Sua Esposa Gozando Enquanto Ele Me Come na Pousada do Farol
A MILF de 42 anos goza gostoso enquanto o caseiro Marco de 26 anos mete nela na pousada, do lado do marido dormindo.
Roxanne completava quarenta e dois anos e o corpo ainda gritava mulher: seios pesados, cintura marcada, coxas firmes de quem treina só o suficiente para continuar gostosa. O marido, Trent, executivo de cinquenta e poucos, chegou com ela na Pousada do Farol prometendo um fim de semana só deles. Mal desceram as malas e o telefone dele vibrou. “Reunião de emergência, amor. Fecho tudo daqui, você relaxa.” Ela sorriu amarelo, aceitou o beijo seco na testa e viu o homem sumir no laptop dentro do quarto.
Na recepção, Marco apareceu carregando toalhas. Vinte e seis anos, pele bronzeada de quem vive no sol da costa, braços grossos, camiseta branca colada no peito, short gasto que marcava a virilha. Olhou Roxanne de cima a baixo sem pressa, a língua passando devagar no lábio inferior.
— Boa tarde, senhora. Precisa de alguma coisa no chalé?
A voz grave bateu nela como palmada. Roxanne segurou a alça da bolsa e retribuiu o olhar faminto, deixando o decote do vestido descer um centímetro a mais.
— Talvez. Meu marido vai trabalhar a noite toda. Estou sozinha.
Marco sorriu de canto, os dentes brancos contrastando com a pele escura.
— Então avisa se a luz do corredor falhar de novo. Eu cuido de tudo por aqui.
A tensão ficou no ar quente cheirando a sal e madeira. Roxanne sentiu a calcinha úmida só daquele olhar. Proibido, perfeito.
Horas depois Trent roncava de boca aberta, exausto de calls. Roxanne colocou um robe fino por cima do vestido curto, pegou a taça de vinho tinto e saiu descalça para a varanda que dava para o farol. O vento frio beijou as pernas. Marco estava ajoelhado no canto, trocando a lâmpada queimada, a camisa subida mostrando a faixa de pele acima do cinto e o rastro de suor na coluna.
— Não dorme nunca, caseiro?
Ele se ergueu devagar, limpando as mãos na calça.
— Quando tem mulher bonita acordada, menos ainda.
Roxanne bebeu um gole, o vinho escorrendo quente pela garganta.
— Meu marido não me come direito há meses. Trabalho, cansaço, desculpa. Eu acordo molhada e ele ronca. Você faz ideia do que isso faz com uma mulher?
Marco deu um passo à frente. O cheiro dele — suor limpo, óleo de motor, sabonete barato — invadiu o nariz dela.
— Eu fantasio com a senhora desde que vocês chegaram. Aquela bunda no vestido apertado… eu bati uma pensando nela hoje de manhã no banheiro dos fundos. Queria te ouvir gozar no meu pau.
O peito de Roxanne subiu e desceu. Ela pousou a taça no parapeito, agarrou o colarinho da camisa dele e puxou com fome. A boca bateu na dele, língua quente, dentes, gemido abafado. Marco segurou a cintura dela com força, o pau já duro esfregando contra a barriga. Quando se separaram, os dois respiravam pesado.
— Eu quero te foder agora — ela sussurrou contra a boca dele. — Aqui, nessa pousada, sem culpa. Você topa?
— Topo. Vou te comer até você esquecer o nome do corno.
Ele a puxou pela mão até a suíte vazia ao lado, a que ficava só uma parede de distância do quarto de Trent. A porta bateu, a chave girou. Marco não perdeu tempo: rasgou o robe, puxou o vestido pelo ombro, o tecido caiu aos pés dela. Roxanne ficou só de calcinha preta e sutiã. Ele desprendeu o sutiã, os peitos saltaram pesados, mamilos escuros e duros. Marco lambeu um, chupou forte, depois virou ela de costas e a empurrou de quatro no colchão macio.
A calcinha foi parar no chão. Ele abriu as nádegas dela, cuspiu na buceta inchada e enfiou o pau de uma vez, grosso, quente, até o fundo. Roxanne gritou no travesseiro. Marco segurou os quadris e meteu com força, a pele batendo, o som molhado enchendo o quarto.
— Isso, puta casada gostosa — rosnou, dando um tapa seco na bunda dela. — Apanha no cu do caseiro enquanto o marido dorme do lado. Olha como essa buceta engole.
