Última Mergulhada com a Madrasta
Lucas, de 22 anos, acaba transando gostoso com a madrasta Sofia, de 41, nas férias de verão.
Lucas tinha vinte e dois anos e o diploma ainda cheirava a tinta fresca quando desembarcou na casa de praia do pai para as últimas férias de verão antes da vida adulta engolir ele de vez. Sofia, quarenta e um, madrasta há só dois anos, abriu a porta de biquíni branco colado no corpo: peitos pesados, cintura fina, bunda larga e coxas macias que balançavam a cada passo. O pai tinha viajado a negócios por três dias. Três dias sozinhos. Lucas engoliu seco, o pau já latejando só de ouvir ela dizer “entra, meu bem” com aquela voz rouca de quem sabe o efeito que causa.
Ele a chamava de madrasta de propósito, como se a palavra fosse um freio. Não funcionava. Na primeira manhã, ela se espreguiçou na espreguiçadeira e o tecido escorregou, mostrando o canto escuro do mamilo. Lucas sentou na beira da piscina fingindo mexer no celular, mas o olhar não desgrudava daquela curva de barriga macia, daquele ânus quase visível quando ela se virava de bruços. “Passa protetor em mim depois?”, perguntou Sofia, sem levantar a cabeça. A voz saiu casual. O sotaque carregado de calor. Ele murmurou que sim e meteu a mão na água gelada pra esfriar o caralho duro.
O dia inteiro foi um suplício gostoso. Na piscina, “sem querer”, o braço dela roçou o peito dele. Depois o pau dele bateu na coxa dela quando se espremeram pra pegar a toalha. Sofia riu baixo, aquele riso molhado de puta que conhece o jogo. “Cuidado, Lucas… sua madrasta quase sentiu o brinquedo.” Ele ficou vermelho até a orelha, mas não se afastou. Cada vez que ela saía da água, o biquíni transparente colava nos peitos, nos lábios da buceta, e ele sentia o gosto do desejo proibido subindo pela garganta como fumaça.
No final da tarde ela sumiu no banheiro. A porta ficou entreaberta de propósito. Lucas ouviu o chuveiro e, quando Sofia saiu, veio nua, cabelo escorrendo nas costas, gotas escorrendo entre os peitos, pela barriga, pelo monte de pelos aparados da xoxota. Ela parou na frente dele na sala, toalha só na mão, e estendeu o frasco de protetor.
— Passa nas minhas costas. Todo. Devagar.
Lucas pegou o frasco com a mão trêmula. As palmas dele deslizaram na pele quente, molhada, descendo pela coluna até a fenda da bunda. Sofia arqueou as costas e empurrou a bunda pra trás, encaixando a mão dele entre as nádegas. O dedo dele escorregou sem querer — ou de propósito — na beirada do cu e ela soltou um gemido curto.
— Porra, madrasta…
— Diz o que tá pensando, Lucas. Eu sinto esse pau duro te cutucando a calça desde ontem.
Ele não aguentou. As mãos apertaram a cintura larga dela, puxando o corpo contra o dele. O pau grosso latejou preso na bermuda.
— Eu quero te foder há meses. Toda vez que você chama de enteado eu quero te meter até o fundo e te fazer gozar gritando. Quero chupar essa buceta, quero gozar dentro de você, quero sujar a madrasta do meu pai. Tô louco por você.
Sofia se virou no abraço dele. Os peitos pesados colaram no peito magro dele. Os olhos dela estavam escuros de tesão, a buceta pingando no meio das coxas.
— Eu também. Desde o dia que te vi de sunga. Quero esse pau grosso rachando minha xota. Vem. Agora.
Ela puxou a nuca dele e o beijo veio molhado, língua fundo, dente puxando lábio, saliva misturada. As mãos dela abriram a bermuda, liberaram o caralho grosso e veiado, e ela gemeu no beijo só de sentir o peso na palma.
No quarto principal — a cama enorme do pai, lençóis brancos, cheiro de perfume dela — Sofia empurrou Lucas pra sentar na beira e se ajoelhou entre as pernas. Chupou a cabeça com fome, língua girando no freio, cuspindo no pau e engolindo até a garganta fechar. Lucas segurou o cabelo molhado dela com as duas mãos.
— Isso, madrasta safada. Engole tudo. Chupa o pau do enteado como se fosse a última vez.
