Explorando o Marido Dela no Estoque do Feira

Rosa, uma feirante casada de 28 anos, fode pela primeira vez com o marido da prima no estoque da feira.

11 min read September 16, 2026New

O sol já tinha descido por trás das barracas da feira livre quando Rosa, de vinte e oito anos, casada e feirante há quase uma década, trancou a última caixa de tomates no estoque. O ar ali dentro era quente, cheirava a madeira úmida, banana madura e suor de fim de dia. Ela passou a mão pela camiseta colada no peito, puxando o short jeans que marcava a bunda larga e firme, quando a porta rangiu.

Victor entrou carregando duas caixas pesadas de abacaxi, os braços musculosos tensionados sob a camisa aberta. Trinta anos, marido da prima Fiona, sempre educado nas reuniões de família, mas agora o olhar dele descia direto pelo corpo dela sem disfarce.

— Deixa eu te ajudar com o resto — ele disse, a voz rouca de cansaço. Depositou as caixas no canto e se virou. — Porra, Rosa… esse short. Você trabalha o dia inteiro assim e ainda fica com essa bunda pra cima? Eu fico maluco.

Ela sentiu o rosto esquentar, mas não desviou. O estoque era apertado, prateleiras de ambos os lados, só uma lâmpada fraca balançando. Estavam sozinhos. O barulho da feira lá fora já tinha morrido.

— Victor… — ela riu baixo, nervoso. — Cuidado com o que fala.

Ele deu um passo. O peito largo quase tocava nela.

— Eu sempre fantasio com você. Desde o churrasco do ano passado, quando você dançou de shorts e a camisa molhada colou nos peitos. Eu bato punheta pensando nessa boceta. Confesso. Direto. Sem rodeio.

Rosa engoliu seco. O marido dela nunca falava assim. Nunca. E as palavras dele desceram quentes entre as pernas. Ela sentiu a calcinha molhar de verdade, o tecido grudando nos lábios inchados.

— Eu… nunca transei com outro homem. Só com o meu marido. Desde os dezoito. Nunca. — A voz saiu rouca. — Mas ouvir você falar isso… porra, Victor, eu tô pingando. É errado pra caralho e eu tô molhada só de imaginar.

Ele sorriu de lado, aproximou mais. O corpo dele roçou no dela, a ereção já dura pressionando a barriga dela através da calça. A mão dele subiu pela cintura, apertou a carne macia.

— Então me deixa te mostrar. Você merece sentir outro pau. Um pau que te come de verdade.

A conversa virou flerte sujo em segundos. Rosa, tomada por um desejo genuíno de experimentar algo novo pela primeira vez na vida, agarrou o cinto dele e puxou com força. O metal tilintou.

— Eu quero sentir outro pau pela primeira vez. Agora. Aqui. Me mostra como é.

Victor a beijou com fome. Língua grossa, saliva, dente no lábio inferior. As mãos dele desceram, entraram por baixo do short jeans, apertaram as nádegas nuas com força, os dedos afundando na carne. Ele puxou ela contra o pau duro, rebolando devagar, fazendo ela sentir o volume grosso.

— Essa bunda… eu vou foder ela até você gritar. Me diz que quer.

— Quero — ela gemeu no beijo. — Quero teu pau grosso me abrindo. Nunca senti outro. Me faz sentir.

Eles se empurraram contra as caixas. O estoque escuro cheirava a sexo antes mesmo de começar. Victor levantou Rosa e a sentou numa pilha estável de caixas de madeira. Tirou o short e a calcinha de uma vez, jogando no chão. A buceta dela brilhava, os lábios inchados, o clitóris latejando.

— Olha isso… pingando pra mim.

Ele ajoelhou, abriu as coxas grossas dela e enterrou o rosto. A língua larga lambeu de baixo pra cima, chupou o clitóris com vontade, meteu dois dedos grossos enquanto chupava. Rosa jogou a cabeça pra trás, as mãos nos cabelos dele, gemendo alto demais pro lugar.

