Tensão que Explodiu no Ginásio com o Companheiro de Quarto

Talia, de 38 anos, e o marido Otto, de 42, pediram pro personal trainer Emmett, de 29, comer ela gostoso no ginásio enquanto o corno

10 min read September 22, 2026New

Eu me chamo Talia, tenho trinta e oito anos, e o que rolou naquele ginásio ainda me deixa molhada só de lembrar. Meu marido Otto, de quarenta e dois, e eu estávamos morando temporariamente com o companheiro de quarto dele, o personal trainer Emmett, de vinte e nove, enquanto reformavam nosso apartamento. Três adultos dividindo um espaço apertado, cheiro de suor de treino impregnado nas paredes, e uma tensão que crescia mais depressa do que qualquer obra.

Otto viajava muito a trabalho. Nas noites em que ele sumia, Emmett e eu íamos juntos pro ginásio do condomínio. Eu suava nas máquinas, o top colado nos peitos, a calça legging marcando a buceta, e ele elogiava sem firula.

— Porra, Talia… esse corpo suado fica ainda mais gostoso — murmurou uma vez, passando a toalha no pescoço enquanto olhava minhas coxas brilhando.

Eu ficava encharcada vendo os músculos dele brilhando sob a luz fria do ambiente. Ombros largos, peito marcado, aquele volume na bermuda que não dava pra esconder. Voltava pro quarto com as calcinhas encharcadas e, quando Otto ligava, eu contava. Ele escutava em silêncio no começo. Depois confessou, voz baixa, quase trêmula de tesão:

— Eu fantasio te ver sendo fodida por um homem mais jovem e forte. Tipo o Emmett. Quero ver ele te abrindo enquanto eu assisto.

Aquilo me pegou de jeito. Não era brincadeira. Era o desejo sujo do meu marido, e eu topava.

Depois vieram semanas de olhares demorados, toques “acidentais” durante os treinos — a mão dele escorregando na minha bunda quando me corrigia na agachada, meus dedos “sem querer” roçando o pau duro por cima do shorts quando eu passava a toalha. Mensagens safadas no celular: eu mandava foto da calcinha molhada depois do treino, Emmett respondia com áudio gemendo baixinho dizendo que ia me comer gostoso. Otto lia tudo. Incentivava. Às vezes batia punheta do lado e mandava áudio pra gente ouvir ele gozando de longe, humilhado e excitado pra caralho.

A tensão explodiu uma noite no ginásio vazio. Era quase meia-noite. Otto tinha voltado mais cedo da viagem e estava em casa, sabendo exatamente o que a gente ia fazer. Eu e Emmett estávamos sozinhos entre os aparelhos. Eu parei na frente dele, ainda ofegante do supino, e falei a verdade sem filtro:

— Eu quero você pra caralho, Emmett. Meu marido tá em casa sabendo e aprovando. Ele quer ver.

Os olhos dele escureceram. Ele deu um passo à frente, cheiro de suor masculino batendo no meu nariz.

— Porra, Talia… eu sonhava te comer na frente dele. Sonhava ouvir você gemendo meu nome enquanto o corno assiste.

O flerte virou beijo quente num segundo. Boca faminta, língua se embolando, dentes puxando lábio. As mãos dele apertaram minha bunda com força, erguendo a perna pra eu sentir o pau duro latejando por cima da roupa, grosso, quente, exigindo espaço. Eu esfreguei a buceta nele, já pingando. Decidimos ali mesmo: eu ia dar pra ele no tatame enquanto Otto assistia.

Liguei pro meu marido. Cinco minutos depois Otto entrou no ginásio, rosto vermelho, calça marcada pelo pau ereto. Não falou quase nada. Só se sentou no canto, perto dos colchonetes, e ficou olhando. Humilhado. Querendo.

Emmett me puxou pro tatame. Me virou de quatro, puxou a legging e a calcinha pra baixo num movimento só, e enterrou o rosto na minha bunda. A língua dele abriu minha buceta molhada, chupando o clitóris com barulho indecente, lambendo até o cu. Eu gemia alto, sem vergonha:

— Assim, pauzudo… chupa essa buceta, caralho…

Ele me chupou de quatro até eu tremer, babando no colchonete, xereca latejando. Depois me deitou de lado, ergueu uma perna e enfiou o pau de uma vez. Grosso, veias latejando, abrindo tudo. Eu gritei. Otto no canto já tinha o pau na mão, batendo lento, olhando cada centímetro que entrava em mim.

— Olha o corno te olhando — Emmett rosnou no meu ouvido, metendo fundo, bolas batendo na minha coxa. — Essa buceta agora é minha, puta. Seu marido é só um corno manso que gosta de ver.

