A Tela Escura Entre Nós Dois

Dois caras adultos, um fotógrafo de 28 e um modelo fitness de 32, se entregam a uma foda quente e safada no estúdio escuro depois da sessão.

13 min read September 12, 2026New

O estúdio ainda cheirava a suor limpo, perfume barato de set e o metal quente dos refletores que acabavam de ser desligados. As paredes pretas absorviam o pouco de luz que restava das lampadas de trabalho no canto, deixando apenas um halo amarelo fraco sobre o fundo de papel cinza-escuro. Lucas, fotógrafo de moda de vinte e oito anos, guardava a última lente na mochila com movimentos lentos demais para quem estava só fechando o dia. Do outro lado do espaço, Rafael — modelo fitness de trinta e dois anos, peito largo ainda brilhando levemente do óleo que Lucas tinha passado nele uma hora antes — desabotoava a camisa aberta do look final sem pressa nenhuma.

Fazia semanas que os ensaios vinham terminando assim: silêncio carregado, olhares demorados, desculpas esfarrapadas para ficar mais cinco minutos. Naquela noite, porém, não tinha mais equipe. A assistente tinha ido embora. O cliente já aprovara as fotos pelo tablet. Só restavam os dois e a tela escura do monitor desligado, refletindo os corpos em silhueta.

Lucas abaixou o dimmer das luzes de teto até o ambiente ficar quase noturno. O peito dele apertou quando sentiu, sem precisar olhar, o peso do olhar de Rafael atravessando a meia-luz.

— Você sempre faz isso devagar demais quando a gente fica sozinho — a voz de Rafael saiu rouca, baixa, com aquele sotaque paulistano enrolado de quem fuma depois do treino.

Lucas se virou. A camiseta preta colada no peito magro, os ombros tensos sob o tecido. Rafael já tinha tirado a camisa por completo; os abdominais marcados, a linha da cueca aparecendo acima da calça jeans escura, o pau já semi-duro desenhando um volume indiscreto. O modelo cruzou os braços, mas o sorriso era tudo menos inocente.

— E você sempre fica me olhando desse jeito — Lucas respondeu, a garganta seca. — Como se quisesse me comer vivo desde o primeiro ensaio.

Rafael deu um passo. Só um. O som do barefoot dele no chão de borracha ecoou baixo.

— Porque eu quero. Há semanas. Toda vez que você se agacha pra ajustar o ângulo e essa calça justa cola na sua bunda… eu quase gozo na roupa no meio do set. — Ele lambeu o lábio inferior, os olhos escuros fixos no peito de Lucas. — Você sente, né? Esse negócio crescendo entre a gente. Não é só profissional.

Lucas engoliu em seco. O pau dele já doía dentro da boxer, latejando contra o zíper. Ele podia mentir, podia falar de contrato, de ética, de qualquer merda segura. Em vez disso, a honestidade saiu crua:

— Sinto. Desde aquele dia que você ficou de quatro no chão pro take de campanha e me olhou por cima do ombro. Eu quase pedi pra você ficar depois que todo mundo fosse embora. Quase te empurrei contra a parede e chupei aquele pau grosso até você gozar na minha cara.

O ar entre eles ficou denso, quente. Rafael soltou uma risada baixa, suja, e se aproximou de verdade. Devagar, como um predador que já sabia que a presa ia se entregar. Quando parou a um palmo de Lucas, o calor do corpo maior envolveu o fotógrafo. A mão grande de Rafael subiu e pousou aberta no peito de Lucas, por cima da camiseta, o polegar roçando o mamilo endurecido através do algodão.

— Porra… olha só esse peito. Magro, mas sensível pra caralho — murmurou Rafael, a voz ainda mais rouca. Os dedos apertaram de leve, sentindo o coração disparado por baixo. — Eu fico imaginando você gemendo enquanto eu mordo aqui. Enquanto eu te abro e te fodo devagar só pra te ouvir pedir mais.

Lucas soltou um gemido baixo, involuntário, o quadril empurrando para frente quase sem querer. O toque era simples, quase casto, e mesmo assim queimava. Ele agarrou o cinto grosso de Rafael com as duas mãos, puxando o corpo maior contra o dele até os paus duros se esfregarem por cima da roupa — o volume grosso de Rafael contrastando com o dele, ambos latejando, ambos molhados de pré-gozo já manchando o tecido.

— Eu quero isso — Lucas confessou contra a boca de Rafael, o hálito quente misturado. — Quero ser dominado por você essa noite. Quero que você me use do jeito que quiser nesse estúdio escuro. Me joga no sofá de fundo, me fode contra a parede, me faz engasgar no seu pau… só não para. Eu tô há semanas me tocando pensando nisso. Imaginando você me mandando ficar de joelhos e abrir a boca.

