Aposta Perdida na Cama do Sítio

Dois fazendeiros adultos, eu de 32 e Lucas de 28, perdem a aposta de sinuca e terminam fodendo gostoso a noite toda no sítio.

12 min read September 18, 2026New

O sítio ficava no meio do nada, daqueles lugares onde o silêncio só é quebrado pelo canto dos grilos e pelo vento batendo nas folhas das goiabeiras. Eu, produtor rural de trinta e dois anos, tinha passado a semana inteira com a mão na massa reformando o curral. Lucas, meu vizinho de vinte e oito, veio me ajudar no fim de semana. Ele era daqueles tipos largados, peito largo de quem carrega saco de ração desde moleque, barba por fazer e sorriso safado que sempre me deixava meio retesado por dentro.

Depois do jantar — uma feijoada simples que eu mesmo preparei — a gente foi pro salão. Tinha uma mesa de sinuca velha que herdei do meu pai, pano já um pouco gasto, mas ainda boa. Abrimos duas cervejas geladas, sem pressa, só curtindo o calor da noite e o cheiro de madeira úmida que vinha das paredes.

— Aposta? — perguntei, girando o taco na mão.

Lucas apoiou o quadril na borda da mesa, olhou pra mim por cima do copo e deu aquele sorriso torto.

— Aposta. Quem perder faz qualquer coisa que o outro mandar. Sem frescura.

O peito me apertou gostoso. Eu já tinha notado o jeito dele me encarar o dia todo: quando eu me abaixava pra pregar uma tábua, quando tirava a camisa suada debaixo do sol. O olhar dele descia pro meu cinto, demorava na curva da minha bunda, subia de novo e me prendia. Agora, sob a luz amarelada do abajur, não tinha mais disfarce.

— Combinado — respondi, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.

Começamos a jogar. Cada tacada era um flerte. Ele passava por trás de mim “só pra ver o ângulo”, a mão quente encostando de leve na minha lombar. Eu me inclinava demais de propósito, sentindo a calça apertar. O pau já começava a latejar só de imaginar onde aquilo ia dar.

— Você tá me olhando pra caralho, Lucas — falei baixo, sem tirar os olhos da bola.

Ele riu, um som grave que vibrou no meu peito.

— E você tá se oferecendo, cara. Não finja que não. Eu vejo o volume nessa calça desde ontem.

O ar ficou denso. A gente não falava mais de reforma nem de gado. Falava de foder. Eu queria a porra daquela aposta me arrastando pra cama dele — ou pra minha, tanto fazia. Queria a boca dele no meu pescoço, a mão dele abrindo meu cinto. E ele sabia.

Na última rodada eu podia ter ganhado fácil. A bola preta tava limpa. Bastava um toque. Mas eu errei de propósito, deixei o taco escorregar, vi a bola branca beijar a preta e cair na caçapa errada. Levantei o olhar e confessei, direto:

— Perdi. E quero pagar na cama. Agora.

Lucas largou o taco com um estrondo suave. O sorriso dele virou puro fogo.

— Safado do caralho. Sempre soube que você ia se entregar assim.

Ele veio pra cima de mim, me puxou pelo cinto com força, quase me levantando do chão. A boca dele bateu na minha com fome, língua quente, dentes puxando meu lábio inferior. Eu gemei alto, sem vergonha, e agarrei o cabelo curto da nuca dele. As mãos dele já desciam pelas minhas costas, apertavam minha bunda por cima da calça, esfregavam o pau duro contra o meu.

— Sempre quis te foder — sussurrou contra minha boca, a voz rouca de desejo. — Sempre. Desde a primeira vez que te vi pelado no rio, porra. Olha esse corpo de fazendeiro...

Tiramos a roupa um do outro ali mesmo, no salão. Camisa voando, botão de calça estourando. Quando a cueca dele caiu, o pau grosso e veiudo bateu contra a minha barriga. O meu já escorria pré-gozo. A gente se esfregou peito com peito, paus duros se atritando, gemendo como dois animais no cio.

— Mais — pedi, sem nenhuma hesitação. — Me leva pro quarto e me fode direito.

Ele me arrastou pelo corredor. O quarto quente do sítio cheirava a lençol limpo e madeira queimada do sol do dia. Lucas me jogou de costas na cama de casal, a madeira ranger alto. Ajoelhou entre minhas pernas e engoliu meu pau de uma vez, fundo, a garganta apertando a cabeça. Eu gritei, as mãos no lençol branco.

