Fingindo Ser Dela Até o Marido Ver Tudo
Ana Clara, de 28 anos, senta no pau do amigo Damon na frente do corno do marido e leva uma foda braba com creampie.
Ana Clara ajeitou o vestido vermelho colado ao corpo, o tecido fino e elástico mal conseguindo conter os seios pesados e empinados de seus 28 anos. Casada com Nikolai havia cinco anos, ela sabia exatamente o efeito que causava. O decote generoso deixava os mamilos escuros quase visíveis, e a barra curta mal cobria a metade das coxas grossas e macias. Nikolai, seu marido de 32 anos, observava do sofá com o copo de uísque tremendo levemente na mão. Ele já tinha confessado, numa noite de vinho e segredos, que ver a esposa flertar com outros homens o enchia de uma humilhação quente que fazia seu pau endurecer contra a vontade. Hoje, o convidado era Damon, o amigo de 30 anos, alto, de ombros largos, braços grossos de quem malha pesado e um volume na calça que Ana Clara nunca disfarçara admirar.
Quando a campainha tocou, Ana Clara abriu a porta com um sorriso safado. Damon entrou, cheirando a perfume caro e testosterona. Ela não perdeu tempo: jogou os braços em volta do pescoço dele e colou o corpo inteiro, apertando os seios contra o peito musculoso.
— Damon... meu macho — ronronou ela bem alto, para que Nikolai escutasse da sala. — Cada vez que você aparece, minha buceta fica molhada na hora.
As mãos grandes de Damon desceram pelas costas dela e apertaram a bunda redonda por cima do vestido. Ele sorriu, sabendo exatamente o jogo.
— Cuidado, Ana Clara. Seu marido tá olhando.
— Que olhe — respondeu ela, roçando a virilha contra a coxa dele antes de soltá-lo. — O corno gosta.
Nikolai sentiu o rosto queimar. Sentado ali, de camisa social e calça jeans, ele já tinha o pau meio duro só de ver a esposa se exibindo daquele jeito. A vergonha era real, uma bola quente no estômago, mas o tesão era maior. “Porra, ela é minha mulher... e eu quero ver ela virar puta pra ele”, pensou, engolindo seco enquanto os dois caminhavam para o sofá.
Ana Clara não sentou ao lado de Damon. Sentou no braço do sofá, bem perto, cruzando as pernas de forma que o vestido subisse até quase mostrar a calcinha preta de renda. Toda vez que se mexia, roçava o joelho na coxa dele. Conversavam sobre besteira — trabalho, academia, viagens — mas os olhos dela não saíam da boca de Damon. De vez em quando ela se inclinava para pegar o copo na mesinha de centro e deixava o decote cair, mostrando quase tudo. Nikolai via o volume na calça do amigo crescer. E o dele também.
— Você tá tão gostoso hoje, caralho — murmurou ela de repente, passando a unha vermelha pelo bíceps de Damon. — Esses músculos me deixam louca. Nikolai mal consegue me segurar na cama... mas você, meu macho, parece que me quebraria no meio.
Nikolai soltou um gemido baixo, quase inaudível. Sua mão desceu discretamente e apertou o próprio pau por cima da calça. Ana Clara percebeu. Seus olhos brilharam com malícia. Ela se levantou, deu a volta no sofá e, sem pedir licença, sentou direto no colo de Damon, de frente para ele, as coxas abertas ao redor da cintura larga. O vestido subiu até a cintura. A calcinha molhada encostou bem no volume enorme que pulsava dentro da calça dele.
— Ana... — começou Nikolai, voz rouca.
— Cala a boca, corno — cortou ela, olhando fixo nos olhos do marido enquanto segurava o rosto de Damon com as duas mãos. — Eu quero ser dele hoje. Quero dar essa buceta pro pau dele na sua frente.
Então ela o beijou. Não foi um beijo suave. Foi boca aberta, língua gulosa, gemidos molhados ecoando na sala. Damon respondeu agarrando a bunda dela com as duas mãos grandes, abrindo as nádegas e apertando forte. Ana Clara rebolava devagar, sentindo a rola grossa dele endurecer completamente contra sua boceta quente. Nikolai assistia, paralisado, o pau latejando tanto que chegava a doer.
— Continua... — pediu ele, voz trêmula de excitação e vergonha. — Pelo amor de Deus, Ana Clara... continua.
Ela interrompeu o beijo apenas para rir, olhando de lado para o marido enquanto Damon enfiava a mão grande por baixo do vestido. Os dedos grossos puxaram a calcinha para o lado e encontraram a buceta encharcada. Dois dedos entraram de uma vez, fazendo um barulho obsceno de molhado.
