Chuva e a Tenda que Ele Compartilhou com o Melhor Amigo
Carmen, de 29 anos, e o marido Warrick, de 32, se apertam na tenda do amigo Damon, de 34, durante a chuva e ela acaba cavalg
A chuva desabou de repente sobre a trilha isolada na serra, um temporal grosso que bateu nas lonas como se quisesse arrancar tudo do chão. Warrick, de trinta e dois anos, acordou no meio da noite com a barraca do casal já caindo sobre eles. A água entrava por todos os lados, o tecido rasgado pelo vento. Carmen, vinte e nove, se encolheu contra ele, a camiseta regata molhada colada nos peitos, a calcinha fina quase transparente.
— Porra, Warrick, a gente vai se afogar aqui — ela resmungou, a voz rouca de sono.
O melhor amigo dele, Damon, trinta e quatro, musculoso pra caralho de tanto academia e trilha, já estava de pé do lado de fora da tenda pequena dele, gritando por cima do barulho.
— Entram pra cá, caralho! Antes que essa porra de barraca de vocês desmonte de vez!
Os três se espremeram dentro da tenda de Damon. Era apertada pra um homem só; pra três corpos molhados virou um forno úmido. Warrick ficou de um lado, Carmen no meio, Damon do outro. O calor subiu na hora. A camiseta regata de Carmen colava nos seios duros, os mamilos marcando o tecido molhado. A calcinha preta se enfiava entre as nádegas. Warrick sentiu o cheiro dela — suor, chuva, o perfume barato que ela usava pra acampar — e sentiu também o olhar da esposa. Carmen não disfarçava. Os olhos dela desceram direto pro volume grosso na cueca boxer cinza de Damon. O pau do amigo já estava semi-duro só do atrito dos corpos, e Warrick viu o jeito faminto que a mulher olhou aquilo.
Damon não disse nada no começo. Só ajeitou a perna, e o joelho grosso dele encostou na coxa dela. Carmen respirou fundo. Warrick sentiu o pau dele mesmo endurecer dentro da bermuda molhada. A humilhação já começava a latejar gostoso na barriga.
O calor dentro da tenda ficou insuportável. A chuva batia lá fora sem parar. Carmen se mexeu “sem querer”, a bunda redonda roçando contra a coxa de Damon. Depois de novo, mais devagar, mais proposital. Warrick viu o amigo engolir em seco. Damon passou a mão pela própria coxa, quase tocando nela.
— Caralho, Carmen… — murmurou Damon, a voz baixa. — Você tá se esfregando em mim de propósito, né?
Ela riu baixinho, sem olhar pro marido.
— Tô quente pra caralho, Damon. Essa tenda tá um forno. E você… você tá duro, né? Dá pra sentir.
Warrick ficou em silêncio, o coração batendo forte. Carmen virou o rosto pra ele, os olhos brilhando no escuro.
— Warrick… eu sempre fantasiei com o pau grosso do Damon. Sempre. Desde aquela vez que a gente viu ele trocando de roupa no camping do ano passado. É grosso pra porra, né? Mais grosso que o seu.
A confissão saiu baixa, suja, direto pro marido. Warrick sentiu o rosto queimar. O pau dele latejou. Ele engoliu saliva e falou a verdade, a voz rouca de excitação e vergonha.
— Eu… eu quero ver. Quero ver você com ele. Faz. Eu tô pedindo. Quero ver minha mulher engolindo o pau do meu melhor amigo.
Damon soltou um riso baixo, descrente e excitado.
— Sério, irmão? Cê tá me dando a Carmen de bandeja?
— Tô. Fode ela. Ela quer. Eu quero ver.
Carmen não esperou mais. Virou o corpo e beijou Damon com fome, a boca aberta, a língua lambendo a dele. O beijo foi barulhento, molhado, nojento de tão bom. Warrick ficou parado, vendo a mão grande de Damon apertar o peito da esposa por cima da camiseta molhada, apertando o mamilo até ela gemer na boca dele. Depois a mão desceu, enfiou por dentro da calcinha, e Carmen abriu as pernas o máximo que o espaço permitia.
— Porra, ela tá pingando — Damon falou alto, olhando pra Warrick. — Sua mulher tá encharcada só de imaginar meu pau.
Carmen puxou a cueca de Damon pra baixo. O pau grosso saltou pra fora, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Era maior, mais grosso mesmo. Ela lambeu os lábios e olhou direto nos olhos do marido enquanto descia a boca.
Chupou com vontade. A saliva escorria pelo queixo dela enquanto ela engolia o máximo que dava, a garganta se abrindo, o olho marejando. Damon segurou o cabelo molhado dela e meteu fundo, gemendo.
