A Vizinha que Seduziu o Negro no Estoque da Livraria
A vizinha casada de 32 anos, Delphine, seduz o repositor negro Lucas de 28 no estoque abafado da livraria e leva uma foda braba interr
Lucas enfiava as caixas de romance policial na prateleira mais alta do estoque quando o ar abafado do fundo da livraria ficou ainda mais pesado. O ar-condicionado mal chegava ali; o suor escorria pelas costas largas dele, manchava a camiseta preta colada no peito e nos braços musculosos. Vinte e oito anos, repositor há três no shopping de São Paulo, ele já tinha se acostumado com o cheiro de papel velho e o calor preso entre as estantes. O que não esperava era a porta ranger e a voz conhecida invadir o silêncio.
— Com licença… procurando um livro raro de poesia, acharam que poderia estar aqui atrás.
Delphine. Trinta e dois anos, loira de cabelo preso num coque frouxo, vestido leve colado nas curvas generosas, seios fartos apertados no decote, bunda redonda balançando quando ela fechou a porta atrás de si. Vizinha do mesmo prédio, casada, sempre distante no elevador, trocando olhares longos demais nos corredores. Lucas sentiu o pau mexer na calça na hora. O estoque era apertado demais; o calor subia entre eles como um murro.
— Tá na seção de raridades, ali no fundo — respondeu ele, a voz rouca. Passou a mão no braço suado, limpando. — Posso ajudar a achar.
Ela se aproximou. O perfume doce misturado com o cheiro dela mesma. Os olhos azuis desceram pelo peito largo, pelos braços pretos brilhando de suor, pela calça justinha que marcava a virilha.
— Sempre te vejo no prédio… de longe. Nunca imaginei te achar aqui sozinho nesse calorzinho. — Delphine mordeu o lábio inferior. A mão “sem querer” roçou o bíceps dele ao passar, dedos brancos contrastando com a pele escura. — Nossa, tá quente pra caralho aqui. Você suado assim… corpo forte pra caramba.
Lucas sorriu de canto, safado, o pau já endurecendo de verdade. Sabia o jogo. Sempre soube desde os olhares no hall.
— E a senhora casada vindo me procurar no estoque abafado. Quer o livro ou quer outra coisa, Delphine?
Ela riu baixo, o peito subindo. Chegou mais perto, a voz baixinha pra ninguém ouvir do outro lado da porta.
— Sempre fantasiava com um negro bem dotado igual você. Olhava aquela calça justa no elevador e pensava… como seria sentir isso grosso me abrindo. Meu marido nunca me fode do jeito que eu preciso. Você… você parece que come branquinha com fome.
Lucas engoliu seco. A mão dele foi pro cinto dela, puxando de leve.
— Então vem. Quero comer essa vizinha branquinha logo. Pau grosso, preto, metendo fundo nessa buceta casada até você tremer. Ninguém precisa saber. Só a gente.
Delphine puxou o cinto dele com força, os corpos colando. A boca dela achou a dele num beijo faminto, língua molhada, dente puxando lábio, gemido preso na garganta. O gosto de menta e desejo. As mãos dela desceram, abrindo a calça, enfiando nos boxers. O pau grosso e já duro saltou pra fora, quente, veias saltadas, a cabeça escura brilhando de pré-porra. Ela gemeu no beijo.
— Porra, é grande mesmo… — sussurrou contra a boca dele. — Vamos foder aqui. Agora. Eu quero.
Ele trancou a porta por dentro com uma mão só. Delphine já se ajoelhava no chão de cimento frio, o vestido subindo nas coxas brancas. Segurou o pau com as duas mãos, a boca se abrindo gulosa. Chupou a cabeça primeiro, língua girando, depois engoliu fundo, engasgando de propósito, saliva escorrendo pelo queixo. O pau preto sumia entre os lábios rosados dela. Lucas segurou o cabelo loiro, soltando o coque, e meteu devagar na garganta.
— Isso, putinha da vizinhança… chupa esse pau preto com vontade. Engole fundo. Olha como sua boca branquinha fica bonita cheia de negro.
Ela gemia em volta do pau, babando, uma mão massageando o saco pesado enquanto a outra descia pra levantar o vestido e esfregar a calcinha já encharcada. Lucas puxou ela pra cima depois de uns minutos de chupada molhada e barulhenta. Beijou de novo, lambendo o gosto dele na boca dela, e rasgou a calcinha de renda num puxão seco. O tecido rasgou fácil. Delphine abriu as pernas, a buceta depilada, rosada, escorrendo. Ele ergueu uma coxa dela, encaixou a cabeça grossa e cravou de uma vez, em pé, contra a prateleira de livros.
— Ahhh, porra! — ela gritou baixinho, unhas cravando nas costas dele. — Tão grosso… me arromba, Lucas. Fode a vizinha casada.