— Ahhh, porra! — gemeu Ana Clara alto, jogando a cabeça para trás. — Olha o que ele faz comigo, Nikolai. Dois dedos dele já esticam mais que seu pau inteiro. Esse caralho aqui é muito maior, muito mais grosso. Eu sinto latejando embaixo de mim... quero sentar nele logo.
Damon sorriu, dedo médio curvado roçando o ponto G dela enquanto o polegar girava no clitóris inchado. Ana Clara tremia, rebolando no colo dele, os seios balançando dentro do vestido. O tecido acabou descendo, liberando um mamilo escuro que Damon imediatamente capturou com a boca, chupando forte. Ela gritou de prazer, olhando o tempo todo para o marido.
— Tá vendo, corno? Tá vendo como eu fico molhada pra outro homem na sua sala? Seu pintinho deve tá babando na cueca agora, né?
Nikolai apenas assentiu, rosto vermelho, mão apertando o pau por cima da calça como um adolescente. A humilhação queimava, mas o tesão queimava mais.
Damon tirou os dedos molhados e esfregou na boca de Ana Clara, que lambeu como uma cadela no cio. Então ele a empurrou para o tapete macio da sala.
— De quatro. Agora.
Ana Clara obedeceu imediatamente, ficando de quatro no chão, joelhos e mãos no tapete, bunda empinada, vestido todo enrolado na cintura. A calcinha foi arrancada por Damon e jogada no colo de Nikolai.
— Segura o celular, corno — ordenou Damon. — Filma tudo. Quero que você grave sua mulher virando minha puta.
Com as mãos tremendo, Nikolai pegou o telefone, abriu a câmera e apontou. A luz vermelha de gravação acendeu. Ana Clara olhou direto para a lente, língua para fora, enquanto Damon abria o zíper. O pau dele saltou: grosso, veiado, mais de vinte e dois centímetros, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ana Clara gemeu só de ver.
Ela engoliu tudo. Sem mãos. Abriu a boca e desceu até o fundo, nariz encostando na barriga definida de Damon. Engasgou, saliva escorrendo pelos cantos da boca, lágrimas nos olhos, mas não parou. Chupava com fome, subindo e descendo a cabeça, garganta apertando a glande grossa enquanto Nikolai filmava cada segundo, o pau dele tão duro que parecia que ia explodir.
— Isso, engole meu caralho, vadia do marido corno — rosnou Damon, segurando o cabelo dela e metendo devagar na boca.
Depois de minutos de boquete babado, ele a virou de quatro de novo e enfiou a rola inteira na buceta molhada de uma só estocada. Ana Clara gritou de prazer, unhas arranhando o tapete.
— Aaaahhh, caralho! Isso! Me fode, Damon! Me usa na frente dele!
As estocadas eram brutais. O som de pele contra pele enchia a sala. Damon estapeava a bunda dela com força, deixando marcas vermelhas nas nádegas brancas. Cada tapa fazia Ana Clara apertar a buceta em volta do pau grosso.
— Fala pra ele — exigiu Damon, puxando o cabelo dela.
— Eu sou a vadia do marido corno! — gritou ela, olhando para Nikolai que ainda filmava, lágrimas de excitação nos olhos dele. — Esse pau é muito melhor que o seu, Nikolai! Mais grosso, mais fundo... eu tô gozando só com ele me arrombando!
Damon a virou de lado, deitando-a no tapete, uma perna dela levantada no ombro dele. Na posição de lado, o ângulo permitia que ele metesse ainda mais fundo. Ana Clara olhava direto nos olhos do marido enquanto era fodida com força. O pau de Damon entrava e saía brilhando de tanto melado, batendo no fundo da buceta dela a cada estocada.
— Olha pra mim, corno! Olha como eu gozo com um pau de verdade! — berrou ela, corpo convulsionando. — Eu só gozo com ele! Seu pauzinho nunca me fez gozar assim! Nunca!
O orgasmo dela foi violento. A buceta apertou tanto que Damon quase gozou ali. Mas ele segurou, meteu mais algumas vezes e finalmente enterrou até o talo. O gemido rouco dele encheu a sala quando a porra quente começou a jorrar. Jatos grossos, abundantes, enchendo o útero de Ana Clara até transbordar. Ela tremia, apertando o pau dele com os músculos internos, ordenhando cada gota enquanto olhava o marido filmando tudo, o rosto dele uma mistura perfeita de humilhação e desejo insano.
