Última Foda no Estoque do Mercado com Ele

Tagline: Aos 28 anos, o repositor negro Afonso fode a gerente branca casada Paulina de 32 no estoque do mercado até gozar dentro dela.

14 min read September 16, 2026New

O supermercado já tinha fechado as portas há mais de uma hora, mas as luzes fluorescentes do estoque ainda piscavam com aquele zumbido monótono que Afonso conhecia de cor. Aos vinte e oito anos, o repositor negro carregava caixas de leite condensado como se elas não pesassem nada, os ombros largos tensos sob a camiseta preta da uniformidade, o suor brilhando na pele escura do pescoço. Afonso trabalhava o turno da madrugada há três anos e conhecia cada canto daquele depósito frio, cada cheiro de plástico e papelão. O que ele não esperava era a gerente de estoque ficar até aquela hora.

Paulina cruzou a porta de metal batendo o crachá contra a coxa. Trinta e dois anos, branca, cabelo castanho preso num coque bagunçado que já soltava fios na nuca, saia social cinza um pouco acima do joelho e blusa branca abotoada até o meio do peito. Casada. Anel de ouro brilhando no dedo enquanto segurava a prancheta do inventário. Afonso sentiu o olhar dela colar nele no segundo em que ela entrou — aquele olhar faminto que já tinha captado de relance outras noites, quando ela passava conferindo a reposição e demorava demais perto das prateleiras onde ele trabalhava.

— Ainda por aqui, Afonso? — a voz dela saiu rouca, sem o tom profissional de sempre. — Eu achei que ia precisar ficar sozinha contando essas porra de caixas de atum.

Ele se endireitou, limpando as mãos na calça. O volume entre as pernas já começava a reagir só de ouvir o jeito que ela falava, aquele sotaque paulista carregado de cansaço e algo mais.

— Inventário não espera, né, dona Paulina. E você também não foi pra casa. Marido não reclamou?

Ela deu um meio sorriso torto, o batom vermelho um pouco borrado no canto da boca. Afonso notou o peito subindo e descendo rápido demais sob a blusa.

— Ele tá viajando. Congresso de vendas em Brasília. Três dias. — Ela se aproximou, o salto baixo batendo no cimento. O perfume dela — algo doce e barato misturado com suor de final de expediente — invadiu o espaço entre os dois. — Então sou só eu e o estoque hoje. E você.

Os olhares se cruzaram de novo. Não tinha nada de inocente naquilo. Afonso deixou os olhos descerem devagar pelo decote dela, pela curva da cintura, até a saia justa que marcava o volume das coxas. Paulina não desviou. Em vez disso, mordeu o lábio inferior e passou a língua devagar, como se já imaginasse o gosto da porra dele.

— Você fica me olhando desse jeito toda noite — murmurou ela, baixinho, quase um desafio. — Acha que eu não vejo? Acha que eu não sinto esse tesão todo quando você passa com a caixa na frente das minhas pernas?

Afonso deu um passo à frente. A diferença de altura era pequena, mas a presença dele preenchia o corredor estreito entre as prateleiras de enlatados. O cheiro de homem suado e o de mulher quente se misturaram.

— Eu vejo você também, Paulina. Vejo quando você se curva pra pegar nota fiscal e a saia sobe. Vejo quando você aperta as pernas sentada na cadeira da gerência. Você tá molhada só de imaginar minha rola preta te abrindo, não tá?

Ela engoliu seco. As pupilas dilatadas. O peito dela quase tocando o peito dele agora.

— Vem pro fundo. Tem umas caixas de óleo que ninguém conta direito. A gente... confere juntas.

Não era convite disfarçado. Era ordem molhada. Afonso pegou o scanner e a seguiu pelo labirinto de prateleiras até a área mais escura do estoque, onde as lâmpadas queimadas deixavam só uma penumbra amarelada e o ar ficava mais quente, cheirando a poeira e desejo acumulado. As caixas de óleo empilhadas formavam uma espécie de parede improvisada. Paulina parou ali, de costas pra ele por um segundo, fingindo contar. Depois virou o corpo inteiro e roçou a bunda na frente da calça dele de propósito, esfregando devagar, sentindo o volume grosso já duro como pedra.

