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Mergulho Proibido no Armazém do Feira

Tagline: O enteado de 22 anos fode a madrasta de 38 no armazém abandonado e goza dentro dela.

13 min read October 10, 2026New

O armazém abandonado da antiga feira cheirava a mofo, poeira acumulada e madeira apodrecida. O sol do fim de tarde entrava pelas frestas do telhado enferrujado, iluminando pilhas de caixas velhas, móveis quebrados e mercadorias esquecidas que a família guardava ali há anos. Bruno, um jovem de 22 anos que trabalhava como ajudante de estoque na empresa do pai, limpava o suor do peito nu com as costas da mão. O corpo dele, moldado por dias carregando peso, exibia ombros largos, braços grossos e um abdômen definido que brilhava com o calor úmido do lugar. Ele estava sozinho, ou pelo menos achava que estava, até a porta de madeira velha ranger alto.

Camila entrou. Aos 38 anos, casada com o pai dele há seis anos, ela era a imagem da mulher madura que ainda fazia os homens virarem a cabeça. O vestido leve de algodão colava no corpo por causa do suor, marcando os seios pesados, a cintura suave e os quadris largos que balançavam a cada passo. Seus cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros, e os olhos dela, normalmente calmos, tinham um brilho diferente hoje. “Bruno… seu pai me pediu para pegar aquela caixa com as decorações antigas da feira. Achei que você pudesse me ajudar. Não queria ficar mexendo nisso tudo sozinha”, disse ela, a voz um pouco rouca, enquanto os olhos desciam sem disfarce pelo torso suado do enteado.

Bruno sentiu o estômago apertar. Ele conhecia aquele olhar. Há meses notava como Camila o observava quando ele tirava a camisa em casa, cortando a grama ou consertando o carro na garagem. Olhares famintos, rápidos, que ela tentava esconder atrás de sorrisos de madrasta. Ele mesmo lutava contra o desejo sujo: quantas vezes havia batido punheta no quarto pensando nela, imaginando como seria enfiar o pau na buceta da mulher do próprio pai? Isso seria a traição mais grave. Destruiria o casamento, a família, a confiança do pai. O risco era enorme, mas era exatamente isso que fazia seu pau latejar agora, inchando devagar dentro da calça jeans enquanto ele respondia: “Pode deixar, Camila. Acho que está lá no fundo, atrás das caixas de ferramentas velhas. Vamos procurar juntos.”

Eles começaram a vasculhar o espaço apertado. O calor dentro do armazém era infernal, fazendo o suor escorrer pelo vale entre os seios dela e colar o vestido ainda mais na pele. Bruno tentava se concentrar nas caixas, mas Camila não facilitava. Enquanto se abaixava para olhar uma pilha baixa, ela roçou a bunda redonda e macia contra a coxa dele de propósito. Depois, ao passar por ele em um corredor estreito entre as pilhas, pressionou os seios pesados contra o braço musculoso do enteado. “Nossa, Bruno… como você mudou”, murmurou ela, fingindo inocência. “Lembro quando você era só um menino. Hoje está todo musculoso, forte… esse corpo de homem me deixa impressionada. Deve dar trabalho pra segurar as garotas, né?”

O pau de Bruno ficou completamente duro. Ele sentia o volume marcando a calça, e sabia que ela havia notado. “Camila… você não devia falar assim comigo”, disse ele, a voz baixa e carregada. Mas ela não parou. Virou-se de frente, o rosto a centímetros do dele, o cheiro doce de seu perfume misturado ao suor feminino enchendo as narinas do rapaz. “Por quê? Estamos sozinhos aqui. Ninguém vai saber o que a madrasta pensa quando vê o enteado sem camisa. Eu confesso, Bruno. Faz meses que eu fantasia com você. Toda noite, quando seu pai dorme do meu lado, eu penso nesse pau grosso me fodendo. Penso em você me chamando de puta enquanto mete fundo. É errado pra caralho… você é meu enteado, sou casada com seu pai… mas eu tô molhada só de estar aqui com você agora.”

As palavras sujas dela quebraram o último fio de controle. Bruno agarrou a nuca de Camila e a puxou para um beijo faminto. As bocas se chocaram, línguas se enroscando com desespero acumulado. Ele apertou a bunda dela com as duas mãos, sentindo a carne macia transbordar entre os dedos, enquanto ela gemia na boca dele e esfregava a palma da mão no pau latejante por cima da calça. “Porra, Camila… eu também te quero pra caralho. Sonho em te comer desde que você chegou em casa. Quero foder a mulher do meu pai bem aqui, nesse lugar sujo”, rosnou ele entre beijos, mordendo o lábio inferior dela.

