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Dare que Acordou o Desejo do Melhor Amigo Negro

Lucas, 28 anos, e seu amigo personal trainer negro Jamal, 30, acordam um desejo safado com um desafio que termina em sexo quente e gozo dentro.

10 min read October 02, 2026New

Lucas tinha vinte e oito anos e trabalhava como designer gráfico num estúdio pequeno no centro. Depois do jogo de futebol com a galera, ele e Jamal voltaram pro apartamento dele, ainda suados, camisas grudadas no corpo, rindo das jogadas cagadas do time. Jamal, trinta anos, personal trainer, corpo largo de ombros, peito marcado sob a camiseta preta, pernas fortes que faziam a bermuda tremer a cada passo. Melhor amigo de anos. Aquele tipo de amizade que já tinha dormido no mesmo sofá, dividido pizza e segredo, mas nunca tinha atravessado a linha.

— Verdadeira ou desafio, porra — Jamal jogou no sofá, abrindo duas cervejas e empurrando uma pro Lucas. — Igual antigamente. Só que agora a gente é adulto pra valer.

Lucas riu, sentando do lado, a coxa quase tocando a do amigo. O ar-condicionado zumbia baixo. A televisão ligada num replay mudo do jogo.

— Vai. Eu começo. Verdade.

Jamal sorriu de canto, dentes brancos contrastando com a pele escura e lisa.

— Já fantasiou com pau grande de homem negro, Lucas? Beleza de verdade. Sem enrolação.

O silêncio caiu grosso. Lucas sentiu o rosto esquentar, o peito apertar. A brincadeira inocente virou faca. Ele olhou pro Jamal, viu o brilho safado nos olhos escuros, a forma como a mão grande descansava na própria coxa, os dedos tamborilando.

— Porra, Jamal…

— Responde. Ou é desafio.

Lucas engoliu seco. A curiosidade que ele empurrava há meses subiu na garganta, quente.

— Já. Mais de uma vez. Pensava… em volume, em cor, em como deve ser sentir aquilo na mão. Em você, às vezes. Sem querer. Depois do treino, quando você tirava a camisa e o suor escorria.

Jamal soltou um riso baixo, gutural, e se aproximou um pouco no sofá. O cheiro dele — sabonete barato misturado com suor de campo — invadiu o nariz de Lucas.

— Sabia. Sempre soube. Eu olhava pra esse corpo definido de designer de merda, essa bunda apertada na calça, e pensava: esse branquelo ia gostar de engasgar. Sempre tive tesão em você, Lucas. Desde que você começou a treinar comigo e a porra do seu peito ficou marcado.

A tensão virou fogo. Lucas sentiu o pau endurecer dentro da bermuda, o tecido puxando. Jamal passou a mão no braço dele, dedos ásperos deslizando até o cotovelo, depois descendo pra coxa, apertando de leve.

— Posso ver o volume? — Lucas falou baixo, voz rouca, excitado pra caralho. — O que você esconde aí.

Jamal não respondeu com palavra. Abriu o zíper devagar, puxou a bermuda e a cueca juntas. O pau negro saltou grosso, veias saltadas, cabeça larga e brilhante já molhada de pré-gozo. Enorme. Lucas engasgou só de olhar. Mais grosso que o próprio pulso, comprido o bastante pra fazer o estômago revirar de antecipação.

— Porra…

Jamal segurou o pau pela base, balançou devagar na frente do amigo.

— Vem cá.

O beijo veio quente, molhado, línguas se chocando. Lucas gemeu dentro da boca de Jamal, mãos subindo pelo peito duro, dedos apertando os mamilos escuros. Jamal puxou o cabelo dele, dominando o ângulo, mordendo o lábio inferior até doer gostoso. O desejo reprimido explodiu. Calças saindo, camisetas voando. Pele branca contra pele preta. Jamal era todo músculo e calor; Lucas magro-definido, peito liso, pau já pingando.

— Ajoelha — Jamal mandou, voz grossa. — Chupa essa rola preta que você fantasiava.