— Caralho, Afonso... — a voz dela saiu rouca, suja. — Que pau é esse, hein? Parece que você tá escondendo uma arma na calça. Todo esse volume... preto, grosso, quente. Eu fico pensando nisso quando tô no carro voltando pra casa. Fico enfiando dois dedos na buceta lembrando do jeito que você me olha.

Ele mordeu o ar. As mãos grandes e escuras desceram e agarraram a cintura dela com firmeza, puxando o corpo branco dela contra o dele, o pau latejando preso na cueca, esfregando bem no meio da bunda dela através do tecido da saia. Os dedos dele afundaram na carne macia, marcando.

— Para de provocar, porra — rosnou baixo no ouvido dela, o hálito quente na nuca. — Você quer que eu te foda aqui mesmo, no meio do estoque, enquanto seu marido tá longe. Quer sentir essa pica preta te arrombando devagar, enchendo essa bucetinha casada de porra. Fala logo.

Paulina girou no aperto dele, ficando de frente, os peitos apertados contra o peito largo e escuro. As mãos dela subiram pelo peito dele, sentindo o músculo duro sob a camiseta suada. Os olhos castanhos dela brilhavam de tesão puro, proibido, interracial, de quem sabe que vai se destruir e quer exatamente isso.

— Eu quero — confessou sem vergonha, a voz embargada. — Quero que você me coma aqui. Quero sentir esse pau preto me abrindo, me usando, me fazendo gozar enquanto eu ainda tô de anel no dedo. Quero gozar gritando seu nome no meio dessas caixas. Eu tô pingando, Afonso. Tô molhada pra caralho só de sentir você duro assim.

O tesão racial crescia como fogo entre eles — a pele dela clara contrastando com os braços escuros que a seguravam, o cheiro dela de mulher branca casada misturado ao cheiro dele de homem negro suado de trabalho pesado. Afonso empurrou a bacia pra frente, esfregando o pau grosso contra a barriga dela, deixando ela sentir cada centímetro do volume.

— Então prova — desafiou ele. — Puxa o zíper. Tira ele pra fora. Mostra pra mim o quanto você aguenta.

As mãos trêmulas de Paulina desceram. Os dedos brancos encontraram o botão da calça dele, abriram, e puxaram o zíper devagar, o barulho metálico ecoando no silêncio do estoque. A cueca preta já estava manchada de pré-gozo. Ela enfiou a mão por baixo e puxou a rola pra fora — grossa, veiada, a cabeça escura e brilhante de lubrificação, o pau de Afonso saltando pesado na palma dela, quente, latejando. Paulina gemeu baixinho só de sentir o peso, o polegar passando pela fenda molhada.

— Jesus... é enorme. Vai me destruir.

Afonso não deixou ela só olhar. A mão grande dele desceu pela lateral da saia dela, subiu por baixo do tecido, encontrou a meia-calça fina e a rasgou com um puxão seco na altura da coxa. Os dedos escuros deslizaram pela pele quente até o meio das pernas dela, encontrando a calcinha encharcada. Ele empurrou o tecido de lado e enfiou dois dedos de uma vez na buceta pingando de Paulina, sentindo as paredes quentes e apertadas se contrair em volta.

Ela arquejou, a cabeça caindo pra trás, a mão apertando o pau dele com mais força, masturbando devagar enquanto ele fodia ela com os dedos grossos, o polegar circular no clitóris inchado.

— Assim... caralho, Afonso... enfia mais. Eu quero seu pau inteiro. Quero que você me foda em pé aqui, me empurre contra essas caixas e goze fundo. Me enche. Me marca. Fode a gerente casada até ela não conseguir mais andar direito amanhã.