Camila se afastou só o suficiente para cair de joelhos no chão imundo do armazém. A poeira grudou nas pernas dela, mas isso não importou. Com mãos ansiosas, abriu o zíper de Bruno e puxou o pau grosso para fora. “Que delícia… tão grosso e quente. A madrasta vai engolir tudo.” Ela lambeu a cabeça inchada, saboreando o pré-gozo salgado, depois abriu bem a boca e desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro até sentir a glande bater no fundo da garganta. Engasgou, saliva grossa escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios, mas não parou. Chupava com fome, subindo e descendo a cabeça, uma mão massageando as bolas pesadas enquanto a outra deslizava entre as próprias pernas, esfregando a buceta encharcada.

Bruno segurou o cabelo dela com força, guiando o ritmo. “Isso, chupa meu caralho, sua puta da madrasta. Olha só pra você… de joelhos no chão sujo mamando o pau do enteado. Que vadia safada.” Ele fodia a boca dela com estocadas curtas, sentindo a garganta apertada engolir o pau inteiro. Camila gemia vibrando ao redor da carne dura, os olhos molhados de tesão fixos nele, completamente entregue ao proibido.

Ele não aguentou muito tempo. Puxou Camila pelo cabelo, levantou-a e a virou de costas, inclinando o corpo dela sobre uma pilha alta de caixas velhas. Levantou o vestido até a cintura, revelando a bunda redonda e a buceta inchada, brilhando de tanto melado. “Olha como você tá encharcada… pingando pra levar o pau do enteado.” Sem aviso, meteu tudo de uma vez, sentindo as paredes quentes e molhadas se abrindo ao redor dele. Camila soltou um gemido alto, quase um grito: “Ai, caralho! Me fode, Bruno! Mete fundo nessa buceta da madrasta!”

Ele começou a meter com força, o som molhado de saco batendo contra buceta ecoando no armazém. As caixas rangiam sob o peso dos dois. Bruno dava tapas fortes na bunda dela, deixando a pele vermelha. “Porra, que buceta gostosa… tão errada, tão proibida. Tô fodendo a mulher do meu pai, Camila. Se ele soubesse que eu tô enchendo essa buceta de caralho agora…” Ela rebolava para trás, encontrando cada estocada. “É isso que eu quero! Fode a puta da sua madrasta! Goza dentro de mim, Bruno… me usa como uma vadia!”

Ele a virou de frente, levantou uma das pernas dela alto, apoiando o pé sobre uma caixa, e meteu novamente, agora olhando nos olhos dela. Os seios pesados pulavam fora do decote a cada pancada forte. Eles se beijavam enquanto fodiam, línguas se lambendo, gemendo safadezas sem parar. “Tá sentindo, hein? O pau do enteado rasgando a buceta da mulher do pai. Goza pra mim, Camila. Goza gritando meu nome.”

O corpo dela tremeu violentamente. A buceta apertou o pau dele como um punho quente. “Bruno! Ai, Bruno, eu tô gozando! Porra, goza dentro… me enche toda!” Ele não segurou. Com um grunhido animal, enterrou o pau até o fundo e explodiu, jatos grossos e quentes de porra invadindo fundo dentro dela enquanto Camila gozava gritando o nome dele, unhas cravadas nas costas suadas do rapaz.

Ofegantes, suados, os corpos ainda tremendo, eles ficaram colados por longos segundos. O sêmen começou a escorrer pela coxa de Camila assim que Bruno tirou o pau ainda meio duro. Ela pegou um pano velho que encontrou em cima de uma caixa, limpou as pernas com movimentos lentos, olhando para ele com um sorriso cúmplice e safado. Ajeitaram as roupas rapidamente, o vestido dela amarrotado, o pau dele ainda brilhando com os fluidos misturados.

Camila se aproximou, deu um beijo molhado e longo na boca dele, língua ainda procurando a dele. “Isso foi só o começo, Bruno. Vai se repetir sempre que seu pai viajar para aqueles congressos dele. Eu preciso sentir você me enchendo de novo… e de novo.” Ela passou a mão no cabelo, ajeitou o vestido uma última vez e saiu do armazém primeiro, caminhando devagar pela trilha de terra como se nada tivesse acontecido, olhando para os lados para garantir que ninguém os visse juntos.

