Aposta Perdida na Piscina Deserta

Clara, 28 anos, perde a aposta na piscina e é fodida com força pelo negão nigeriano Jamal, 32.

12 min read September 18, 2026New

Confesso que aos 28 anos eu, Clara, uma morena curvilínea casada há apenas seis meses, ainda me pego tremendo quando lembro daquela tarde na piscina do condomínio de luxo. Meu marido tinha viajado a trabalho e o tédio me empurrou para baixo, de biquíni branco minúsculo, procurando um pouco de sol e silêncio. A área estava quase deserta, só o barulho suave da água batendo nas bordas e o vento quente passando entre as espreguiçadeiras. Foi quando ele apareceu. Jamal, o nigeriano de 32 anos que trabalhava como personal trainer no prédio, desceu as escadas com aquela presença que ocupava todo o espaço. Alto, ombros largos, peito definido, braços grossos de quem levanta peso todo dia, pele negra brilhante sob o sol, abdômen marcado e um short de praia que já deixava claro o volume entre as pernas. O sorriso dele era charmoso, perigoso, daqueles que desarmam uma mulher casada em segundos.

Eu estava ajustando o biquíni quando ele me cumprimentou com aquele sotaque grave e gostoso. Conversamos bobagem primeiro — sobre o calor, sobre os horários da academia, sobre como o condomínio ficava vazio durante a semana. Mas os olhares não mentiam. Eu sentia os olhos dele deslizando pelas minhas coxas grossas, pela curva da minha bunda empinada, pelos meus seios que o biquíni mal continha. E eu não conseguia parar de olhar para o corpo dele, imaginando como seria passar a mão naquela pele escura e quente. A tensão sexual cresceu rápido, como se a gente já soubesse o que queria sem nunca ter falado.

Foi ele quem propôs a aposta inocente. Uma corrida de natação de uma ponta a outra da piscina olímpica. Quem perdesse pagaria um prêmio escolhido pelo vencedor. Eu ri, me achando boa nadadora desde a adolescência, e aceitei. Mergulhamos juntos. A água fria contrastou com o calor que eu já sentia na barriga. Nadei com tudo, braçadas fortes, mas Jamal era uma máquina. Os músculos dele cortavam a água com precisão, e ele chegou na borda quase dois segundos antes de mim. Saí ofegante, rindo, o cabelo molhado colado no rosto e nos ombros. “Perdi feio, hein?”, falei, ainda rindo enquanto saía da piscina, a água escorrendo pelo meu corpo. Jamal saiu logo atrás, o short colado no corpo marcando o pau semi-duro. Ele me olhou de cima a baixo, lento, sem esconder o desejo. “Então o prêmio é meu, Clara. E eu quero algo especial. Algo que a gente já deseja em segredo há semanas.”

Meu coração disparou. Eu sabia exatamente do que ele estava falando. Os flertes nos elevadores, os olhares na academia, o jeito como ele sempre demorava a me cumprimentar. Eu mordi o lábio inferior, sentindo a buceta pulsar só com a ideia. “E se eu disser que aceito pagar esse prêmio especial?”, respondi, a voz baixa e provocante, olhando direto nos olhos dele. Ele sorriu, aquele sorriso de quem já sabia que ia me comer. “Então a gente está combinado, morena. Mas vamos secar primeiro. O sol está quente.” A gente caminhou até as espreguiçadeiras lado a lado, o silêncio agora carregado de promessas sujas. Por dentro eu pensava: “Clara, sua safada, você é casada, mas esse negão está te deixando encharcada sem nem te tocar. E você quer. Quer pra caralho.”

Enquanto o sol batia forte na nossa pele, o flerte virou provocação explícita. Eu me deitei de bruços primeiro, empinando a bunda de propósito. Depois virei de frente e não resisti. “Jamal, seu corpo é uma provocação. Essa pele negra brilhando, esses músculos tão definidos… parece que foi esculpido pra fazer uma mulher como eu perder a cabeça.” Ele passou a mão devagar pelo próprio peito, descendo até a barriga, e respondeu com a voz rouca: “E você, Clara? Essas curvas brasileiras me matam. Essa bunda grande, redonda, esses peitos que mal cabem no biquíni… Eu quero provar o gosto de uma mulher brasileira de verdade. Quero sentir como uma buceta morena aperta um pau preto grosso.” As palavras dele me acertaram direto no meio das pernas. Eu senti o calor subir pelo pescoço.

