A Quietinha do Grupo se Rendeu ao Fazendeiro

A quietinha de 28 anos se entregou pro fazendeiro musculoso e traiu o marido corno bem na frente dele.

11 min read September 14, 2026New

A van parou no pátio de terra batida sob o sol já baixo do interior. Ana Clara, 28 anos, dona de casa quieta e de voz mansa, desceu por último, segurando a alça da bolsa com as duas mãos. O vestido florido, modesto, descia até os joelhos e abraçava o corpo discreto — seios médios, cintura estreita, quadris redondos que ela sempre escondia. Marcos, 32 anos, contador, já suava na camisa social amarrotada, olhando em volta com aquele sorriso forçado de quem não sabe o que fazer numa fazenda de verdade.

Rodrigo saiu da sede grande, botas sujas, calça jeans justa e camisa xadrez aberta no peito largo. Quarenta e dois anos, viúvo, dono de hectares a perder de vista, braços grossos de trabalho, peito peludo e mandíbula marcada. Ele cumprimentou o grupo de casais com aperto firme, mas o olhar travou em Ana Clara logo de cara.

— Essa aqui é a quietinha do grupo, né? — a voz grave, sem pressa. Passou o olhar pelo colo dela, pela curva dos seios escondidos, pelas coxas sob o tecido. — Corpo de mulher de verdade. Discreto, mas... caralho, dá pra ver que tem leite escondido. Marcos, teu casamento deve ser gostoso, hein? Ou será que uma quietinha dessas só precisa de um macho de verdade pra acordar?

Marcos riu baixo, vermelho até a orelha. Ana Clara baixou o rosto, o coração batendo forte. O elogio grosso, dito na frente de todo mundo, fez um calor estranho subir entre as pernas. Rodrigo não parou. Durante o jantar na varanda, puxou cadeira ao lado dela, falou de lida, de touros, de como mulher quieta costumava gozar mais alto quando finalmente largava a vergonha. Cada piada batia em Marcos como tapa. O contador mexia a comida, pau começando a latejar contra a calça sem ele querer. Ana Clara sentia o olhar do fazendeiro na boca dela quando ela falava baixo, e o peito apertava de vergonha e de algo pior: vontade.

Depois do café, o grupo saiu para um passeio noturno pelas pastagens. Lanternas, grilos, cheiro de terra molhada e capim. Ana Clara caminhava perto de Marcos, mas Rodrigo se aproximou, tocou de leve a cintura dela “pra guiar o caminho” e foi desviando o rumo. Em poucos minutos estavam longe o bastante. Marcos ficou para trás, vendo as silhuetas, e não chamou. Ficou parado sob uma figueira, respiração curta, mão no bolso apertando o volume sem se aliviar.

Rodrigo parou Ana Clara junto a um ipê grosso. A lua clareava o rosto dela.

— Fala baixo. Só pra mim. Você sempre quis um homem assim, né? Dominante. Que manda. Que não pede licença educadinho.

Ana Clara engoliu em seco. A voz saiu rouca, quase sopro:

— Sempre... fantasiava. Com um homem igual você. Forte. Que me pega e... usa. Marcos é bom, mas... nunca me fode como eu preciso. Nunca.

Rodrigo a empurrou de leve de costas contra o tronco. A madeira áspera raspou a blusa. Ele inclinou, cheiro de suor limpo e fumo barato, e beijou o pescoço dela com a boca aberta, dente arranhando a pele macia. Ana Clara tremeu, gemido preso na garganta. A mão grande dele subiu pela coxa, por baixo do vestido, encontrou a calcinha já encharcada.

— Vou foder a mulher desse corno bem na frente dele — sussurrou no ouvido, polegar esfregando o clitóris por cima do tecido molhado. — Você quer isso? Quer ser possuída aqui, agora, enquanto ele assiste?

Ela ofegava, quadris se movendo sozinhos contra a mão.

— Quero. Quero que você me foda. Quero trair ele com você. Me come. Me faz de puta na frente do meu marido. Por favor.