— Isso, puta. Chupa esse pau grosso. Olha pro seu marido enquanto faz.
Carmen tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz embargada de baba:
— É muito maior que o seu, Warrick. Muito mais grosso. Dá pra sentir na garganta inteira. Olha como eu tô babando nele…
Warrick puxou o próprio pau pra fora e começou a bater punheta devagar, humilhado, o peito apertado de ciúme e tesão. Carmen voltou a chupar, mais fundo, fazendo barulho de boquete molhado, gemendo em volta do pau do amigo.
Damon puxou ela pra cima. Virou Carmen de quatro bem em cima do saco de dormir do casal — aquele que tinha ficado meio encharcado e jogado no canto da tenda. Rasgou a calcinha dela pro lado e enfiou de uma vez. O gemido que saiu da boca de Carmen foi alto, sujo, de quem estava sendo esticada de verdade.
— Porra! Que pau grosso, caralho!
Damon agarrou a cintura dela e meteu fundo, as bolas batendo na buceta molhada, o som molhado enchendo a tenda pequena junto com a chuva lá fora.
— Isso, puta do amigo. Sua buceta tá engolindo meu pau inteiro enquanto seu corno assiste. Fala pra ele.
— Ah, porra… o pau do Damon é muito melhor, Warrick… ele tá me fodendo tão fundo… tão grosso… eu tô gozando só de sentir ele me abrir assim…
Warrick se masturbava mais rápido, a mão suada no pau, vendo a bunda da esposa bater contra o corpo musculoso do amigo. Damon puxou o cabelo dela, forçou o rosto pra cima pra ela olhar o marido enquanto levava porrada.
— Fala de novo. Fala que meu pau é melhor.
— É melhor! Muito melhor! Mais grosso, mais duro, me fode como você nunca fodeu, amor… me fode como puta do seu amigo…
Damon tirou o pau, virou Carmen de costas no saco de dormir e entrou de novo no missionário. As pernas dela abriram largo, os pés no teto baixo da tenda. Ele meteu fundo, fundo, fundo, o pau sumindo todo dentro dela a cada estocada. Carmen gemia alto, sem se importar com a chuva ou com qualquer coisa.
— Goza dentro, Damon. Goza dentro da buceta da sua puta. Enche eu.
Damon riu, ofegante, e meteu mais forte. Gozo a primeira vez fundo, jatos quentes enchendo Carmen enquanto ela gozava em volta do pau dele, a buceta contraindo, o líquido escorrendo pro saco de dormir do casal. Ele não parou. Continuou metendo no creampie quente, o pau ainda duro, e gozou de novo poucos minutos depois, mais fundo ainda, gemendo alto e chamando ela de puta.
— Porra… duas porras dentro da mulher do meu amigo…
Ele puxou o pau ainda rígido, brilhando de porra e gozo, e empurrou na boca de Carmen. Ela chupou limpo, lambendo a cabeça, engolindo o que sobrou, olhando pra Warrick o tempo todo.
— Limpa bem, puta — Damon falou. — Depois seu marido vai lamber o que eu deixei.
Warrick, ainda punhetando no canto, se aproximou de quatro no espaço apertado. O cheiro de sexo e chuva e porra alheia subiu pelo nariz dele. Carmen abriu as pernas pro marido. A buceta dela estava aberta, vermelha, escorrendo o creampie grosso de Damon. Warrick lambeu. A língua entrou, chupou o gozo do amigo saindo da esposa, o gosto amargo e quente, a humilhação completa enquanto Damon ria baixo e acariciava o cabelo de Carmen.
— Isso, corno. Limpa a buceta da sua mulher. Ela tá cheia de mim.
Carmen acariciou a cabeça do marido enquanto ele lambia, e depois puxou Warrick pra cima, beijando ele com gosto de porra na boca.
— Obrigada, amor… obrigada por deixar. E Damon… caralho, obrigada por me foder assim.
Damon se deitou de novo, o pau ainda semi-duro encostando na coxa dela. A chuva continuava lá fora. Os três suados, apertados, o ar pesado de sexo. Carmen passou a mão no peito de Damon e depois no de Warrick, o sorriso sujo no rosto.
— A noite ainda é longa… e essa chuva não vai parar tão cedo.
A chuva não dava trégua. O tecido da tenda estalava sob o temporal e o ar lá dentro estava grosso de sexo, suor e o cheiro quente de porra fresca. Carmen ainda tinha o gosto de Damon na língua quando passou a mão pela barriga suada do amigo e desceu até o pau semi-duro. Ele latejou na palma dela na hora. Warrick observava tudo de perto, o próprio pau ainda duro e brilhando de porra, o peito apertado daquela mistura gostosa de ciúme e tesão.