Ele curvou os dedos dentro dela, encontrando o ponto que fez as pernas dela tremerem. O som molhado dos dedos entrando e saindo ecoava junto com a respiração pesada dos dois. Afonso beijou o pescoço dela, mordendo a pele clara, chupando até marcar, enquanto a outra mão apertava a bunda dela por baixo da saia, separando as nádegas, o dedo mindinho roçando o cu apertado só de provocação.

— Você vai levar tudo — prometeu ele contra a pele dela, a voz grave, carregada de tesão. — Vai sentar nessa pica preta até o fundo, vai chupar minhas bolas depois, vai ficar com a buceta aberta pingando porra enquanto a gente termina o inventário. E amanhã você vai olhar pro seu marido e ainda sentir meu cheiro dentro de você.

Paulina gemia sem se preocupar com o volume, a mão subindo e descendo no pau dele com velocidade cada vez maior, o polegar espalhando o líquido viscoso pela cabeça. Os seios dela subiam e desciam rápidos, os bicos duros marcando a blusa. Ela empurrou o quadril contra a mão dele, cavalgando os dedos, a saia erguida até a cintura, a meia-calça rasgada, a calcinha empurrada pro lado, a buceta rosada e inchada engolindo os dedos escuros de Afonso.

— Mais fundo... porra, me prepara. Eu quero sentir você me esticando. Quero gritar. Quero que esse estoque inteiro saiba que a gerente tá sendo comida pelo repositor.

Afonso retirou os dedos de repente, brilhantes de lubrificação, e passou eles nos lábios dela. Paulina chupou sem hesitar, gemendo no gosto da própria buceta, os olhos semicerrados de puta. Ele agarrou a base do próprio pau e bateu de leve na barriga dela, deixando marcas úmidas na pele clara exposta onde a blusa tinha subido. Depois deslizou a cabeça grossa entre os lábios inchados da buceta dela, só esfregando, só provocando, sem entrar ainda, o calor dos dois corpos se misturando no ar abafado do fundo do estoque.

Paulina enfiou as unhas nos ombros dele, puxando, exigindo.

— Enfia. Enfia agora, Afonso. Me fode. Me fode com essa rola preta gostosa até eu gozar escorrendo nas suas bolas.

Ele posicionou a cabeça bem na entrada molhada, o peito arfando, o olhar preso no dela. O anel de casamento dela brilhou de novo quando ela agarrou o pau dele com as duas mãos, guiando, esfregando a glande contra o clitóris inchado em círculos desesperados. O cheiro de sexo já dominava o de papelão e óleo. Lá fora, o supermercado silencioso não fazia ideia do que acontecia entre as prateleiras escuras — a gerente branca casada de trinta e dois anos se esfregando no pau grosso do repositor negro de vinte e oito, os dois prestes a se destruir ali mesmo, o tesão proibido latejando forte demais pra ser contido.

Afonso segurou o rosto dela com uma mão suja de buceta, o polegar pressionando o lábio inferior inchado.

— Quando eu enfiar, não tem mais volta. Você vai ser minha puta até o sol nascer. Entendeu?

Paulina assentiu, a respiração falhando, a buceta contraídas batendo contra a cabeça do pau dele, pedindo entrada, pedindo tudo. As pernas abertas, a saia amassada na cintura, o peito quase saltando da blusa aberta, o desejo interracial e sujo escrito em cada tremor do corpo dela. Afonso empurrou só a cabeça pra dentro, sentindo o anel apertado da entrada dela se abrir devagar em volta da glande grossa, e os dois gemeram juntos no escuro do estoque, o inventário abandonado no chão, o mundo lá fora esquecido.

Afonso empurrou mais fundo, o pau grosso e negro abrindo a buceta molhada de Paulina centímetro por centímetro. Ela arquejou alto, as unhas cravando nos ombros dele, a saia amassada na cintura, a meia-calça rasgada pendendo numa perna. O calor apertado dela engoliu a glande e depois o tronco veado, até ele cravar até o fundo com um gemido gutural.

