Colheita Proibida: Ela se Rendeu ao Meu Melhor Amigo
O marido de 32 anos assiste excitado enquanto sua mulher de 29 se entrega completamente ao pau grosso do melhor amigo dele.
O cheiro de terra molhada e café fresco subia da varanda da fazenda em Minas Gerais quando Marcos estacionou a caminhonete no pátio de pedra. Trinta e quatro anos, um metro e noventa, ombros largos de quem ainda trabalhava no campo de vez em quando, ele desceu com aquela presença que sempre enchia qualquer ambiente. Lucas, trinta e dois, o abraçou forte, sentindo o contraste entre o próprio corpo mais magro e o peito largo do melhor amigo. Clara, vinte e nove, saiu da cozinha de vestido leve, o tecido grudando um pouco nas coxas pelo calor da tarde. Os seios cheios balançavam sem sutiã por baixo, e o sorriso dela foi direto demais para o rosto de Marcos.
— Demorou, hein, marmanjo — ela disse, chegando perto, beijando o rosto dele bem devagar, a boca quase roçando o canto dos lábios. — A fazenda tava precisando de homem de verdade por aqui.
Lucas sentiu o estômago revirar de um jeito quente. Ele sempre soube que a fantasia existia, escondida nas noites em que gozava sozinho imaginando Clara gemendo para outro. Agora, vendo os dedos dela demorarem no braço grosso de Marcos, a porra latejou dentro da calça.
Marcos riu baixo, a voz grave:
— Cuida, Clara. Seu marido tá me olhando como se eu fosse roubar a colheita inteira.
— E se for? — ela provocou, virando de lado de propósito, a bunda desenhada no tecido fino. — Você é alto demais pra essa casa. Dá vontade de subir em você.
Lucas engoliu seco. O amigo notou o olhar dele e ergueu uma sobrancelha, cúmplice sem dizer nada. O fim de semana mal começara e o ar já estava denso demais.
Eles andaram pela propriedade: o curral, a casa-sede antiga, o pomar. Clara ficava sempre entre os dois, mas o corpo dela gravitava para Marcos. Quando ele se abaixou para inspecionar uma cerca, ela passou a mão nas costas largas “só para tirar poeira”, os dedos escorregando mais baixo do que o necessário. Lucas viu o bulbo da própria ereção marcar a calça e não tentou esconder. Clara olhou de lado, lambeu o lábio inferior e sussurrou só para o marido:
— Tá duro só de me ver tocando nele, né? Seu safado.
À noite o jantar foi na mesa grande da sala, luz amarela dos abajures, garrafa de vinho tinto aberta. Todos sóbrios, olhos lúcidos, cada palavra carregada. Clara serviu a carne, o decote do vestido caindo o bastante para Marcos enxergar o começo dos seios. Ela não se importou. Pelo contrário: inclinou mais.
— Eu preciso falar uma coisa — disse de repente, a voz firme, olhando primeiro para Lucas e depois cravando os olhos escuros em Marcos. — Desde que te conheci, Marcos… eu sempre te achei muito mais macho que o meu marido. Mais homem. Mais pau. Desculpa, amor, mas é verdade. Quando você ri daquele jeito grave, eu molho a calcinha. Quando você aperta minha cintura “de brincadeira”, eu fico doida pra você me foder na minha frente.
O silêncio pesou só um segundo. Lucas sentiu o rosto queimar de vergonha e excitação misturadas. A confissão saiu da garganta dele rouca:
— Eu… eu fantasio com isso há anos. Em segredo. Quero te ver com outro. Quero ser humilhado. Quero assistir você gozar no pau grosso do Marcos enquanto eu fico menor, inútil, só olhando. Se você quiser… a gente decide junto. Você pode se entregar a ele. Eu quero.
Clara respirou fundo, os peitos subindo. Pegou a mão de Lucas e apertou, depois estendeu a outra para Marcos.
— Então tá decidido. Eu quero. Agora.
Marcos não pediu licença. Empurrou a cadeira para trás, a presença dominando a mesa, e falou baixo, sujo, direto:
— Olha só o corno confesso. Casado com essa putinha gostosa e ainda me entrega ela de bandeja. Clara, levanta essa saia. Quero ver se a calcinha já tá encharcada só de ouvir o marido te chamando de minha.
Ela obedeceu na hora, empinando a bunda na cadeira, puxando o tecido até a cintura. A calcinha preta colava na boceta, um fio brilhante de lubrificação escorrendo pela virilha. Marcos passou o polegar por cima do tecido molhado, pressionando o clitóris coberto, e ela soltou um gemido alto.