— Ah, porra… Victor… assim… chupa direito… eu vou gozar…

Ele chupou mais forte, dedos curvados batendo no ponto certo. A língua entrava e saía, lambendo tudo, o barulho molhado ecoando. Rosa veio pela primeira vez com outro homem: o corpo tremeu, a buceta latejou contra a boca dele, o gozo escorrendo na barba rala. Ela ofegava, as pernas frouxas, a mente em branco de prazer proibido.

Ainda tremendo, ela escorregou das caixas e ajoelhou no chão sujo. Abriu a calça dele com dedos ansiosos, puxou a cueca. O pau grosso saltou, veias saltadas, a cabeça vermelha já molhada de pré-gozo. Maior que o do marido. Mais grosso.

— Porra… — ela murmurou, impressionada. Passou a língua na cabeça, chupou com vontade inexperiente mas cheia de tesão. Boca aberta, saliva escorrendo no queixo, mão na base apertando. Enfiou o máximo que deu, engasgou um pouco, mas continuou, gemendo no pau dele.

— Isso, Rosa… chupa esse pau que você nunca chupou. Mais fundo. Usa a língua embaixo.

Ela obedeceu, chupando com fome, o gosto salgado enchendo a boca. Victor gemeu, puxou o cabelo dela com carinho bruto, fodeu a boca devagar até ela se acostumar.

Depois puxou ela de quatro sobre as caixas mais baixas. Abriu as nádegas, encaixou a cabeça grossa na entrada molhada e meteu fundo de uma vez. Rosa gritou abafado, a buceta se abrindo em volta do pau grosso pela primeira vez.

— Mais fundo… mete com força… eu aguento… quero sentir outro pau me fudendo de verdade…

Ele agarrou a cintura larga e fodeu com força, a pele batendo, o pau sumindo inteiro a cada estocada. A buceta dela engolia, molhada, apertada, fazendo barulho obsceno. Ele metia fundo, batia nas nádegas, puxava o cabelo.

— Essa boceta casada tá engolindo meu pau inteiro. Me pede mais.

— Mais… porra, mais… fode mais forte… eu nunca senti assim…

Victor tirou, deitou nas caixas e puxou ela pra cima. Rosa montou de vaqueira, encaixou o pau e desceu devagar, sentindo cada centímetro. Depois cavalga com intensidade, rebolando a bunda, subindo e descendo rápido, os peitos balançando sob a camiseta. As mãos dele apertavam as coxas, subiam pros peitos, beliscavam os mamilos duros.

— Assim… eu gozo de novo… Victor… teu pau é grosso pra caralho… tô gozando…

Ela gemeu alto no estoque escuro, a buceta apertando em ondas. Victor segurou a cintura e gozou junto, jorrando quente fundo nela, o corpo todo tenso. Os dois tremeram, suados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro enquanto o gozo misturava e escorria.

Rosa se inclinou, beijou a boca dele com carinho, a língua preguiçosa.

— Essa foi a melhor primeira vez de algo novo que eu já tive na vida — confessou, a voz baixa, sorrindo contra os lábios dele. — Nunca imaginei que fosse tão bom.

Eles se arrumaram rápido: ela puxou o short e a calcinha molhada, ele abotoou a calça. O cheiro de sexo ainda pairava forte entre as caixas.

— Isso fica como um segredo delicioso só nosso — ele murmurou, apertando a bunda dela por cima do short uma última vez. — Ninguém precisa saber. Nem a Fiona. Nem teu marido.

Rosa assentiu, o coração ainda disparado, a buceta latejando gostoso e cheia. Saíram do estoque um atrás do outro, o corredor escuro da feira vazia à frente. Mas quando ela olhou de lado pra ele, o olhar ainda carregado de fome, Victor falou baixo, quase no ouvido:

— Semana que vem a feira fecha mais cedo de novo. E eu ainda não chupei teus peitos direito… nem te fodi de pé contra a parede.

Rosa parou no corredor escuro da feira vazia, o coração batendo forte demais no peito. As palavras de Victor ainda zumbian no ouvido dela — peitos, parede, semana que vem — e o corpo recusou esperar. A calcinha molhada grudava na buceta latejante, o gozo dele escorrendo devagar pela coxa interna, quente e pegajoso. Ela virou o rosto, encontrou o olhar faminto dele e, sem falar nada, agarrou a camisa aberta, puxando-o de volta para a porta do estoque.