Ela engasgou gostoso, baba escorrendo no queixo, olhos marejados olhando pra cima enquanto a garganta apertava a glande. Mão na base, outra massageando o saco. O barulho molhado enchia o quarto. Quando ele puxou ela pra cima, o pau saiu estalando da boca, coberto de saliva.
— De quatro. Quero ver essa bunda.
Sofia subiu na cama, peitos pendurados, bunda empinada, buceta inchada e brilhante. Lucas ajoelhou atrás, espalmou as nádegas e enterrou o pau de uma vez só. Ela gritou no travesseiro. Ele meteu forte, quadril batendo na bunda macia, mão aberta estalando a carne vermelha.
— Porra, madrasta… que buceta apertada. Tá engolindo meu pau todo.
— Mais forte… fode sua madrasta… assim… ah, Lucas, mete fundo!
Ele agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e fodeu sem dó, o barulho molhado de peito batendo peito, o cheiro de sexo suado preenchendo o ar. Depois a virou de lado, ergueu uma perna dela e enfiou de novo, mais fundo, a cabeça do pau batendo no fundo do útero. Sofia gemia alto, unha cravada no braço dele, peitos balançando a cada estocada.
— Vou gozar dentro… quero encher essa buceta de porra…
— Goza… goza na sua madrasta… me enche…
Lucas meteu até o saco bater e disparou, jatos quentes pulando dentro dela. Sofia veio no mesmo instante, buceta contraindo, gritando o nome dele enquanto o corpo tremeu todo, líquido escorrendo misturado com a porra dele pelas coxas. Ele continuou metendo devagar, esfregando o pau na porra que vazava, até os dois colapsarem suados na cama bagunçada.
Ficaram abraçados, peito dele servindo de travesseiro pros peitos dela. Sofia beijou o peito de Lucas, língua passando no mamilo, e sussurrou contra a pele:
— Essa foi a melhor última mergulhada das férias… mas o teu pai volta depois de amanhã. A gente ainda tem amanhã inteiro. E eu quero sentir esse pau de novo antes de fingir que nada aconteceu.
Lucas passou a mão na bunda marcada dela, dedo escorregando na fenda molhada, sentindo a própria porra vazar.
— Então amanhã a gente mergulha mais fundo, madrasta.
Lucas acordou com o cheiro dela colado na pele. Sofia ainda dormia de bruços, uma perna dobrada, a bunda marcada de vermelho da noite anterior, a fenda brilhando com o ressecado da porra que tinha vazado. Ele ficou olhando um tempo, pau já duro outra vez contra o lençol, e passou a mão devagar pelas costas largas dela até apertar uma nádega. Ela soltou um gemido preguiçoso e empurrou a bunda contra a mão dele.
— Bom dia, madrasta safada.
— Hmm… seu pau já tá me cutucando. Que horas são?
— Nove. O velho só chega amanhã de manhã. A gente tem o dia inteiro.
Sofia virou o rosto, cabelo bagunçado, boca inchada de tanto chupar. Sem dizer nada, rastejou pra baixo, empurrou o corpo dele de costas e engoliu o caralho de uma vez. Ainda estava com gosto de sexo da noite, mas ela chupou como se tivesse fome de verdade — língua larga na veia de baixo, dente raspando de leve, garganta abrindo e fechando. Lucas segurou a cabeça dela e meteu devagar pra dentro, sentindo o aperto molhado.
— Isso… engole fundo. Quero ver você babando no pau do enteado de novo.
Ela engasgou, baba escorrendo no saco, e continuou. Quando ele puxou, o pau saiu estalando, vermelho, pingando. Sofia subiu em cima, encaixou a buceta inchada na cabeça e desceu devagar, gemendo baixo enquanto o pau abria ela outra vez. Ficou sentada fundo, rebolando em círculos curtos, peitos pesados balançando na cara dele. Lucas mordeu um mamilo, chupou forte, mão espalmando a bunda e abrindo pra sentir o cu apertar o dedo.
— Porra, Lucas… tá mais grosso de manhã. Me arrebenta.
Ele segurou a cintura larga dela e começou a meter pra cima, forte, o barulho molhado enchendo o quarto. Sofia jogou a cabeça pra trás e gozou rápido, buceta contraindo, liquidinho escorrendo no saco dele. Não parou. Continuou rebolando até ele virar ela de quatro outra vez e enfiar fundo, quadril batendo seco, mão no cabelo puxando.
