Toque Amigo que Virou Tesão no Vestuário

A entregadora de 41 anos, Carmen, seduz o jovem entregador de 22 e vira uma foda selvagem no provador da sala.

12 min read September 10, 2026New

Dante, o jovem entregador de 22 anos, encostou a moto na calçada em frente à casa de Carmen e ajustou o pacote pesado de roupas novas que ela havia comprado. O sol da tarde deixava tudo mais quente, e ele já suava por baixo da camiseta justa que marcava o peito definido de quem carregava caixas o dia inteiro. Ele tocou a campainha, o coração acelerando um pouco mais do que o normal. Carmen era a dona de uma loja de roupas no centro, uma divorciada de 41 anos que sempre o recebia com aquele sorriso que parecia prometer mais do que simples assinatura de entrega.

A porta se abriu e lá estava ela, vestindo apenas um robe curto de seda preta, decotado até quase o umbigo. O tecido fino mal cobria as coxas grossas e bronzeadas, e o decote revelava metade dos seios pesados, redondos, com uma pele macia que brilhava levemente de creme corporal. Carmen tinha quadris largos, cintura ainda marcada apesar da idade, e um olhar de quem sabia exatamente o poder que exercia. Seus cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros, e o robe parecia prestes a escorregar a qualquer movimento.

— Oi, Dante. Que rapidez hoje, hein? — disse ela, a voz rouca e doce ao mesmo tempo, pegando o pacote mas sem sair da porta. Seus olhos desceram pelo corpo dele, parando um segundo a mais na virilha. — Entra um pouco. Eu não confio nesse espelho da sala sozinho pra experimentar as peças novas. Preciso de olhos jovens e sinceros pra me dizer se ainda fico gostosa nelas. Você me ajuda?

Dante sentiu o sangue ferver. O convite era direto demais. Ele sempre fantasiava com aquela MILF divorciada quando passava por ali — imaginava aqueles peitos balançando, a bunda empinada, a forma como ela devia gemer. Agora ela estava praticamente nua na frente dele, o robe se abrindo um pouco mais e mostrando a curva inferior de um mamilo escuro. O pau dele respondeu imediatamente, engrossando dentro da calça de entrega.

— Se a senhora quiser… claro, Carmen. Eu tenho um tempo — respondeu ele, entrando na sala ampla. O ambiente era improvisado como provador: três espelhos altos encostados na parede, um sofá de couro largo, luz natural entrando pelas cortinas finas. O ar cheirava a perfume feminino caro e algo mais — desejo já no ar.

Carmen fechou a porta e trancou. O clique soou alto. Ela rasgou o pacote ali mesmo, tirando uma saia preta justa de couro sintético e um top branco quase transparente. Seus movimentos eram lentos, deliberados. O robe escorregou de um ombro, revelando um seio inteiro por um segundo antes que ela o ajeitasse com um sorriso safado.

— Me vira de costas um pouco, vai? — pediu ela, deixando o robe cair completamente aos seus pés. Agora estava nua, corpo maduro e cheio de curvas exposto sem vergonha. Os seios grandes pendiam pesados, mamilos já duros como pedrinhas. A buceta era depilada, os lábios inchados e com um brilho sutil de excitação. Dante ficou parado, o volume na calça crescendo de forma óbvia, uma barra grossa marcando o tecido.

Ela vestiu a saia primeiro. O couro subiu devagar pelas coxas, apertando a carne macia até abraçar a bunda redonda como uma luva. Depois o top transparente, que não escondia nada — os mamilos escuros apareciam claramente através do tecido fino. Carmen se olhou no espelho, mas logo virou de frente para ele, passando as mãos devagar pelo corpo. Acariciou os seios por cima do top, apertou-os juntos, desceu os dedos pela barriga até a barra da saia, levantando um pouco para mostrar que não usava nada por baixo.

— E então, Dante? — perguntou ela, voz baixa, quase um ronronar. — Você acha que uma mulher de 41 anos ainda dá tesão? Olha pra mim… olha como minha buceta já está molhada só de ver esse volume na sua calça. Você tá duro pra caralho, né? Eu percebi desde que abri a porta.

O jovem entregador respirava pesado. O pau latejava, preso e dolorido. Ele não aguentava mais fingir.