O consentimento saiu claro, deliberado, olhos nos olhos. Rodrigo sorriu sujo, agarrou a blusa e puxou. O tecido rasgou no decote, botões voaram. Os seios saltaram, mamilos escuros e duros. Ele abaixou a cabeça e chupou com força, língua grossa, dentes puxando. Ana Clara arquejou alto, mão na nuca dele, empurrando mais. Ele mamou nos dois, saliva escorrendo, enquanto a outra mão puxava a calcinha pro lado e enfia dois dedos nela de uma vez. Ela estava escorrendo, apertada, quente.

— No chão. De quatro.

Ana Clara desceu no capim úmido, joelho e mão na terra, bunda erguida, vestido subido na cintura. Rodrigo abriu o cinto, puxou a rola grossa e veiuda pra fora — pesada, cabeça inchada, já pingando pré-porra. Ajoelhou atrás, posicionou e cravou de uma estocada só até o fundo. O gemido dela cortou a noite. Marcos, a uns quinze metros, viu tudo: a mulher dele sendo aberta pelo pau enorme do fazendeiro, as nádegas batendo, o som molhado de pele em pele.

Rodrigo fodeu bruto, mãos largas nas ancas dela, puxando pra trás a cada investida. As bolas batiam na buceta inchada. Ana Clara gemia sem freio, cabelo colado no rosto.

— Meu macho... caralho, meu macho... mais forte...

Ela virou o rosto, encontrou o marido na sombra, olhos vidrados, e falou alto de propósito:

— Olha como ele me come melhor que você, Marcos. Olha o pau dele sumindo na minha boceta. Você nunca me fodeu assim, corno. Nunca.

Marcos engoliu seco, pau latejando dolorido dentro da calça, mãos no joelho, sem tocar. Rodrigo riu, puxou o cabelo dela e a virou de frente num movimento só. Deitou Ana Clara de costas no capim, ergueu as pernas dela até os ombros, dobrou quase ao meio e enfiou de novo, fundo, posição missionário pesado. O pau batia no colo do útero a cada estocada. Ele tapou a boca dela com a mão grande, suja de terra e do cheiro dela.

— Goza no meu pau, vadia casada. Goza pra esse corno ver. Aperta. Mostra pra ele quem te fode de verdade.

Ana Clara gozou gritando contra a mão, corpo inteiro tremendo, buceta espasmando, esguichando no pau e nas bolas dele. Rodrigo não parou. Continuou metendo enquanto ela gozava, estocadas curtas e profundas, até sentir os próprios ovos subirem. Enterrou até o talo e gozou dentro, jatos quentes e grossos enchendo o útero dela, porra saindo pelas laterais, escorrendo no cu e no capim. Ele ficou pulsando dentro, respiração pesada, ainda tapando a boca dela enquanto os últimos jatos saíam.

Quando tirou o pau, a porra dele vazou abundante da boceta aberta e vermelha de Ana Clara. Ela ficou de pernas abertas, peito subindo e descendo, blusa rasgada, seios expostos à noite fria, olhando pro marido com um sorriso destroçado de prazer. Rodrigo se ajoelhou ao lado, limpou a rola na coxa dela e falou baixo, mas o bastante pra Marcos ouvir:

— Isso foi só o começo, quietinha. Amanhã cedo o corno vai ver de novo. E de novo. Até você não conseguir nem andar direito sem lembrar do meu pau.

Marcos ainda estava sentado no chão, calça marcada de pré-porra, rosto queimando de humilhação e tesão. Ana Clara não se vestiu de verdade. Puxou o vestido só pra cobrir o suficiente, a calcinha molhada e suja de porra guardada no bolso do fazendeiro. Rodrigo passou o braço pela cintura dela e começou a caminhar de volta em direção às luzes distantes da sede, sem pressa, deixando o rastro de cheiro de sexo no ar. Ana Clara olhou uma última vez por cima do ombro pro marido, olhos brilhando, e sussurrou só pra si, ainda sentindo o sêmen quente escorrer na coxa:

Ainda tem a noite inteira... e o quarto da sede... e o jeito que ele falou “amanhã”.