— Ainda tá duro, caralho — murmurou Carmen, a voz rouca. — Depois de gozar duas vezes dentro de mim e eu ainda sinto ele latejando.
Damon riu baixo, a mão grande apertando a coxa dela.
— Sua buceta é quente pra porra, Carmen. E seu marido ali lambendo tudo só deixou eu mais excitado. Vem cá.
Ela não precisou de convite. Virou o corpo no espaço apertado, montou em Damon de frente e enfiou o pau grosso nele de uma vez só. O gemido saiu alto, sujo, enquanto a buceta dela ainda escorria o creampie anterior e engolia o amigo até o fundo. Warrick viu o pau grosso sumir inteiro, as veias sumindo na carne molhada da esposa, a bunda redonda dela batendo contra as coxas musculosas de Damon.
— Porra… olha isso, Warrick — ela gemeu, cavalgando devagar no começo, sentando fundo, rebolando pra sentir cada centímetro. — Tô montada no pau do seu melhor amigo. Ele tá me abrindo de novo. Mais grosso, mais fundo… caralho, eu sinto ele batendo no fundo da minha buceta.
Warrick se masturbava de novo, a mão suada no pau, o rosto quente de humilhação. Ele não conseguia desviar o olhar. Carmen subia e descia com vontade agora, os seios balançando, a camiseta regata molhada já jogada de lado, os mamilos duros e rosados. Damon apertava a cintura dela com as duas mãos, guiando o ritmo, metendo pra cima ao mesmo tempo.
— Isso, puta. Cavalga esse pau. Mostra pro seu corno como você gosta de pau grosso de verdade. Fala pra ele o que tá sentindo.
— Ah, porra… tô sentindo o pau do Damon me esticando inteira, amor — Carmen falou olhando direto nos olhos de Warrick, a voz embargada de prazer. — Ele é tão mais grosso que o seu. Cada vez que eu desço eu sinto ele abrindo tudo. Tô gozando de novo só de cavalgar. Olha como a minha buceta tá engolindo ele…
Ela rebolou mais rápido, o som molhado enchendo a tenda — pele batendo em pele, o creampie antigo escorrendo pela bola de Damon e pingando no saco de dormir. Warrick se aproximou mais, ajoelhado no espaço apertado, e Damon puxou a cabeça dele pra baixo com a mão livre.
— Chupa as bolas dele enquanto ela cavalga, corno. Limpa o que escorrer. Vai.
Warrick obedeceu. A língua dele saiu da boca e lambuzou as bolas pesadas de Damon, o gosto salgado de porra e buceta da esposa misturado. Carmen gemeu mais alto vendo o marido chupar as bolas do amigo enquanto ela cavalgava o pau inteiro. Damon metia pra cima com força agora, as estocadas secas e profundas, a bunda de Carmen batendo forte.
— Caralho, sua mulher tá apertada pra porra mesmo depois de duas porras — Damon rosnou. — Olha o jeito que ela me engole. Warrick, você nunca fodeu ela assim, né? Nunca encheu ela desse jeito.
— Nunca — Warrick admitiu, a voz rouca contra as bolas do amigo, a humilhação latejando gostoso no pau. Ele continuava lambendo, chupando, o rosto sujo de gozo alheio.
Carmen se inclinou pra frente, as mãos no peito largo de Damon, e beijou a boca dele de novo enquanto cavalgava mais fundo. O beijo era molhado, com língua, saliva escorrendo. Depois ela virou o rosto pro marido.
— Vem cá, amor. Beija eu com gosto da porra dele na boca. Quero você provar o que eu tô sentindo.
Warrick se ergueu e beijou a esposa. O beijo veio sujo, ela gemendo na boca dele a cada descida no pau grosso. Damon aproveitou e meteu mais forte por baixo, as bolas batendo na buceta e no queixo de Warrick quando ele descia de novo pra lamber. Carmen gozou cavalgando. O corpo dela tremeu, a buceta contraiu forte em volta do pau de Damon, um jato quente escorrendo pelo pau do amigo e na cara do marido. Ela gritou o nome de Damon, depois o de Warrick, misturando tudo.
— Porra, tô gozando no pau do seu amigo… ah, caralho… ele tá me fodendo tão gostoso…
Damon não parou. Segurou ela no lugar e continuou metendo pra cima enquanto ela ainda tremia, o pau latejando dentro dela. Warrick via tudo de perto: a buceta vermelha e aberta engolindo as veias, o creampie novo se formando, a bunda dela rebolando descontrolada.