— Porra… já tá pingando. Lucas, olha pra isso. Sua mulher tá se esfregando na minha mão porque o pau dela — ele cutucou o volume enorme na própria calça — é o que ela sempre quis. Você deve ter um piruzinho manso, né, corno? Enquanto eu tenho essa piroca grossa pra dilatar essa xota casada.
Lucas engasgou, a mão tremendo na própria ereção por cima da calça. Clara olhava para o amigo com a boca entreaberta, as coxas abertas sem pudor.
— Fala mais — pediu ela, a voz embargada de tesão. — Humilha ele. Me deixa mais molhada.
Marcos se levantou, rodeou a mesa e parou atrás de Clara, puxando o cabelo dela para trás com uma mão enquanto a outra descia dentro da calcinha. Dois dedos grossos entraram fáceis, molhados, fazendo barulho obsceno. Ela arquejou, as unhas cravando na mesa.
— Escuta, Lucas: amanhã de manhã eu vou acordar essa puta com o pau na garganta. Vou foder a esposa do meu melhor amigo até ela esquecer seu nome. E você vai ficar no canto da cama, batendo uma no seu pauzinho, pedindo pra limpar a porra que eu jorrar dentro dela. Entendeu, corno?
— Entendi — Lucas respondeu, a voz falhando de excitação. — Fode ela. Usa ela.
Clara gozou ali mesmo nos dedos de Marcos, as pernas tremendo, a calcinha encharcada descendo pelas coxas quando ele puxou. O cheiro dela inundou a sala. Marcos lambeu os dedos na frente dos dois, o olhar escuro cravado em Lucas.
— Ainda não. Quero ela implorando de joelhos primeiro. E quero você pedindo. Agora beija a boca da sua mulher e sente o gosto da minha mão nela.
Lucas se inclinou, beijou Clara com fome, sentindo o sabor salgado e o tremor dela. Marcos observava, a mão grossa acariciando o próprio volume pela calça, já no comando absoluto daquilo que os três tinham acordado.
A noite na fazenda ainda ia longe. A cama grande do quarto principal esperava, as janelas abertas para o cheiro do mato, e nenhum deles pretendia dormir cedo. Clara já respirava ofegante, a mão buscando o cinto de Marcos, enquanto Lucas assistia, o coração martelando, a fantasia se tornando carne quente e proibida bem na sua frente.
Clara puxou o cinto de Marcos com as duas mãos ainda no corredor, o metal tilintando enquanto o couro se soltava. Os três entraram no quarto principal quase tropeçando; a cama de casal de madeira maciça dominava o espaço, lençóis brancos já meio bagunçados, janelas abertas deixando entrar o cheiro úmido do pasto e o canto distante de um grilo. Lucas arrastou a cadeira de palha até o pé da cama e sentou, pernas abertas, a calça ainda marcada pelo volume dolorido. Ele não tocou. Só olhou.
Marcos se virou para Clara, tirou a camisa num movimento só, revelando o peito peludo, o abdômen marcado de quem carregava saco de ração. O pau dele já pesava grosso dentro da calça, a cabeça marcando o tecido. Clara caiu de joelhos no tapete de sisal sem precisar de ordem. Puxou o zíper com os dentes, a língua saindo logo em seguida para lamber a mancha de pré-gozo que já escurecia o algodão da cueca. Quando o pau saltou livre — grosso, veias saltadas, a glande escura e brilhante —, ela soltou um gemido de fome e engoliu o máximo que coube.
— Porra, que grosso… — murmurou ela com a boca cheia, a saliva escorrendo pelo queixo enquanto chupava com força, a cabeça balançando. Os olhos pretos dela se cravaram em Lucas, o marido sentado a dois metros, as mãos apertando os braços da cadeira até os nós dos dedos ficarem brancos. Clara chupava devagar, fundo, depois rápido, a garganta fazendo barulho molhado cada vez que a cabeça gorda do pau de Marcos sumia. Ela puxava o ar pelo nariz, olhava o marido e sorria com os lábios esticados em volta da carne.
Marcos enfiou os dedos nos cabelos dela, segurando firme, mas deixando ela ditar o ritmo. — Olha pra ele enquanto mama, putinha. Mostra pro corno como você adora essa piroca que não é dele.
Clara obedeceu. A cada golinha funda ela mantinha o olhar preso em Lucas. A boceta dela pingava no chão, a calcinha preta já descida até os tornozelos. Lucas sentia o próprio pau latejar dentro da calça, mas não mexeu um dedo. A humilhação queimava gostoso na barriga: sua mulher de vinte e nove anos ajoelhada no quarto deles, engasgando no pau do melhor amigo de trinta e quatro, e ele só assistindo como um cão treinado.
