juliana desceu sozinha. Trinta e dois anos, cabelo preso num rabo de cavalo alto, a legging preta colada nas coxas grossas e na bunda redonda que balançava a cada passo. A camiseta técnica cinza marcava os peitos firmes, sem sutiã aparente. Ela parou na frente dele, ofegante de nervosismo mais do que de esforço, e sorriu de canto.

— Ele cancelou pra você também? — a voz rouca, baixa.

— Acabei de ver.

Juliana passou a língua no lábio inferior. Olhou a trilha estreita sumindo entre as árvores e depois cravou os olhos escuros nos dele.

— Vim mesmo assim. Precisava de um tempo longe do Rafael. Longe daquela rotina. — Hesitou só um segundo. — E sempre senti uma química forte com você, Marcos. Desde o primeiro churrasco na casa de vocês. Não falo isso pra enfeitar. Falo porque tô cansada de fingir que não existe.

O silêncio entre eles engrossou. Marcos sentiu o sangue descer rápido pro pau, o tecido do short pressionando. Ele conhecia Juliana há anos, viu ela rir, dançar, brigar de leve com o amigo. Nunca tinha ouvido aquilo dito assim, cru, no meio do mato.

— Juliana…

— Se quiser voltar, eu entendo. Mas eu subi até aqui pra escalar com você. Só com você.

Ele assentiu, a voz saiu rouca.

— Vamos então.

A subida foi pesada desde o primeiro lance. Pedra úmida, raiz escorregadia, o sol ainda alto furando o dossel. O suor logo colou a camiseta no peito largo de Marcos e desenhou o contorno dos seios de Juliana. Cada vez que ela precisava de apoio numa laje inclinada, a mão dele ia parar na cintura dela, nos dedos sentindo o calor da pele sob a lycra. “Acidental”, ele pensava. Mentira. Ela se empurrava contra a palma dele um segundo a mais do que o necessário. Quando Marcos subia na frente, sentia o olhar dela cravado na bunda dele, nas costas suadas. Uma vez a mão dela escorregou na coxa dele ao pedir equilíbrio; os dedos dela ficaram quentes ali, apertando.

— Você tá me olhando demais — ele disse, sem virar o rosto, a respiração controlada.

— E você tá me tocando demais — ela respondeu, o riso baixo, molhado. — Continua.

No trecho vertical mais técnico, Juliana ficou presa num movimento. Marcos desceu um pouco, o corpo colado no dela por trás, o peito no ombro dela, o pau já meio duro pressionando de leve a curva da bunda. Ele guiou a mão dela pra uma agarra melhor, a boca quase no ouvido.

— Empurra com a perna direita. Isso. Boa, putinha…

A palavra escapou sem filtro. Juliana soltou um gemido curto, quase um grunhido, e subiu. A tensão não era mais só de altura. Era de vontade pura, suada, fedendo a corpo quente e terra.

Chegaram no topo quase no pôr do sol. A laje de pedra aberta dava vista pro vale inteiro, o céu laranja e roxo. O vento batia frio no suor. Juliana tirou a mochila, ficou de pé na beira, as pernas abertas no equilíbrio, a legging marcada no meio pela umidade clara da buceta. Ela virou, pegou a mão de Marcos e puxou ele pra perto.

— Eu quero trair o Rafael com você. Aqui. Agora. — A voz não tremia. — Tô molhada só de imaginar seu pau. Desde a base. Desde antes.

Marcos olhou o rosto dela, a boca entreaberta, os olhos escuros sem dúvida. O desejo bateu forte demais pra recuar. Ele puxou o cabelo dela pra trás e beijou com fome, língua grossa, dente no lábio. Juliana retribuiu no mesmo instante, gemendo dentro da boca dele, a mão descendo direto pro volume duro do short. Apertou, massageou, soltou um “porra” abafado.

— A gente vai foder aqui mesmo — ele rosnou contra a boca dela. — Porque os dois tão com tesão demais pra descer com isso intacto.

Ela caiu de joelhos na pedra quente ainda do sol. Puxou o short e a cueca de Marcos num movimento só. O pau grosso saltou, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Juliana lambeu do saco até a glande, depois engoliu fundo, babando de propósito, o barulho molhado ecoando no silêncio da montanha. Marcos segurou o cabelo dela com as duas mãos, fodeu a boca com estocadas curtas, sentindo a garganta dela ceder e apertar.