— Carmen… porra, você é a mulher mais gostosa que eu já vi. Eu sempre fantasiava com você. Toda vez que entregava algo aqui, eu ia pra casa e batia uma punheta pensando nessa bunda, nesses peitos… sonhava em te comer bem forte. Você ainda dá tesão pra caralho. Mais do que qualquer menina da minha idade.

O sorriso dela se abriu, safado e vitorioso. Os olhos brilharam. Sem dizer mais nada, Carmen deixou a saia e o top caírem no chão, ficando completamente nua. Ela deu dois passos, agarrou o cinto dele com força e puxou, abrindo a fivela com dedos ágeis.

— Então vamos parar de conversa e foder logo, Dante. Eu quero esse pau grosso dentro de mim agora. Aqui mesmo, no meu provador da sala. Eu tô encharcada, olha — ela pegou a mão dele e levou até sua buceta, esfregando os dedos nos lábios molhados. — Sente como eu tô melada por você, menino.

Ele gemeu, apertando dois dedos dentro dela. Os dois admitiram sem filtro:

— Eu quero te comer desde a primeira vez que te vi — confessou Dante, voz rouca. — Então me come, entregador. Me fode como você fantasiava. Sem piedade — respondeu Carmen, já puxando a calça dele para baixo.

O pau grosso saltou para fora, pesado, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Carmen se ajoelhou no tapete macio, olhando nos olhos dele enquanto abria a boca. Ela lambeu toda a extensão, devagar, depois engoliu a cabeça com fome. A boca quente, molhada, deslizou pelo pau, babando sem controle. Saliva escorria pelos cantos dos lábios, descia pelo queixo e pingava nos seios grandes. Ela engolia fundo, garganta apertando a rola, engasgando um pouco mas continuando, olhos fixos nos dele o tempo todo. O barulho era obsceno — gluck, gluck, gluck — enquanto ela chupava com vontade, uma mão massageando as bolas pesadas.

Dante segurava a cabeça dela, quadril mexendo devagar, fodendo a boca da MILF. “Caralho, essa safada mama melhor que qualquer uma”, pensou ele, sentindo o calor subir.

Depois de minutos daquela mamada gulosa, ele a puxou para cima, virou-a e a colocou de quatro no sofá. A bunda redonda e madura empinada para ele era uma visão perfeita. Ele cuspiu na mão, esfregou o pau e meteu tudo de uma vez na buceta encharcada. Carmen soltou um gemido alto, longo.

— Ai, que pauzão… me arromba, Dante!

Ele começou a meter com força, estocadas profundas e rápidas. O som molhado de buceta sendo fodida enchia a sala. Ele dava tapas fortes na bunda, a carne tremendo a cada tapa.

— Toma, sua safada madura! Essa buceta gulosa tá apertando meu caralho todo. Você gosta de levar rola de jovem, né? Diz pra mim!

— Gosto! Eu sou uma vadia madura louca por pau novo! Me bate mais, vai! — gritava ela, empinando o rabo, gozando pela primeira vez com o pau dentro, esguichando um pouco nos pelos da coxa dele.

Dante virou ela de frente, levantou uma perna dela bem alta, quase encostando no ombro, e meteu de lado, bem fundo. Nessa posição ele via tudo: o pau entrando e saindo brilhando de mel, os peitos grandes balançando a cada estocada. Ele apertava um seio com força, beliscava o mamilo duro, chupava o outro enquanto fodia sem parar. O suor dos dois se misturava. Carmen estava vermelha, olhos revirados, gemendo sem parar.

— Tô gozando de novo… não para, por favor… me enche de porra!

Ele acelerou, sentindo as bolas apertarem. Com um rugido, Dante gozou forte, jatos grossos e quentes invadindo fundo a buceta da MILF. Carmen gritou de prazer, o corpo convulsionando, buceta ordenhando cada gota enquanto gozava junto, unhas cravadas nas costas dele.

Ainda ofegantes, suados, colados um no outro no sofá, Carmen puxou Dante pela nuca e deu um beijo molhado, línguas se enrolando devagar, trocando saliva e gemidos baixos. Ela mordeu o lábio inferior dele e sussurrou, ainda sentindo o pau meio duro dentro dela:

— Agora você vai ter que entregar esse “pacote” toda…

O som de uma mensagem chegando no celular dela interrompeu a frase. Era Simone, sua sócia na loja, avisando que estava a cinco minutos dali para ver as peças novas e discutir a vitrine. Carmen sorriu com malícia, apertando a buceta ao redor do pau dele mais uma vez, sem deixar ele sair ainda. O olhar dela deixava claro que aquilo estava apenas começando, que o entregador ia ter muito mais trabalho pela frente — talvez até com plateia. Ela lambeu o pescoço suado dele e murmurou:

— Fica quietinho. A gente ainda não terminou aqui.