Bruno ficou para trás, o coração ainda martelando, o cheiro de sexo impregnado na pele. Ele guardou as caixas devagar, mas sua mente já corria longe. O risco era enorme. O pai poderia chegar a qualquer momento. E mesmo assim, o pau dele voltou a latejar só de pensar na próxima vez. Eles haviam cruzado a linha. Não havia mais volta. E o pior — ou o melhor — era que ele mal podia esperar para repetir tudo, mesmo sabendo que uma hora o segredo poderia explodir na cara dos dois. Enquanto o som de um motor ao longe se aproximava pela estrada de terra, Bruno sentiu a mistura perigosa de medo e tesão crescer novamente dentro dele.

O som de um motor ao longe se aproximava pela estrada de terra, e Bruno sentiu o coração martelando no peito como se fosse explodir a qualquer momento. O pau dele, ainda meio melado da porra que tinha acabado de jorrar na buceta da madrasta, latejava de novo dentro da calça jeans mal fechada, formando um volume óbvio que ele nem tentava disfarçar. O armazém cheirava a sexo fresco agora — suor masculino, buceta molhada, porra grossa e o mofo velho das caixas —, um fedor que qualquer um notaria se chegasse perto demais. Ele mal conseguia processar: tinha acabado de arrombar a buceta da mulher do pai, gozar lá no fundo como um animal, e agora o velho estava chegando mais cedo que o esperado. O risco fazia seu saco contrair de tesão renovado.

A porta de madeira velha rangeu e Camila entrou correndo, o vestido de algodão todo amarrotado e colado no corpo suado de 38 anos. Os seios pesados balançavam livres, os mamilos duros marcando o tecido fino, e entre as coxas grossas dava para ver um brilho úmido escorrendo devagar — a porra dele misturada com o melado dela. “Bruno, caralho, seu pai tá vindo! Vi a caminhonete virando a curva agora mesmo. Ele vai entrar aqui atrás da gente se não nos escondermos. Meu Deus, olha o estado da minha buceta… tá pingando sua porra toda, seu safado.”

Sem dizer mais nada, Bruno agarrou o braço dela com força e a puxou para o fundo do armazém, enfiando os dois num espaço apertadíssimo entre pilhas instáveis de caixas velhas, móveis quebrados e sacos de estopa mofada. O lugar era escuro, quente pra cacete, o ar quase sólido de umidade. Os corpos colaram imediatamente. O peito nu e suado dele pressionava os seios fartos de Camila, sentindo os bicos rígidos roçando sua pele. O pau dele, completamente duro de novo, latejava contra a barriga macia dela, babando pré-gozo na frente da calça. Camila respirava rápido, o perfume doce misturado ao cheiro forte de buceta usada enchendo as narinas do enteado.

“Porra, Bruno… você já tá duro outra vez?”, sussurrou ela, a voz rouca de tesão e medo. Com a mão trêmula, ela abriu o zíper dele rápido e puxou o pau grosso para fora, sentindo o peso quente na palma. “Acabou de me encher toda lá atrás e agora quer mais? Eu tô com a buceta destruída, cheia da sua porra grossa, e mesmo assim tô molhando as coxas só de sentir esse caralho latejando. Isso é tão errado… eu sou a madrasta, casada com o seu pai há seis anos, e aqui tô virando puta do enteado de 22 enquanto ele chega.”

Bruno rosnou baixo, agarrou o cabelo castanho dela e puxou sua cabeça para trás, mordendo o pescoço suado. “Cala a boca e vira de costas, sua vadia. O velho tá estacionando lá fora e eu vou meter de novo nessa buceta casada. Quero sentir meu próprio gozo facilitando a entrada enquanto ele te chama.” Ele a virou com brutalidade, colando o corpo dela contra uma pilha alta de caixas que rangiam sob o peso. Levantou o vestido até a cintura de uma vez, expondo a bunda redonda marcada de tapas vermelhos. A buceta de Camila estava um desastre lindo: lábios inchados, vermelhos, abertos, com fios grossos de porra branca escorrendo pela parte interna das coxas grossas e pingando no chão sujo.

Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e esfregou a glande grossa na entrada melada. O som era obsceno — molhado, pegajoso, o sêmen anterior servindo de lubrificante perfeito. Com um movimento firme dos quadris largos e musculosos, Bruno meteu tudo de uma vez, sentindo as paredes quentes e escorregadias se abrindo ao redor dele como uma luva quente. Camila arqueou as costas, a boca aberta num gemido silencioso, unhas cravando na madeira velha. “Ai, caralho… tá tão fundo, Bruno… sinto sua porra antiga sendo empurrada mais pra dentro. Mete, vai… fode a madrasta enquanto o pai tá chegando.”