Ele meteu fundo, ritmado, as estantes tremendo, livros caindo de leve. A buceta molhada engolia o pau preto com barulho molhado, xereca estalando a cada estocada. Suor pingava do queixo dele nos seios dela, agora soltos do decote. Lucas mordeu o pescoço, murmurou no ouvido:
— Buceta apertada da porra. Vai gozar no pau do negro, hein? Fala.
— Vou… mete mais forte. Me come inteira.
Ele virou ela de quatro sobre as caixas de papelão empilhadas. A bunda branca empinada, arredondada, contrastando com as mãos escuras que a seguravam. Enfiou de novo, agora mais fundo, e começou a meter com força, o pau saindo quase inteiro e voltando até o fundo. Tapa na bunda. O estalo ecoou. A pele branquinha vermelha na hora. Outro tapa. Delphine gemia alto demais, mordendo o próprio braço pra abafar.
— Mais… tapa mais. Me fode feito puta. Quero esse porra toda dentro.
Lucas segurou o cabelo dela como rédea e detonou. As bolas batiam na clitóris dela. O cheiro de sexo misturava com papel e suor. Delphine gozou primeiro, o corpo todo tremendo, a buceta contraindo em ondas, esguichando um pouco nas coxas dele, gemendo “ai caralho, tô gozando, tô gozando no seu pau preto”. Lucas não aguentou. Enterrou até o talo e gozou grosso, jatos quentes enchendo ela, porra branca vazando pelas laterais do pau ainda latejando dentro.
Os dois ofegavam, suados, grudados. Ele saiu devagar; o creme escorreu pela coxa interna dela. Delphine se virou ainda trêmula, puxou a calça dele pra cima de qualquer jeito, ajeitou o vestido. Sem calcinha. Beijou a boca dele de novo, sujo, lambendo residual de saliva e gosto de buceta.
— Ainda não acabou — sussurrou ela contra os lábios dele, a mão apertando o pau meio mole que já começava a reagir de novo. — Meu marido viaja amanhã. Você sobe no apartamento depois do expediente… e dessa vez eu quero chupar até a última gota e sentar até não aguentar mais. E se o Grant ligar no meio, você continua metendo enquanto eu atendo.
Lucas chegou ao prédio quinze minutos depois do expediente, a camiseta ainda grudada no peito pelo suor do dia inteiro no estoque. O elevador subiu devagar até o nono andar. Quando a porta do 902 se abriu, Delphine estava de pé no vão, de roupão de seda aberto na frente, seios pesados expostos, mamilos duros, a buceta ainda inchada e brilhante da porra do dia anterior. Sem calcinha. Sem sutiã. Só o cheiro doce dela misturado com o aroma de sexo que ainda pairava na pele.
— Entrou rápido — sussurrou ela, puxando-o pela gola. — O Grant ligou de manhã. Chega só amanhã à noite. A gente tem a noite inteira pra você me arrombar direito.
A porta bateu. Lucas não perdeu tempo. Empurrou o roupão dos ombros dela, agarrou as nádegas fartas e ergueu a mulher contra a parede da sala. O pau já duro esticava a calça. Delphine abriu o zíper com pressa, tirou o volume grosso e preto pra fora e guiou a cabeça inchada entre os lábios molhados. Ele cravou de uma vez só, até o fundo, abrindo a buceta casada que ainda escorria restos secos da gozada anterior. Ela gritou no pescoço dele, unhas cravando os ombros largos.
— Porra, ainda dói gostoso… enche de novo, negro gostoso. Mete esse monstro fundo.
Ele fodeu em pé, ritmado e bruto, cada estocada fazendo os seios baterem no peito suado dele. O som molhado da xereca engolindo o pau ecoava na sala vazia. Lucas mordeu o ombro branco dela, chupou o pescoço até marcar e murmurou no ouvido:
— Ontem foi só o aquecimento, vizinha. Hoje eu vou gozar tantas vezes dentro de você que vai escorrer pelo elevador quando você descer comprar pão.
Delphine gozou primeiro ali mesmo, pernas tremendo, buceta pulsando em volta do pau grosso, esguichando quente nas bolas dele. Lucas não parou. Carregou ela até o sofá, jogou de quatro com a bunda empinada e enfiou de novo, agora mais fundo, segurando o cabelo loiro solto como rédea. Tapa atrás de tapa na carne branca, deixando a marca vermelha da mão preta. Ela gemia alto, pedindo mais, pedindo pra ele cuspir na bunda, pedindo pra falar putaria.
— Fala que eu sou a puta branca da vizinhança — ordenou ela, voz rouca. — Fala que meu marido não serve e que só pau preto me completa.
— É isso mesmo, Delphine. Buceta de casada gosta é de negro grosso arrombando fundo. Olha como essa xota rosada engole meu pau inteiro… escuta o barulho de puta molhada.