— Não quero semana que vem — murmurou, a voz rouca de tesão puro. — Quero agora. Me chupa os peitos. Me fode de pé. Me mostra tudo que você falou.

Victor sorriu de lado, a ereção já voltando a marcar a calça. Empurrou a porta, trancou por dentro de novo e a prensou contra a madeira grossa. O estoque cheirava a sexo fresco, madeira e fruta madura. As mãos dele subiram rápido sob a camiseta de Rosa, puxaram o sutiã para cima e libertaram os peitos pesados, mamilos duros e sensíveis. Ele se curvou e engoliu um de uma vez, língua larga lambendo em círculos, dentes roçando de leve enquanto chupava com fome.

— Porra, esses peitos… eu sonhei com isso — gemeu contra a pele dela, a barba rala arranhando. Chupou o outro, apertando os dois juntos, lambendo os mamilos até Rosa arquear as costas e gemer alto. — Deliciosos. Casados e pingando pra mim.

Ela enterrou os dedos nos cabelos dele, puxando com força. O calor subia entre as pernas de novo, a buceta se contraindo vazia, pedindo. Victor chupou mais forte, succionando, deixando marcas vermelhas enquanto a mão direita descia, abria o short jeans e metia dois dedos grossos de uma vez na entrada escorregadia.

— Ainda tá cheia do meu gozo — ele riu baixo, curvando os dedos. — Molhada pra caralho. Quer mais, não quer?

— Quero — Rosa ofegou, rebolando nos dedos. — Quero teu pau de novo. Me fode contra a parede. Me faz gozar em pé. Nunca fiz isso. Nunca senti outro homem me comendo assim.

Ele tirou a mão, lambeu os dedos na frente dela e desceu a calça só o bastante. O pau saltou duro, veias latejando, a cabeça já brilhando de pré-gozo misturado ao resto do gozo anterior. Victor ergueu uma das pernas grossas de Rosa, encaixou o joelho dela na cintura dele e posicionou a cabeça grossa na buceta inchada. Empurrou devagar no começo, sentindo ela se abrir de novo, depois meteu fundo de uma estocada só.

Rosa gritou abafado contra o ombro dele. O pau grosso a preencheu por completo, mais fundo nessa posição, batendo no fundo a cada movimento. Ele agarrou a bunda larga com as duas mãos e fodeu com força, o corpo batendo no dela, a madeira da porta rangendo. Pele molhada de suor, barulho obsceno de pau entrando e saindo da buceta encharcada.

— Isso… ah, porra, Victor… mais fundo… assim… eu sinto cada veia — ela gemia no ritmo das estocadas, unhas cravadas nas costas dele. A mente dela girava: casada, trinta anos quase, só um pau na vida até hoje e agora esse homem da família a comendo de pé no estoque sujo. Errado. Perfeito. — Me fode mais forte. Usa essa boceta casada. Ela é tua agora.

Victor acelerou, estocadas curtas e profundas, a base batendo no clitóris inchado. Chupou de novo o peito esquerdo, mordendo o mamilo enquanto metia. A outra mão apertou a garganta dela de leve, só o bastante pra ela sentir o controle, e Rosa gozou de novo — corpo todo tremendo, buceta espremendo o pau em ondas quentes, gozo escorrendo pelas bolas dele e pingando no chão de cimento.

— Goza pra mim — ele ordenou, voz rouca. — Goza no pau que te abriu pela primeira vez. Isso, aperta. Deliciosa pra caralho.

Ainda dentro dela, ele virou Rosa de frente para a parede de prateleiras. Ela apoiou as mãos nas caixas de madeira, arqueou a bunda larga e ele enfiou de novo por trás, mais fundo ainda. Mãos na cintura, puxando-a contra cada estocada. A camiseta subida, peitos balançando livres, mamilos roçando a madeira fria. Victor puxou o cabelo dela, forçando a cabeça para trás, e falou sujo no ouvido:

— Olha como essa bunda engole meu pau. Nunca vi uma casada tão puta. Me pede pra gozar dentro de novo.

