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Desafiados a Provar o Amigo do Marido

Ana, 32 anos, casada com Marco, 35, vira hotwife safada e deixa o amigo Sergio, 34, meter nela enquanto o marido assiste e depois participa.

12 min read October 13, 2026New

Ana tinha 32 anos e um corpo que parecia feito para provocar tesão em qualquer um que cruzasse seu caminho. Casada há oito anos com Marco, de 35, um executivo alto e confiante que trabalhava com vendas corporativas, ela mantinha a forma malhando cinco vezes por semana. Seus seios médios e firmes, a cintura marcada, o quadril largo e a bunda redonda e empinada faziam dela uma visão deliciosa dentro de casa. Naquela tarde de sábado, o quintal da casa deles em Campinas estava pronto para o churrasco. Ana escolhera um vestido leve de alças finas, curto o suficiente para deixar as coxas à mostra, sem sutiã, só para sentir o tecido roçando nos mamilos. Marco já estava na churrasqueira, virando linguiças e picanha, com um sorriso que não saía do rosto. Ele e a esposa tinham combinado tudo semanas antes, depois de muitas noites assistindo vídeos de hotwife juntos. “Se rolar química de verdade com o Sergio, eu libero. Quero ver você virando uma putinha safada pra ele enquanto eu assisto”, Marco havia dito, e Ana ficara encharcada só de ouvir.

Sergio, o melhor amigo de Marco, tinha 34 anos e era personal trainer, corpo musculoso, braços grossos, peito largo e um pau que ele mesmo brincava que era feito para foder gostoso. Quando ele chegou, abraçou Marco com força e virou os olhos diretamente para Ana. O olhar desceu devagar pelos seios, parou na curva da bunda e subiu de novo. “Caralho, Ana… você tá cada vez mais gostosa, porra. O que tá rolando? Tá tomando bomba ou o Marco tá te comendo tão bem que você tá brilhando assim?”, perguntou ele com aquele tom duplo, a voz grave carregada de safadeza enquanto aceitava a cerveja zero álcool que ela entregava.

Ana sentiu um calor subir pela barriga e a buceta piscar dentro da calcinha fina. Ela riu, mas o riso saiu rouco. “Você nunca muda, né, Sergio? Sempre com essa boca suja. Senta aí e come, antes que a carne queime.” Por dentro, porém, os pensamentos dela eram um turbilhão: ‘Ele tá me olhando como se já quisesse me jogar na mesa e me comer na frente do meu marido. E o Marco… olha só o sorriso dele. Isso tá mesmo acontecendo. Tô ficando molhada só de imaginar o pau dele me abrindo.’

Marco observava tudo com cumplicidade explícita. Servia mais cerveja zero, virava as carnes e deixava os comentários do amigo pairarem no ar sem interromper. Quando Sergio passou atrás de Ana para pegar um prato e roçou o volume da bermuda na bunda dela de propósito, Marco apenas sorriu mais largo. A tensão sexual crescia a cada minuto. O cheiro de carne na grelha se misturava ao perfume dela e ao suor leve dos corpos sob o sol. Sergio não parava: “Ana, esse vestido tá marcando sua bundinha perfeita. Aposto que se eu passar a mão agora, você tá quente pra caralho por baixo. O Marco deve babar todo dia vendo isso em casa.” Ana sentiu os bicos dos seios endurecerem contra o tecido fino. Ela respondeu roçando o quadril nele ao entregar os talheres, deixando o braço roçar de propósito nos peitorais duros do amigo. “Talvez eu esteja mesmo, Sergio. Quem sabe você não descobre?”

Marco sentiu o próprio pau inchar dentro da bermuda. A química estava ali, palpável, elétrica. Ele já sabia: hoje a esposa ia virar hotwife de verdade.

Depois que comeram, o sol começou a baixar e o calor ficou mais úmido. Marco sugeriu com voz firme: “Vamos pra sala, o ar-condicionado tá ligado. Aqui fora já tá bom demais.” Os três entraram. No sofá grande de couro da sala, Ana sentou no meio. O vestido subiu pelas coxas. Marco, do lado esquerdo, colocou a mão na perna dela. Sergio, à direita, não esperou convite e pousou a palma larga na outra coxa, subindo devagar. O marido então abriu o jogo de vez, a voz grossa de tesão: “Sergio, você vive dizendo que deixaria minha mulher louca. Vamos fazer um desafio de verdade então. Prova que consegue deixar a Ana mais molhada do que eu consigo. Ela tá topando, né, amor?”

