A Noite em que Ela se Entregou ao Estranho
Juliana, de 38 anos, se entrega pro touro Rafael enquanto o marido Carlos, de 42, assiste tudo excitado no quarto do hotel.
O bar do hotel cinco estrelas no centro de São Paulo brilhava com luzes baixas e o tilintar distante de copos de cristal. Carlos, executivo de quarenta e dois anos, ajeitou o nó da gravata enquanto observava a esposa. Juliana, advogada de trinta e oito, usava um vestido preto justo que abraçava as curvas generosas dos seios e o quadril largo. Os cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros. Eles tinham combinado aquela noite exatamente para apimentar o casamento — uma fantasia que os dois carinhosos e confissões noturnas tinham alimentado por meses.
Carlos pediu dois drinks. O coração já batia mais forte quando notou o homem no balcão. Rafael, trinta e cinco anos, alto, ombros largos de quem frequentava academia sério, terno cinza impecável, barba bem aparada. O olhar escuro dele atravessou o salão e cravou em Juliana. Ela sentiu o peso daquele olhar e, em vez de desviar, ergueu o queixo e devolveu com um sorriso lento, quase desafiador. Carlos engoliu em seco. A excitação humilhante subiu pela barriga como um calor sujo. Era exatamente aquilo que eles tinham conversado: o touro, o estranho, ele assistindo.
Juliana cruzou as pernas, o tecido do vestido subindo um pouco pela coxa. Rafael ergueu o copo em um brinde silencioso. Ela mordeu o lábio inferior e Carlos sentiu o pau endurecer dentro da calça. “Ele está te olhando”, murmurou o marido, a voz rouca. “Eu sei”, respondeu ela, sem tirar os olhos do estranho. “E eu gosto.”
Rafael se levantou e caminhou até a mesa deles com a confiança de quem nunca ouvira um não. Parou ao lado de Juliana, o perfume amadeirado misturando-se ao ar-condicionado gelado.
— Desculpe a intromissão — disse, a voz grave e baixinha —, mas não dava para ignorar. Esse vestido parece ter sido costurado só para esse corpo. Lindíssima.
Juliana riu, um som baixo e molhado de desejo. Passou a ponta dos dedos pelo braço musculoso dele, sentindo o tecido fino da camisa e o calor da pele por baixo.
— E você não tem medo de elogiar a mulher de outro homem assim, na cara dele?
— Medo? — Rafael sorriu de lado, olhando de relance para Carlos, que estava vermelho até as orelhas. — Só se o outro homem não curtir a ideia. Pelo jeito do seu marido, acho que ele curte bastante.
Carlos sentiu o rosto queimar. A vergonha era quente, quase dolorosa, e o pau latejava. Juliana passou a língua pelos lábios e olhou para o marido com um brilho safado nos olhos.
— Ele curte, sim — murmurou ela. — Às vezes mais do que eu esperava.
Rafael puxou uma cadeira e sentou-se perto demais. A conversa desceu rápido para o terreno sujo: ele falou da cintura dela, de como aquelas coxas deviam apertar gostoso, de como o decote pedia para ser puxado para baixo. Juliana ria, tocava o joelho dele por baixo da mesa, e de vez em quando lançava olhares diretos para Carlos, como se quisesse gravar cada centímetro da humilhação no rosto do marido. Carlos bebia o whisky em goles curtos, suando frio, o pau latejando contra o zíper.
Depois de quase uma hora daquele flerte explícito, Juliana se inclinou para o ouvido de Carlos. A voz saiu rouca, molhada de tesão:
— Eu quero que ele me foda esta noite. Quero o pau grosso dele dentro de mim enquanto você assiste. Me deixa, amor. Por favor. Eu preciso.
Carlos fechou os olhos por um segundo. A palavra saiu baixa, mas clara:
— Vai. Eu quero ver. Eu concordo. Leva ele pro quarto. Eu vou junto.
O elevador subiu em silêncio carregado. No quarto luxuoso, com a cama king size e as luzes dimmer, Juliana trancou a porta. Rafael já puxava o blazer. Carlos se sentou na poltrona de couro no canto, as pernas abertas, a mão tremendo sobre a própria virilha.
Juliana ajoelhou-se na frente de Rafael sem hesitar. Abriu o cinto, puxou a calça e a cueca e soltou o pau grosso e pesado, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela olhou para Carlos — olhos vidrados de tesão e humilhação — e engoliu o pau do estranho até a garganta. O barulho molhado encheu o quarto. Ela chupava com voracidade, saliva escorrendo pelo queixo, uma mão massageando as bolas pesadas enquanto a outra apertava a própria peito ainda vestida. Rafael gemeu baixo, a mão grande enterrada nos cabelos dela.