Rafael rosnou. O som veio do peito, animal e faminto. Em um segundo as bocas se encontraram — não foi beijo delicado, foi fome. Línguas se chocando, dentes puxando lábio, saliva misturada. As mãos de Rafael desceram rápido, agarraram a bunda firme de Lucas por cima da calça e apertaram com força, os dedos se enterrando na carne, puxando as nádegas para abrir enquanto esfregava o pau duro no de Lucas em círculos sujos. Lucas revidou, uma mão descendo para palpar o volume grosso na frente da calça de Rafael, sentindo o comprimento, a espessura, o calor que vazava até pela costura. A outra mão subiu pelas costas nuas do modelo, unhas arranhando a pele suada, puxando-o ainda mais perto.

Eles se beijavam como se fossem se devorar. Lucas gemia dentro da boca de Rafael cada vez que o polegar do modelo passava por cima do pau latejante por cima da roupa, esfregando a glande já úmida. Rafael mordia o lábio inferior de Lucas, puxava, soltava, voltava a chupar a língua dele com barulho molhado. As respirações saíam engasgadas, quentes, o cheiro de desejo impregnando o ar fechado do estúdio.

— Porra, Lucas… seu pau tá pingando já — Rafael falou contra a boca dele, a voz embargada de tesão. A mão dele desceu de vez, abriu o botão da calça de Lucas com um puxão, desceu o zíper e enfiou os dedos por dentro da boxer. A pegada foi direta, firme, envolvendo o pau duro e escorrendo. — Olha isso. Todo molhado só de eu te tocar. Vai ser delicioso te foder enquanto você chora de tesão.

Lucas arqueou as costas, a testa caindo no ombro de Rafael, um gemido longo escapando enquanto a mão grande do modelo subia e descia no pau dele, devagar, espalhando o pré-gozo pela glande sensível. Ao mesmo tempo Lucas conseguiu abrir o cinto e a calça de Rafael, a mão descendo para agarrar o pau grosso e veioso que saltou pra fora — maior do que ele imaginava nas noites sozinho, quente, latejando contra a palma. Ele apertou, puxou a pele, sentiu a umidade na cabeça e gemeu de novo.

— Me fode, Rafael… me usa — pediu, a voz quebrada de luxúria. — Eu quero sentir esse pau me abrindo. Quero que você me domine até eu não conseguir pensar em mais nada além de te servir.

Rafael puxou a camiseta de Lucas para cima de um movimento só, arrancando o tecido e jogando longe. Peito nu contra peito nu. As mãos voltaram a explorar: uma apertando a bunda de Lucas por dentro da calça agora aberta, o dedo médio roçando o rabo fechado e contraído de tesão; a outra ainda masturbando o pau do fotógrafo com ritmo cruelmente lento. Lucas retribuía, as duas mãos no pau grosso de Rafael agora, torcendo, esfregando, imaginando como ia doer gostoso quando aquele monstro entrasse nele.

Eles cambalearam até a parede preta mais próxima, bocas ainda coladas, línguas dançando sujas. Rafael ergueu uma das pernas de Lucas, encaixando a coxa entre as dele, e rebolou o pau duro contra a bunda semi-exposta do fotógrafo, o tronco grosso deslizando no sulco, sujando a pele com pré-gozo. Lucas soltou um gemido alto, a cabeça jogada pra trás, o pescoço exposto para Rafael morder e chupar marcas roxas.

— Eu vou te foder tão fundo que você vai sentir no estômago — prometeu Rafael no ouvido dele, a voz um rosnado molhado. — Mas primeiro eu quero te ver de joelhos. Quero sua boca aberta, sua língua pra fora, teu rabo no ar me convidando. Você aguenta?

Lucas abriu os olhos na meia-luz, as pupilas dilatadas de tesão puro, o peito subindo e descendo rápido. A mão dele ainda apertava o pau de Rafael com possessividade faminta. O estúdio escuro parecia encolher ao redor deles, só existindo o calor dos corpos, o cheiro de sexo começando, o gosto salgado da boca um do outro.

— Aguento tudo que você quiser me dar — respondeu, a voz rouca de quem já tinha se entregado por completo. — Só não para agora. Me mostra como você domina de verdade.

Rafael sorriu contra a pele suada do pescoço de Lucas, os dentes raspando, a mão apertando ainda mais forte o pau latejante do fotógrafo enquanto a outra espalhava as nádegas, o dedo seco pressionando a entrada contraída, só ameaçando, só prometendo. O volume grosso do modelo latejava pesado contra a coxa de Lucas, quente e insistente, pronto para o que viesse depois.

