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Máscara e Tesão no Provador do Alfaiate

Uma branca de 28 anos casada vai ao alfaiate nigeriano Jamal, 42, e acaba sendo fodida com força no provador por um pau preto enorme.

11 min read September 26, 2026New

Eu entrei na alfaiataria no centro de São Paulo com o terno do meu marido dobrado no braço e a boca seca de nervoso. Vinte e oito anos, branca, brasileira, recém-casada e com a buceta latejando de insatisfação há meses. O casamento tinha sido bonito no papel. Na cama, Errol mal me tocava direito. Rápido, previsível, grosso de jeito nenhum. Eu queria ser arrebentada. Queria sentir peso, cheiro, volume. Queria ver minha pele clara marcada por mãos escuras.

A loja cheirava a lã boa, linho e um leve perfume de sândalo. Atrás do balcão, Jamal levantou o olhar. Nigeriano, quarenta e dois anos, alto pra caralho, ombros largos de quem carrega peso de verdade, peito largo sob a camisa branca abotoada até o meio, braços grossos de músculo trabalhado. A pele dele era escura, brilhante sob a luz amarela do salão. Quando falou, a voz grave rolou no peito como trovão longe, carregada daquele sotaque africano que me arrepiou inteira na hora.

— Boa tarde. Posso ajudar?

— Preciso ajustar o terno do meu marido — respondi, e a voz saiu mais rouca do que eu pretendia. — Ombros largos demais, mangas longas. Ele mal usa.

Jamal sorriu de canto, profissional, mas os olhos pretos desceram rápido pelo meu corpo: blusa justa, calça que marcava a bunda, salto. Ele pegou a fita métrica.

— Venha. Vou medir a senhora também. Por tabela. Assim o caimento fica certeiro se um dia quiser um blazer sob medida.

“Por tabela”. Que desculpa safada e deliciosa. Me levou até o espelho grande perto do provador. A fita deslizou pelos meus ombros, desceu pela cintura, contornou meus quadris. Quando passou pela bunda, a mão dele demorou um segundo a mais do que o necessário. Eu senti o calor da palma através do tecido. Meu peito apertou. O pau dele, eu juro que já pressentia, parecia marcado na calça escura — grosso, pesado, descansando contra a coxa.

— Fica quietinha — murmurou, a boca perto da minha orelha. — Assim eu pego direito.

Arrepiei toda. O sotaque dele enrolava as palavras em português com um resíduo de inglês que me deixava molhada. Eu olhava pro espelho e via a diferença: eu branquinha, pequenininha perto dele, e ele negro, enorme, profissional demais pra ser inocente. A fita apertou um pouco mais na cintura e eu soltei um suspiro baixo. Jamal ergueu uma sobrancelha.

— Tá nervosa?

— Tô com calor — menti, e ele soube.

Ele me levou pro provador apertado no fundo da loja. Cortinas pesadas, espelho de corpo inteiro, cheiro de tecido novo. Eu entrei com o paletó do meu marido nas mãos. Jamal entrou atrás, fechou a cortina só pela metade primeiro, depois puxou até o fim quando me viu enfiando os braços nas mangas.

— Deixa eu ajeitar — disse.

Ficamos frente a frente no espelho. Ele puxou o tecido pelos meus ombros, as mãos grandes descendo pelas costuras. Nossos olhares se cruzaram no reflexo. Eu não aguentei.

— Suas mãos são enormes — falei, franca, a voz embargada de tesão. — Parece que você quebra uma pessoa no meio se quiser. E você é forte pra caralho, Jamal. Dá pra ver.

Ele sorriu safado, os dentes brancos contrastando com a pele escura. Os dedos apertaram de leve minha cintura por cima do paletó.

— E essa sua bunda branca fica deliciosa nessa calça justa. Parece que tá pedindo pra ser agarrada. Pedindo pra levar porra.