— Isso. Chupa esse pau, Juliana. A esposa do meu melhor amigo de joelhos no topo da porra da serra…

Ela gemeu em volta do pau, a vibração subindo pela espinha dele. Baba escorria no queixo, nos peitos ainda vestidos. Tirou a camiseta, os seios saltaram, mamilos duros de frio e tesão. Marcos puxou ela pra cima, virou ela de quatro na pedra, puxou a legging e a calcinha até as coxas. A buceta dela estava encharcada, os lábios inchados, o clitóris saltado. Ele deu duas palmadas fortes na bunda redonda, vendo a carne tremer e vermelhar, e enfiou o pau de uma vez, fundo, até o saco bater.

— Porra! — ela gritou, a voz ecoando. — Mais fundo, Marcos. Me fode.

Ele agarrou os quadris dela e meteu com força, o pau grosso abrindo caminho, o barulho molhado de pele batendo em pele. Cada estocada fazia a bunda dela quicar. Ele batia de novo, palmada atrás de palmada, e falava baixo, sujo, no ouvido dela enquanto se curvava por cima:

— Puta do meu melhor amigo. Olha só como você aperta meu pau. Rafael nunca te fode assim, né? Nunca te deixa desse jeito, babando e pedindo.

— Nunca — ela ofegava, empurrando a bunda pra trás, engolindo cada centímetro. — Só você. Me usa.

Ele puxou ela pelo cabelo, mudou o ângulo, acertou o ponto que fez as pernas dela tremerem. Juliana gozou primeiro ali, de quatro, gritando contra a pedra, a buceta pulsando e escorrendo no pau dele. Marcos tirou, se sentou na pedra com as costas na parede de rocha e puxou ela pra cima. Juliana montou de frente, encaixou o pau de novo e começou a cavalgar com vontade, os peitos balançando pesados na cara dele. Ele chupou um mamilo, mordeu de leve, as mãos abrindo a bunda dela pra sentir tudo entrar.

— Olha pra mim — ele mandou.

Ela abriu os olhos, escuros, molhados de tesão. Cavalgava rápido, o clitóris esfregando na base do pau dele a cada descida. Marcos segurava os quadris dela, empurrava pra cima no mesmo ritmo, o orgasmo subindo quente e inevitável.

— Vou gozar dentro — ele avisou, a voz quebrada.

— Goza. Me enche.

Ele gozou fundo, jatos quentes batendo no fundo dela, o corpo travando. Juliana veio logo atrás, gritando o nome dele — “Marcos, porra, Marcos!” — a buceta apertando em espasmos, os olhos cravados nos dele o tempo todo. Tesão cru. Cumplicidade suja. O sêmen já começava a vazar pelo pau ainda pulsando quando ela parou de se mexer, ainda empalada, ofegante.

O céu escurecia rápido. Nuvens baixas. Eles se separaram devagar, o frio batendo na pele suada e no gozo escorrendo pela coxa interna de Juliana. Ela puxou a legging de volta, sentindo o líquido quente grudar no tecido. Marcos se vestiu em silêncio, o coração ainda batendo no pescoço. Ela chegou perto, puxou o rosto dele e deu um beijo profundo, lento, língua misturando saliva e gosto de sexo.

— Isso não vai ser a última vez — sussurrou contra a boca dele. — Vou arrumar mais escaladas secretas com você. Quantas forem precisando.

Marcos passou o polegar no lábio inchado dela.

— O Rafael…

— O Rafael não precisa saber. A gente sobe, fode, desce. Simples.

Ela ajeitou a mochila, o sorriso cansado e satisfeito. Começaram a descer a trilha no escurecer, a lanterna dele cortando o mato. A cada passo Juliana sentia o sêmen do amante escorrer mais um pouco, quente, sujo, prova viva do que tinham feito no topo. Marcos ia na frente, o corpo ainda elétrico, a cabeça cheia da imagem dela cavalgando, gritando, pedindo. A trilha era longa. A noite ia ser mais longa ainda. E a mentira que teriam de carregar até a casa de Rafael já pesava gostoso entre os dois, aberta, inacabada, pronta pra próxima vez que a pedra e o silêncio chamassem de novo.

