Chuva Forçada e o Desejo do Melhor Amigo Negro
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A chuva caía com uma fúria que parecia querer engolir o mundo inteiro. Vanessa, uma mulher branca de 28 anos casada há apenas seis meses, corria descalça pela sala da casa de praia, tentando fechar as janelas que o vento uivante teimava em escancarar. A eletricidade tinha caído há quase uma hora, mergulhando tudo na penumbra cinzenta, e a estrada de terra que ligava a casa à civilização agora era um rio de lama e água barrenta. Grant, seu marido, tinha saído de manhã para buscar suprimentos na cidade vizinha e ainda não dera notícias. Ela estava molhada até os ossos, a camiseta fina colada aos seios arrepiados, a calcinha branca transparente grudada na pele.
Wesley, seu melhor amigo negro de 32 anos, musculoso, com ombros largos e braços que pareciam feitos para carregar o peso do mundo, estava ao lado dela, sem camisa, o short ensopado marcando o volume pesado entre as pernas. Eles se conheciam havia mais de dez anos, desde os primeiros empregos na capital, quando ainda eram jovens cheios de sonhos e tesão reprimido. Nunca tinham cruzado a linha. Até agora.
— Porra, Vanessa, essa janela tá possuída! — gritou ele, a voz grave cortando o barulho da tempestade, enquanto empurrava a madeira com força. O corpo dele roçou no dela por um segundo e ambos sentiram o choque.
Quando finalmente conseguiram trancar a última janela, os dois estavam ofegantes, pingando no chão de madeira. A água escorria pelos cabelos cacheados dele, descia pelo peito definido, pelos gomos do abdômen trincado. Vanessa não conseguia parar de olhar. O desejo que ela guardava desde sempre — aquele desejo sujo, proibido — subia pela garganta como lava.
Wesley pegou duas toalhas grandes no armário e jogou uma para ela. Em vez de se secar sozinho, ele se aproximou e começou a passar a toalha nos ombros dela, devagar, quase reverente. Os olhos escuros dele desceram pelo corpo dela, parando nos mamilos marcados na camiseta molhada.
— Você tá tremendo, branquinha — murmurou ele, a voz mais baixa, mais rouca.
Vanessa pegou a outra toalha e, sem pensar, começou a secar o peito largo dele. Os músculos dele eram duros, quentes apesar da chuva. Ela sentiu o pau dele, semi-duro, roçar na própria coxa quando ele se aproximou mais.
— Wesley… seu corpo é uma loucura. Sempre foi. Esses músculos, essa pele preta brilhando… eu fico molhada só de olhar, caralho — confessou ela, a voz saindo trêmula, mas sem vergonha.
Ele soltou uma risada baixa, perigosa, e deslizou a toalha pela barriga dela, descendo até a curva dos quadris.
— E você, Vanessa? Essas curvas brancas, essa bunda empinada, esses peitos que cabem perfeitamente na minha mão… eu passo anos fingindo que não quero te jogar contra a parede e te comer até você esquecer o nome do seu marido. Mas hoje… hoje eu não consigo mais fingir.
As palavras dele acertaram direto no meio das pernas dela. Vanessa sentiu a boceta pulsar, quente, molhada de um jeito que não tinha nada a ver com a chuva. Ela largou a toalha e encarou os olhos dele.
— Eu sempre fantasiei com um pau grande de negro — admitiu, a voz quase um gemido. — Um pau grosso, preto, veioso… do jeito que eu imagino o seu. Eu tocava minha boceta pensando em você me arrombando, Wesley. Me chamando de putinha branquinha.
O olhar dele escureceu completamente. A toalha caiu no chão. Ele segurou o rosto dela com as duas mãos grandes e a beijou com fome selvagem. A boca dele era quente, exigente, a língua invadindo a dela enquanto ele a prensava contra a parede fria. Vanessa gemeu dentro do beijo, as unhas cravando nos ombros largos dele. O volume duro do pau dele pressionava a barriga dela, enorme, latejando.