A química racial entre a gente explodiu ali. O contraste, o proibido, o desejo cru. Eu me sentei na beirada da espreguiçadeira, aproximei meu corpo do dele e confessei baixinho: “Sempre fantasiei com um homem negro forte como você. Um negão musculoso me pegando sem piedade, me enchendo toda.” Jamal respirou fundo, a mão grande pousando na minha coxa, subindo devagar até quase tocar minha virilha. “Porra, Clara… eu mal consigo me controlar perto de você. Desde o primeiro dia que te vi rebolando na academia, eu penso em te foder gostoso, em te ouvir gemendo meu nome enquanto eu te como fundo.” Nossos rostos estavam a centímetros. Eu vi o desejo cru nos olhos dele e não aguentei mais. “Então me beija, Jamal. Agora.”

O beijo foi faminto. A boca grossa dele tomou a minha, a língua invadindo quente e molhada, as mãos dele apertando minha cintura como se quisesse me marcar. Eu gemi dentro do beijo, sentindo os bicos dos meus peitos endurecerem contra o peito dele. Minhas mãos exploraram os ombros largos, desceram pelos braços musculosos. Quando paramos para respirar, eu estava molhada demais, o biquíni já encharcado de outro jeito. “Aqui mesmo? Na piscina?”, perguntei, a voz trêmula de tesão. Ele segurou meu queixo, olhando nos meus olhos com intensidade. “A piscina está vazia. Ninguém vai aparecer agora. Eu quero você, Clara. Quero te comer com força. Você quer isso também?” Eu assenti rápido, excitada demais para fingir. “Quero. Eu consinto. Me fode, negão. Me fode agora que eu tô louca pra sentir esse pau dentro de mim.”

Na espreguiçadeira larga à beira da piscina, Jamal me devorou. Tirou meu biquíni com pressa, expondo meus seios e minha buceta depilada, inchada de desejo. Ele tirou o short e o pau saltou pesado, grosso, negro, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Era maior do que eu imaginava. Ele me colocou de quatro, minhas mãos agarrando a borda da espreguiçadeira, joelhos afundados no tecido. Segurou meus quadris com firmeza, as mãos grandes contrastando com minha pele morena clara, e esfregou o pau na minha entrada molhada. “Tá encharcada pra mim, putinha branquinha safada”, rosnou. “Mete logo, por favor”, implorei, empinando mais a bunda. Com uma estocada poderosa ele me invadiu, o pau grosso abrindo minhas paredes, me enchendo até o fundo. Gemi alto, o prazer misturado com a leve ardência de ser tão bem aberta. Ele começou a meter com força, batendo os quadris contra minha bunda, o som molhado e obsceno ecoando. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, meu corpo inteiro tremer. “Isso, toma esse caralho preto bem fundo na sua buceta brasileira”, ele grunhia, apertando meus quadris com tanta força que eu sabia que ficariam marcas.

Eu rebolava contra ele, sentindo cada veia do pau roçando dentro de mim, o tesão subindo rápido. “Ai, que delícia… mais forte, Jamal!” Ele acelerou, me comendo como um animal, o suor escorrendo do peito dele nas minhas costas. Depois me virou de frente, abrindo minhas pernas e se encaixando entre elas. Chupou meus peitos com fome, sugando os mamilos duros, mordiscando enquanto metia no papai-e-mamãe com estocadas profundas e ritmadas. O pau entrava e saía brilhando com meus sucos, batendo no fundo da minha buceta a cada vez. Eu segurava os ombros dele, unhas cravadas na pele negra, gemendo sem controle. “Você me come tão gostoso… não para, negão.”

Eu precisava de mais. Empurrei ele, fiz ele deitar na espreguiçadeira e subi por cima. Segurei o pau grosso com a mão, alinhei na minha entrada e desci devagar, sentindo ele me abrir toda de novo. Comecei a cavalgar com tesão, rebolando gostoso, a bunda subindo e descendo, girando no pau dele. Meus gemidos ficaram mais altos, ecoando na área vazia da piscina. “Me fode mais forte, negão! Me arromba com esse pauzão!” Jamal segurava minha cintura, subindo o quadril para encontrar minhas descidas, chamando-me o tempo todo de “putinha branquinha safada”, “cachorra brasileira”, “vadia que adora caralho preto”. O prazer foi crescendo, uma bola de fogo no meu ventre. Eu cavalgava mais rápido, os peitos pulando, o suor misturando nossos corpos, o cheiro de sexo no ar quente.