A lanterna de Marcos cortava o mato denso, o feixe amarelo tremendo a cada passo irregular na pedra úmida. Juliana vinha logo atrás, a respiração ainda ofegante, a legging preta já manchada por dentro onde o gozo dele escorria devagar pela coxa. Cada movimento fazia o líquido quente pingar mais um pouco, sujo, escorrendo até o joelho. Ela não limpava. Queria sentir. Queria carregar aquilo até em casa.

— Para — ela disse de repente, a voz rouca cortando o silêncio da noite.

Marcos parou. Virou o corpo. A luz da lanterna bateu no rosto dela: cabelo solto agora, lábios inchados, olhos escuros brilhando de tesão que não tinha acabado. Juliana avançou, agarrou a cintura dele e enfiou a mão direto no short, pegando o pau ainda meio duro, sujo do próprio gozo e do mel dela.

— Ainda tá quente — murmurou, apertando. — Eu quero de novo. Aqui. Antes de descer tudo.

Ele olhou em volta. A trilha se abria num platô estreito de pedra coberta de musgo, protegido por árvores altas. Ninguém. Só o vento e o farfalhar das folhas. O pau latejou na mão dela, inchando de novo rápido demais. Marcos apagou a lanterna, jogou a mochila no chão e puxou Juliana pela nuca, beijando com fome bruta, dente, língua, saliva misturada com o gosto de buceta que ainda tinha na boca dela.

— Tira essa porra — ele rosnou, puxando a legging e a calcinha num movimento só até os tornozelos.

Juliana ficou nua da cintura pra baixo, a bunda branca contrastando com a noite, a buceta inchada, vermelha, o gozo dele ainda pingando pelos lábios grossos. Ela se virou, encostou as mãos na árvore grossa na beira do platô e abriu as pernas, arqueando as costas.

— Mete. Mete fundo de novo, Marcos. Eu quero sentir você me arrombando enquanto o sêmen escorre.

Ele puxou o short, o pau saltou pesado, veias latejando. Encaixou a cabeça na entrada molhada e enterrou de uma vez, até o saco bater na carne macia. Juliana gritou, o som abafado pela floresta, as unhas raspando a casca da árvore. Marcos agarrou os quadris largos dela e fodeu com força, estocadas longas e profundas que faziam a bunda quicar e o peito bater no tronco. O barulho molhado ecoava — pele batendo, gozo antigo escorrendo, buceta engolindo.

— Isso, puta. Abre essa buceta pro pau do amigo do seu marido — ele falava no ouvido dela, a boca quente, a mão descendo pra apertar o clitóris inchado. — Sente como você tá frouxa e escorregadia de tanto porra. Rafael te fode assim? Te deixa cheia até pingar na trilha?

— Não… porra, não — ela gemia, empurrando a bunda pra trás, encontrando cada estocada. — Só você. Me usa mais. Mais forte.

Marcos puxou o cabelo dela, forçou a cabeça pra trás e meteu mais fundo, mudando o ângulo até acertar aquele ponto que fazia as pernas dela tremerem. A outra mão desceu e enfiam dois dedos na buceta junto com o pau, abrindo, esticando, sentindo o calor escorrendo nos dedos. Juliana gozou ali, de pé, gritando o nome dele contra a árvore, o corpo inteiro contraindo, a buceta pulsando e esguichando mais líquido quente pelas coxas.

Ele não parou. Tirou o pau pingando, virou ela de frente e a ergueu. Juliana enrolou as pernas na cintura dele, o pau entrando de novo de uma vez enquanto ele a prensava contra a árvore. Agora era face a face. Olhos nos olhos. Os peitos dela, ainda cobertos pela camiseta suada, esfregavam no peito largo dele. Marcos chupou o pescoço, mordeu o ombro, fodeu pra cima com força, o saco batendo, o pau grosso abrindo caminho até o fundo.

— Olha pra mim enquanto eu te encho de novo — mandou, a voz rouca.

Ela obedeceu, os olhos escuros marejados de tesão. Cavalgava no pau dele mesmo suspensa, gemendo alto a cada descida.