Cada estocada batia no ponto certo. Roxanne gozou gritando pela primeira vez em meses, o corpo inteiro tremendo, a buceta contraindo no pau dele, liquidinho escorrendo nas coxas. Marco não parou. Virou ela de frente, ergueu as pernas e colocou nos ombros largos, enfiou de novo no missionário profundo, quase dobrando a mulher ao meio. Chupou os mamilos enquanto metia, a língua girando, os dentes beliscando. Roxanne arranhou as costas bronzeadas dele, deixando marcas vermelhas, gemendo no ouvido:
— Mais fundo… caralho, Marco, me fode…
Ele obedeceu até ela gozar de novo, os olhos revirando. Depois se deitou e puxou Roxanne para cima. Ela sentou no pau ainda duro, a buceta latejando, e começou a cavalgar. Subia e descia com raiva, os peitos balançando na cara dele. Marco segurou a cintura e empurrou para cima, encontrando cada descida. Roxanne gemeu alto, alto demais, a voz atravessando a parede fina. Do outro lado Trent mexeu na cama, murmurou algo e voltou a roncar, sem saber que a esposa estava gozando sentada no pau do caseiro de vinte e seis anos.
— Goza de novo nisso — Marco mandou, dando tapas na bunda dela. — Quero ver essa cara de puta satisfeita.
Ela gozou terceira vez, o corpo mole, a buceta esguichando quente em volta do pau. Marco mordeu o ombro dela e gozou fundo, jatos quentes enchendo o fundo dela, porra escorrendo quando ela ainda se mexia devagar, esgotada.
Roxanne desceu cambaleando, as pernas tremendo. Vestiu o robe sem calcinha, o vestido amassado sob o braço. A buceta latejava, aberta, pingando a porra quente de Marco pelas coxas internas a cada passo. Voltou de fininho para o quarto. Trent continuava de lado, roncando. Ela se deitou atrás dele, o corpo ainda suado e brilhante, o cheiro de sexo colado na pele. Sorriso satisfeito abriu no rosto. Pegou o celular, abriu a conversa que Marco tinha passado o número mais cedo e digitou devagar, a buceta ainda latejando contra o lençol:
“Ainda estou cheia de você. Amanhã de manhã ele sai pra call às oito. A porta dos fundos da suíte vai ficar destrancada. Quero que você me acorde com a boca na buceta e me foda de novo antes do café. Não me faça esperar, caseiro.”
Roxanne acordou com o sol entrando pela fresta da cortina e a buceta ainda pegajosa da porra seca de Marco. Trent já estava de pé, camisa amassada, laptop debaixo do braço.
— Vou pro deck de baixo. Sinal melhor. Não me chama.
A porta bateu. Roxanne ficou sozinha no quarto, o coração batendo forte. Olhou o celular: nenhuma resposta de Marco, só o visto. Levantou, tirou o robe, ficou nua. A porta dos fundos da suíte ao lado ainda destrancada, como combinado. Cruzou o corredor descalça, o cheiro de sexo da noite anterior grudado nela.
A suíte vazia estava aberta. Marco esperava encostado na parede, short preto, peito nu, o pau já marcado no tecido. Olhou ela de cima a baixo e sorriu.
— Chegou cedo, senhora. Achei que ia me fazer esperar.
Roxanne fechou a porta com o pé e foi direto nele. Beijou a boca quente, a língua pedindo, a mão descendo e apertando o volume grosso.
— Me acorda de verdade. Com a boca.
Marco a ergueu pela cintura e jogou na cama. Ajoelhou entre as pernas abertas dela, lambeu a buceta inchada sem pressa, a língua larga passando devagar nos lábios inchados, chupando o clitóris já duro. Roxanne arqueou as costas, os peitos pesados caindo pros lados, os dedos enfiados no cabelo curto dele.
— Assim… caralho, chupa essa puta casada…
Ele enfiu dois dedos fundo, curvos, batendo no ponto enquanto chupava forte. Roxanne gozou rápido, a coxa tremendo no ombro dele, liquidinho escorrendo pelo queixo de Marco. Ele não parou. Continuou lambendo, engolindo, até ela puxar o cabelo e gemer:
— Mete. Agora. Quero sentir esse pau grosso de novo.