Quando o orgasmo me acertou foi violento. Minha buceta apertou forte em volta do pau dele, espasmos de prazer me fazendo gritar alto, o corpo inteiro convulsionando. “Tô gozando, Jamal! Ai, caralho, tô gozando!” Ele rosnou, segurou minha bunda com as duas mãos e meteu fundo, gozando dentro de mim. Senti os jatos quentes enchendo minha buceta, o pau pulsando enquanto ele esvaziava tudo. Ficamos ofegantes e suados, colados um no outro, o pau dele ainda latejando dentro de mim, sêmen misturado com meus sucos escorrendo pela minha coxa. Meu corpo tremia, a respiração entrecortada, a mente enevoada de prazer.

Mas enquanto tentávamos recuperar o fôlego, um barulho de passos ecoou perto da entrada da área de lazer. Meu coração disparou. Jamal me olhou com os olhos ainda famintos, o pau se mexendo de novo dentro de mim, como se o risco só aumentasse o desejo. Eu sabia que isso não ia terminar ali. Não mesmo. A gente ainda tinha muito o que fazer… e pouco tempo antes que alguém aparecesse.

Os passos se aproximavam devagar pela lateral da área de lazer, talvez um morador qualquer ou o funcionário do condomínio fazendo ronda, e meu coração disparou como se fosse explodir dentro do peito. Aos 28 anos, casada há apenas seis meses, eu, Clara, ainda sentia o corpo todo latejando do orgasmo violento que tinha me rasgado por dentro, mas o pau do Jamal, aquele pirocão negro grosso e veioso, ainda estava meio enterrado na minha buceta melada, pulsando devagar como se o risco só o deixasse mais vivo. Confesso que o medo me deu um frio na barriga, mas ao mesmo tempo minha bucetinha traidora apertou em volta dele, ordenhando o resto da gozada quente que ele tinha me enchido minutos antes. O sêmen grosso escorria pela parte interna das minhas coxas morenas, misturando com meus sucos, pingando na espreguiçadeira larga enquanto o sol quente batia na nossa pele suada.

Jamal, o personal trainer nigeriano de 32 anos, com aqueles ombros largos e peito definido brilhando de suor, não saiu de dentro de mim. Pelo contrário. Ele me olhou nos olhos com aquela fome crua, o sotaque grave e gostoso sussurrando bem perto da minha boca: “Clara, eu ainda tô duro pra caralho. Você quer que eu pare agora que tá vindo alguém ou quer levar mais? Diz pra mim, morena.” Eu mordi o lábio inferior com força, sentindo o pau dele inchar de novo dentro das minhas paredes sensíveis, esticando tudo. Meu marido estava longe, viajando a trabalho, e ali estava eu, nua, oferecida, louca para continuar. “Não para, Jamal. Eu consinto. Me fode de novo, negão. Me come com força mesmo com esse risco. Eu tô encharcada só de pensar que podem nos ver aqui, você me arrombando toda”, respondi baixinho, a voz rouca de tesão, rebolando devagar o quadril para sentir ele me abrir mais.

Ele sorriu aquele sorriso perigoso e começou a mover o quadril com estocadas lentas e profundas, ainda na posição em que eu estava por cima dele. Cada centímetro daquele caralho preto grosso deslizava para fora quase até a cabeça e voltava com tudo, roçando todas as veias salientes nas minhas paredes internas. O barulho molhado era inevitável, um som obsceno de porra e buceta misturados que fazia meu rosto queimar de vergonha e excitação. Meus peitos pesados balançavam contra o peito musculoso dele, os bicos duros roçando na pele negra quente, enviando choques diretos para o meu clitóris inchado. Confesso que eu pensava o tempo todo no quanto isso era sujo: uma mulher casada de 28 anos traindo o marido com um negão nigeriano musculoso que mal cabia dentro de mim. O contraste racial me deixava ainda mais molhada — a pele escura dele contra a minha morena clara, as mãos grandes pretas apertando minha bunda redonda como se eu fosse um brinquedo feito para ser usado.