O beijo voltou mais voraz, mais molhado, as línguas se enrolando enquanto as mãos continuavam a explorar cada centímetro de pele exposta, cada centimetro de pau duro e babado por cima e por baixo da roupa entreaberta. O gemido de Lucas se perdeu dentro da boca de Rafael quando o dedo do modelo finalmente cedeu um pouco, só a ponta, só o suficiente para fazer o fotógrafo tremer inteiro de antecipação. O ar do estúdio escuro latejava junto com eles, carregado, incompleto, esperando o próximo movimento que os dois já sabiam que ia destruir qualquer resto de controle.

Rafael não esperou mais. Com um movimento brusco, empurrou Lucas de costas contra a parede preta do estúdio, o impacto abafado pelo tecido de fundo. A meia-luz amarela desenhava os ombros largos do modelo e o peito magro do fotógrafo, ambos suados, ofegantes. As calças de Lucas ainda abertas, a boxer descida até as coxas. Rafael se ajoelhou de uma vez, arrancou a calça e a cueca num puxão só, liberando o pau grosso e latejante do fotógrafo. Sem preâmbulo, engoliu até a base, a garganta se abrindo com fome.

— Que puto gostoso do caralho — rosnou Rafael ao redor do pau, a voz vibrando na pele quente. — Olha esse pau babado, cheio de porra já. Você é um vadio de estúdio, hein? Fica me provocando semanas e agora vai gozar na minha boca se eu deixar.

Lucas arqueou as costas contra a parede fria, as mãos se enterrando no cabelo curto de Rafael. O calor molhado da boca do modelo era voraz: língua girando na glande, dentes raspando de leve na pele, saliva escorrendo pelos ovos. Cada sucção puxava um gemido rouco do peito de Lucas. Ele pensava em todas as noites sozinho, se tocando imaginando exatamente isso — o modelo fitness de trinta e dois anos ajoelhado, engolindo ele como se fosse o único negócio que importava naquele estúdio escuro.

— Porra, Rafael… assim eu não aguento — gemeu Lucas, a voz quebrada. Os quadris empurravam pra frente, fudendo a boca quente. Rafael deixou, engasgando de propósito, saliva pingando no chão de borracha. Chupava com vontade, mãos apertando a bunda firme de Lucas, dedos se enterrando nas nádegas, abrindo o cu ainda seco só pra provocar. O cheiro de suor, óleo residual e tesão puro enchia o ar.

Rafael se levantou de repente, a boca brilhando de saliva e pré-gozo. Virou Lucas de costas com força, empurrando o peito dele contra a parede. A mão grande desceu, espalhou as nádegas e cuspiu direto no cu contraído. O dedo médio entrou fácil, sujo, molhado, abrindo caminho. Depois mais saliva, dois dedos, abrindo e fechando, sentindo o anel se render.

— Relaxa esse cu, puto — mandou Rafael, a voz baixa e dominante. — Eu vou meter fundo agora. Você pediu pra eu te usar. Então aguenta.

Lucas rebolou pra trás, o pau batendo na parede fria. — Mete. Porra, mete logo. Eu quero sentir esse pau grosso me abrindo inteiro.

Rafael cuspiu de novo, espalhou a saliva com a glande quente e empurrou. A cabeça grossa forçou a entrada, abriu o anel devagar no começo, depois num só empurrão fundo. Lucas gritou, um som alto e rouco que ecoou nas paredes pretas. A dor boa, o esticamento intenso, o pau veioso de Rafael enterrando até os ovos. O modelo agarrou a cintura magra, puxou o corpo pra trás e começou a foder.

Estocadas brutais. O barulho molhado de pele batendo em pele encheu o estúdio. Rafael metia fundo, o pau sumindo inteiro a cada vez, saindo quase todo e voltando com força. Alternava: três estocadas profundas e violentas, depois um tapa seco na bunda de Lucas, a marca vermelha surgindo na pele clara. Outro tapa, mais forte, fazendo a nádega tremer. Lucas gemia sem parar, a testa apoiada no braço, o cu se apertando guloso em volta do pau.

— Isso… fode mais forte — pediu Lucas, a voz embargada. A mão direita desceu, agarrou o próprio pau grosso e começou a masturbar no ritmo das estocadas. Pré-gozo escorria pelos dedos, pingando no chão. — Me usa, Rafael. Me fode como se eu fosse só o seu puto de sessões particulares.