— Goza dentro de novo — pediu Carmen, ofegante. — Enche eu mais uma vez. Quero ficar pingando o gozo do Damon a noite inteira. E o Warrick vai limpar de novo. Vai, Damon. Me enche.
Damon ergueu o quadril e gozou fundo. Jatos quentes, grosso, enchendo a buceta dela pela terceira vez. Carmen sentiu cada jato e rebolou pra sugar tudo, gemendo sujo. Quando ele puxou o pau pra fora, a porra escorreu grossa pela entrada dela, pingando no saco de dormir do casal. Damon empurrou a cabeça de Warrick de novo.
— Limpa, corno. Chupa tudo. Engole o que eu botei na sua mulher.
Warrick lambuzou a cara na buceta da esposa. A língua entrou fundo, chupou o gozo quente e amargo do melhor amigo, engoliu, limpou as dobras, sugou até Carmen gemer de novo de sensibilidade. Damon riu baixo, a mão no cabelo de Warrick, forçando ele a ficar ali.
— Isso. Bom corno. Limpa direito. Sua mulher tá cheia de mim agora. Cheia pra caralho.
Carmen puxou Warrick pra cima depois e beijou ele de novo, lambendo a própria porra da boca do marido. Depois ela se virou de quatro de novo no espaço apertado, a bunda empinada pro Damon, e olhou por cima do ombro pro marido.
— Mete de novo, Damon. Quero levar porrada gostosa enquanto o Warrick me olha. E você, amor… se masturba bem devagar. Não goza ainda. Quero te ver sofrendo um pouco mais.
Damon enfiou de uma vez, o pau ainda rígido, e começou a foder ela de quatro com estocadas longas e fortes. A tenda balançava com o movimento. O som era obsceno: pele molhada batendo, gemidos altos de Carmen, a chuva lá fora cobrindo quase tudo. Warrick se punhetava no canto, a mão devagar como ela mandou, o pau latejando, as bolas pesadas de tanto segurar. Cada estocada de Damon fazia a bunda da esposa tremer. Damon puxava o cabelo dela, forçava o rosto pra ela olhar o marido.
— Fala pra ele. Fala o que eu sou pra você agora.
— Você é o pau que me fode de verdade — gemeu Carmen. — O pau grosso que me enche. O Warrick é o corno que limpa. Eu adoro. Adoro ser a puta do melhor amigo dele na frente dele. Mais fundo, Damon. Me fode como puta. Me usa.
Damon meteu até as bolas e gozou mais uma vez, o quarto jato da noite, fundo, gemendo alto, chamando ela de puta do amigo. Quando puxou o pau, a porra escorreu de novo. Carmen se virou, sentou no colo de Damon de costas pra ele dessa vez, e puxou Warrick pela cabeça pra chupar o pau do marido enquanto Damon enfiava dois dedos na buceta cheia dela, mexendo o gozo pra dentro e pra fora.
— Chupa o pau do seu marido, puta. Mas não deixa ele gozar. Só tortura ele um pouco — Damon ordenou, os dedos fodendo ela devagar.
Carmen engoliu o pau de Warrick até a garganta, babando, olhando pra cima nos olhos dele. Warrick tremia, a humilhação completa, o tesão quase doloroso. Ela chupava gostoso, a língua girando na cabeça, mas parava sempre que ele quase gozava, sorrindo sujo.
— Não ainda, amor. A noite é longa. Quero você bem doido de tesão. Quero você pedindo pra limpar de novo.
Damon tirou os dedos e enfiou o pau de novo nela por trás enquanto ela chupava o marido. O ritmo ficou sujo: Carmen boqueteando Warrick, Damon metendo fundo, o trio suado e apertado, o ar impossível de respirar de tanto cheiro de sexo. Carmen gozou mais uma vez com o pau do amigo batendo no ponto certo, a garganta contraindo no pau do marido. Damon gozou logo depois, o quinto, enchendo ela de novo até transbordar.
Eles pararam ofegantes. Carmen ainda sentada no colo de Damon, o pau dele dentro dela, mole agora mas ainda enchendo. Warrick ajoelhado na frente, o pau duro e roxo de tanto segurar. A chuva batia igual. Carmen passou a mão no rosto sujo do marido, depois no peito de Damon, e sorriu aquele sorriso sujo que Warrick já conhecia.
Ela se inclinou pra frente, a boca colada no ouvido de Warrick, a voz baixa e rouca de puta satisfeita, e perguntou bem devagar:
— Quer que eu deixe ele me foder a noite inteira, amor… ou você topa limpar cada porra até o sol nascer?
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