Os passos agora estavam mais perto, talvez a uns vinte metros, parando como se a pessoa estivesse olhando o celular ou a vista da piscina. Meu coração martelava, mas isso só escalava o tesão. Jamal sentiu minha buceta pulsar mais forte e acelerou um pouco, segurando minha cintura com firmeza, subindo o quadril para encontrar minhas descidas. “Porra, putinha branquinha safada… sua buceta brasileira tá sugando meu caralho preto como se quisesse mamar. Tá ouvindo os passos? Alguém pode vir aqui e te ver sentadinha no pau de um negão, cheia de porra. Isso te deixa mais cachorra, não deixa?”, ele rosnou baixinho no meu ouvido, uma mão subindo para apertar meu peito esquerdo, torcendo o mamilo entre os dedos grossos. Eu gemi abafado contra o ombro dele, sentindo o suor dele escorrer pelo meu colo. “Sim… ai, caralho… eu adoro. Me chama de vadia casada, me fala que eu sou sua puta interracial. Mete mais fundo, Jamal, me arromba antes que nos peguem.”

Ele me ergueu então com aqueles braços fortes de quem treina peso todo dia, me tirando do colo sem tirar o pau de dentro. Virou meu corpo com facilidade, me colocou de quatro na espreguiçadeira, de frente para a piscina agora, a bunda empinada bem alta. A posição nova fez o pau dele entrar ainda mais fundo, a cabeça larga batendo direto no meu ponto mais sensível. Eu agarrei a borda da espreguiçadeira, unhas cravadas no tecido, empinando mais a bunda para ele. Jamal segurou meus quadris com as duas mãos, o contraste preto sobre moreno claro ficando ainda mais óbvio sob a luz forte do sol, e começou a meter com força controlada, estocadas longas e pesadas que faziam minha bunda grande tremer a cada impacto. O som de pele batendo em pele ecoava suave, misturado ao barulho da água batendo nas bordas da piscina. Cada vez que ele puxava quase todo o pau para fora, eu sentia o vazio, e quando voltava com tudo, o ar saía dos meus pulmões num gemido abafado.

“Olha essa bunda redonda balançando pro meu caralho nigeriano… você é uma cachorra brasileira mesmo, Clara. Casada, mas aqui tá rebolando pra mim como uma puta barata. Toma, toma tudo”, ele grunhia entre dentes, uma mão descendo para dar um tapa firme na minha nádega esquerda, o ardor se misturando ao prazer. Eu sentia cada veia do pau dele roçando dentro de mim, o comprimento todo me invadindo até o fundo, as bolas pesadas batendo ritmadamente na minha clitóris inchada e melada. O suor escorria pelas minhas costas, pingava dos meus peitos que balançavam soltos, e o cheiro forte de sexo — suor, porra, buceta excitada — enchia o ar quente da tarde. Confesso que o risco dos passos que agora pareciam vir na nossa direção me fazia apertar mais forte em volta dele. Eu imaginava alguém virando a esquina e nos vendo: eu de quatro, bunda empinada, sendo comida com força por aquele negão de 32 anos, o pau grosso entrando e saindo brilhando com nossa mistura.

“Mais forte, negão… me fode como se fosse a última vez. Eu quero gozar de novo com você dentro de mim”, implorei, a voz quase um soluço de tesão. Ele obedeceu, acelerando o ritmo, as estocadas virando quase brutais mas ainda gostosas pra caralho. Uma das mãos dele veio para o meu cabelo molhado, puxando minha cabeça para trás enquanto a outra descia para esfregar meu clitóris inchado em círculos rápidos. O prazer subiu como uma onda gigante, meu ventre queimando, as pernas tremendo sem controle. Eu tentava ficar quieta, mordendo o próprio braço, mas gemidos escapavam mesmo assim. “Tô quase, Jamal… ai, porra, tô quase… não para de meter esse pirocão em mim!”

Quando o orgasmo me acertou pela segunda vez foi ainda mais forte que o primeiro. Minha buceta apertou o pau dele em espasmos violentos, sucos jorrando ao redor do caralho grosso, o corpo inteiro convulsionando enquanto eu gritava abafado contra o antebraço. As paredes internas ordenhavam ele sem parar, e isso o levou junto. Jamal rosnou baixo, segurou minha bunda com as duas mãos grandes, cravou os dedos na carne e deu três estocadas finais bem profundas, gozando dentro de mim mais uma vez. Senti os jatos quentes e grossos pintando meu interior, o pau pulsando forte, enchendo minha buceta até transbordar. O sêmen misturado escorria pelas minhas coxas em fios grossos, pingando no chão enquanto nossos corpos ficavam colados, suados, ofegantes.

Ainda estávamos conectados, o pau dele latejando devagar dentro de mim no meio do afterglow quente, minha buceta sensível pulsando ao redor dele, o coração batendo forte no peito e os passos agora ecoando bem perto da entrada da piscina quando...

Rate this story

Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged doggy-style creampie riding rough-sex dirty-talk

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.