— Porra, que buceta quente... — rosnou ele, a boca colada no pescoço dela. — Essa putinha branca casada tá me engolindo inteiro.

Paulina tremeu, o anel de ouro brilhando enquanto ela se segurava nele. O contraste da pele escura dele contra a dela clara mandava um choque direto pro clitóris. Ela empurrou o quadril pra frente, pedindo mais.

— Mais fundo, caralho... me arromba com esse pau preto gostoso. Eu quero sentir cada veia.

Ele tirou quase tudo e cravou de novo, estocadas firmes que faziam as caixas de óleo tremerem atrás dela. O som molhado ecoava no estoque escuro. Mas Paulina já não aguentava só assim. Ela deslizou pra baixo, se ajoelhando no cimento frio, as mãos brancas agarrando a base do pau salivando de pré-gozo e do próprio suco dela. Afonso segurou o cabelo castanho solto do coque, puxando com força justa enquanto ela abria a boca e engolia a cabeça escura de uma vez.

— Isso, chupa essa pica preta com vontade, gerente safada — mandou ele, a voz grave. — Engole fundo. Mostra pra mim o quanto você adora pau de preto.

Paulina gemeu em volta do pau, a língua rodando na glande salgada, chupando com barulho molhado e guloso. Ela afundou a boca até a garganta apertar, os olhos marejados de esforço e tesão, cuspindo saliva que escorria pelas bolas pesadas. Afonso guiava o ritmo, fodia a boca dela em estocadas controladas, o pau latejando contra a língua quente. O cheiro de sexo e suor misturava com o de papelão. Ela chupava com fome, a mão masturbando o que não cabia, o polegar apertando as veias grossas, enquanto a outra mão descia pra se dedar por baixo da saia erguida. A buceta pingava no chão.

— Adoro... porra, adoro esse pau preto na minha boca — gaguejou ela entre chupadas, saliva escorrendo no queixo. — Mais grosso que o do meu marido... me enche a goela.

Ele puxou o cabelo dela pra trás, tirando o pau brilhante de cuspe, e a ergueu de uma vez só. As mãos grandes rasgaram o que restava da calcinha, o tecido fino caindo no chão. Afonso girou Paulina de costas, a empurrou contra as prateleiras de enlatados, levantou uma perna dela e cravou o pau inteiro na buceta de uma estocada brutal. Ela gritou, o peito batendo nas latas, o corpo branco treliçado no dele escuro.

— Ai, caralho! Me fode! Me fode duro com essa rola negra!

Ele agarrou a cintura dela e martelou com força, o pau saindo e entrando molhado, as bolas batendo na bunda clara. As estocadas eram brutais, profundas, fazendo as prateleiras tremerem e latas se mexerem. Paulina gemia alto, sem se importar, a buceta se contraindo a cada golpe. O dirty talk racial saía sujo e consensual, os dois se alimentando dele.

— Essa bucetinha branca foi feita pra pau preto, né? — rosnou Afonso no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Tá se abrindo toda pra mim. Fala.

— Sim! Adoro pau preto... adoro ser comida por repositor negro no estoque... me arromba mais!

Ele tirou o pau, a virou de quatro sobre as caixas de mercadoria empilhadas. Paulina apoiou os cotovelos no papelão, a bunda empinada, a saia na cintura, a blusa aberta com os peitos balançando. Afonso posicionou a cabeça na entrada da buceta e cravou fundo de novo, depois puxou e enfiou direto no cu apertado dela, devagar no começo, depois fundo. Ela gritou de prazer misturado, o esfíncter se abrindo pro pau grosso negro.

— No cu também, porra! Alterna... me fode os dois buracos com essa pica preta deliciosa!