Rodrigo guiou Ana Clara pelo corredor da sede sem soltar a cintura dela. O vestido ainda molhado na bainha, o cheiro de sexo impregnado na pele. Marcos seguia uns passos atrás, silencioso, a calça marcada, o rosto quente. A porta do quarto do fazendeiro rangeu. Cama larga de madeira, lençol grosso, janela aberta pro cheiro de curral e terra.

— Entra e fecha, corno — mandou Rodrigo, já empurrando Ana Clara pra dentro. — Quero você bem perto pra ver direito.

Marcos obedeceu. Trancou. Ficou encostado na parede, mãos tremendo. Ana Clara olhou pro marido uma última vez antes de se virar pro homem mais velho. O peito dela ainda aberto no decote rasgado, seios pesados, mamilos roxos de chupão. Rodrigo puxou o vestido pra cima da cabeça de uma vez só. Ela ficou nua, a buceta escorrendo porra branca pelas coxas internas, o cu ainda sujo do primeiro gozo.

— Fica de joelhos, quietinha. Chupa esse pau que te arrombou.

Ana Clara desceu. As mãos dela, mansas, envolveram o pau grosso ainda meio mole e manchado dela mesma. Lambeu a cabeça inchada, chupou fundo, a garganta abrindo com esforço. O gosto salgado da porra misturado com o próprio gosto dela. Rodrigo segurou o cabelo dela, empurrou até o fundo, ficou parado enquanto ela engasgava e babava. Marcos via tudo: a mulher quieta de 28 anos, dona de casa, engolindo o pau do fazendeiro como se tivesse nascido pra aquilo.

— Olha pra ele enquanto chupa — ordenou Rodrigo. — Fala pra esse corno o que você tá sentindo.

Ela tirou a boca só o bastante pra falar, a voz rouca de babar:

— Tô gostando do gosto da porra dele na minha língua, Marcos. Seu pau nunca me encheu assim. Nunca me fez gozar esguichando. Eu sou a puta dele agora.

Rodrigo riu baixo, puxou ela pelo cabelo pra cima e jogou de bruços na cama. Ajoelhou atrás, abriu as nádegas gordas com as duas mãos e cuspiu bem no meio. O dedão grosso esfregou o cu apertado dela, ainda virgem de pau. Ana Clara gemeu no colchão, empurrando a bunda pra trás.

— Quer esse cu também? Quer que eu te foda nos dois buracos na frente do marido?

— Quero. Me come o cu. Me arrebenta. Faz ele ver.

Ele enfiou primeiro a língua, abriu o esfíncter com a ponta grossa, chupou e molhou. Depois dois dedos, torcendo. Ana Clara soluçava de prazer, a buceta pingando de novo no lençol. Quando o pau dele encostou na entrada apertada, ela segurou o lençol com força. Rodrigo empurrou devagar, a cabeça abrindo caminho, o anel ceding centímetro por centímetro. O gemido dela saiu alto, quebrado.

— Caralho... tá grosso... tá entrando inteiro...

Ele enterrou até as bolas, ficou parado, respirando fundo. Depois começou a foder. Estocadas longas, o pau saindo quase inteiro e sumindo de novo no cu quente e apertado. A barriga de Ana Clara batia no colchão, seios esmagados, boca aberta. Marcos, do canto, tinha a mão no volume sem conseguir parar. O pau dele latejava, pré-porra manchando a cueca.

Rodrigo puxou ela pra cima, de quatro, e enfiou dois dedos na buceta ao mesmo tempo que metia no cu. O som molhado encheu o quarto. Ana Clara gozou de novo, o corpo inteiro travando, esguichando nos dedos dele, o cu apertando o pau em espasmos. Rodrigo não tirou. Continuou fudendo o cu dela enquanto ela gozava, falando sujo:

— Aperta, vadia casada. Mostra pro corno como seu cuzinho chupa pau de verdade. Ele nunca te comeu assim, né? Nunca te encheu de porra nos dois buracos.

— Nunca... ele nunca... ai, porra, mais fundo...