Depois do café — ela de camisola aberta, peitos à mostra, ele só de sunga — Sofia arrastou ele pra piscina. O sol já queimava. Ela tirou a camisola, entrou nua, e ele atrás. Na parte rasa, ela se apoiou na borda, pernas abertas, e Lucas ajoelhou na água, abriu os lábios da buceta com os polegares e chupou. Língua larga no clitóris, dente de leve, dois dedos entrando e saindo enquanto ela gemía alto, ecoando no quintal vazio.
— Chupa essa xota, meu bem… assim… porra, mais fundo…
Ele chupou até ela gozar na boca dele, coxas tremendo, líquido salgado misturado com cloro. Depois levantou, enfiou o pau de pé, ela dobrada na borda, peitos esmagados no concreto quente. Meteu forte, a água batendo entre os corpos, a bunda dela vermelha de novo de tapa. Quando sentiu que ia gozar, puxou pra fora, virou ela e gozou nos peitos, jatos grossos escorrendo entre os mamilos, pingando na água. Sofia passou o dedo na porra, chupou, e riu baixo.
— Suja pra caralho. Adorei.
À tarde, no quarto de hóspedes — ela não quis a cama do marido de novo —, Sofia pediu o cu. De quatro na cama estreita, ela mesma abriu as nádegas e disse:
— Mete devagar. Quero sentir esse pau grosso rachando meu cu também. Hoje é o último dia. Quero tudo.
Lucas cuspiu na rodela apertada, esfregou a cabeça, e empurrou. Sofia gritou no travesseiro, mas empurrou pra trás. Ele entrou centímetro por centímetro, sentindo o anel abrir e fechar, até o saco bater. Ficou parado, deixando ela respirar, mão acariciando a buceta molhada.
— Tá me comendo o cu, madrasta… aperta. Isso. Que cu gostoso.
— Fode… devagar… aí… porra, Lucas, tá fundo demais…
Ele meteu ritmo curto no começo, depois mais fundo, segurando os quadris largos dela. O barulho molhado, o gemido rouco dela, o cheiro de sexo suado. Quando ela pediu mais forte, ele deu. Mão no cabelo, outra espalmando a bunda, pau sumindo inteiro no cu apertado. Sofia gozou só com o pau no cu e os dedos dele na buceta, corpo inteiro tremendo, gritando o nome dele. Lucas tirou, enfiou de novo na xota, meteu três vezes e gozou fundo outra vez, enchendo ela enquanto ela ainda contraía.
Ficaram deitados um tempo, suados, a porra vazando no lençol. Depois tomaram banho juntos. No chuveiro ele a ergueu contra a parede, pernas no ombro, e fodeu de pé até as pernas tremerem. Sofia beijava a boca dele entre gemidos, dente no lábio, unhas nas costas.
— Amanhã ele chega… a gente finge… mas eu vou lembrar desse pau toda vez que sentar na mesa.
— E eu vou bater uma pensando nessa buceta pingando.
Ela desceu, ajoelhou de novo debaixo da água quente, e chupou até ele gozar na língua. Engoliu tudo, limpou o queixo com o dedo e sorriu.
À noite, depois de jantar residual e vinho barato, voltaram pro quarto principal. Sofia de quatro outra vez, mas agora mais lenta, mais fundo. Lucas metia devagar, sentindo cada contração, mão na barriga macia dela, peitos pendurados balançando. Dirty talk baixo:
— Sua madrasta tá toda arrombada de pau… buceta, cu, boca… tudo meu hoje.
— Tudo seu… mete… goza dentro de novo… quero dormir com porra escorrendo.
Ele gozou pela última vez fundo nela, jatos quentes, e ficou enterrado até amolecer. Depois deitaram de lado, ele colado nas costas dela, pau mole ainda dentro, braço em volta da cintura.
O relógio marcou quase meia-noite. Amanhã o pai voltava cedo. Sofia respirou fundo, mão de Lucas entre os peitos dela. Nenhum dos dois falou mais nada. O ar-condicionado ronronava baixo. Do lado de fora, o mar batia longe, regular. A porra escorria devagar entre as coxas dela, quente ainda. Lucas beijou a nuca suada uma vez e ficou quieto. Ela apertou os dedos dele contra o peito e também ficou.
Silêncio.
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