A campainha ecoou pela sala como um aviso perigoso, mas Carmen não saiu de cima dele. Pelo contrário, ela cravou as unhas nas costas suadas de Dante e rebolou o quadril devagar, sentindo o pau do garoto de 22 anos endurecer outra vez dentro da buceta ainda cheia de porra. O creme quente dele misturado com o mel dela escorria pelos bagos pesados e pingava no sofá de couro.

— Fica quietinho, porra — sussurrou ela no ouvido dele, a voz rouca de quem ainda sentia o latejar do orgasmo anterior. — Essa buceta gulosa ainda não terminou de mamar seu caralho. Você vai ficar bem fundo enquanto a Simone entra.

Dante apertou a carne macia da bunda madura dela, o coração martelando. “Caralho, se a sócia dela me vê assim, cravado até o talo nessa MILF de 41 anos, tá fudido”, pensou ele. Mas o corpo traía. O pau inchou, veias pulsando, empurrando as paredes quentes e meladas que o apertavam como uma boca viva. Carmen gemeu baixo, quase um ronronar, e lambeu o suor do pescoço dele enquanto gritava para a porta:

— Entra, Simone! Tá aberta. Tô aqui no provador experimentando as peças… e outras coisas.

A porta se abriu. Simone, a sócia de 39 anos, entrou carregando uma pasta de amostras, vestida com um vestido justo que marcava os quadris firmes de quem corria todo dia na esteira. Seus cabelos loiros curtos estavam perfeitos, mas o queixo caiu quando viu a cena: Carmen completamente nua, coxas grossas abertas, cavalgando devagar o pau grosso do entregador que ainda estava enterrado nela até o fundo. O cheiro de sexo já tomava conta da sala — porra, buceta molhada e suor jovem.

— Puta que pariu, Carmen… de novo? — disse Simone, mas o tom não era de choque. Era fome. Os olhos dela desceram direto para onde os corpos se conectavam, vendo o caralho grosso e brilhante de Dante aparecer e desaparecer devagar na fenda depilada da amiga. — Esse entregador de 22 anos tá te arrombando de novo e você nem esperou eu chegar? Safada do caralho.

Carmen riu, um riso safado que virou gemido quando ela desceu com força, engolindo o pau inteiro. Os seios pesados balançaram, mamilos escuros duros como pedra.

— Tira essa roupa logo, Simone. Eu sei que você baba toda vez que ele entrega na loja. Olha o tamanho dessa rola… ainda tá latejando dentro de mim. Vem provar. Hoje ele vai comer nós duas até não aguentar mais.

Simone não hesitou. Jogou a pasta no chão, puxou o vestido pela cabeça e revelou o corpo maduro e definido: seios médios mas empinados, mamilos rosados, barriga plana e uma buceta já inchada por baixo da calcinha fina que ela arrancou em dois segundos. A calcinha estava encharcada. Ela se aproximou, agarrou o rosto de Carmen e enfiou a língua na boca da amiga enquanto esta continuava rebolando no colo de Dante.

Dante segurava a cintura larga de Carmen, sentindo cada contração da buceta dela. “Duas cornas maduras… uma cavalgando meu pau, a outra enfiando a língua na garganta dela. Hoje eu morro feliz”, pensou ele, e deu um tapa forte na bunda de Carmen. O estalo ecoou. A carne tremulou.

— Rebola mais forte, sua vadia de 41 anos — rosnou ele, a voz rouca. — Mostra pra sua sócia como essa buceta gulosa mama rola nova.

Carmen obedeceu, subindo até quase deixar a cabeça escapar e descendo com tudo, fazendo um barulho molhado obsceno. Simone se ajoelhou ao lado deles no sofá, segurou um dos seios pesados de Carmen e chupou o mamilo com fome, mordendo de leve. Depois desceu a mão e apertou os bagos de Dante, sentindo o quanto estavam cheios outra vez.

— Deixa eu provar essa mistura — murmurou Simone, empurrando Carmen para o lado.

