Desejo que Nasceu na Tela

A designer brasileira de 28 anos e o programador negro americano de 32 anos transformam a tesão que nasceu numa videochamada em uma foda interracial voraz e cheia de por

11 min read September 23, 2026New

Selena, a designer gráfica de 28 anos que trabalhava de casa em seu apartamento aconchegante no bairro de Pinheiros, em São Paulo, ajustava o ângulo da câmera do laptop pela terceira vez. Eram quase onze e meia da noite. Do outro lado da tela, Franklin, o programador negro americano de 32 anos que atuava como freelancer remoto para a mesma agência internacional, aparecia com a iluminação suave do escritório dele em Atlanta. Fazia cinco meses que colaboravam naquele projeto de redesign de um aplicativo. No começo eram reuniões formais, mas aos poucos os horários se estenderam, as piadas ficaram mais pessoais e os silêncios carregados de olhares começaram a falar mais que as palavras.

Naquela noite, o pretexto era finalizar a paleta de cores da interface. Selena usava uma blusa fina de alças que deixava os ombros à mostra, o cabelo castanho-escuro solto caindo sobre a pele clara. Franklin vestia uma camiseta preta justa que marcava os bíceps e o peito largo. Enquanto ele explicava uma alteração no código, seus olhos não saíam do rosto dela. Selena sentia o olhar como uma carícia quente.

— Você tá especialmente linda hoje, Selena. Essa luz batendo no seu rosto... caralho, me distrai pra porra — murmurou ele, a voz grave e profunda fazendo um arrepio descer pela coluna dela.

Ela mordeu o lábio inferior, sentindo o calor subir pelas bochechas. Meu Deus, ele nunca foi tão direto. E eu adoro, pensou, apertando as coxas uma contra a outra por baixo da mesa.

— Você também não ajuda, Franklin. Essa barba por fazer te deixa com cara de quem sabe exatamente o que quer. E eu... eu tenho fantasiado com essa cara mais do que deveria durante o dia.

O sorriso dele se alargou, branco contrastando contra a pele negra e macia. Os elogios sutis que vinham trocando há semanas finalmente romperam a barreira. Ele inclinou o corpo para frente, como se pudesse atravessar a tela.

— Então vamos parar de fingir. Eu passo dias imaginando essas suas curvas. Seus seios parecem feitos pra caberem perfeitamente nas minhas mãos. E essa bundinha que eu vejo quando você se levanta pra pegar água... me deixa com o pau duro no meio do expediente.

Selena soltou um suspiro trêmulo. A confissão explícita acendeu algo selvagem dentro dela. Ela nunca tinha admitido em voz alta o quanto a diferença de cor a excitava, o quanto sonhava com um homem negro forte e bem-dotado tomando conta do seu corpo branco e receptivo.

— Eu também, Franklin. Eu confesso que já gozei pensando em você. Nessa pele escura contra a minha, nessa rola que eu imagino grossa e pesada... é uma tesão interracial que eu reprimi por meses. Me deixa molhada só de ver você na tela.

Os dois riram, nervosos e excitados ao mesmo tempo. A química que vinha se construindo explodiu. Decidiram manter as câmeras ligadas. Selena tirou a blusa devagar, revelando os seios médios, mamilos rosados já duros. Franklin puxou a camiseta pela cabeça, exibindo o abdômen definido e a linha de pelos que descia até o cós da calça. Ele abriu o zíper e tirou o pau para fora — grosso, negro, veias saltadas, a cabeça brilhando. Selena gemeu só de ver.

— Porra, que rola linda... — sussurrou ela, enfiando a mão dentro do shortinho de pijama e começando a circular o clitóris inchado.

Franklin segurava o membro com a mão grande, masturbando devagar enquanto observava os dedos dela.

— Mostra essa bucetinha branquinha pra mim, safada. Quero ver como você tá molhada de tesão por uma rola preta.

Ela abaixou o short e a calcinha, abrindo as pernas na cadeira. Os gemidos encheram a chamada. Os dois se tocaram por quase meia hora, trocando palavras sujas, promessas e olhares famintos. No final, ofegantes, marcaram o encontro. Franklin estava em São Paulo para uma reunião presencial no dia seguinte. Iria direto para o apartamento dela depois do almoço.