— Eu sempre quis foder minha amiga branquinha — rosnou ele entre beijos, mordendo o lábio inferior dela. — Queria te encher dessa rola preta até você não aguentar mais. Você quer isso agora, Vanessa? Quer que eu te pegue com força?
— Quero — ela respondeu sem hesitar, os olhos brilhando de tesão. — Me pega, Wesley. Me fode como você sempre quis. Eu sou sua hoje.
Ele não esperou mais. Com um movimento rápido, girou o corpo dela, colando os seios dela na parede. As mãos grandes rasgaram a calcinha dela num puxão seco, o tecido cedendo fácil. Vanessa gritou de surpresa e prazer quando ele se ajoelhou, abriu as pernas dela e enfiou a boca na boceta encharcada. A língua dele era voraz, lambendo o clitóris inchado, chupando os lábios melados, enfiando fundo como se quisesse beber cada gota dela.
— Ahhh, porra… Wesley… assim… chupa minha bocetinha, caralho! — ela gemia alto, a bunda empinada, rebolando contra o rosto dele. O barulho molhado da língua dele misturava com o som da chuva.
Ele se levantou, abaixou o short e liberou o pau grosso, negro, veioso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Sem aviso, segurou os quadris dela e meteu de uma vez só, no estilo cachorrinho de pé. A rola preta abriu caminho fundo, esticando as paredes dela até o limite.
— Toma, sua putinha branquinha louca por rola preta! — grunhiu ele, metendo forte, as bolas batendo contra a boceta molhada. — Essa boceta apertada tava feita pra mim, porra.
Vanessa arranhava a parede, gemendo sem controle, o prazer subindo em ondas violentas. Cada estocada profunda fazia os joelhos dela fraquejarem. Ele a fodia com raiva acumulada de anos, uma mão no cabelo dela, a outra apertando o seio.
Depois de minutos que pareceram eternos, ele a virou, jogou-a no sofá largo, abriu as pernas dela ao máximo e mergulhou de novo no missionário profundo. Os corpos colados, suor misturado, o pau dele entrando até o fundo a cada investida. Vanessa cravava as unhas nas costas musculosas dele, arranhando forte enquanto implorava:
— Mais! Me fode mais fundo, Wesley! Eu vou gozar… me enche de porra, por favor!
Ele acelerou, o sofá rangendo, os gemidos dos dois se misturando ao barulho da chuva. Quando o orgasmo veio, foi violento. Vanessa convulsionou, a boceta apertando o pau dele em espasmos fortes, gritando o nome dele. Wesley rugiu, enterrando-se até o talo e jorrando porra quente, grossa, enchendo-a até transbordar.
Eles ficaram ali, ofegantes, abraçados no sofá enquanto a chuva continuava caindo lá fora. Wesley beijava o pescoço dela devagar, ainda enterrado dentro dela, o pau semi-duro pulsando.
— Caralho… a gente demorou tanto tempo pra ceder — riu ele baixinho, a voz satisfeita.
Vanessa traçava linhas nas costas arranhadas dele, o corpo ainda tremendo.
— Eu quero repetir isso sempre que a gente conseguir, Wesley. Sempre. Meu marido… Grant… ele nunca me fez sentir nem metade disso.
Ele levantou o rosto, olhando nos olhos dela com um sorriso predatório.
— Agora que eu provei essa boceta branquinha, não vou mais conseguir ficar só na amizade. Você é minha putinha agora. Toda vez que a gente estiver sozinho…
O celular dela vibrou em cima da mesa. Era uma mensagem de Grant: “A chuva tá diminuindo aqui. A estrada deve liberar em uma ou duas horas. Tô voltando pra casa. Te amo.”
Vanessa sentiu um frio na espinha ao mesmo tempo que a boceta dela, ainda cheia da porra de Wesley, pulsava de novo. Os dois se olharam. O desejo ainda queimava, cru, insaciável. A chuva continuava, mas o tempo deles sozinhos estava acabando. E isso só tornava tudo mais perigoso. Mais excitante.