— Goza dentro. Me marca. Quero descer cheia de novo.

Marcos acelerou, as estocadas virando socos úmidos. O orgasmo subiu quente pela espinha. Ele gozou fundo, jatos espessos batendo no colo do útero dela, o corpo travando, o pau latejando dentro da buceta quente que apertava em volta. Juliana veio logo atrás, gritando baixinho no ombro dele, as unhas cravadas nas costas largas, a buceta espremendo cada gota.

Ficaram assim um tempo, ofegantes, o pau ainda pulsando dentro, o gozo novo misturando com o antigo e escorrendo pelo saco dele, pingando no musgo. O frio da noite batia agora na pele suada. Marcos baixou ela devagar. O pau saiu com um barulho molhado, e um fio grosso de sêmen escorreu pela coxa interna dela até o joelho.

Juliana puxou a legging de volta, sentindo tudo grudar no tecido. Marcos se vestiu em silêncio, o coração ainda disparado. Ela chegou perto, beijou a boca dele devagar, lambendo o lábio inferior.

— Isso… isso foi melhor ainda — sussurrou. — Próxima vez a gente sobe mais cedo. Fode o dia inteiro.

Ele assentiu, mas a mandíbula já estava tensa. Pegaram as mochilas. A lanterna acendeu de novo. Começaram a descer o resto da trilha no escuro quase total, o feixe de luz tremendo. A cada passo Juliana sentia o gozo escorrer mais, quente e viscoso, prova suja do que tinham feito duas vezes. Marcos ia na frente, o corpo ainda elétrico, mas a cabeça começava a girar diferente.

O silêncio pesou. Não era mais só tesão. A trilha estreitava, raízes apareciam de repente, o ar cheirava a terra molhada e culpa. Marcos via a imagem do amigo na cabeça: Rafael rindo no churrasco, Rafael batendo no ombro dele, Rafael pedindo pra cuidar de Juliana se algum dia precisasse. O pau ainda latejava com o cheiro dela, mas o estômago revirou.

Pararam num trecho mais plano pra beber água. Juliana encostou na pedra, ofegante, o sorriso ainda no rosto.

— Você tá quieto — ela disse, a voz baixa. — Cansou?

Marcos bebeu um gole, a garrafa tremendo de leve na mão.

— Não. Só… pensando.

— No Rafael?

O nome caiu entre eles como uma pedra. Ele olhou pra ela. Os olhos dela não estavam mais só de tesão. Tinha uma sombra ali, uma dúvida rápida que ela tentou engolir com outro sorriso.

— A gente fez merda, né? — murmurou ela, quase pra si mesma. Passou a mão na coxa, sentindo o tecido úmido. — Eu pedi. Eu quis. Mas agora… caralho, Marcos. Ele é seu melhor amigo. É o meu marido. Eu vou chegar em casa cheirando a você, com porra escorrendo, e vou ter que beijar ele na boca.

Marcos apagou a lanterna um segundo, o escuro engolindo os dois. A voz saiu rouca, sem o tesão de antes.

— Eu fodi a esposa do cara que eu confio mais no mundo. Duas vezes. No mesmo dia. E já tô pensando na próxima. Que porra de homem eu sou?

Juliana se aproximou, mas não tocou. O corpo ainda quente, a buceta ainda latejando, mas o peito apertado de um jeito diferente.

— Eu também. Eu gozei gritando seu nome e agora tô com nojo de mim. Um pouco. Só um pouco. Mas o nojo não apaga o tesão. E isso… isso me assusta mais do que qualquer coisa.

Eles ficaram parados ali no meio da Serra do Mar, o vento frio secando o suor e o sexo na pele. A trilha ainda era longa até a base. A mentira ia ter que ser contada no silêncio do carro, no sorriso falso pra Rafael, no “foi só uma escalada normal”. Mas algo tinha quebrado. O gozo ainda escorria quente pela perna de Juliana, o cheiro de sexo ainda grudava em Marcos, e nenhum dos dois conseguia mais fingir que aquilo era só tesão puro.

Desceram o resto do caminho sem se tocar. A lanterna tremia. Cada passo ecoava a mesma pergunta suja e pesada: o que diabos a gente acabou de fazer de verdade?

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