Quando a campainha tocou às duas da tarde do dia seguinte, Selena já estava com o corpo elétrico de expectativa. Vestia um short jeans curto e uma regata branca fina, sem sutiã. Assim que abriu a porta e viu Franklin — alto, imponente, cheirando a perfume amadeirado e com um sorriso predador —, não houve espaço para conversa educada. Ele entrou, chutou a porta para fechá-la com o pé e a prensou contra a parede do corredor.

Os beijos foram imediatos, vorazes, línguas se enroscando com fome acumulada de meses. As mãos dele desceram pelas costas dela, apertando a bunda firme por baixo do short. Selena gemeu na boca dele, sentindo o volume grosso roçando contra sua barriga.

— Eu não aguentava mais só olhar — murmurou ela entre beijos molhados. — Queria sentir você de verdade.

— Então vai sentir, branquinha. Cada centímetro — respondeu Franklin com a voz rouca, mordendo o pescoço dela e deixando uma marca vermelha.

Eles mal chegaram ao quarto. Roupas foram arrancadas pelo caminho. Quando caíram na cama king size de Selena, ela já estava nua, pele clara arrepiada, buceta brilhando de tesão. Franklin se sentou na beira da cama e ela se ajoelhou entre as pernas dele como quem cumpria um ritual. O pau negro estava completamente ereto, grosso como o pulso dela, a cabeça rosada escura latejando.

Selena lambeu da base até a ponta, sentindo o gosto salgado e o cheiro viril. Depois abriu a boca o máximo possível e desceu, engolindo fundo. Lágrimas de esforço escorreram pelos cantos dos olhos quando a cabeça encostou no fundo da garganta, mas ela não parou. Chupava com vontade, subindo e descendo a cabeça enquanto a mão massageava as bolas pesadas. Franklin segurava os cabelos castanhos dela com firmeza, guiando o ritmo, gemendo baixo.

— Isso, porra... chupa esse pauzão, Selena. Engole tudo, safada. Olha pra mim enquanto mama.

Ela olhou para cima, olhos verdes lacrimejantes de tesão, boca esticada ao redor da grossura negra. É melhor que qualquer fantasia. Quero ele me usando, pensou, sentindo a própria buceta pingar no chão.

Franklin não aguentou muito tempo na boca quente. Virou-a de quatro sobre a cama, joelhos afundados no colchão, bunda empinada. Posicionou a cabeça grossa na entrada molhada e meteu de uma vez, fundo, até as bolas baterem contra o clitóris. Selena gritou de prazer.

— Ai, caralho! Que rola grande!

— Isso mesmo, safada branquinha que adora rola preta — rosnou ele, começando a estocar com força, as mãos segurando os quadris claros dela, dedos cravados na carne. — Toma tudo. Essa buceta apertada foi feita pra levar preto.

O som de pele contra pele ecoava no quarto. Ele dava tapas na bunda, deixando marcas rosadas. Selena empinava mais, rebolando, completamente entregue. Depois ele a virou de frente, jogou as pernas dela sobre os ombros largos e voltou a penetrar fundo na posição de missionário. O ângulo permitia que ele batesse exatamente no ponto que a fazia ver estrelas. Os seios dela balançavam a cada estocada intensa.

— Goza pra mim, Selena. Quero sentir essa bucetinha apertando meu pau.

O orgasmo dela explodiu primeiro, corpo convulsionando, unhas cravando nas costas dele, grito rouco ecoando pelo apartamento:

— Estou gozando! Porra, Franklin!

Ele não parou. Metia cada vez mais fundo, suor escorrendo do peito negro sobre os seios claros dela. Com um gemido gutural, gozou dentro, jatos quentes e abundantes enchendo-a completamente. Ficaram unidos, pulsando juntos, respirando pesado.

Depois de longos minutos recuperando o fôlego, Franklin puxou Selena para cima do seu peito suado e brilhante. Ela aninhou o rosto ali, traçando círculos preguiçosos com a ponta dos dedos na pele escura dele. Os dois riram baixinho, quase incrédulos.

— A gente passou meses se contendo na tela... e agora isso — murmurou ela, ainda sentindo o pau semi-duro dele latejar contra sua coxa. — Foi a melhor foda da minha vida, Franklin. Sério.