Lucas desceu de joelho no tapete, entre as pernas abertas do amigo. Segurou o pau com as duas mãos, sentiu o peso quente, a pele macia sobre ferro. Lambeu a cabeça larga, saboreando o gosto salgado, depois engoliu o máximo que deu. A boca esticou, baba escorreu pelo queixo. Jamal segurou a cabeça dele com as duas mãos grandes e começou a meter devagar, sentindo a garganta se abrir.

— Isso, branquelo. Adora rola preta, né? Olha como engole. Mais fundo. Suga essa porra.

Lucas lambeu as bolas pesadas, voltou pro pau, chupou com fome, olhos marejados, cuspe pingando no peito. Jamal gemía baixo, quadril empurrando, sujando a boca dele de pré-gozo. O cheiro era macho puro, suor e tesão.

— Levanta. Sofá. De quatro.

Lucas subiu no sofá, joelho e mão cravados no estofado, bunda pra cima. Jamal cuspiu na mão, passou o dedão grosso no cu apertado, massagou, enfiou devagar até a juntura. Lucas gemeu alto, empurrando pra trás.

— Relaxa. Vai entrar inteiro.

Jamal posicionou a cabeça larga, empurrou. A entrada ardeu, esticou, cedeu. O pau negro sumiu centímetro por centímetro dentro do cu branco, até o saco bater na bunda. Lucas ofegava, testa no sofá, mãos apertando o tecido.

— Porra, Jamal… tão grande…

— Aguenta. Você pediu.

Jamal segurou a cintura dele e começou a foder. Estocadas longas, fundo, o pau saindo quase inteiro e enfiando de novo com força. O som molhado de pele batendo pele encheu a sala. Lucas gritava gemido atrás de gemido, pau balançando sem toque, pingando no sofá. Jamal puxava o cabelo dele pra trás, curvando a coluna, metendo mais fundo ainda.

— Toma essa rola preta. Branquelo safado. Seu cu abraça gostoso.

Depois de minutos brutais, Jamal se sentou no sofá, pau empinado e brilhando de saliva e lubrificante natural. Puxou Lucas pro colo, de frente. Lucas abriu as pernas, guiou o pau de novo pra dentro e desceu de uma vez, gemendo agudo quando sentiu o volume abrir tudo outra vez. Começou a cavalgar. Sobe e desce. Jamal segurava a bunda dele com as duas mãos, abrindo as nádegas, ajudando a cravar fundo. Beijos molhados, língua, dente no pescoço. Lucas rebolava, o pau próprio esfregando no abdômen definido de Jamal.

— Mais forte — Lucas pediu, voz falhando. — Me fode direito.

Jamal segurou ele pela cintura e começou a estocar de baixo pra cima, brutal, o sofá rangendo. Cada investida fazia o pau bater no ponto certo. Lucas gozou primeiro, sem mão, jatos brancos sujando o peito escuro de Jamal, o corpo inteiro tremendo. Jamal não parou. Continuou metendo, agora mais lento, profundo, beijando a boca aberta do amigo enquanto o cu apertava em espasmo.

— Vou gozar dentro — avisou, voz rouca. — Quer?

— Quero. Enche.

Jamal cravou fundo, gemeu grosso contra o pescoço de Lucas e gozou. Jatos quentes, espessos, enchendo o cu. Lucas sentiu cada pulsação, o excesso escorrendo pela coxa quando Jamal ainda metia devagar, esvaziando tudo.

Ficaram abraçados um tempo, suados, ofegantes, o pau ainda dentro, amolecendo devagar. Depois Jamal puxou ele pro banheiro. O chuveiro quente caiu nos dois. Riram, se beijaram com carinho agora, mãos deslizando pelas costas molhadas, sabão escorrendo entre os corpos. Jamal lavou o cu de Lucas com dedos gentis, beijou a nuca.

— Isso foi só o começo, né? — murmurou contra a orelha.