Ele tirou o pau só o suficiente pra esfregar a cabeça no clitóris inchado, depois cravou de novo até as bolas baterem. Delphine abria a boca num gemido contínuo quando o celular dela tocou na mesa de centro. O nome “Grant” brilhou na tela. Ela olhou por cima do ombro, sorriso safado, e atendeu com a voz fingindo normal enquanto Lucas continuava metendo sem piedade.
— Oi, amor… tudo bem a viagem? — a voz saiu trêmula, cortada por uma estocada funda. Lucas segurou o quadril dela e acelerou, o pau saindo quase inteiro e voltando com força, fazia a buceta estalar. Delphine mordiscou o lábio pra não gritar. — Tô… tô em casa, sim. Assistindo série. Cansada do trabalho. Hm? Não, nada demais… ah… só um pouco de calor.
Lucas se inclinou sobre as costas dela, uma mão tapando de leve a boca enquanto a outra continuava segurando o cabelo. Metia fundo e devagar agora, cada centímetro grosso abrindo ela, a porra antiga misturando com a babinha nova. Delphine gemia contra a palma dele, tentando manter a conversa.
— Te amo também… chega amanhã mesmo? Beijo. Tchau.
Desligou. Jogada o celular no sofá e gritou de verdade:
— Caralho, quase gozei na ligação! Continua, porra. Me come até eu não conseguir falar direito.
Lucas puxou ela pra cima, sentou no sofá e fez Delphine montar. Ela encaixou o pau preto sozinha, desceu devagar sentindo cada veia, cada centímetro grosso dilatar a buceta casada, e começou a quicar com vontade. Seios balançando na cara dele. Lucas chupou um mamilo, depois o outro, mordendo de leve enquanto ela rebolava, esfregando o clitóris na base do pau. O sofá rangia. Suor escorria entre os peitos brancos dela e pingava no peito escuro dele.
— Assim… senta até o talo. Quero ver essa branquinha gozar cavalgando negro. Fala pra mim o que o Grant nunca te deu.
— Pau grosso… foda braba… alguém que me trate que nem puta e me encha de porra. Só você, Lucas. Só esse pau preto me faz gozar esguichando.
Ela gozou de novo, corpo travando, buceta contraindo em espasmos fortes, esguichando quente no baixo-ventre dele. Lucas segurou a cintura e meteu pra cima várias vezes rápidas até gozar fundo, jatos quentes pulsando direto no útero dela, enchendo até vazar pelas laterais e escorrer nas bolas. Delphine continuou sentada, rebolando devagar, esgotando até a última gota, o creme branco sujando as coxas.
Ainda ofegantes, ele a carregou até o quarto. Deitou ela na cama de casal, abriu as pernas e chupou a buceta suja de porra, lambendo tudo, engolindo o gosto dos dois misturados. Delphine puxava o cabelo dele, gemendo, pedindo pra ele enfiar a língua fundo. Depois ela se virou, ajoelhou entre as pernas dele e chupou o pau ainda meio duro, limpando com a boca, chupando as bolas, engolindo de novo até ele endurecer completamente outra vez. Saliva escorria pelo queixo. Ela olhava pra cima com os olhos azuis marejados de tesão.
— Agora me fode de ladinho. Quero sentir você latejando enquanto goza de novo.
Lucas deitou atrás dela, ergueu uma perna e enfiou. Foderam devagar primeiro, depois cada vez mais forte, a cama batendo na parede, o cheiro de sexo impregnando o quarto do casal. Ele tapava a boca dela com a mão quando os gemidos ficavam altos demais. Gozaram juntos pela terceira vez, o pau latejando dentro, jatos e mais jatos, a buceta engolindo tudo.
Os dois ficaram ali, suados, grudados, o pau ainda dentro, latejando. Delphine ria baixinho, satisfeita, traçando o peito dele com o dedo.
— Amanhã o Grant chega. Você some antes. A gente repete quando ele viajar de novo.
Lucas beijou a nuca dela, sorriu contra a pele quente e falou rouco:
— Pode deixar. Sempre que quiser pau preto de verdade é só chamar o repositor.
Eles se limparam devagar, tomaram banho juntos no box apertado, fodendo mais uma vez em pé sob a água quente, a buceta escorrendo porra e água. Depois Delphine o acompanhou até a porta de roupão fechado, beijou a boca dele sujo e demorado e fechou a porta.
Lucas desceu o elevador ainda com o gosto dela na língua. No térreo, o porteiro acenou. Do outro lado da rua, parado sob a luz do poste, um homem alto de terno observava o prédio com um sorriso discreto no rosto. Grant levantou o celular, digitou uma mensagem curta para a mulher no nono andar — “Assistiu tudo pela câmera da sala. Continue amanhã. Quero detalhes na cama” — e sumiu na noite, deixando claro que a vizinha casada nunca seduzira ninguém sozinha.
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