Damon ficou dentro dela por longos segundos, pulsando, marcando território. Quando finalmente puxou o pau, um rio de porra branca escorreu da buceta vermelha e inchada de Ana Clara, pingando no tapete. Ela continuou de lado, ofegante, dedo deslizando na própria boceta e levando um pouco da mistura para a boca.
Nikolai baixou o celular devagar, pau ainda duro como pedra dentro da calça, respiração pesada. Ana Clara sorriu para ele, o olhar ainda cheio de fogo.
— Isso foi só o começo, meu corno. A noite tá só começando... e eu ainda quero muito mais dele. Levanta essa câmera de novo, porque eu ainda não terminei de sentar nesse pau.
Damon passou a mão na bunda dela, espalhando a porra que escorria, e olhou para Nikolai com um sorriso dominante. A tensão na sala não havia diminuído. Pelo contrário. O ar estava ainda mais pesado, prometendo que o que viria a seguir seria ainda mais sujo, mais profundo e mais humilhante. Nikolai engoliu em seco, sabendo que não conseguiria — e não queria — parar agora.
Ana Clara levantou-se do tapete com as pernas ainda bambas, sentindo o sêmen grosso e quente de Damon escorrer devagar pela fenda inchada da sua buceta, traçando caminhos pegajosos pelas coxas grossas e macias. O vestido vermelho continuava embolado na cintura como um cinto inútil, os seios pesados balançando a cada movimento, mamilos escuros ainda duros de excitação. Ela passou a língua nos lábios inchados de tanto chupar e olhou para Nikolai com um sorriso que misturava deboche e pura luxúria. O marido de 32 anos continuava sentado, o celular tremendo na mão, o pau marcando volume na calça jeans como se fosse rasgar o tecido.
— Levanta essa câmera direito, corno. Quero que você grave bem de perto enquanto eu sento nesse pauzão e cavalgo até não aguentar mais. Quero que você veja cada centímetro entrando em mim.
Nikolai engoliu em seco, o rosto queimando de vergonha, mas o tesão era tanto que sua mão obedeceu antes mesmo da mente processar. Ele ajustou o ângulo, a luz vermelha piscando, e pensou: “Ela é minha mulher há cinco anos e eu nunca a vi tão molhada, tão aberta. Eu sou um corno de merda, mas ver isso me faz querer gozar sem nem tocar no pau.” Damon, o amigo de 30 anos com ombros largos e peito definido de quem vive na academia, recostou-se no sofá com as pernas abertas, o caralho ainda meio duro, brilhando de porra e melado, latejando contra a barriga tanquinho. Ele deu um tapa forte na própria coxa, o som ecoando na sala.
— Vem, Ana Clara. Senta logo nessa rola e mostra pro seu marido como uma mulher de 28 anos vira puta de verdade.
Ela não perdeu tempo. Subiu no colo dele de frente para Nikolai, os joelhos afundando no sofá macio, coxas grossas abertas ao máximo. A buceta vermelha e inchada roçou na cabeça roxa do pau de Damon, espalhando a mistura branca que já escorria. Com uma mão de unhas vermelhas, ela segurou a base grossa, sentindo as veias pulsarem quentes contra sua palma, e esfregou a glande para cima e para baixo entre os lábios melados. O clitóris inchado roçava na carne dura e ela gemeu baixo, rebolando devagar.
— Olha aqui, Nikolai. Olha como minha bucetinha tá babando pra ele. Tá vendo o quanto eu quero isso? Seu pintinho nunca me deixou assim, nunca.
Ela desceu centímetro por centímetro, sentindo a cabeça grossa forçar a entrada, abrindo as paredes internas ainda sensíveis da foda anterior. A porra do primeiro gozo servia de lubrificante, mas o tamanho ainda esticava tudo, criando uma pressão deliciosa que fazia suas coxas tremerem. Quando o pau inteiro desapareceu dentro dela, bunda redonda encostando nas coxas musculosas de Damon, Ana Clara soltou um gemido longo e rouco, cabeça jogada para trás, cabelo castanho colado no suor do pescoço.
— Aaaahhh, caralho... tá me enchendo toda... sinto ele batendo no fundo do meu útero. Damon, você é muito mais homem que esse corno ali.