— Olha pro seu marido enquanto chupa — ordenou. — Mostra pra ele como você gosta de pau de verdade.
Juliana obedeceu, os olhos marejados fixos em Carlos enquanto a boca subia e descia no pau grosso. Carlos abriu a calça e puxou o próprio pau para fora, masturbando-se em silêncio, a respiração ofegante. A vergonha era deliciosa.
Rafael puxou Juliana pelo cabelo, tirou o pau da boca dela e a virou de quatro na cama. Puxou o vestido para cima da cintura, arrancou a calcinha preta e enfiou dois dedos na buceta já ensopada.
— Porra, tá pingando. Seu marido te deixa assim carente?
— Deixa — gemeu ela. — Mas eu quero o seu. Me fode, porra.
Ele enfiou de uma vez, fundo, o pau grosso abrindo ela com força bruta. Juliana gritou, a cara enterrada no edredom. Rafael agarrou os quadris e meteu com pancadas secas, a pele batendo forte. Tapas estalaram na bunda carnuda dela, deixando marcas vermelhas. Ele puxou o cabelo, arqueando o corpo dela para trás.
— Fala. Quem é o seu macho agora?
— Você! — gritou Juliana, a voz quebrada. — Meu macho… meu touro… ahh, fode mais forte!
— Essa buceta agora é minha — rosnou Rafael, metendo fundo, o pau sumindo inteiro. — Seu marido só assiste. Olha pra ele. Mostra como você goza no pau de outro.
Carlos se masturbava rápido, o olhar fixo na cena. Juliana gozou a primeira vez com um grito longo, o corpo tremendo, a buceta apertando o pau de Rafael em espasmos violentos. Ele não parou. Continuou fodendo, mudando o ângulo, acertando o ponto que fazia ela revirar os olhos. Outro orgasmo a atravessou, as coxas tremeu, saliva escorrendo da boca aberta enquanto ela repetia “meu touro, meu touro” como uma oração suja.
Rafael a virou de costas, ergueu as pernas dela e colocou sobre os próprios ombros. Entrou de novo em posição de missionário profundo, o peso do corpo cobrindo Juliana, o pau martelando a buceta inchada e molhada. Ele beijou o pescoço dela, mordeu o ombro, falou no ouvido:
— Vou gozar dentro. Encher essa buceta casada. Seu marido vai ver escorrendo.
Juliana se agarrou nas costas largas dele, unhas cravadas, e gozou de novo, o terceiro orgasmo sacudindo o corpo inteiro enquanto gritava o nome de Rafael. Carlos gemeu baixinho na poltrona, a mão rápida no pau, prestes a estourar também, mas se controlando para não perder nenhum segundo da visão.
Rafael enterrou até o fundo, os músculos das nádegas contraindo, e gozou com um gemido grave, jatos quentes e espessos enchendo Juliana. Ele ficou pulsando dentro dela por longos segundos, esvaziando tudo.
Depois, retirou o pau devagar. Juliana ficou deitada, peito subindo e descendo rápido, as pernas ainda abertas. O sêmen grosso e branco começou a escorrer da buceta vermelha e usada, descendo pelas coxas internas em fios pegajosos, manchando o lençol. Rafael se afastou com calma, pegou a camisa e começou a se vestir sem pressa, o olhar ainda percorrendo o corpo suado e entregue dela.
Carlos ainda segurava o pau duro na mão, a respiração irregular, o rosto queimando. Juliana virou a cabeça na direção do marido, os olhos semi-cerrados, um sorriso fraco e satisfeito nos lábios molhados. O líquido branco continuava vazando devagar. Rafael abotoava os botões da camisa com dedos firmes e, sem olhar para Carlos, falou baixo, quase casual:
— A noite ainda é longa.
Rafael terminou de abotoar a camisa sem pressa, o pau ainda semi-duro e brilhando de porra e de gozo dela pendurado para fora da calça aberta. Olhou para Juliana espalhada na cama, as pernas abertas, o creme branco escorrendo devagar da buceta inchada e vermelha, e depois para Carlos, que masturbava o pau duro com a mão trêmula na poltrona.
— Levanta, corno — mandou Rafael, a voz grave. — Vem cá limpar a puta da sua mulher com a língua. Quero ver você engolir o que eu enchi nela.