— Porra, Lucas... assim...

Ele chupava com vontade profunda, baba escorrendo, a mão massageando minhas bolas. Sem avisar, enfiou dois dedos molhados no meu cu. Eu me abri pra ele, gemendo alto, o cu se contraindo gostoso em volta dos dedos grossos. Ele abria e fechava, procurando minha próstata, me preparando enquanto sugava até a base.

— Que puto gostoso — falou quando tirou a boca, a voz embargada. — Olha como esse cu puxa meus dedos. Vai aguentar meu pau inteiro, né?

— Aguento tudo — gemi. — Me come logo.

Ele me virou de quatro. A cabeça da piroca dele se encaixou na minha entrada e, num empurrão forte, me fodeu até o fundo. A estocada foi rápida e profunda, o pau grosso abrindo meu cu sem piedade. Eu gritei no travesseiro, o prazer queimando a base da espinha.

— Isso, toma — ele rosnava, as mãos firmes na minha cintura, batendo forte e rápido. — Toma essa porra, puto gostoso. Seu cu é quente pra caralho.

As estocadas soavam molhadas pela casa. Minha bunda batia contra o quadril dele, o pau balançando entre minhas pernas, pingando no lençol. Ele me fodia como se tivesse guardado aquilo há anos — e talvez tivesse. Cada investida me fazia ver estrela, o prazer subindo rápido demais.

Depois ele me puxou de lado, me enfiou de novo, agora mais devagar, o peito colado nas minhas costas. Uma mão rodeou meu tronco e começou a bater punheta em mim, sincronizada com as estocadas longas e profundas.

— Sente isso... — sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Como meu pau te enche. Como você se aperta em volta de mim.

Eu gemia sem parar, a mão dele esfregando a cabeça do meu pau, o polegar espalhando o pré-gozo. O ritmo lento me torturava gostoso, me obrigava a sentir cada centímetro.

— Quero montar — pedi, ofegante. — Deixa eu cavalgar.

Lucas se deitou de costas, o pau ereto brilhando de saliva e de mim. Eu subi nele de uma vez, encaixei e desci até sentar completo. O gemido que saiu da garganta dele foi animal. Comecei a cavalgar com força, controlando o ritmo, rebolando o quadril, subindo quase até a cabeça e descendo batendo a bunda nas coxas dele.

— Porra, olha você — ele gemeu, as mãos apertando minha bunda, abrindo as nádegas pra ver o próprio pau sumindo e saindo. — Sobe e desce nesse pau, caralho. Me usa.

Eu cavalgava sem freio, o suor escorrendo pelo peito, o cabelo grudado na testa. O prazer ia construindo nos dois ao mesmo tempo. Senti as bolas dele retesarem, o pau latejar dentro de mim.

— Vou gozar — avisei, a voz quebrada. — Goza comigo. Enche meu cu.

Ele ergueu o quadril e meteu fundo uma última vez. A porra quente jorrou dentro da minha bunda, jato atrás de jato, enchendo tudo. No mesmo segundo eu esporrei no peito dele, porra branca riscando o peitoral suado, escorrendo até a barriga. Os dois gemendo alto, o corpo inteiro tremendo, o gozo nos ligando num fio quente e sujo.

Ficamos assim um tempo, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro de mim enquanto escorria. Depois, rindo baixinho, limpamos um ao outro com beijos preguiçosos. Eu lambia a porra do peito dele, ele chupava meus dedos, a gente se beijava com gosto de sexo e sal.

Lucas me puxou pra deitar no peito largo, o braço forte em volta da minha cintura. Os dedos dele desenhavam círculos na minha lombar ainda suada.

— Quero repetir a aposta no próximo fim de semana — murmurou, a voz rouca de quem acabou de gozar fundo. — E no outro. E no outro.

Eu ri contra a pele dele, o coração ainda disparado.

— Aceito na hora. Isso aqui foi só o começo, né?

Ele apertou minha bunda com posse, o polegar escorregando de leve na fenda ainda molhada e sensível.

— Só o começo de muitas noites quentes nesse sítio. Tem tanta coisa que eu ainda quero fazer com você... e você ainda nem viu o que eu guardo pra quando a gente tiver mais tempo.

A tensão não sumiu. Ficou latente entre a gente, quente como brasa coberta de cinza. Lá fora os grilos cantavam e o vento batia nas árvores, mas dentro do quarto a promessa pairava pesada. Eu sabia que na próxima vez ele não ia me dar moleza. E eu mal podia esperar pra descobrir até onde a gente ia se entregar.