Wesley deslizou a mão entre as pernas dela, espalhando a porra que escorria, e sussurrou contra a boca dela:
— A gente ainda tem uma hora… quer que eu te foda de novo antes dele chegar?
Vanessa mordeu o lábio com força, sentindo o dedo grosso de Wesley espalhar a porra quente que ainda vazava de dentro dela, misturando tudo no clitóris latejante. O celular com a mensagem de Grant piscava na mesa como um alerta perigoso, mas o corpo dela não queria saber de nada além daquele tesão insano. Aos 28 anos, casada há apenas seis meses, ela nunca imaginou que trairia o marido assim, na casa de praia, com o melhor amigo. Mas a boceta pulsava, traiçoeira, molhada demais para recusar.
— Quero, Wesley. Me fode de novo, agora. Rápido, bruto, antes que ele apareça na estrada. Enche essa boceta casada mais uma vez com essa rola preta grossa que eu tanto fantasiei — sussurrou ela, a voz rouca, os olhos brilhando de pura safadeza.
Ele rosnou baixo, aquele som grave que fazia a barriga dela contrair. Com as mãos grandes e escuras, agarrou a cintura fina dela e a virou de bruços no sofá, empinando aquela bunda branca e redonda. A calcinha rasgada ainda pendia de uma perna, inútil. Wesley se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto na fenda melada, misturando saliva com a porra que escorria.
— Olha só o estrago que eu já fiz nessa bocetinha branquinha. Tá inchada, vermelhinha, pingando minha semente. E mesmo assim você quer mais? Fala pra mim, vadia. Fala que essa boceta de esposa fiel agora é só pro pau do amigo negro.
Vanessa empinou mais o quadril, rebolando devagar, sentindo o ar frio da sala contrastar com o calor que queimava entre suas coxas. Pensou no marido dirigindo pela lama, alheio a tudo, e o pensamento só fez o tesão explodir.
— É sua, caralho. Sempre foi. Eu tocava a boceta escondido pensando nessa rola veiosa me abrindo. Grant nunca me esticou assim, nunca me fez gritar. Me arromba de novo, Wesley. Me usa antes que ele chegue.
Ele não esperou. Segurou o pau semi-duro, bateu a cabeça grossa e roxa na entrada dela algumas vezes, espalhando a bagunça, e meteu tudo de uma vez. O som molhado ecoou pela sala, mais alto que a chuva que ainda castigava as janelas. Vanessa soltou um gemido longo, quase um soluço, sentindo as paredes internas serem forçadas ao limite novamente. O pau dele, negro, grosso como o punho dela, latejava dentro, pulsando contra cada nervo.
Wesley começou a meter com força, as bolas pesadas batendo contra o clitóris inchado a cada estocada. Uma mão segurava o cabelo loiro dela como rédea, puxando a cabeça para trás, enquanto a outra dava tapas ritmados na bunda, deixando marcas rosadas na pele clara.
— Toma, putinha branquinha do caralho. Sente como meu pau preto te abre toda. Essa boceta apertada foi feita pra levar rola de negro. Seu marido tá voltando pra casa e você aqui, de quatro, gemendo pro melhor amigo dele te encher de porra pela segunda vez.
Cada palavra suja acertava direto no meio das pernas dela. Vanessa cravava as unhas no estofado do sofá, o corpo todo suado, os seios pressionados contra o tecido áspero. O suor escorria pelas costas, misturando com o dele quando Wesley se inclinou sobre ela, o peito largo e negro colado nas costas claras. O cheiro de sexo, suor e chuva enchia o ar. Ela sentia cada veia do pau dele roçando dentro, o jeito como a cabeça grossa batia fundo, quase no útero.
— Mais forte... me fode mais forte, Wesley! Eu sou sua puta hoje. Quero que minha boceta lembre disso por dias — implorou ela, a voz entrecortada pelos gemidos.