Marco tirou o short. O pau saltou pesado, veias saltadas, a cabeça já brilhando. Ele se ajoelhou, abriu as pernas dela e enfiou de uma vez só, até o saco bater na bunda. Roxanne gritou, a buceta engolindo tudo, ainda frouxa e molhada da noite. Ele segurou os joelhos dela abertos e meteu duro, o colchão rangendo, a pele batendo molhada.
— Olha essa cara… marido lá embaixo trabalhando e a esposa aqui se engasgando no pau do caseiro — rosnou, dando uma palmada seca na coxa interna. — Mais fundo? Quer mais fundo, puta?
— Quero. Me fode até eu não conseguir caminhar.
Ele virou ela de lado, ergueu uma perna e enfiou de novo, o ângulo batendo direto no fundo. A outra mão agarrou o peito pesado, beliscando o mamilo enquanto metia. Roxanne gemia alto, a boca aberta, babando no travesseiro. Cada estocada fazia a bunda tremer. Marco cuspiu na mão e esfregou o cu dela, o dedo girando ali enquanto o pau martelava a buceta.
— Posso enfiar aqui também?
Ela olhou por cima do ombro, os olhos vidrados.
— Pode. Quero tudo. Me usa inteira.
Ele tirou o pau, babou grosso no cu apertado e empurrou a cabeça. Roxanne soltou um gemido longo, o corpo tensionando. Marco entrou devagar, centímetro por centímetro, até o pau sumir quase inteiro no cu quente dela. Começou a meter devagar, depois mais forte, a outra mão descendo pra esfregar o clitóris inchado. Roxanne gozou de novo, o cu contraindo no pau, a buceta esguichando no lençol.
— Porra… Marco… continua…
Ele puxou, virou ela de quatro e enfiou o pau na buceta de novo, o cu ainda aberto e brilhante. Meteu com raiva, a mão no cabelo puxando a cabeça pra trás. Roxanne empurrava a bunda pra trás, encontrando cada porrada, os peitos balançando pesados.
— Goza dentro de novo. Enche essa buceta casada.
Marco rosnou, agarrou os quadris e gozou fundo, jatos quentes pulsando, a porra vazando quando ele ainda metia devagar. Roxanne sentiu tudo escorrer pelas coxas, quente, sujo. Ele a puxou pra cima, a fez sentar no pau ainda semi-duro e chupar a própria porra misturada com o gosto dela. Ela obedeceu, a língua suja, gemendo.
Depois deitam suados. Marco beijou o pescoço dela, a mão ainda apertando a bunda.
— Amanhã de novo?
Roxanne riu baixo, o corpo mole, a buceta latejando aberta.
— Amanhã ele fica o dia todo. A gente pode…
A voz dela morreu. Do lado de fora, no corredor, passos. A voz de Trent, perto demais:
— Rox? Você tá aí? A call acabou cedo. Trouxe café.
O coração dela disparou. Marco se levantou rápido, pegou o short, sumiu pela porta dos fundos sem barulho. Roxanne ficou nua na cama da suíte vazia, a porra ainda escorrendo, o cheiro de sexo impregnado. Levantou cambaleando, vestiu o robe com as mãos trêmulas, saiu pelo corredor e entrou no próprio quarto segundos antes de Trent aparecer na porta com duas xícaras.
— Tava te procurando. Dormiu bem?
Ela sorriu amarelo, sentou na cama, as coxas fechadas apertando o líquido quente que ainda pingava.
— Dormi. Cansaço.
Trent beijou a testa dela, distraído, e voltou pro laptop. Roxanne ficou olhando a nuca dele. O corpo ainda latejava, satisfeito, mas algo frio subia pela barriga. O que ela tinha acabado de fazer. A porta destrancada. A voz dele no corredor. E se ele tivesse entrado? E se amanhã ele não saísse?
Ela passou a mão na buceta ainda inchada, sentiu a porra de Marco nos dedos e, pela primeira vez, o prazer deu lugar a um vazio estranho. Não era culpa pura. Era dúvida. Uma pergunta que não saía: até quando isso ia durar sem quebrar tudo? Olhou o celular. A mensagem antiga ainda aberta. Apagou devagar. Guardou o aparelho debaixo do travesseiro e ficou deitada de lado, ouvindo o marido digitar, o corpo sujo e o peito apertado, se perguntando se o próximo gozo ia valer o risco de perder o pouco que ainda restava.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Gente de verdade na cam, agora.
Assista grátis. Sem cartão, sem cadastro.
Ver ao vivo →Popular Collections
Browse Categories