A gente ficou quieto um tempo, o pau dele amolecendo devagar dentro de mim, a porra escorrendo quente pela minha coxa. O peito largo de Lucas subia e descia sob a minha bochecha, o cheiro de suor e gozo misturado com o sabão caseiro do lençol. Eu traçava os dedos pelos pelos do peito dele, sentindo o coração ainda acelerado. Lá fora os grilos não paravam, mas dentro do quarto só restava o nosso respiro e o ranger ocasional da madeira velha.

— Ainda tá duro? — perguntei baixinho, a mão descendo até o pau dele, que já começava a latejar de novo contra a minha palma.

Ele riu rouco, apertando minha bunda com posse.

— Contigo? Sempre. Vem cá.

Me puxou pra cima, a boca encontrando a minha de novo, agora mais lenta, mais suja. A língua dele explorava a minha como se quisesse marcar território. Eu me esfreguei nele, o meu pau já retesando outra vez entre as barrigas suadas. Lucas mordeu meu lábio inferior e falou contra a minha boca:

— Vira de costas. Quero te chupar direito dessa vez.

Obedeci sem pensar. Deitei de bruços, as pernas abertas, o cu ainda escorrendo a porra dele. Ele se ajoelhou atrás de mim, as mãos grandes abrindo minhas nádegas. O ar fresco tocou a entrada sensível e eu estremeci. Aí veio a língua quente, larga, lambendo de cima a baixo, entrando fundo, chupando o restante do gozo que escorria. Eu gemí alto no travesseiro, o cu se contraindo sozinho.

— Porra, Lucas... assim não...

— Assim sim — ele rosnou, a barba raspando a pele macia. — Seu cu tá delicioso cheio da minha porra. Vou limpar tudo e te foder de novo.

Ele chupava e lambia sem pressa, a língua enfiando, os dedos abrindo, massajando. Eu rebolava pra trás, pedindo mais, o pau duro pingando no lençol. Quando dois dedos entraram de novo, mais fundos, procurando aquela bolinha que me fazia tremer, eu soltei um gemido longo, quase um choro.

— Me fode — pedi, a voz embargada. — Me fode de novo, caralho. Quero sentir esse pau grosso me abrindo outra vez.

Lucas se levantou, pegou o óleo que eu tinha no criado-mudo — aquele de massagem que nunca usei pra massagear nada — e esquentou na mão. Despejou generoso na fenda, os dedos entrando e saindo, me preparando de verdade agora. O óleo escorria quente, misturado com o gozo anterior. Ele se posicionou, a cabeça grossa do pau pressionando a entrada já folgada e molhada.

— Respira — mandou, e empurrou de uma vez só.

O pau entrou inteiro, fundo, abrindo tudo de novo. Eu gritei no travesseiro, o prazer queimando gostoso, a sensação de ser preenchido até o limite. Lucas não esperou. Começou a meter forte, as bolas batendo na minha, as mãos firmes na minha cintura, puxando minha bunda pro pau dele a cada estocada. O barulho molhado enchia o quarto — pele batendo em pele, o óleo estalando, meus gemidos soltos.

— Isso, toma tudo — ele falava entre dentes, o ritmo acelerando. — Seu cu é meu agora, puto. Olha como engole. Quente pra caralho...

Eu empurrava pra trás, encontrando cada investida, o pau balançando pesado entre as pernas. Ele mudou o ângulo, acertando a próstata direto, e meu corpo inteiro tremeu. A visão ficou branca por um segundo. Lucas se inclinava sobre mim, o peito colado nas minhas costas, mordendo meu ombro, a mão rodeando pra apertar meu peito, puxar o mamilo.

— Fala pra mim o que você quer — sussurrou no ouvido, a voz rouca, o pau martelando fundo.

— Quero que me foda até eu não aguentar mais — gemi. — Quero gozar de novo com seu pau dentro. Quero sua porra escorrendo a noite toda.

Ele riu, safado, e me puxou pra cima, de joelhos na cama, as costas coladas no peito dele. Continuou metendo de baixo pra cima, fundo, uma mão no meu pau agora, batendo punheta firme e sincronizada. O outro braço me segurava pelo peito. Eu me jogava pra trás, rebolando, o suor escorrendo pela nuca, pingando no peito dele.