Ele me comeu de lado até eu babar, depois me colocou de quatro de novo e meteu com força, segurando meu cabelo, me arrombando gostoso. Eu olhava direto pro Otto se masturbando humilhado, cara vermelha, porra escorrendo no punho. Gemia alto só pra ele ouvir:

— Me fode mais que meu corno não consegue… mete fundo, Emmett, arromba essa buceta casada…

Emmett me virou de frente, segurou minhas pernas bem abertas no ar e entrou no papai-e-mamãe, batendo os colhões com força a cada estocada. O pau dele batia no fundo, molhando tudo, barulho molhado ecoando no ginásio vazio. Dirty talk pesado saía da boca dele sem parar:

— Sua buceta é minha agora, Talia. O Otto é só um corno manso que bate punheta vendo outro homem te foder. Fala pra ele.

— É dele, Otto… a buceta da sua mulher agora é do Emmett… me fode mais, pauzudo, meu corno não aguenta me dar assim…

Eu gozei gritando, pernas tremendo, xereca apertando o pau dele em espasmos violentos. Emmett não parou. Continuou metendo enquanto eu gozava, me fazendo gozar de novo em cima do orgasmo, baba escorrendo do canto da boca, peitos pulando a cada baque. Otto gozou no próprio punho no canto, gemendo baixo, humilhado, e ainda assim continuou olhando, pau mole pingando, sem conseguir desviar o olhar.

Emmett tirou o pau inchado, brilhando de porra minha, e passou a cabeça grossa nos meus lábios. Eu chupei, suja, gostosa, sabendo que Otto via cada lambida. Mas ele ainda não tinha gozado dentro. Segurou meu queixo e falou, voz rouca:

— Ainda não acabou, puta. Seu corno vai ver eu te enchendo. E depois a gente decide se ele limpa ou se você dorme com porra de outro homem escorrendo na calcinha.

Otto engoliu seco no canto, pau já começando a endurecer de novo. Eu estava ofegante no tatame, pernas abertas, buceta latejando e aberta, pronta pra mais. A noite no ginásio mal tinha começado de verdade, e a tensão entre os três ainda ia explodir bem mais fundo.

Eu ainda estava ofegante no tatame, pernas abertas, a buceta latejando e aberta demais, escorrendo minha própria gozada misturada com a saliva dele. Emmett segurou o pau inchado na minha cara e me fez lamber devagar, saboreando o gosto de mim mesma nele. Otto no canto já estava duro de novo, a mão apertando a base do pau como se quisesse segurar o tesão humilhante que o consumia. Eu olhei pra ele e sorri safada, sabendo que aquilo o destruía gostoso.

— Vem, corno — murmurei, a voz rouca. — Chega mais perto. Quero que você veja de perto quando ele me encher.

Otto obedeceu, se arrastando de joelho no colchonete até ficar a menos de um metro. O rosto vermelho, o peito subindo e descendo rápido. Emmett riu baixo, aquele som masculino e dominante que fazia minha xereca contrair sozinha.

— Olha só o manso se aproximando. Quer ver de perto o pau que vai engravidar tua mulher, é? — ele rosnou, me virando de quatro de novo. A mão grande abriu minhas nádegas, o polegar esfregando meu cu molhado. — Essa buceta casada já tá destruída, Otto. Olha como ela fica aberta depois que eu meto.

Ele enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem na minha pepeca. Eu gritei, a testa caindo no tatame, os peitos balançando pesados. Cada estocada era grossa, veias latejando, abrindo tudo de novo. O barulho molhado ecoava no ginásio vazio — tchac, tchac, tchac — misturado com meus gemidos altos e o respirar pesado do meu marido. Emmett me fodia sem piedade, segurando meu cabelo numa mão e a cintura na outra, me puxando pra trás pra encontrar cada metida.

— Fala pra ele, puta — ordenou, metendo fundo e girando o quadril. — Fala o que essa buceta sente.

— Sente um pau de verdade, Otto… grosso, quente, me arrombando gostoso… você nunca me fodeu assim, amor… nunca… — eu gemia, baba escorrendo no canto da boca. — Me enche, Emmett… joga porra pra dentro… quero sentir quente escorrendo depois…

Otto gemia baixo, batendo punheta rápido agora, os olhos vidrados na forma como o pau do personal trainer sumia e reaparecia brilhando na minha xereca. Eu olhava pra ele o tempo todo, gozando de ver a humilhação pura no rosto dele. Emmett me puxou pra cima, me colocou sentada no pau dele, de costas pra Otto. Assim meu marido via tudo: via as minhas coxas abertas, a buceta engolindo aquele tronco grosso, o clitóris inchado sendo esfregado. Eu bouncei pesado, peitos pulando, gemendo o nome dele.

— Emmett… caralho, Emmett… arromba… arromba essa casada…

Ele mordeu meu ombro, as mãos apertando meus peitos, dedos torcendo os mamilos duros. Depois me deitou de costas outra vez, ergueu as minhas pernas e as colocou nos ombros dele. A posição me abria completamente. Ele meteu fundo, batendo no colo do útero, e eu vi estrelas. Gozei gritando, a xereca em espasmos violentos apertando ele, líquidos escorrendo pelo cu e molhando o tatame. Emmett não parou. Continuou socando enquanto eu tremia, me forçando a outro orgasmo em cima do primeiro, até eu ficar babando, olhos revirados, completamente destruída de prazer.