Rafael rosnou, agarrou o cabelo de Lucas e puxou a cabeça pra trás, forçando o arco das costas. Continuava metendo, agora mais rápido, as bolas batendo contra a pele. Os abdominais marcados contraíam a cada empurrão. Ele cuspia mais saliva no ponto onde os corpos se juntavam, o lubrificante natural escorrendo pelas coxas. Tapa na bunda direita, tapa na esquerda. A mão livre apertava a carne, abrindo mais o cu pra ver o pau sumir e reaparecer, brilhando.

— Seu cu aperta gostoso pra caralho — falou Rafael, ofegante. — Tá me mamando por dentro, vadio. Vai gozar no chão enquanto eu encho você de porra. Eu quero ver.

Lucas se masturbava com força, a mão escorregadia. Cada estocada batia no ponto certo, fazendo o corpo inteiro tremer. O pensamento se dissolvia: só restava o pau grosso abrindo ele, os tapas que queimavam gostoso, o cheiro de sexo sujo no ar fechado. Rafael acelerou, as estocadas se tornando uma sequência brutal, o quadril batendo sem piedade. Lucas sentiu o orgasmo subindo rápido demais.

— Eu vou gozar — avisou, a voz falhando. — Porra, eu vou jorrar…

Rafael meteu fundo até o fundo e segurou, o corpo tenso. — Goza. Jorra no chão do seu estúdio enquanto eu encho esse cu.

Lucas gozou com um grito abafado. O pau latejou na mão, jatos brancos e quentes espirrando no chão de borracha escuro, pingando e formando poças pequenas. O cu se contraiu violentamente em volta do pau de Rafael, milhando o modelo. Rafael não aguentou. Empurrou mais duas vezes e gozou dentro, profundo, os jatos quentes enchendo Lucas. Gemeu rouco no ouvido do fotógrafo, o corpo inteiro tremendo enquanto descarregava tudo.

Eles ficaram assim, ofegantes, Rafael ainda enterrado até o fim, o pau latejando com os últimos espasmos. O peito largo do modelo colado nas costas suadas de Lucas. O silêncio do estúdio voltou, quebrado só pelas respirações pesadas. Rafael beijou o ombro de Lucas, devagar, a boca quente e úmida. Depois o pescoço. Lucas virou o rosto e se beijaram de novo — mais lento agora, línguas preguiçosas, o gosto salgado de suor e porra misturado.

— Porra… isso foi… — Rafael murmurou contra a boca dele, ainda dentro. — A gente tem que repetir. Em breve. Sessão particular de verdade. Só nós dois. Eu quero te foder de novo nesse sofá de fundo, quero te ver de quatro com a câmera desligada.

Lucas sorriu, satisfeito no momento, o corpo mole e cheio. — Combinado. Próxima semana. Eu fecho o estúdio cedo de propósito.

Ele se moveu devagar, sentindo o pau de Rafael sair com um som molhado, a porra escorrendo quente pela coxa interna. Pegou um pano macio que ficava num balde perto dos equipamentos — daqueles usados pra limpar lentes e suor de set — e limpou o parceiro com cuidado. Passou o tecido pelo pau ainda semi-duro de Rafael, pelas bolas, pela barriga suada. Depois limpou a si mesmo, o cu sensível, as pernas. O gesto era íntimo, quase carinhoso depois da foda bruta.

Rafael puxou a calça jeans, não se preocupando em abotoar direito. Lucas vestiu a boxer e a calça, a camiseta preta ainda jogada no chão. Os dois se olharam na meia-luz. Saíram juntos pela porta lateral do estúdio escuro, o ar da rua da madrugada batendo no rosto. Combinavam a próxima, sorrisos no canto da boca, mãos roçando de leve.

Mas enquanto trancavam a porta e desciam a escada estreita, algo se instalou no peito de Lucas. O sorriso sumiu devagar. Ele olhou de relance para Rafael — o corpo perfeito, a segurança de quem tinha acabado de dominar e gozar — e sentiu um vazio frio se abrir. Não era culpa exatamente. Era a certeza súbita de que aquilo, por mais quente e safado que tivesse sido, não cabia. Cliente, modelo, fotógrafo. A porra escorrendo ainda quente na cueca, o cu latejando de lembrança, e no fundo uma dúvida amarga: e se a próxima sessão particular virasse só mais uma obrigação? E se o desejo se transformasse em algo que estragasse o trabalho que ele amava? Rafael falava animado sobre horários, mas Lucas só acenava, a garganta apertada. O prazer ainda queimava no corpo, mas a cabeça já carregava o peso de que algo estava errado, e nenhum beijo lento ia apagar aquilo.

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