Carlos engoliu em seco, o rosto queimando de vergonha e tesão. Levantou-se, a calça descida até as coxas, o pau latejando, e se aproximou da cama de joelhos. Juliana gemeu baixinho quando sentiu a boca do marido na buceta usada. Carlos lambeu os fios grossos de porra que escorriam pelas coxas internas dela, o gosto salgado e amargo enchendo a língua. Enfiou a língua fundo, chupando o creme que ainda vazava do buraco aberto, enquanto Juliana puxava os cabelos dele, empurrando o rosto contra a buceta.
— Isso, chupa tudo — ronronou ela, a voz rouca. — Engole a porra do touro, amor. Mostra como você gosta de ver eu ser fodida.
Rafael riu baixo, tirou a camisa de novo e se posicionou atrás de Carlos por um segundo só para dar um tapa seco na bunda dele, humilhante, antes de contornar a cama. Segurou o queixo de Juliana e enfiou o pau de volta na boca dela. Ela engoliu voraz, saliva escorrendo, os olhos vidrados no marido que chupava a buceta dela. Rafael meteu fundo na garganta, segurando a cabeça dela, o pau grosso sumindo até as bolas baterem no queixo.
— Olha pro seu marido lambendo minha porra enquanto você me chupa — ordenou. — Essa boca casada agora é minha também.
Juliana engasgou, lágrimas nos cantos dos olhos, mas chupou com mais força, a mão massageando as bolas pesadas de Rafael. Carlos lambeu mais fundo, a língua entrando e saindo, sentindo o gosto misto do gozo dela e do sêmen do estranho. O pau dele pingava pré-gozo no carpete. Rafael puxou o pau da boca dela com um plop molhado e puxou Juliana para a beira da cama.
— De quatro de novo. Quero foder essa buceta cheia enquanto o corno fica embaixo lambendo.
Juliana obedeceu na hora, o vestido ainda amassado na cintura, os seios pesados balançando para fora do decote rasgado. Carlos se deitou de costas embaixo dela, a boca aberta sob a buceta gotejante. Rafael enfiou o pau grosso de uma vez, abrindo o caminho já escorregadio de porra, e começou a meter com pancadas secas e profundas. A cada estocada, mais creme escorria direto na língua e no rosto de Carlos. Juliana gritou, a buceta apertando o pau do touro, o corpo inteiro sacudindo.
— Porra, tá mais apertada agora — rosnou Rafael, agarrando os quadris largos dela e socando fundo. — Seu marido te deixa carente demais, né, puta? Essa buceta precisava de pau de verdade.
— Precisava! — gritou Juliana, rebolando para trás, engolindo cada centímetro. — Fode mais forte, meu touro. Enche de novo. Deixa ele lamber tudo.
Carlos masturbava o próprio pau freneticamente enquanto lambia, a língua passando nos lábios inchados dela, chupando o clitóris inchado cada vez que Rafael puxava para fora. A vergonha queimava nas orelhas, o pau latejando na mão. Rafael deu tapas fortes na bunda carnuda, deixando marcas vermelhas, e puxou o cabelo dela para trás, arqueando a coluna.
— Fala pra ele. Fala o que você é.
— Sou a puta do touro! — gritou ela, a voz quebrada de prazer. — A buceta casada dele é sua agora. Me usa, me fode, me enche de porra na frente do corno.
Rafael meteu mais rápido, o som molhado de pele batendo em pele enchendo o quarto, misturado aos gemidos altos dela e aos engasgos de Carlos engolindo o que escorria. Juliana gozou com um grito longo, o corpo tremendo violentamente, a buceta esguichando um jato quente direto no rosto do marido. Carlos engoliu tudo, o rosto encharcado, e gozou também na mão, jatos grossos espirrando na própria barriga enquanto gemia baixinho de humilhação deliciosa.
Mas Rafael não parou. Continuou fodendo a buceta pulsante, forçando outro orgasmo nela logo em seguida. Juliana revirou os olhos, babando no edredom, as unhas cravadas no colchão. Ele a virou de costas de novo, ergueu as pernas até os ombros e enfiou fundo em missionário, o peito largo cobrindo os seios dela, o pau martelando o ponto certo. Beijou a boca dela com força, a língua invadindo, enquanto metia sem piedade.
— Vou gozar de novo dentro — anunciou no ouvido dela. — E dessa vez o corno vai beber direto da fonte.
Carlos, ainda ofegante do próprio gozo, se arrastou para perto, o pau mole mas já começando a endurecer de novo com a visão. Rafael enterrou até as bolas, os músculos contraindo, e jorrou jatos quentes e espessos fundo na buceta casada. Juliana gritou o nome dele, gozando junto pela quinta vez, as pernas tremendo nos ombros largos. Rafael puxou o pau devagar, o creme branco brotando imediatamente do buraco aberto, e puxou a cabeça de Carlos pela nuca.