— Agora vai — ele rosnou no meu ouvido. — Seu corno vai ver eu te enchendo. Abre bem pra ele, Talia.

Eu abri as pernas o máximo que consegui, olhando direto nos olhos de Otto. Emmett acelerou, as bolas batendo molhadas, o pau latejando dentro de mim. Com um gemido gutural ele enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos enchendo minha buceta, pulsando, jorrando tanto que eu senti escorrendo imediatamente pelas laterais do pau dele. Ele ficou metendo devagar, empurrando a porra mais fundo, enquanto eu gemia de puro prazer sujo.

— Tá cheia, Otto… tá cheia da porra dele… — eu sussurrei, a voz embargada. — Sente o cheiro… olha como tá vazando…

Emmett tirou o pau devagar. Um fio grosso de porra conectou a cabeça vermelha à minha buceta aberta. A creampie escorreu em filetes brancos, descendo pelo meu cu e manchando o colchonete. Otto engoliu seco, o pau latejando na mão. Emmett olhou pra ele e falou, voz baixa e cruel:

— Limpa. Com a língua. Agora.

Otto hesitou só um segundo. Depois se arrastou pra frente, o rosto vermelho de vergonha e tesão. Eu segurei a cabeça dele e puxei pra baixo. A língua do meu marido tocou minha pepeca inchada, lambendo a porra quente do personal trainer. Eu gemi alto, a sensação de ser limpa por ele enquanto ainda estava aberta e latejando me fazendo tremer de novo. Otto chupava, engolia, limpava cada gota, gemendo humilhado contra a minha buceta. Emmett ficou em pé do lado, o pau ainda semi-duro, e me fez chupar o resto limpo da própria porra misturada.

— Bom corno — Emmett disse, rindo baixo. — Agora ela dorme com o gosto e o cheiro de outro homem. E você limpou tudo pra ela.

Quando Otto terminou, a boca brilhando, eu ainda estava de pernas abertas, a xereca inchada e sensível. Emmett me beijou fundo, compartilhando o gosto, e depois se afastou pra pegar a toalha. Otto se sentou no chão, pau mole pingando a própria gozada nova que tinha jorrado enquanto me limpava. O ginásio cheirava a sexo, suor e porra. Eu me levantei trêmula, puxei a legging sem calcinha, sentindo o restante da porra dele escorrer devagar pela minha coxa interna.

Voltamos pro apartamento em silêncio. Emmett foi pro banho primeiro, cantarolando baixo como se nada tivesse acontecido. Otto e eu ficamos na sala. Ele me abraçou por trás, o pau ainda meio duro contra minha bunda, e sussurrou:

— Foi… foi incrível, Talia. Você foi tão gostosa. Eu amei te ver assim.

Eu forcei um sorriso, mas algo já começava a apertar no peito. No banho, sozinha depois, lavei o corpo suado e senti a buceta ainda aberta, o cheiro dele impregnado na pele mesmo depois do sabonete. Deitei na cama de casal. Otto me puxou pra perto, beijou meu ombro, murmurou de novo como tinha sido o melhor momento da vida dele. Emmett passou pelo corredor, só de shorts, e me lançou um sorriso confiante pela fresta da porta antes de ir pro quarto dele.

Fechei os olhos. O corpo ainda latejava de prazer. A memória das estocadas, da porra quente enchendo, da língua do Otto limpando… tudo ainda me deixava molhada. Mas uma dúvida fria começou a subir pela garganta. Eu tinha gozado tanto. Tinha gritado o nome de outro homem na frente do meu marido. Tinha amado cada segundo da humilhação dele. E agora, na quietude do quarto, com Otto já dormindo ao lado, o peito dele subindo e descendo calmo, eu me peguei pensando: e se isso não fosse só fantasia? E se eu tivesse gostado demais? E se amanhã, quando Emmett me olhasse no café, eu quisesse de novo — e de novo — até Otto virar só o corno permanente que limpa e assiste?

Aporra ainda escorria um pouco quando me virei de lado. Apertou uma pontada estranha no peito. O tesão tinha sido real. O orgasmo tinha sido devastador. Mas pela primeira vez desde que a gente começou a brincar com aquilo, eu me perguntei se a gente tinha cruzado uma linha que não dava pra voltar. Otto resmungou no sono, me puxando mais pra perto. Eu fiquei acordada, olhando o teto escuro, a buceta ainda latejando gostoso e, ao mesmo tempo, um arrependimento frio começando a se instalar bem no fundo. A noite tinha sido perfeita demais. E isso, de algum jeito, assustava.

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