Ana sentiu o clitóris pulsar forte. A ideia de ser compartilhada abertamente, com consentimento total do marido, fez sua buceta contrair e soltar mais lubrificação. “Eu topo, sim. Tô louca pra sentir isso. Quero que vocês dois me usem hoje. Me provoquem, me toquem… me fodam”, disse ela, a voz saindo manhosa e safada. Virou o rosto para Sergio e o beijou primeiro, enfiando a língua na boca dele com fome. A mão dela desceu direto para o pau dele, apertando o volume duro por cima da bermuda. Marco assistia, masturbando-se por cima da roupa, o sorriso orgulhoso e excitado.

Os beijos ficaram molhados, barulhentos. Sergio enfiou a mão por baixo do vestido e encontrou a calcinha encharcada. “Porra, Marco, olha isso… ela já tá pingando. Dois dedos entraram deslizando fácil. Tá mais molhada que nunca.” Ana gemeu alto quando ele começou a dedar ela devagar, o som molhado ecoando na sala. Marco puxou o vestido dela para cima, expondo os seios, e chupou um mamilo enquanto o amigo continuava a mexer na buceta. Ana gemia cada vez mais alto, o corpo tremendo. “Ahhh… isso… me toca mais… quero os dois…”

Eles tiraram toda a roupa em segundos. O pau de Marco, grosso e veioso, estava babando pré-gozo. O de Sergio era um pouco mais longo, cabeça inchada e roxa de tanto tesão. Ana foi colocada de quatro no sofá, joelhos afundados no couro, bunda empinada. Ela agarrou o pau do marido com as duas mãos e enfiou na boca, chupando com vontade, saliva escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto movia a cabeça rápido. Sergio se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa na entrada melada e meteu tudo de uma vez.

“Caralho que buceta apertada e quente!”, grunhiu ele, começando a estocar com força. O som de peles batendo enchia a sala. Ele alternava estocadas profundas, que batiam no fundo dela, com tapas fortes na bunda, fazendo a carne tremer e ficar vermelha. Ana gemia alto ao redor do pau do marido, o som abafado e cheio de prazer. “Mmmph… mais forte… me fode mais bruto, Sergio!”

Marco segurava o cabelo dela, fodendo sua boca com ritmo. “Isso, minha hotwife safada. Chupa o pau do seu marido enquanto meu amigo te arromba. Você tá virando uma puta deliciosa entre nós dois. Pede pra ele te dar tapa mais forte.” Ana tirou o pau da boca por um segundo, ofegante: “Me bate mais, Sergio! Me usa como sua vadia! Quero gozar no seu pau!”

Eles trocaram de posição depois de longos minutos de estocadas brutas. Marco sentou no sofá, pernas abertas. Ana subiu de frente, segurou o pau grosso do marido e desceu devagar, sentindo cada centímetro abrindo sua buceta encharcada. Começou a cavalgar com força, os seios pulando na cara dele, que os segurava e chupava os mamilos com fome. Sergio ficou de joelhos no sofá ao lado, segurou o cabelo de Ana e enfiou o pau na boca dela, fodendo sua garganta enquanto ela quicava no marido. Era um double penetration intenso, buceta e boca completamente preenchidas, os dois homens usando ela como uma puta safada no meio deles.

“Você é nossa putinha agora, Ana. Toma pau na buceta e na boca ao mesmo tempo. Goza pra gente, sua hotwife safada”, rosnava Sergio. Marco apertava os quadris dela, guiando o movimento rápido. Ana gemia e babava no pau que tinha na garganta, o corpo inteiro tremendo. Ela gozou pela primeira vez cavalgando o marido, a buceta apertando forte, esguichando um pouco de tesão enquanto gritava: “Tô gozando… ahhh, caralho!”

Eles mudaram o ritmo, Sergio assumindo por trás novamente por alguns minutos, metendo com ainda mais força até Ana gozar uma segunda vez, o corpo convulsionando, as pernas tremendo, a voz rouca de tanto gemer. “Mais bruto… me enche… quero porra dentro!”

Enquanto ela ainda tremia do segundo orgasmo, os dois homens chegaram ao limite. Marco puxou o pau da boca dela e gozou forte, jatos grossos e quentes acertando o rosto e a língua de Ana, pintando sua pele de branco. Ao mesmo tempo, Sergio enterrou fundo na buceta dela e explodiu, enchendo-a com porra quente, jato após jato, até transbordar e escorrer pelas coxas dela quando ele saiu devagar.