— Da minha também, gata. Essa tesão que nasceu na videochamada virou algo muito mais sujo e gostoso do que eu imaginava. E não vai parar por aqui. Amanhã eu volto, mas dessa vez quero ficar a noite inteira. Quero te comer de novo, mais devagar, depois mais forte... talvez te segurar contra a parede da sala, te fazer gritar meu nome até os vizinhos escutarem.

Selena ergueu o rosto, olhos brilhando com novo desejo. O corpo ainda formigava, a porra dele escorrendo devagar entre suas pernas. Ela apertou as coxas, sentindo o calor voltar. Havia tanto ainda para explorar — posições novas, palavras ainda mais sujas, talvez até deixar ele dominar de verdade. O desejo interracial que começou como um olhar demorado na tela agora queimava entre eles, longe de se apagar. Enquanto trocavam beijos lentos e promessas sussurradas, Selena já imaginava o próximo encontro, o coração acelerado e a buceta latejando de novo, pronta para continuar exatamente de onde tinham parado.

Selena mal tinha recuperado o fôlego quando sentiu o pau de Franklin latejar novamente contra sua coxa molhada. A porra dele ainda escorria devagar de dentro de sua buceta, um fio quente e viscoso que descia pela pele clara e arrepiada, misturando-se ao suor dos dois. Aos 28 anos, como designer gráfica que passava dias inteiros trancada no apartamento em Pinheiros, ela nunca havia sentido um tesão tão animal. O corpo negro e musculoso dele, com 32 anos bem vividos como programador freelancer que viajava o mundo a trabalho, parecia feito para dominar o dela. Ela apertou as coxas, sentindo a buceta latejar de novo, inchada e sensível, mas insaciável.

— Franklin, eu não aguento esperar até amanhã — murmurou ela, a voz rouca de tanto gemer. Ergueu o rosto do peito largo e suado dele, os olhos verdes brilhando de pura fome. — Essa bucetinha ainda tá piscando pedindo mais. Me fode agora. Mais forte, mais sujo. Quero sentir cada centímetro desse pauzão negro me abrindo toda de novo.

Ele sorriu daquele jeito predador, os dentes brancos contrastando na pele escura, e agarrou um punhado do cabelo castanho dela com firmeza. Puxou até ela arquejar.

— Então a branquinha já tá viciada? Tá bom, sua safada de merda. Desce essa boca e mama até eu ficar ferro de novo. Quero ver lágrimas escorrendo enquanto você engole minha rola preta até o fundo.

Selena deslizou pelo corpo dele como uma gata no cio, beijando cada gomo do abdômen definido, sentindo o cheiro forte de macho que subia da virilha. O pau já meio duro repousava pesado sobre a barriga, veias saltadas pulsando. Ela segurou com as duas mãos — ainda assim a grossura era desafiadora — e lambeu devagar da base até a cabeça, saboreando o gosto salgado da mistura da porra dele com o mel dela. As bolas pesadas foram chupadas uma a uma, sugadas para dentro da boca quente enquanto a língua trabalhava o saco enrugado.

“Caralho, que delícia. Aos 28 anos eu virei uma puta completa por rola de preto. O contraste dessa pele escura com a minha branca me deixa molhada pra caralho”, pensou ela, abrindo a boca ao máximo e descendo. A cabeça grossa forçou a garganta, esticando os lábios rosados até o limite. Lágrimas escorreram pelos cantos dos olhos, baba grossa escorrendo pelo queixo e pingando nos lençóis. Ela não parava, subia e descia a cabeça com fome, engasgando, tossindo, mas sempre voltando para engolir mais fundo. Franklin segurava a cabeça dela com as duas mãos grandes, fodendo a boca com estocadas curtas e profundas.

— Isso, porra... engole tudo, sua vadia brasileira. Olha como essa boquinha branquinha fica toda arregaçada no meu pauzão negro. Chupa mais, vai, mama como se fosse o último pau da sua vida.