O prazer subia rápido demais. Eu sentia as bolas dele retesarem de novo contra a minha bunda.

— Vou gozar — avisei, a voz quebrada. — Não para...

— Goza — mandou. — Goza no meu pau. Quero sentir você apertar.

Eu explodi, jatos fortes escorrendo pela mão dele, manchando a cama. O cu se contraiu violentamente em volta do pau grosso, e Lucas gritou, metendo fundo uma última vez e descarregando de novo dentro de mim. Mais porra quente, jato atrás de jato, enchendo, escorrendo pelas minhas bolas. Os dois tremendo, ofegantes, colados.

Ficamos assim, o pau ainda latejando, o gozo vazando. Depois ele me deitou de lado, o pau saindo devagar com um ploc molhado. Eu virei pra ele, a boca encontrando a dele de novo, beijos lentos, sujos, o gosto de sexo puro.

Mas a fome não tinha acabado. A aposta era a noite toda. Eu desci o corpo dele, lambendo o peito suado, a barriga, até chegar no pau semi-duro, ainda brilhando de óleo e gozo. Chupei com vontade, a língua rodando a cabeça, descendo até as bolas, chupando uma de cada vez. Lucas gemeu alto, a mão no meu cabelo.

— Porra, sua boca... continua.

Eu chupava fundo, baba escorrendo, a mão massageando a base. O pau dele endureceu de novo na minha garganta. Quando tava duro pra valer, subi nele, encaixei o cu na cabeça e desci devagar, sentindo cada veia, cada centímetro me abrindo outra vez. Sentei completo, o gemido saindo dos dois juntos.

Comecei a cavalgar lento no começo, rebolando, sentindo ele fundo. Depois mais rápido, a bunda batendo nas coxas dele, o suor voando. Lucas apertava minhas nádegas, abrindo, olhando o próprio pau sumindo e saindo do meu cu.

— Olha você, caralho — ele gemia. — Montando como puta. Usa meu pau. Me fode.

Eu cavalgava sem freio, o peito arfando, o cabelo grudado. Inclinei pra frente, as mãos no peito dele, e ele ergueu o quadril, metendo de baixo, fundo e forte. O quarto cheirava a sexo, a madeira, a nós dois. Eu sentia o gozo anterior escorrendo, misturado com o óleo, facilitando tudo.

Mudamos de novo. Ele me botou de quatro outra vez, mas agora mais perto da beira da cama. Meteu de pé, as mãos na minha cintura, estocadas longas e profundas, o som molhado ecoando. Eu olhava pra trás, via o corpo suado dele, o peito largo, a barba, o sorriso safado. Cada investida me fazia gemer o nome dele.

— Lucas... mais fundo...

Ele obedeceu, se inclinando, a mão no meu cabelo, puxando de leve enquanto fodia. O prazer construía de novo, mais lento, mais intenso. Eu masturbava meu pau no ritmo das estocadas. Quando senti ele latejar, apertei o cu de propósito.

— Enche de novo — pedi. — Quero ficar pingando a noite toda.

Ele gozou com um rugido, fundo, a porra jorrando quente. Eu gozei logo depois, no lençol já destruído, o corpo inteiro tremendo. Lucas caiu ao meu lado, ofegante, me puxando pro peito.

A gente se beijou preguiçoso, limpando um ao outro com a língua, rindo baixinho entre beijos. O suor esfriava na pele. Eu traçava círculos no peito dele, ele na minha lombar.

Passamos a madrugada assim. Mais uma vez ele me comeu de lado, devagar, sussurrando putarias no ouvido — como sempre me olhou, como queria me foder desde o rio, como meu cu era perfeito pra aquele pau. Eu chupei ele de novo até ele gozar na minha boca, engolindo tudo. Depois montei mais uma vez, mais lento, olhando nos olhos dele enquanto descia e subia.

O sol já começava a clarear fraco atrás das cortinas quando o cansaço bateu de verdade. Eu estava deitado no peito dele, o pau mole e sensível entre nós, o cu latejando gostoso, cheio, escorrendo ainda. Lucas acariciava meu cabelo com a mão pesada, o braço em volta da minha cintura.

Não falamos mais nada. A respiração dele foi ficando mais lenta, a minha também. Lá fora o vento parou de bater nas goiabeiras. Os grilos se calaram um a um. O quarto ficou só com o cheiro de sexo e madeira quente, nossos corpos colados, o coração batendo cada vez mais devagar um contra o outro.

Silêncio.

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