Na cozinha, Jamal de toalha na cintura preparava um lanche rápido — pão, ovo, queijo derretendo na frigideira — enquanto Lucas, só de cueva, o corpo ainda marcado de chupões e o cu latejando gostoso, sentava no banquinho da bancada. O excesso de porra ainda escorria um pouco, quente.

— Eu admito — Lucas falou, voz baixa, olhando o amigo mexer a panela. — Sempre quis isso. E agora… não sei se consigo fingir que a gente é só amigo de novo. Você me fodeu e eu quero de novo. Hoje. Amanhã. Quero sentir essa porra escorrendo de novo.

Jamal sorriu de lado, virou o ovo, chegou perto e beijou a boca dele, demorado, sujo de desejo que ainda não tinha acabado.

— Então come esse lanche. Porque daqui a pouco eu vou te jogar na cama e abrir esse cu de novo. E dessa vez a gente não para até o sol nascer.

Lucas mordeu o pão quente, o ovo escorrendo pela boca enquanto o excesso de porra de Jamal ainda pingava quente pela coxa interna, manchando a cueca. Cada mastigada fazia o cu latejar, lembrando do pau grosso que tinha arrombado ele minutos antes. Jamal comia de pé, a toalha escorregando baixo demais na cintura, o volume já endurecendo de novo sob o tecido. Os olhos escuros não saíam do corpo branco marcado de chupões.

— Olha pra você, branquelo. Ainda pingando a porra preta e já de pau duro de novo. — Jamal passou a língua nos dentes, se aproximou e enfiou dois dedos grossos na cueca de Lucas, coletando o gozo que escorria e metendo os dedos sujos na boca do amigo. — Chupa. Prove o que eu deixei dentro.

Lucas engoliu os dedos até a base, lambendo o gosto salgado e amargo da própria mistura. O pau latejou forte. Ele pensou em como aquele corpo negro de personal trainer — ombros largos, peito de aço, coxas que podiam esmagar — tinha fudido ele sem piedade e ainda queria mais. A amizade de anos virara foda sem freio, e ele não queria freio nenhum.

Jamal puxou a toalha, o pau negro já ereto de novo, veias pulando, cabeça inchada brilhando. Segurou o cabelo de Lucas e enfiou a rola na boca dele ali mesmo na bancada.

— Continua comendo enquanto chupa, porra. Quero ver essa boca suja de ovo e de porra.

Lucas mordeu mais um pedaço do sanduíche, mastigou bagunçado, e engoliu o pau ao mesmo tempo. Baba e gema escorriam pelo queixo. Jamal metia fundo, o saco batendo no rosto, o cheiro de macho e fritura misturado. Lucas sentia a garganta abrir, os olhos marejando, o cu contraído lembrando do volume que ainda doía gostoso. Pensava: quero essa rola me arrebentando a noite inteira.

Jamal puxou ele pelo cabelo, cuspiu na cara e mandou:

— Cama. Agora. Vou abrir esse cu até você não conseguir fechar as pernas.

No quarto, a cama bagunçada recebeu os dois. Jamal jogou Lucas de bruços, puxou a cueca pra baixo e espalhou as nádegas brancas. Cuspiu direto no cu rosado, ainda meio aberto e sujo de gozo. Enfiou a língua grossa, chupando o buraco, limpando e lambendo ao mesmo tempo. Lucas gemeu alto, empurrando a bunda pra trás, o pau esfregando no lençol.

— Que gosto de porra preta no seu rabo branco. Safado pra caralho. — Jamal subiu, posicionou a cabeça larga e cravou de uma vez só. O pau sumiu inteiro, o saco batendo seco. Lucas gritou, o corpo tremendo, o volume abrindo tudo de novo.

Jamal fodeu sem dó. Estocadas longas e brutais, o colchão rangendo, a cama batendo na parede. Cada metida fazia o pau negro sumir até o fundo, esticando o cu, forçando o ponto que fazia Lucas babar no travesseiro. Mãos grandes seguravam a cintura magra, dedos cravando marca.