Ana, com a cara melada de porra do marido e a buceta cheia e pingando a porra do amigo, lambeu os lábios devagar, os olhos ainda cheios de fogo e desejo. Ela olhou para Marco e Sergio, o corpo brilhando de suor, a respiração pesada, sabendo que os dois paus ainda estavam meio duros e que a noite mal havia começado. Havia muito mais tesão guardado, muito mais posições e safadezas que eles poderiam explorar juntos, e ela já sentia a buceta contrair de novo só de pensar no que viria a seguir.

Ana lambeu lentamente os lábios, sentindo o gosto salgado e grosso da porra de Marco misturada ao suor que escorria pelo seu rosto. A buceta ainda pulsava, cheia da carga quente de Sergio que vazava devagar pelas coxas, formando um fio brilhante que descia até o couro do sofá. Aos 32 anos, casada e agora completamente entregue ao papel de hotwife, ela sentiu um novo surto de tesão subir pela espinha. ‘Não acabou. Eu quero ser destruída de verdade hoje. Quero sentir os dois me abrindo ao mesmo tempo, me usando como uma vadia sem limites’, pensou, enquanto olhava para Marco, o marido de 35 anos ainda ofegante, e para Sergio, o personal trainer musculoso de 34, cujos paus começavam a endurecer novamente só de ver o estado dela.

Ela se levantou devagar, o vestido amassado e sujo de porra pendurado na cintura como um trapo inútil. Sem dizer nada, Ana segurou os dois paus semi-duros nas mãos, apertando com firmeza, sentindo as veias latejarem contra suas palmas. Marco grunhiu baixo, os olhos semicerrados de puro desejo. “Porra, Ana… você tá mesmo virando uma putinha insaciável, hein?”, murmurou ele, a voz rouca. Sergio riu de lado, passando a mão larga pela bunda ainda vermelha dela, apertando a carne macia com força suficiente para deixar marcas. “Eu avisei, Marco. Sua mulher tem fome de pau. Olha como ela tá apertando a gente. Essa buceta e esse cu tão pedindo mais.”

Ana não esperou. Ajoelhou-se de novo entre os dois, o chão frio contrastando com o calor do corpo suado. Primeiro chupou o pau de Sergio, ainda melado da mistura da própria buceta e da porra que ele tinha deixado dentro dela. A língua girava devagar na cabeça inchada, lambendo cada gota, enquanto a mão masturbava Marco com movimentos longos e firmes. O som molhado da boca trabalhando enchia a sala, misturado aos gemidos graves dos homens. ‘Meu Deus, eu adoro esse gosto. Pau de amigo do meu marido na boca enquanto ele assiste… isso me deixa mais molhada que qualquer coisa’, pensou ela, sentindo a buceta contrair e soltar mais lubrificação misturada com esperma.

Sergio segurou o cabelo dela com uma mão, guiando o ritmo, enfiando mais fundo na garganta até ela engasgar levemente, os olhos lacrimejando de prazer. “Isso, engole tudo, Ana. Chupa o pau que te arrombou agora há pouco. Você é nossa puta de churrasco agora, caralho.” Marco, ao lado, se masturbava vendo a cena, depois se inclinou e deu um tapa forte na bunda exposta dela, fazendo a carne tremer. O som ecoou. Ana gemeu alto ao redor do pau de Sergio, o vibration fazendo o personal trainer xingar baixo. Ela alternou então, virando a cabeça e engolindo o pau grosso e veioso do marido, sentindo o gosto diferente, mais familiar, enquanto a mão continuava a trabalhar Sergio.

Os dois homens estavam completamente duros de novo em minutos, os paus latejando, cabeças roxas e brilhantes de saliva. Ana se levantou, o corpo inteiro tremendo de expectativa. “Eu quero os dois dentro de mim ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no cu. Me desafiem de verdade agora. Mostrem que conseguem me fazer gozar até eu não aguentar mais”, disse ela, a voz manhosa, safada, os olhos brilhando de luxúria pura. Marco sorriu orgulhoso, o peito subindo e descendo rápido. Aos 35 anos, ele nunca tinha visto a esposa tão entregue, tão molhada e tão desesperada por mais. Sergio concordou com um aceno, batendo o pau pesado contra a palma da mão. “Então vamos pro quarto. Quero espaço pra te foder direito, sua hotwife gostosa.”

Eles praticamente a carregaram até o quarto principal, as mãos deles por todo o corpo dela: apertando seios, beliscando mamilos duros, dedos invadindo a buceta encharcada e roçando o cuzinho enrugado que ainda não tinha sido tocado aquela noite. Ana sentia as pernas fracas, o coração disparado. ‘Eles vão me partir ao meio e eu quero. Quero sentir dor misturada com prazer, quero ser o brinquedo sexual dos dois’, refletia enquanto era jogada de bruços na cama king size, a bunda empinada no ar.