Ele obedeceu, metendo fundo no cu, saindo, cravando na buceta, voltando pro cu. O ritmo era selvagem, as estocadas secas e molhadas se alternando, o som obsceno enchendo o depósito. Paulina gozou pela primeira vez assim, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando no pau dele enquanto gritava:

— Tô gozando! Adoro esse pau preto me fodendo o cu e a buceta! Mais! Me faz gozar de novo!

Afonso não parou. Segurou os quadris dela com força, as mãos escuras contrastando com a pele branca marcada de vermelho, e continuou alternando, fudendo o cu até ela gemer alto e depois voltando pra buceta inchada. O dirty talk fluía sujo entre gemidos:

— Sua puta branca casada... usando anel e levando pica preta no cu no meio do estoque. Fala que ama.

— Amo! Amo pau preto grosso me destruindo... gozo toda vez que você mete fundo... Afonso, me enche!

Ela gozou de novo, as pernas tremendo, o gozo escorrendo pelas coxas enquanto ele martelava o cu. O terceiro orgasmo veio quando ele voltou pra buceta e esfregou o clitóris com o polegar, as paredes dela se contraindo loucas no pau negro. Paulina gritava sem controle, a voz rouca ecoando:

— Porra, mais um! Adoro! Adoro ser arrombada por esse pau preto gostoso até gozar escorrendo!

Afonso sentiu as bolas subirem. Ele cravou fundo na buceta pela última vez, as estocadas virando espasmos, e gozou forte, jatos quentes e espessos enchendo ela por dentro. O porra preta dele jorrava fundo, misturando com o gozo dela, enquanto ele gemia o nome dela e apertava a bunda clara.

— Toma... toma toda essa porra dentro dessa buceta casada...

Ele puxou o pau inchado e brilhante de porra, fios brancos escorrendo da buceta aberta de Paulina. Ela se virou imediatamente, se ajoelhando de novo no chão sujo, e abriu a boca pra limpar. A língua dela passou pela glande, chupou o tronco sujo de gozo e buceta, engoliu o que escorria, limpou as bolas com lambidas longas e molhadas. Afonso segurou o cabelo dela de leve, assistindo a gerente branca lamber cada gota.

— Isso... limpa tudo com essa boquinha safada.

Quando terminou, os dois riram baixinho, ofegantes, o suor brilhando nos corpos. Afonso ajudou ela a se levantar. Paulina puxou a saia pra baixo, a calcinha rasgada jogada de lado, a blusa abotoada de qualquer jeito. Ele enfiou o pau de volta na calça, o zíper subindo com um clique. Os dois se olharam e riram de novo, o cansaço misturado com satisfação suja.

— Caralho, que última foda no estoque, hein — disse ele, passando a mão na nuca suada. — Toda vez que o mercado fechar cedo assim...

Paulina sorriu, o batom borrado, as coxas já tremendo de verdade. O gozo dele ainda escorria devagar, molhando a parte interna das pernas.

— Combinado. Sempre que fechar e o inventário atrasar... a gente volta pra essas caixas. Você me fode até eu não aguentar mais. Eu quero sentir esse pau preto de novo amanhã se der.

Ela se arrumou o máximo que pôde, o anel ainda no dedo, o cabelo um caos. Afonso a beijou rápido na boca, o gosto de porra e de buceta ainda ali. Paulina saiu primeiro, as pernas bambas, os saltos ecoando pelo corredor de prateleiras. Cada passo fazia o líquido escorrer um pouco mais. Ela olhou pro fundo do estoque uma última vez antes de atravessar a porta de metal, sabendo que nunca mais ia olhar pra aquele corredor da mesma forma — as caixas de óleo, as lâmpadas piscando, o cheiro de plástico. Já ia planejando a próxima: amanhã o turno dele começava mais cedo, o marido ainda em Brasília, e ela ia inventar uma contagem atrasada só pra sentir aquele pau negro cravando nela de novo contra as prateleiras, gozando fundo e saindo com as coxas tremendo outra vez.

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