O pau inchou completamente na boca dela, latejando, a cabeça batendo no fundo da garganta. Selena estava encharcada, a buceta pingando no colchão. Franklin a puxou pelos cabelos, jogou-a de costas e abriu as pernas dela com brutalidade. O rosto dele mergulhou entre as coxas claras, língua larga lambendo toda a extensão da fenda molhada, sugando o clitóris inchado enquanto dois dedos grossos entravam fundo, curvando para acertar aquele ponto que a fazia ver estrelas.

Selena gritou, quadril se rebolando contra a boca dele.

— Ai, caralho, Franklin! Lambe essa buceta cheia da sua porra! Chupa tudo, vai, me faz gozar na sua cara preta!

Ele devorava com vontade, barba por fazer arranhando a pele sensível das coxas, língua trabalhando rápido no clitóris enquanto os dedos metiam sem parar. O orgasmo explodiu nela como uma onda, corpo convulsionando, um esguicho quente molhando o queixo e o peito dele. Selena mal parou de tremer quando ele se deitou de costas e puxou-a para cima.

— Senta nessa rola agora, branquinha. Quero ver você quicando como uma puta barata.

Ela posicionou a entrada encharcada sobre a cabeça bulbosa e desceu devagar, sentindo cada veia, cada centímetro grosso abrindo suas paredes apertadas. “Meu Deus, como cabe tudo isso dentro de mim? É tão grosso, tão quente, me enche até o útero”, pensou, gemendo alto quando as bolas bateram contra sua bunda. Começou a cavalgar, subindo até quase sair e descendo com força, os seios médios balançando loucamente. Franklin dava tapas estalados na bunda clara, deixando marcas vermelhas que ardiam gostoso.

— Rebola, porra! Rebola essa bundinha branca no meu pau preto! Olha como sua bucetinha apertada mama minha rola. Você nasceu pra levar preto, sua puta. Diz alto!

— Eu nasci pra levar rola preta! Me usa, Franklin! Me fode como sua putinha particular! — gritava ela, acelerando, o suor escorrendo entre os seios, pingando no peito negro dele.

O segundo orgasmo a pegou de surpresa, buceta apertando o pau dele como um punho. Franklin rosnou, virou-a de quatro com um movimento rápido e meteu tudo de uma vez, bolas batendo no clitóris. Segurou os cabelos castanhos como rédea, puxando a cabeça dela para trás enquanto estocava com força animal. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto, a cama rangendo violentamente.

— Toma, toma tudo, sua cadela branquinha! Essa buceta foi feita pra ser destruída por pau de negro. Empina mais essa bunda, vai! Quero ver ela tremendo.

Ele dava tapas fortes, alternando entre as nádegas, a pele clara ficando vermelha e quente. Selena empinava o máximo, rebolando para trás, completamente entregue. “Eu sou dele. Quero que ele me rasgue, que me deixe marcada por dias”, pensava, gozando de novo, pernas tremendo.

Franklin mudou o ângulo, pressionando o corpo dela contra o colchão em posição prone bone, o peito largo colado nas costas dela, o peso dominando completamente. Metia de cima para baixo, profundo, brutal, o pau batendo no fundo a cada estocada. O suor dos dois se misturava, o cheiro de sexo estava tão forte que parecia impregnar as paredes.

— Tá sentindo, né? Sentindo cada centímetro preto te arrombando? Você é só um buraco quente pra mim agora.

Selena só conseguia gemer incoerentemente, orgasmo atrás de orgasmo, a buceta sensível demais mas ainda pedindo. Ele meteu mais rápido, mais fundo, grunhindo como um animal. No limite, puxou o pau fora com um som molhado, virou-a de frente com brutalidade e subiu sobre o peito dela, joelhos ao lado da cabeça.

— Abre essa boca de puta, Selena. Quero pintar essa cara branquinha com minha porra grossa.

Ela abriu a boca, língua para fora, olhos lacrimejantes fixos na rola latejante. Franklin punhetou rápido, gemendo gutural, e explodiu. Jatos grossos, quentes e abundantes acertaram em cheio: um no fundo da garganta, outro no nariz, outro cobrindo a bochecha, escorrendo pelos seios, grudando nos cílios. Ele continuou batendo a rola na língua dela, espremendo até a última gota.

Engole essa porra toda de preto, sua putinha branquinha arrombada, agora você não passa de um vaso de porra pra minha rola usar sempre que eu quiser, caralho.

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