Rodrigo tirou o pau do cu, escorrendo, e enfiou de uma vez na buceta novamente. A diferença de aperto fez Ana Clara gritar. Ele meteu bruto, a cama rangendo, as mãos grandes apertando a cintura dela até marcar. Depois virou ela de costas, ergueu as pernas, dobrou até os joelhos encostarem nos ombros e cravou fundo. O pau batia no útero a cada estocada. Ele cuspindo no peito dela, lambendo o pescoço, mordendo o ombro.

— Fala pra ele. Fala alto.

Ana Clara, olhos molhados de prazer, virou o rosto pro marido:

— Olha, Marcos. Olha o pau grosso sumindo na minha boceta. Olha como ele me fode. Eu sou dele. Sou a puta do fazendeiro. Você é só o corno que assiste. Goza aí na calça se quiser, mas não toca em mim. Hoje quem me fode é ele.

Marcos engoliu em seco, o peito doendo de humilhação e tesão. A mão dele desceu, abriu o zíper, tirou o pau menor, duro pra caralho, e começou a bater. Lento, envergonhado. Rodrigo viu e riu.

— Isso, corno. Bate uma vendo sua mulher ser usada. Depois limpa a porra dele com a língua, quietinha.

Ana Clara esticou o braço, puxou o marido pela camisa até ele ficar ao lado da cama. Rodrigo saiu de dentro dela, o pau pingando, e empurrou a cabeça de Ana Clara pro pau do marido. Ela engoliu o pau de Marcos até a raiz, chupando com força, enquanto Rodrigo enfiava de novo no cu dela por trás. Dupla penetração suja: boca no marido, cu no fazendeiro. O gosto do próprio marido misturado com o cheiro forte de Rodrigo.

Marcos gozou rápido, jatos fracos na garganta dela, gemendo baixo de vergonha. Ana Clara engoliu tudo, lambeu limpo, e se virou de novo pro homem de verdade. Rodrigo a deitou de lado, ergueu uma perna, e meteu na buceta devagar, fundo, enquanto uma mão apertava o peito e a outra esfregava o clitóris inchado. Ele falava no ouvido dela, a voz grossa:

— Amanhã cedo você vai descer pro café mancando. Todo mundo vai cheirar a porra em você. Vai saber que a quietinha do grupo virou a puta do dono. E o corno vai sentar do seu lado, quieto, comendo pão.

Ana Clara gozou mais uma vez, o corpo sacudindo, a buceta esguichando no pau dele. Rodrigo segurou firme, meteu mais dez, quinze estocadas pesadas, e enterrou até o talo. Gozou profundo, jatos quentes enchendo o útero de novo, a porra saindo pelas laterais, escorrendo no cu e na coxa. Ele ficou pulsando dentro, o peito peludo colado nas costas dela, a respiração quente no pescoço.

Ana Clara ficou mole, pernas abertas, o sêmen grosso vazando devagar da buceta vermelha e do cu usado. O coração ainda batia descompassado. Rodrigo tirou o pau devagar, a porra fez um fio branco entre a cabeça e a entrada dela. Ele se deitou ao lado, uma mão pesada no ventre dela, o polegar desenhando círculos lentos na pele suada. Marcos estava no chão, costas na parede, pau mole na mão, o rosto destruído de prazer e humilhação.

O quarto cheirava a sexo grosso, a terra e a suor de homem. Ana Clara sentia o líquido quente escorrer entre as nádegas, o corpo inteiro marcado, aberto, possuído. Rodrigo beijou a nuca dela, lento, e murmurou contra a pele:

— Dorme assim. Cheia. Amanhã a gente continua.

Ela fechou os olhos, o sorriso frouxo ainda no rosto, o corpo latejando gostoso no meio do pós. O braço do fazendeiro a puxava mais pra perto, o peito largo quente contra as costas. Marcos não se mexeu. A noite da fazenda seguia lá fora, grilos e vento, enquanto o quarto ficava só no silêncio pesado de quem tinha acabado de se entregar por completo.

Rate this story

Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged rough-sex creampie doggy-style missionary dirty-talk

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.