O ar sumiu do meu peito. Eu virei o corpo, enfrentei ele de verdade. O tesão subiu como febre. Puxei ele pelo cinto, sentindo o metal frio e o calor do corpo por baixo. Abaquei a voz.

— Eu nunca senti um pau preto grosso de verdade. Quero sentir. Quero que você me foda com vontade. Agora. Aqui.

Jamal soltou um riso baixo, grave, e a mão dele foi direto pro meu queixo, segurando firme.

— Então eu vou te foder com vontade mesmo, branquinha. Tranca essa porta.

Eu girei a chave. O click ecoou. No segundo seguinte ele me virou de frente pro espelho, me prendeu contra o corpo dele. A boca quente no meu pescoço, a barba roçando. As mãos desceram, desabotoaram minha calça, puxaram junto com a calcinha até as coxas. O ar frio bateu na minha buceta já encharcada. Ele lambeu dois dedos e enfiaou fundo, abrindo, sentindo o quanto eu estava pronta.

— Olha pra você — falou no meu ouvido, sujo, misturando português com inglês grosso. — White little pussy already dripping. Vai engolir meu cacete inteiro.

Ouvi o barulho do cinto, o zíper. Quando senti o pau dele bater na minha bunda, quase gozei só do peso. Era grosso pra porra, quente, veias saltadas, a cabeça larga e escura brilhando de pré-porra. Jamal me empurrou pra frente, me obrigou a ficar de quatro apoiada no banquinho baixo do provador, cabelos agarrados num punho firme. Enfiou de uma vez só, sem dó, abrindo minha buceta branquinha até o fundo. Eu gritei baixo no tecido do paletó, a dor gostosa virando prazer imediato. Ele meteu com força, o som molhado da pele batendo, as bolas pesadas batendo na minha clitóris a cada estocada.

— Toma, porra — rosnava. — Essa buceta casada engolindo meu pau preto. Olha no espelho. Vê como você fica.

Eu olhei. Vi meu rosto vermelho, a boca aberta, os peitos balançando. Vi a diferença absurda: meu corpo claro sendo fudido por aquele negro musculoso, o pau enorme sumindo e aparecendo coberto do meu mel. Ele puxava meu cabelo mais pra trás, me obrigando a arquear, e metia fundo, fundo, fundo, até eu sentir no estômago.

Depois me levantou como se eu não pesasse nada. Sentou no banquinho, me puxou pro colo de costas pra ele primeiro, depois me virou de frente. Meu corpo branco contrastava contra a pele negra dele de um jeito obsceno, delicioso. Eu descia no pau grosso, rebolando, sentindo cada centímetro me abrir. Jamal chupava meus mamilos com fome, lambendo, mordendo de leve, falando putaria direto na minha pele.

— Sua buceta branquinha tá engolindo todo o meu cacete enorme. Look at that. Stretching so pretty. Casada safada vindo no alfaiate pra levar pau de verdade. Eu vou te encher de porra, Danielle. Vai voltar pro seu marido fedendo a negro.

Eu gemia o nome dele, rebolava mais rápido, a buceta fazendo barulho obsceno. As mãos grandes dele agarravam minha bunda, abrindo, controlando o ritmo. Quando senti ele latejar lá dentro, ele me tirou do colo, me empurrou de joelhos no chão do provador. O pau brilhando de gozo meu, cheirando a sexo, roçando nos meus lábios.

— Chupa. Tira tudo.

Eu engoli o que coube, baba escorrendo pelo queixo, chupando com vontade, olhando nos olhos pretos dele. Masturbei minha clitóris com dois dedos, rápida, molhada, enquanto ele enfiava a cabeça larga na minha garganta. Quando ele gozou, foi grosso, quente, jorrando na minha língua, no fundo da boca, escorrendo pelos cantos. Eu engoli o que pude, o resto pingando. Gozei no mesmo instante, tremendo de joelho no chão, olhando pra ele, gemendo abafado em volta do pau ainda pulsando.