Marcos puxou o cabelo dela para trás, o pau saindo da boca com um fio grosso de saliva. — Agora de quatro na cama. Quero foder essa xota casada direito.
Clara subiu na cama rápido, ajoelhou, empinou a bunda gorda e abriu as pernas. Marcos subiu atrás, ajoelhou também, posicionou a cabeça gorda na entrada molhada e enfiou de uma vez só. O gemido dela encheu o quarto:
— Aaaaah, caralho… é muito maior… o pau do seu amigo é muito maior que o seu, Lucas! Tá me abrindo todinha…
Marcos bateu forte na bunda dela, a palma estalando a pele clara, deixando a marca vermelha. Outro tapa. Outro. Clara gritava a cada estalo, empurrando o corpo para trás, engolindo o pau grosso até o saco bater na boceta.
— Mais fundo, Marcos… fode a esposa do seu amigo… porra, que pau grosso… Lucas, olha como ele me come! Olha o tamanho dessa porra entrando em mim!
Marcos segurou a cintura dela com as duas mãos e meteu com força, o som molhado e obsceno ecoando. — Sua vadia do amigo. Essa boceta agora é minha. O corno aí só serve pra assistir.
Ele tirou o pau, virou Clara de lado num movimento bruto, ergueu a perna dela até o peito dela e enfiou de novo, mais fundo ainda. Nessa posição o pau sumia quase inteiro a cada estocada. Clara gemia alto, a boca aberta, os seios balançando.
— Vadia do Marcos… fala pra ele — mandou o amigo, metendo fundo, o saco batendo na coxa dela.
— Sou a vadia do seu amigo! — ela gritou, olhando direto para Lucas. — O pau dele me fode melhor… é mais grosso… me enche todinha… ah, porra, vai gozar dentro… enche essa boceta casada…
Marcos rosnou, as estocadas ficando irregulares, profundas. Empurrou até o fundo e gozou com um grunhido baixo, jorrando porra quente dentro dela em jatos longos. Clara veio junto, o corpo tremendo, a boceta apertando o pau dele em espasmos, esguichando um pouco em volta da base. Marcos ficou enterrado até o fim, pulsando, enquanto Lucas assistia tudo — as mãos ainda nos braços da cadeira, o pau latejando esquecido dentro da calça, o rosto vermelho de vergonha e tesão puro. Ele não tocou. Não se atreveu. Só viu a mulher dele ser preenchida pelo melhor amigo.
Quando Marcos tirou o pau, um fio grosso de porra branca escorreu da boceta inchada de Clara, descendo pela coxa. Ela ainda ofegava, o peito subindo e descendo rápido. Virou o rosto, puxou Marcos pela nuca e beijou a boca dele com fome possessiva, a língua entrando fundo, lambendo os dentes, chupando o lábio inferior como se quisesse marcar território. O beijo durou longo, molhado, enquanto a porra continuava pingando.
Ela soltou a boca de Marcos só o suficiente para falar, a voz rouca, olhando Lucas de cima:
— Agora eu só quero gozar com o pau dele, Lucas. Só com esse pau grosso. O seu não me basta mais. Vem aqui. Lambe. Limpa tudo que o Marcos deixou dentro de mim.
Lucas engoliu seco, o coração batendo na garganta. Levantou da cadeira com as pernas moles, subiu na cama de joelho e enfiou o rosto entre as coxas da mulher. A língua dele encontrou a boceta quente, inchada, o gosto salgado e amargo da porra de Marcos misturado com o gosto dela. Ele lambeu fundo, engolindo o creampie que escorria, a língua entrando no buraco para sugar o que ainda restava. Clara gemeu baixo, os dedos nos cabelos do marido, empurrando a cara dele contra a boceta.
— Isso, corno… limpa bem. Mama a porra do seu amigo pra fora da sua mulher.
Marcos ficou em pé ao lado da cama, o pau ainda semi-duro e brilhante, e riu — uma risada grave, satisfeita, olhando Lucas ajoelhado e chupando a porra dele. — Olha só o marido dedicadinho. Vai se acostumar, hein. Toda vez que eu vier pra fazenda isso aqui vai ser o cardápio.
Clara puxou Lucas pelo cabelo, fez ele olhar para ela enquanto a boca ainda pingava porra. — É isso. Novo normal. Quando o Marcos visitar, eu me entrego pra ele. Você assiste. Você limpa. E eu gozo só no pau dele. Combinado?
Lucas sorriu torto, a boca suja, a excitação ainda latejando sem alívio. — Combinado.
Marcos riu de novo, passando a mão grossa no cabelo de Clara com posse. Os três sabiam que a colheita daquela noite tinha mudado tudo para sempre.
A partir daquela madrugada, o melhor amigo passou a colher o que o marido plantou.
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