— Toma, designer de merda. Seu cu foi feito pra rola preta. Aperta. Isso. Chupa com o rabo.

Lucas rebolava de volta, pedindo mais forte. O pau dele batia contra a barriga, pingando pré-gozo. Jamal puxou o cabelo, forçou a cabeça pra trás e cuspiu na boca aberta.

— Fala o que você é.

— Sou o branquelo safado que adora pau preto grosso no cu… porra, Jamal, me fode mais fundo!

Jamal virou ele de lado, ergueu uma perna e enfiou de novo, agora vendo o rosto. Beijos molhados, dentes no lábio, língua invadindo. A mão grande apertava o pescoço de leve, o polegar no maxilar, enquanto o pau martelava o cu. O som molhado de peitos batendo, de saco molhado contra bunda, enchia o quarto. Lucas gozou de novo sem tocar, jatos brancos sujando a barriga e o peito de Jamal, o cu pulsando apertado em volta da rola.

Jamal não parou. Continuou metendo no espasmo, mais devagar agora, mas fundo pra caralho, sentindo cada contração.

— Ainda não. Vou gozar de novo dentro. Quero encher esse rabo até vazar pelo colchão.

Ele puxou Lucas pra cima, montou ele de costas no colo, de costas pra ele, e fez o amigo descer no pau. Lucas abriu as pernas, o cu engolindo tudo de novo. Jamal segurou as coxas e fodeu de baixo pra cima, bruto, o peito negro colado nas costas brancas. Mãos subindo pro peito de Lucas, apertando mamilos, descendo pro pau ainda sensível e masturbando forte enquanto metia.

— Olha esse volume preto sumindo no seu cu. Branquelo puta. Seu rabo não larga mais.

Lucas rebolava desesperado, o gozo anterior escorrendo e misturando com a saliva e o lubrificante natural. O cheiro de sexo, suor e porra dominava. Ele pensava só em ser arrombado, em sentir aqueles jatos quentes de novo, em acordar ainda cheio.

Jamal gemeu grosso, cravou até o saco e explodiu. Porra quente, grossa, jato atrás de jato enchendo o cu. Lucas sentiu o excesso já começar a vazar, escorrendo pelas bolas de Jamal e pingando no lençol. Jamal ainda metia lento, esvaziando tudo, o pau latejando dentro.

Mas não parou. Puxou o pau para fora, virou Lucas de quatro de novo e enfiou a língua no cu gozado, chupando a porra que escorria, cuspiu de volta e meteu os dedos. Depois subiu e fodeu de novo, o pau ainda meio duro se recuperando rápido. Mais estocadas, mais porra sendo empurrada fundo.

— Ainda tem espaço. Vou botar mais.

Lucas pediu com a voz rouca, o cu latejando aberto:

— Enche de novo. Quero pingar essa porra preta o dia todo.

Jamal fodeu até gozar a terceira vez, jatos fortes, o corpo tremendo, o pau negro profundamente enterrado. Puxou para fora de uma vez, viu o cu branco aberto, avermelhado, vomitando porra branca e grossa que escorria em fios longos pela coxa, pingando no colchão numa poça suja. Segurou a bunda aberta e cuspiu no buraco de novo.

Lucas se virou, deitou de costas com as pernas abertas, o cu ainda pulsando e vazando, o pau mole mas ainda sujo. Jamal se ajoelhou entre as coxas, masturbou o pau negro grosso e sujo de porra e cu, e gozou a última carga direto na cara e na boca de Lucas, jatos quentes cobrindo lábios, língua e queixo. Lucas engoliu o que pôde, a língua pra fora, o resto escorrendo pelo pescoço até o peito.

Jamal esfregou a cabeça do pau na boca aberta, sujando mais, e falou baixo, voz grossa de prazer:

— Seu cu branco tá arrombado e vazando porra preta pra caralho, branquelo puta do caralho, e amanhã eu vou enfiar de novo até você cagar leite.

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