Fiquei ali uns segundos, ofegante, o gosto salgado e forte na boca. Limpei o canto dos lábios com o dedo, chupei o resto e me levantei. Beijei a boca dele, lenta, dividindo o gosto da porra. Jamal segurou minha nuca e devolveu o beijo com língua.

— Ajusta o terno do meu marido com capricho — pedi, a voz rouca, ainda trêmula. — Porque eu pretendo voltar. Mais de uma vez.

Ele sorriu aquele sorriso safado de novo, ainda semi-duro, o pau escuro brilhando contra a calça aberta. Passou o polegar no meu lábio inferior.

— Volta amanhã. Vou ter o blazer pronto. E vou ter tempo. Muito tempo pra te foder direito, sem pressa, até essa buceta branca não conseguir andar direito de volta pra casa.

Eu puxei a calça, ajeitei o cabelo no espelho. Minha calcinha estava encharcada, o cheiro de sexo impregnado na pele. Do lado de fora, a cidade seguia barulhenta. Lá dentro, o provador ainda cheirava a porra e a tecido caro. Guardei o número dele no celular antes de sair, o coração batendo forte, a buceta latejando, já inventando a desculpa pro Errol sobre o próximo “ajuste”.

Na porta, Jamal falou baixo, só pra mim:

— Quando voltar, vem sem calcinha. Quero te comer de novo antes mesmo de você provar qualquer coisa.

Eu saí na rua com as pernas moles e um sorriso que não conseguia esconder. O terno do meu marido ficaria perfeito. E eu também.

No dia seguinte eu acordei com a buceta latejando e as coxas grudadas de tanto que eu tinha me tocado de madrugada lembrando do gosto da porra dele. Cancelei tudo. Coloquei uma saia preta fácil de levantar, blusa sem sutiã e saí de casa sem calcinha, exatamente como Jamal mandou. O tecido da saia raspava nos lábios inchados a cada passo e eu já ia molhando a barra antes mesmo de chegar na Rua Augusta.

A alfaiataria estava vazia quando eu entrei. Ele trancou a porta da frente na minha cara, virou a plaquinha pra “fechado” e me olhou de cima a baixo com aquele sorriso safado que me fazia escorrer na hora.

— Branquinha obedeceu. Sem calcinha. Já tá pingando no chão da loja, safada?

Não aguentei. Empurrei ele pra trás do balcão, ajoelhei ali mesmo no tapete caro e abri a calça dele com a mão tremendo. O pau preto saltou pra fora, já semi-duro, pesado, cheirando a sabonete de homem e tesão puro. Engoli a cabeça larga de uma vez, baba escorrendo pelo queixo, chupando fundo até as bolas baterem no meu queixo. Jamal segurou minha cabeça com as duas mãos enormes e meteu na garganta sem piedade.

— Isso, engole tudo. Olha pra mim enquanto chupa esse cacete que te arrombou ontem.

Eu olhei. Os olhos pretos dele brilhavam. Ele gozou rápido na minha boca de tanto tesão acumulado, jatos quentes e grossos que eu engoli com barulho, mas continuou duro. Me levantou como boneca, me jogou em cima da mesa de corte, levantou a saia até a cintura e enterrou a língua na minha buceta sem aviso. Lambeu, chupou, enfiou a língua no cu enquanto dois dedos grossos abriam minha xota molhada. Eu gozei em menos de um minuto, esguichando no rosto escuro dele, gemendo alto demais pra uma loja no centro.

— Porra, Danielle… essa buceta branca esguicha gostoso. Agora vai levar pau de verdade.

Ele me virou de bruços em cima dos retalhos de linho, abriu minhas nádegas com as mãos enormes e enfiou de uma estocada só. O pau grosso abriu tudo, até o fundo, até eu sentir a cabeça batendo no colo do útero. Meteram com força, o barulho molhado ecoando no salão vazio, as bolas pesadas estalando na minha clitóris. Eu olhava o espelho torto do outro lado e via a cena obscena: minha bunda branca sendo açoitada pela pele preta, o pau negro sumindo inteiro, as marcas dos dedos dele já roxas na minha carne.