— Goza dentro — Rosa pediu, voz quebrada de prazer. — Enche essa buceta. Quero sair daqui pingando teu porra. Me fode até o fim. Eu aguento. Eu quero.

Ele meteu com tudo, pele batendo forte, o pau sumindo inteiro a cada avanço. Uma mão desceu na frente, esfregou o clitóris grosso com o polegar enquanto fodia. Rosa veio pela terceira vez, pernas fraquejando, só segurada pelas mãos dele na cintura. A buceta latejou violentamente, apertando, sugando. Victor não aguentou: enterrou fundo, gemeu alto e jorrou de novo, jatos quentes enchendo-a, o corpo todo tenso contra as costas dela.

Ficaram assim longos segundos, ofegantes, suados, o pau ainda pulsando dentro enquanto o gozo misturava e escorria pelas coxas de Rosa. Ele beijou a nuca dela devagar, língua preguiçosa, mãos acariciando a barriga macia.

Mas o tesão não morreu. Rosa se virou, ajoelhou no chão sujo outra vez e engoliu o pau mole e melado. Chupou limpo, língua limpando cada gota, o gosto salgado e doce dela mesma misturado. Victor endureceu de novo na boca quente, gemendo, dedos nos cabelos dela.

— Porra, Rosa… você chupa como se tivesse nascido pra isso.

Ela tirou a boca só pra falar, saliva escorrendo no queixo:

— Nunca chupei outro. Só o do meu marido. Mas o teu… eu quero gozar na cara. Me fode a boca até gozar.

Ele segurou a cabeça dela e fodeu a boca com cuidado bruto, profundidade controlada, até as bolas baterem no queixo. Rosa engasgava e pedia mais com os olhos, mãos apertando as coxas musculosas dele. Quando Victor puxou, ela se deitou de costas nas caixas baixas, abriu as pernas e ele montou por cima, metendo de novo de frente. Beijos molhados, línguas brigando, peitos apertados contra o peito peludo dele. Estocadas longas e profundas, o clitóris esfregando na base a cada movimento.

— Eu vou lembrar disso toda vez que te ver na família — ele murmurou contra a boca dela. — Toda vez que a Fiona falar de você. Eu vou lembrar dessa buceta me mamando o pau.

— Lembra — Rosa gemeu, pernas enroladas na cintura dele. — E volta. Me fode de novo. Eu nunca senti tanto. Teu pau me abriu. Me mudou.

Eles gozaram juntos pela última vez: ela primeiro, corpo arqueado, grito abafado no pescoço dele; ele logo depois, enterrado até o fim, jorrando o que restava. Ficaram abraçados, suados, o pau amolecendo devagar dentro dela, o ar quente do estoque cheio de gemidos baixos e respiração pesada.

Victor saiu com cuidado. Rosa se sentou, pernas abertas, gozo escorrendo visível. Ele ajoelhou e lambeu limpo mais uma vez, língua devagar, chupando o clitóris sensível até ela tremer de novo, fraco, delicioso. Depois a ajudou a vestir o short e a calcinha encharcada, ajeitou os peitos no sutiã, beijou cada mamilo antes de cobrir.

Eles se arrumaram em silêncio. Camisas abotoadas, cabelos puxados, o cheiro de sexo impossível de esconder. Victor abriu a porta. O corredor continuava escuro e vazio. Rosa saiu na frente, as pernas ainda tremendo, a buceta latejando cheia e usada. Ele veio atrás, mão roçando a bunda dela uma última vez.

Pararam no fim do corredor, a saída da feira à frente, a noite quieta lá fora. Nenhum carro. Nenhuma voz. Só o vento baixo mexendo as lonas das barracas.

Rosa olhou para ele. Victor olhou de volta. Os corpos ainda quentes, o desejo ainda ali, mas as bocas fechadas. Nenhum “até semana que vem”. Nenhuma promessa dita em voz alta.

Só o silêncio.

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