Proibido: O Pai da Minha Melhor Amiga
Aos 22 anos, Larissa passa o verão na casa da amiga e acaba sendo comida com força pelo pai viúvo de 48 anos dela.
Os olhares demorados começaram logo no primeiro dia depois que Júlia viajou. Larissa, aos 22 anos, recém-formada em administração e ainda enviando currículos atrás do primeiro emprego de verdade, sentia o corpo inteiro formigar toda vez que Ricardo entrava no mesmo ambiente. A casa era grande, silenciosa demais sem a amiga, e o pai dela, Ricardo, um viúvo de 48 anos que comandava uma construtora com mão firme, parecia ocupar todo o espaço mesmo quando não dizia nada.
Ricardo era alto, peito largo, braços grossos de quem ainda carregava ferro no canteiro de obras quando queria. Os cabelos escuros tinham fios grisalhos nas têmporas, e o olhar castanho dele pesava sobre Larissa como uma mão quente. Ela sempre tivera uma queda secreta por ele desde a adolescência, quando passava as tardes ali e ficava molhada só de vê-lo chegar do trabalho, suado, camisa aberta no peito. Agora, sozinhos por uma semana inteira, o ar parecia grosso, difícil de respirar.
De manhã, na cozinha, ela aparecia de shortinho de malha curto e regata fina, sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido leve. Ricardo servia café e seus olhos demoravam nos seios dela, descendo para as coxas lisas. “Dormiu bem, Larissa?”, perguntava com aquela voz rouca de quem já fumou muito e fodeu ainda mais. Ela respondia baixinho, sentindo a buceta latejar só com o timbre. Quando passava por trás dela para pegar algo no armário, o corpo dele roçava “sem querer” na bunda redonda da jovem. O pau dele, meio duro, pressionava por um segundo contra a carne macia. “Desculpa”, murmurava, mas o tom era qualquer coisa menos arrependido. Larissa apertava as coxas, pensando: “Ele sabe. Sabe que eu fico molhada pra ele. E eu sei que ele quer me comer. Isso é perigoso pra caralho.”
Os roçares foram ficando mais ousados a cada dia. Na sala de TV, sentados no sofá grande, a perna dele encostava na dela, a mão grande pousava na coxa “por acidente” enquanto ria de alguma besteira na tela. Na piscina, à tarde, Larissa nadava de biquíni pequeno e sentia o olhar dele da janela do escritório. Quando saía da água, ele estava lá, toalha na mão, os olhos fixos nos mamilos endurecidos pelo frio. Uma vez ele mesmo passou protetor nas costas dela, os dedos grossos deslizando pela cintura, roçando a lateral dos seios. Larissa mordeu o lábio até doer, a calcinha do biquíni encharcada de tesão, não de cloro. À noite, sozinha no quarto de hóspedes, ela se tocava em silêncio, imaginando a boca dele chupando seus peitos, mas nunca era suficiente.
Na quarta tarde, o calor e o desejo ficaram insuportáveis. Ricardo tinha dito que passaria o dia na construtora, mas voltou mais cedo sem avisar. Larissa não sabia. Trancada no quarto de hóspedes, ela tirou toda a roupa e se deitou na cama de casal. Os seios firmes subiam e desciam rápido com a respiração. A buceta estava inchada, brilhando de tanto mel que escorria. Ela abriu as pernas, dedos deslizando entre os lábios molhados, circulando o clitóris inchado enquanto a outra mão apertava um mamilo.
— Ricardo... — gemeu baixinho, enfiando dois dedos fundo. — Me come, por favor... Quero esse pau grosso me abrindo toda.
Os gemidos foram ficando mais altos, mais desesperados. Ela rebolava contra a própria mão, imaginando ele atrás dela, metendo com força, chamando-a de safada.
— Ah, caralho... Ricardo, me fode... Me fode como eu sempre sonhei...
A porta se abriu devagar. Ricardo estava parado ali, gravata afrouxada, olhos escuros fixos na cena. Larissa abriu os olhos e congelou, mão ainda entre as pernas, rosto queimando de vergonha. Tentou puxar o lençol, mas ele entrou e fechou a porta atrás de si.
— Não para — disse ele, voz baixa e rouca. — Eu ouvi você gemendo meu nome do corredor. Vi tudo.
Larissa tremia, mas o olhar dele não era de raiva. Era puro fogo. O volume na calça social dele era enorme.