Carmen saiu de cima com um gemido de protesto, um fio grosso de porra e mel escorrendo pela coxa bronzeada. Simone não perdeu tempo: abriu a boca e engoliu o pau de Dante até a garganta, sem piedade. O gosto da buceta da amiga misturado com a porra dele fez ela gemer alto. Gluck, gluck, gluck — o barulho molhado enchia a sala enquanto ela babava tudo, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios firmes.

— Caralho, que boca boa — grunhiu Dante, segurando os cabelos loiros curtos dela e fodendo sua garganta. — Chupa tudo, Simone. Limpa o caralho que tava na buceta da sua sócia.

Carmen não ficou parada. Sentou no encosto do sofá, abriu as pernas grossas bem na frente do rosto de Dante e puxou a cabeça dele.

— Come minha buceta enquanto ela mama você, entregador. Quero sua língua no meu grelo.

Ele obedeceu, enfiando a língua fundo na fenda melada, sugando a porra que ele mesmo tinha deixado ali minutos antes. O gosto salgado e quente o deixou ainda mais louco. Simone mamava com mais força, uma mão no próprio clitóris, se masturbando enquanto engolia a rola até as bolas.

Os três se moveram para o tapete, usando os três espelhos como plateia. Carmen ficou de quatro, bunda empinada, e Dante meteu nela de novo com tudo. O impacto fazia os seios pesados balançarem para frente e para trás. Simone se deitou debaixo dela, na posição sessenta e nove, e começou a chupar o clitóris da amiga enquanto a língua lambia o pau que entrava e saía da buceta encharcada. O barulho era nojento e delicioso: tapas de carne, gemidos abafados, som molhado de chupada e o ploc-ploc-ploc constante da foda.

— Ai, porra… lambe minha buceta enquanto ele me arromba, Simone! — gritava Carmen, empinando mais o rabo. — Sente o gosto da porra dele escorrendo na sua língua, safada.

Dante dava tapas fortes nas duas bundas que conseguia alcançar. A de Carmen tremia toda, vermelha. A de Simone era mais durinha, mas também ficava marcada.

— Vocês duas são duas putas maduras insaciáveis — rosnava ele, metendo cada vez mais fundo. — Buceta de 41 e buceta de 39 anos disputando meu pau. Toma, Carmen! Leva essa rola jovem até o fundo do seu útero!

Ele puxou o pau de dentro de Carmen e enfiou direto na boca de Simone, que engoliu tudo lambuzado. Depois voltou para a buceta da outra. Ficou alternando assim por longos minutos, fodendo uma, depois a outra, enquanto as duas se beijavam, chupavam os peitos uma da outra e gemiam como cadelas no cio.

Por fim, ele as colocou as duas de joelhos na frente dele, bem no centro do provador, cercados pelos espelhos que refletiam a cena de todos os ângulos. Carmen e Simone, duas mulheres maduras, suadas, marcas de tapas na bunda, bucetas vermelhas e escorrendo, línguas para fora como putas bem treinadas.

Dante batia a rola grossa na cara delas, esfregando a cabeça roxa nos lábios, na língua, nos narizes.

— Pedem, suas vadias. Pedem a porra.

— Goza na nossa cara, Dante — pediu Carmen, voz rouca, olhos vidrados. — Banha essas duas caras de MILF com sua porra quente de garoto de 22 anos.

Simone abriu mais a boca, puxando os seios para cima.

— Jorra tudo, entregador. Enche nossas línguas, nossos olhos, nossos cabelos. Quero sentir seu leitinho grosso escorrendo até meu queixo.

Ele acelerou a punheta, as bolas apertadas. O primeiro jato foi grosso, acertou direto na língua de Carmen. O segundo atravessou o rosto de Simone, pintando a bochecha e o olho. Ele rugiu, gozando sem parar, jatos longos e viscosos que cobriram as duas caras maduras até ficarem brilhando de porra. As duas abriram a boca, pegando o máximo possível, línguas se tocando enquanto o sêmen escorria entre elas.

Carmen olhou direto para ele, cara toda melada, uma gota grossa pendurada no queixo, e disse com a voz suja e final:

— Agora some daqui com essa moto, mas volta amanhã com outro pacote, porque essas duas bucetas maduras ainda vão ordenhar cada gota dessa rola nova até você não conseguir nem andar.

Rate this story

Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged blowjob doggy-style creampie spanking facial

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.