Damon agarrou a bunda dela com as duas mãos grandes, abrindo as nádegas e apertando a carne branca até deixar marcas rosadas. Ele começou a subir o quadril, metendo devagar no começo, deixando ela sentir cada veia, cada pulsação. Ana Clara apoiou as mãos nos ombros largos dele e começou a cavalgar. Subia até quase deixar a rola escapar, a buceta piscando aberta, e descia com força, batendo a bunda com um som molhado e obsceno. Os seios pesados pulavam no ritmo, mamilos roçando no peito suado de Damon, que capturou um deles com a boca e chupou forte, dentes roçando a pele sensível.
— Rebola gostoso, vadia — rosnou ele entre uma chupada e outra. — Mostra pro corno como você ama sentar no meu caralho.
Ana Clara acelerou, transformando o movimento em uma foda braba. Subia e descia com violência, o som de pele molhada contra pele molhada enchendo a sala como tapas molhados. A mistura de porra e melado escorria pela base do pau de Damon, molhando suas bolas e o sofá, criando espuma branca a cada descida. Seu clitóris esfregava contra a pélvis dele a cada impacto, enviando choques de prazer que subiam pela espinha. Ela olhava direto para a câmera, olhos semicerrados de tesão, boca aberta soltando gemidos sem vergonha.
— Tá gravando isso, Nikolai? Tá vendo como eu sento gostoso? Essa rola me arromba de um jeito que o seu nunca conseguiu. Eu sou a puta dele agora, caralho! Olha meus peitos balançando pra ele, olha minha buceta engolindo tudo!
Nikolai aproximou o celular, zoomando na junção onde o pau grosso entrava e saía brilhando, coberto de creme. Sua outra mão estava dentro da calça, apertando o próprio pau com força, mas sem se masturbar ainda, guardando o gozo para o final. “Eu mereço isso. Mereço ver minha mulher sendo usada assim. A humilhação queima, mas meu pau nunca esteve tão duro na vida”, pensou, respiração pesada, rosto vermelho como tomate.
Damon deu um tapa forte na bunda dela, depois outro, e outro, fazendo a carne tremer e ficar vermelha. Cada tapa fazia Ana Clara apertar mais a buceta em volta dele, ordenhando o pau. Ele segurou os cabelos dela com uma mão, puxando a cabeça para trás, e meteu mais fundo, batendo o quadril para cima com força bruta. O sofá rangia. O corpo dela inteiro sacudia. Os gemidos viraram gritos.
— Me fode, Damon! Me usa! Eu quero gozar de novo nesse caralho grande! Nikolai, vem mais perto, filma minha cara enquanto eu gozo pra outro homem!
Ela sentiu o orgasmo subir como uma onda quente. As paredes da buceta começaram a pulsar forte, apertando a rola grossa como um punho molhado. Seu corpo inteiro convulsionou, coxas tremendo incontrolavelmente, seios pulando descontrolados. Um jorro quente escapou ao redor do pau, molhando a barriga de Damon. Ela gritou, unhas cravando nos ombros dele, olhos fixos na câmera do marido.
— Tô gozando! Porra, tô gozando tão forte! Esse pau me faz gozar de verdade, corno! O seu nunca, nunca!
Damon não parou. Segurou a cintura dela com firmeza e meteu como um animal, estocadas curtas e brutais que faziam a cabeça do pau bater fundo no colo do útero. O suor escorria pelo peito definido dele, pelos braços grossos. Ana Clara, ainda no meio do orgasmo, rebolava descontrolada, sentindo outro clímax se formar rápido. A buceta estava tão sensível que cada movimento era quase doloroso de tão bom.
— Goza dentro de mim de novo — implorou ela, voz falhando. — Me enche toda, marca essa buceta de corno. Quero transbordar pra ele ver!
Com um rugido gutural, Damon enterrou até o talo e gozou. Jatos grossos, quentes e abundantes explodiram dentro dela, enchendo o útero já cheio até não caber mais. A porra branca escorria em volume ao redor do pau, pingando no sofá, escorrendo pelas bolas dele. Ana Clara gozou pela terceira vez, corpo inteiro tremendo, buceta contraindo tão forte que parecia querer sugar o pau inteiro para dentro. Ela gritou o nome dele, depois xingou o marido, depois gemeu sem palavras, completamente perdida no prazer.
Os dois ficaram colados por longos minutos, ofegantes, corpos suados e grudados, o pau de Damon ainda pulsando dentro dela, soltando as últimas gotas. A sala cheirava a sexo cru, suor, porra e buceta molhada. Nikolai baixou o celular devagar, pau ainda duro, olhos brilhando com lágrimas de excitação e vergonha.
E foi assim que, fingindo ser dele até o marido ver tudo, Ana Clara provou que o maior prazer do Nikolai era saber que ela sempre voltava pra ele no final.
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