Sergio se posicionou primeiro atrás dela, esfregando a cabeça grossa do pau na entrada da buceta ainda pingando porra. Com um gemido gutural, meteu tudo de uma vez, fundo, batendo o saco contra o clitóris inchado. Ana gritou de prazer, os dedos cravando nos lençóis. “Aaaahh… caralho, que pauzão! Me fode assim, Sergio!” Ele começou a estocar com força bruta, o ritmo rápido e profundo, cada investida fazendo os seios dela balançarem contra a cama. Marco se ajoelhou na frente, segurando o rosto da esposa e enfiando o pau na boca dela novamente, fodendo sua garganta com movimentos controlados mas intensos.

O quarto se encheu de sons obscenos: o estalo molhado de peles batendo, os gemidos abafados de Ana, os grunhidos dos homens. Sergio deu tapas ritmados na bunda, cada um mais forte que o anterior, deixando a pele vermelha e quente. “Tá gostando de ser comida pelo amigo do seu marido enquanto ele te usa na boca? Responde, vadia.” Ana só conseguiu gemer mais alto, o corpo inteiro sacudindo. Ela gozou pela terceira vez ali, a buceta apertando o pau de Sergio como um punho, esguichando um jato fino que molhou as coxas dele e a cama. As pernas tremiam violentamente, mas eles não pararam.

Depois de longos minutos naquele ritmo selvagem, eles trocaram. Marco deitou na cama, puxando Ana para cima dele. Ela desceu devagar sobre o pau do marido, sentindo cada veia grossa abrir sua buceta já usada e melada. Quando estava completamente empalada, começou a quicar com força, os seios pulando na cara de Marco, que os chupava e mordia os mamilos com fome. Sergio, atrás, cuspiu no cuzinho dela, massageando o anel apertado com o polegar antes de pressionar a cabeça do pau ali. “Relaxa, Ana. Hoje você vai tomar no cu também. Vai virar nossa putinha completa.”

Ana sentiu a pressão, o ardor inicial que rapidamente virou prazer puro quando ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro. ‘Ai meu Deus, tá tão cheio… os dois me esticando ao mesmo tempo. Eu sou uma puta de verdade agora, uma hotwife safada que adora ser duplamente penetrada’, pensou ela, a mente enevoada de tesão. Quando Sergio estava todo dentro do cu, os dois homens começaram a se mover em um ritmo coordenado e brutal. Um entrava enquanto o outro saía, depois os dois metiam juntos, enchendo-a completamente. A sensação era esmagadora: buceta e cu pulsando ao redor dos paus grossos, o atrito delicioso fazendo ela ver estrelas.

“Porra, Marco, sente como ela aperta! Essa vadia tá louca de pau nos dois buracos!”, rosnava Sergio, segurando os quadris dela com força, os dedos afundando na carne. Marco, de baixo, segurava os seios e olhava nos olhos dela. “Goza de novo pra gente, amor. Mostra pro Sergio como minha hotwife goza quando é usada como merece.” Ana gritava agora sem controle, o corpo convulsionando entre os dois. “Me fode mais forte! Me arromba, caralho! Eu sou a puta de vocês! Quero porra nos dois buracos!”

O double penetration continuou por longos minutos intensos, o suor escorrendo pelos corpos, o cheiro de sexo pesado no ar. Ana gozou mais uma vez, um orgasmo tão forte que sua visão escureceu por segundos, a buceta e o cu contraindo violentamente ao redor dos paus, ordenhando-os. Sergio foi o primeiro a explodir, enterrando fundo no cu e jorrando porra quente, enchendo o intestino dela até transbordar. Marco, sentindo o amigo gozar do outro lado da parede fina, não aguentou e gozou também, enchendo a buceta dela com mais jatos grossos, misturando-se ao que já estava lá.

Os três ficaram conectados por alguns instantes, os corpos tremendo, as respirações pesadas e entrecortadas. Ana sentia o calor da porra nos dois buracos, escorrendo devagar, o corpo mole e satisfeito entre os dois homens que a seguravam firme. Seus pensamentos eram lentos, enevoados de prazer puro: ‘Isso… exatamente isso que eu queria… ser deles… completamente…’. Marco beijou sua testa suada, Sergio ainda com o pau meio duro dentro dela, os três ofegantes, o quarto girando levemente no calor do afterglow.

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