O motor parou lá fora. Porta da caminhonete bateu. Passos pesados na terra seca. “Camila? Bruno? Vocês estão nesse armazém velho de novo?” A voz do pai ecoou, cada vez mais próxima.

O pânico e o tesão explodiram juntos. Bruno tampou a boca de Camila com a mão grande, cobrindo quase todo o rosto dela, e começou a meter com força controlada, estocadas curtas e profundas que faziam as bolas pesadas dele baterem contra a buceta encharcada. Cada pancada produzia um som molhado, alto demais pro espaço apertado — ploc, ploc, ploc —, a mistura de porra e melado escorrendo pelas bolas dele e pingando no chão. A bunda macia de Camila tremia a cada impacto, a carne transbordando entre os dedos dele que apertavam o quadril largo. “Shhh, sua puta… quer que ele escute a mulher dele gemendo pro enteado? Olha como sua buceta tá gulosa… tá sugando meu caralho mesmo cheia de porra. Você é a maior vadia que eu já vi, Camila. 38 anos abrindo as pernas pra mim no armazém da própria família.”

Camila rebolava para trás como uma cadela no cio, empinando a bunda para tomar cada centímetro. O suor escorria pelo vale entre os seios pesados, o vestido colado nos mamilos duros. Ela lambeu a palma da mão que a calava, os olhos revirando de prazer proibido. Em pensamento, Bruno delirava: “Isso vai destruir tudo se ele virar essa pilha de caixas agora. Ele vai ver o filho metendo na buceta da esposa como se fosse uma puta de rua. E eu não consigo parar. Essa buceta é minha agora.”

Os passos do pai entraram no armazém. “Eu juro que ouvi rangido… deve ser vocês dois procurando aquela merda de caixa.”

Bruno acelerou, impossibilitado de parar. Ele levantou uma das pernas de Camila, apoiando o pé dela numa caixa baixa, abrindo a buceta ao máximo. O pau entrava e saía com facilidade obscena, o caralho brilhando de porra velha e nova a cada retirada. Ele sussurrava no ouvido dela, rouco: “Goza pra mim agora, madrasta safada. Goza apertando o pau do enteado enquanto o seu marido tá a cinco metros de distância. Mostra que você é minha puta particular. Eu vou te encher de novo, vou deixar essa buceta casada transbordando de porra quente do filho dele.”

Camila tremeu violentamente. A buceta contraiu como um punho quente e molhado, ordenhando o pau dele com espasmos fortes. Um esguicho quente saiu ao redor da base grossa, molhando as bolas de Bruno e escorrendo pelas coxas dela. O gemido ficou preso na garganta, virando um ronronar abafado contra a mão dele. Isso foi o suficiente. Bruno enterrou o pau até o talo, sentiu as bolas contraírem e explodiu pela segunda vez. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram fundo dentro dela, enchendo a madrasta até o limite. O excesso saiu imediatamente, escorrendo em fios grossos pela buceta arrombada e pingando no chão de terra batida do armazém.

Eles ficaram parados por segundos eternos, o pau ainda pulsando dentro, o sêmen transbordando. Os passos do pai se aproximavam das caixas. Com pressa desesperada, Bruno tirou o pau de dentro dela com um som molhado, guardou a carne ainda dura e brilhante de porra na calça e ajeitou o vestido de Camila. Ela mal conseguia andar direito, as pernas tremendo, a buceta inchada e destruída vazando visivelmente pelas coxas.

Eles saíram de trás das pilhas no momento exato em que o pai contornava a última caixa, sorrindo inocente. “Ah, aí estão vocês. Encontraram a caixa de decorações?”

Camila respondeu com a voz rouca, o rosto corado, um fio de porra escorrendo até o tornozelo: “Encontramos, sim. Bruno me ajudou bastante.” Enquanto o pai se virava para pegar a caixa, ela olhou direto nos olhos do enteado, lambeu os lábios devagar e sussurrou a última frase, baixa e suja, selando o destino deles para sempre: “Minha buceta tá literalmente destruída, arrombada e transbordando de porra quente do enteado de 22 anos, e eu vou te mandar mensagem hoje à noite pra você vir me foder de novo no quarto enquanto seu pai dorme do lado, seu puto tarado que adora gozar dentro da madrasta.”

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