— Fala que ama pau preto — ele rosnava no meu ouvido, sotaque enrolado, foda-se o português certinho. — Fala que o marido fraco não chega nem perto.

— Amo pau preto… amo seu cacete enorme me arrombando… Errol nunca me fodeu assim… nunca… ai, caralho, mais fundo!

Ele me puxou pelo cabelo, me obrigou a ficar em pé, me enfiou de frente pro espelho grande e meteu por trás de novo, uma mão no meu pescoço, a outra esfregando minha clitóris com raiva. Cada estocada me levantava do chão. Eu batia a bunda nele, rebolando, pedindo porra, pedindo pra ele me encher. Quando senti ele latejar, ele seguiu metendo e gozou lá dentro, jatos quentes pintando minhas paredes, transbordando, escorrendo pela minha coxa e pingando no tapete. Eu gozei de novo só com a sensação de ser preenchida, tremendo, a vista embassada.

Mas ele não parou. Ainda duro, me carregou pro provador de novo, sentou no banquinho e me empaliou de frente. Minhas pernas abertas, pés no chão, eu subia e descia naquele pau preto enorme enquanto ele chupava meus peitos, mordia os mamilos, falava putaria sem parar.

— Olha no espelho como sua xota branca fica vermelha e aberta. Stretching so fucking pretty. Casada puta. Vou te foder até você esquecer o nome do otário que te botou aliança.

Eu rebolava, batia a bunda, sentia o gozo anterior virando espuma branca em volta do pau escuro. Ele enfiou o polegar no meu cu e eu gritei, gozei pela terceira vez, a buceta engolindo, contraindo, sugando cada veia. Jamal me tirou do colo, me colocou de quatro no chão de novo e meteu no cu de uma vez. A dor gostosa me fez chorar de tesão. Ele fodeu meu cu com a mesma força, cuspiu na minha bunda, agarrou meu cabelo e só parou quando gozou de novo, dessa vez enterrando fundo e jorrando quente dentro do meu rabo. Eu desabei, ofegante, o cu latejando, a buceta e o cu escorrendo a porra misturada dele.

Ficamos ali um tempo. Ele me limpou com um pedaço de linho caro, beijou minha boca com língua, me fez chupar o pau limpo de novo até ele amolecer um pouco. Depois me vestiu, ajeitou minha saia, passou a mão entre minhas pernas e empurrou o gozo que escorria de volta pra dentro da buceta.

— Vai pra casa assim. Fedendo a negro, cheia de porra. Quero que o seu marido sinta o cheiro quando você deitar do lado dele hoje.

Eu saí cambaleando. Na rua o sol batia forte, cada passo fazia mais porra escorrer e esfriar na minha coxa. Cheguei em casa no meio da tarde. Errol estava na sala, de terno, mexendo no notebook. Olhou pra mim, franziu o nariz, sorriu de um jeito estranho.

Contei tudo. Cada estocada, cada gozada, o gosto, o cheiro, o quanto a buceta dele nunca tinha me aberto daquele jeito. Falei olhando nos olhos, a saia ainda úmida, a voz rouca. Errol ficou calado um tempo, depois abaixou a calça. O pau dele estava duro pra caralho, mais duro do que eu tinha visto em meses. Me puxou pro sofá, lambeu a porra do Jamal que ainda escorria de mim, enfiou o pau no meio da bagunça e me fodeu olhando no fundo dos meus olhos.

— Então é isso que você precisava, putinha? Pau preto te arrombando pra voltar gostosa pra mim?

Ele meteu com uma fome nova, gozou dentro de mim misturando tudo, e eu gozei de novo abraçada nele. Naquela noite dormimos pelados, o cheiro dos dois homens grudado na minha pele.

Foi só no silêncio da madrugada, com o gozo dos dois escorrendo devagar entre minhas pernas, que a verdade inteira se encaixou: eu nunca tinha ido a nenhuma alfaiataria.

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