— Chupa agora. Limpa a puta. Engole cada gota.
Carlos abriu a boca e selou os lábios na buceta escorrendo de Juliana. Chupou com força, engolindo o gozo grosso e quente do estranho misturado ao dela, a língua entrando fundo para extrair mais. Juliana gemeu satisfeita, os dedos nos cabelos do marido, empurrando o rosto dele contra ela enquanto Rafael se masturbava o pau ainda semi-duro, passando a cabeça molhada nos lábios dela.
— Ainda não acabou — disse Rafael. — Senta no meu pau de novo, de frente pro corno. Quero que ele veja de perto essa buceta engolindo tudo.
Juliana se levantou trêmula, o sêmen ainda pingando pelas coxas, e montou de costas para Rafael, que estava sentado na beira da cama. Desceu devagar no pau grosso, gemendo alto enquanto ele sumia inteiro nela de novo. Carlos ajoelhou na frente, o rosto a centímetros da buceta esticada ao redor do pau do touro. Rafael agarrou os seios pesados dela por trás, beliscando os mamilos duros, e começou a empurrar para cima com força.
— Olha a cara dele — falou Rafael no ouvido dela. — Olha o corno babando enquanto eu fodo a esposa dele.
Juliana rebolava pesado, a bunda batendo nas coxas dele, a buceta fazendo barulho molhado a cada descida. Carlos se masturbava de novo o pau duro, o olhar fixo no pau grosso entrando e saindo, no creme branco borbulhando ao redor. Rafael deu um tapa seco na buceta dela por cima, acertando o clitóris, e ela gritou, gozando outra vez, o corpo inteiro contraindo.
— Me fode o cu também — pediu ela, a voz embargada de tesão. — Quero os dois buracos usados na frente dele.
Rafael sorriu sujo, tirou o pau da buceta e spitou no cuzinho apertado dela. Empurrou a cabeça grossa contra o anel, abrindo devagar, e enfiou fundo com um gemido gutural. Juliana gritou, o cu esticando ao redor do pau grosso, as unhas cravadas nas coxas de Carlos que estava na frente. Rafael meteu o cu dela com pancadas profundas, uma mão na buceta escorrendo, enfando três dedos enquanto fodia o traseiro.
— Aperta esse cu no meu pau, puta casada — rosnou. — Seu marido nunca te fodeu assim, né?
— Nunca! — gritou ela. — Só você, meu touro. Fode meu cu, enche ele de porra também.
Carlos lambeu os dedos de Rafael que saíam da buceta dela, chupando a mistura, o pau latejando na mão. Rafael meteu mais rápido no cu apertado, as bolas batendo, até gozar pela terceira vez com um gemido baixo e animal, jatos quentes enchendo o intestino dela. Puxou para fora e o creme branco escorreu do cuzinho aberto direto na boca de Carlos, que engoliu voraz, a língua limpando os fios pegajosos.
Juliana caiu de quatro de novo, ofegante, os dois buracos vermelhos e usados pingando porra. Rafael se levantou, o pau ainda sujo, e empurrou a cabeça dela para o pau de Carlos.
— Chupa o corno agora. Faz ele gozar na sua cara enquanto eu fodo a buceta de novo.
Ela engoliu o pau do marido com voracidade, chupando fundo, enquanto Rafael enfiava o pau grosso de volta na buceta inchada por trás, metendo com força bruta. Carlos gemeu alto, a mão nos cabelos dela, empurrando a garganta. Rafael deu tapas na bunda, puxou o cabelo, e falou sujo:
— Goza na cara da sua puta, corno. Marca ela. Depois eu gozo de novo dentro e você limpa.
Carlos estourou com um gemido longo, jatos grossos espirrando na cara e na boca de Juliana, escorrendo pelo queixo dela enquanto ela engolia o que podia. Rafael meteu mais umas estocadas fundas e gozou pela última vez, enchendo a buceta de novo até transbordar, o creme misturado ao gozo de Carlos no rosto dela. Ele puxou para fora, o pau pulsando, e empurrou a cara de Carlos contra a buceta escorrendo.
— Limpa tudo, seu corno safado. Engole a porra que eu deixei na sua mulher. Essa buceta e esse cu agora levam minha marca.
Carlos chupou e engoliu cada gota quente e espessa que escorria dos dois buracos abertos e usados de Juliana, o rosto encharcado de porra, enquanto ela ria baixo e satisfeita, rebolando o cu sujo na língua do marido.
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