Ele acelerou, o quadril batendo com violência contra a bunda empinada. O sofá rangia perigosamente. Depois de minutos intensos, ele saiu de dentro dela com um som obsceno, o pau brilhando coberto de porra e mel. Virou Vanessa de frente, sentou no sofá e a puxou para cima, fazendo ela montar nele de frente.
Vanessa segurou aquela rola enorme com as duas mãos, sentindo o peso, a pulsação quente. Olhou nos olhos escuros dele enquanto descia devagar, centímetro por centímetro, engolindo tudo até as bolas. A sensação de estar completamente cheia era viciante. Começou a quicar, os seios pulando na cara dele. Wesley capturou um mamilo rosado na boca, chupando forte, mordendo de leve enquanto as mãos escuras apertavam a bunda branca, guiando o movimento.
— Isso, rebola no meu pau, branquinha. Olha como sua pele clara fica linda toda suada em cima de mim. Eu passei dez anos imaginando esse momento. Agora você é minha. Toda vez que Grant te beijar, vai ser minha porra que ainda vai estar dentro de você.
Os pensamentos de Vanessa giravam em espiral. Aos 28 anos, ela tinha uma vida estável, um marido carinhoso, mas nada se comparava a isso. O contraste da pele, o tamanho, o jeito bruto e ao mesmo tempo reverente como Wesley a tocava. Ela quicava mais rápido, sentindo o clitóris roçar na base grossa do pau dele a cada descida. O suor pingava do queixo dela nos ombros largos e definidos dele.
— Eu amo isso... amo trair com você. Seu pau é muito maior, muito melhor. Me faz sentir uma puta de verdade — confessou entre gemidos, acelerando o ritmo até as coxas queimarem.
Wesley segurou a cintura dela e começou a subir o quadril, metendo de baixo para cima com força bruta. O barulho molhado ficava obsceno, a porra da primeira foda escorrendo pelos bagos dele e molhando o sofá. Ele a beijou com fome, língua invadindo a boca, engolindo os gemidos dela. Depois a virou de lado no sofá, levantando uma perna dela alto, penetrando de lado, num ângulo que acertava exatamente onde ela precisava. Os dedos dele encontraram o clitóris e esfregaram rápido, circulando enquanto metia fundo.
Vanessa sentia o orgasmo se aproximando como uma tempestade maior que a que caía lá fora. O corpo tremia, as paredes da boceta apertando o pau negro sem parar.
— Eu vou gozar, Wesley... vai me fazer gozar de novo no seu pau! Não para, por favor!
— Goza, sua casada safada. Goza enquanto o marido tá chegando. Mostra pra mim como essa bocetinha branquinha viciou na rola preta — rosnou ele, metendo cada vez mais rápido, o suor escorrendo pelo abdômen trincado.
O clímax a acertou como um soco. Vanessa arqueou o corpo todo, gritou o nome dele sem controle, a boceta contraindo em espasmos violentos, esguichando um pouco ao redor do pau que não parava de entrar e sair. As unhas cravaram fundo nas costas musculosas dele, deixando novos arranhões vermelhos na pele escura. Wesley aguentou o aperto só mais alguns segundos. Com um rugido animal, enterrou-se até o talo, o pau inchando dentro dela, e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra jorraram fundo, enchendo-a até transbordar, misturando com o gozo anterior e escorrendo pelas coxas trêmulas.
Eles ficaram colados, ofegantes, o corpo grande e negro dele ainda sobre o dela, o pau pulsando devagar dentro da boceta inundada, o suor misturado colando as peles. A respiração quente de Wesley batia no pescoço dela, os corações batendo forte, quase no mesmo ritmo. Vanessa ainda sentia os espasmos fracos do orgasmo, a mente enevoada de prazer puro, o corpo mole e satisfeito, a porra dele vazando devagar enquanto a chuva...
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