— Ricardo... eu... desculpa, eu não...
Ele se aproximou da cama, abriu o cinto devagar.
— Eu fantasio com você há anos, Larissa. Desde que você completou 18 e virou essa mulher deliciosa. Eu me mastrobo pensando nessa bucetinha apertada, nessa boca safada. Mal consigo me controlar quando você passa por mim cheirando a shampoo e tesão. Eu quero você. Quero te comer com força. E pelo que ouvi, você também quer.
O coração dela batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. O desejo proibido que carregava desde os 15 anos estava ali, nu, confessado pelo homem que ela nunca deveria desejar.
— Eu quero — sussurrou ela, a voz tremendo de excitação. — Sempre quis. Você é o pai da Júlia... é errado pra caralho... mas eu não aguento mais. Vamos ceder. Eu quero ceder agora.
Ricardo gemeu baixinho, aliviado. Larissa não esperou. Ajoelhou-se no tapete, puxou a calça e a cueca dele para baixo. O pau saltou pesado, grosso, veioso, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios e o tomou inteiro na boca, chupando com fome desesperada. A língua girava na glande, descia pelo comprimento, lambia as bolas pesadas enquanto a mão masturbava o que não cabia. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos seios.
Ricardo segurou os cabelos dela com firmeza, guiando a cabeça devagar.
— Isso, sua safada... Chupa o pau do pai da sua melhor amiga. Olha como você engole tudo, putinha. Eu sempre soube que por trás daquela carinha de menina boazinha tinha uma vadia querendo ser comida por mim.
As palavras sujas fizeram Larissa gemer alto ao redor do pau, a buceta escorrendo pelas coxas. Ela chupava mais fundo, engasgando, olhos lacrimejando, mas sem parar. Queria ele louco.
Ele a puxou para cima, beijou-a com brutalidade, língua invadindo a boca enquanto as mãos apertavam a bunda dela. Jogou-a na cama de quatro, empinou aquela bunda redonda e meteu de uma vez, fundo, sem piedade. Larissa gritou de prazer, sentindo cada centímetro grosso abrindo-a.
— Ahhh, caralho! Que pau... me fode, Ricardo!
Ele segurou a cintura fina com as duas mãos e começou a meter forte, ritmado, fundo. A cama batia contra a parede. Cada estocada fazia os seios dela balançarem. Ele deu um tapa forte na bunda, depois outro, marcando a pele clara.
— Toma, putinha do tio. Essa bucetinha apertada é minha agora. Rebola pra mim, vai. Mostra como você quer o caralho do pai da Júlia.
Larissa rebolava para trás, empinando mais, gemendo feito uma cadela no cio. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto. O suor já escorria pelas costas dos dois.
Ele a virou de repente, colocou as pernas dela sobre os ombros e meteu novamente, ainda mais fundo nessa posição. Olhava direto nos olhos dela, o rosto contorcido de prazer enquanto o pau batia no fundo da buceta molhada.
— Goza pra mim, Larissa. Quero sentir você apertando meu pau enquanto goza gritando meu nome.
Ela não durou. O orgasmo a rasgou por dentro, forte, longo. A buceta convulsionou, esguichando um pouco no ventre dele enquanto ela gritava:
— Ricardo! Ricardo, eu estou gozando! Porra, não para!
Ele diminuiu o ritmo, sentindo cada espasmo, depois saiu de dentro dela e se deitou. Larissa, ainda tremendo, subiu nele imediatamente. Pegou o pau brilhante de mel e sentou devagar, sentindo-o abrir tudo de novo. Começou a cavalgar com vontade, rebolando os quadris em círculos, subindo e descendo com força. Os seios pulavam na cara dele. Ela os apertava, oferecendo os mamilos rosados.
Ricardo chupou um, depois o outro, mordendo de leve, sugando forte enquanto as mãos dela se apoiavam no peito largo dele.
— Rebola mais, sua gostosa. Aperta esse pau com essa bucetinha gulosa. Vamos gozar juntos.
O ritmo ficou animal. Larissa quicava, rebolava, gemia alto. O suor colava os corpos. Quando sentiu ele inchando ainda mais dentro dela, apertou os músculos internos e gozou novamente, gritando o nome dele. Ricardo rosnou, segurou a bunda dela com força e explodiu, enchendo-a de jatos quentes e grossos de porra até transbordar, escorrendo pelas bolas dele.
Ofegantes, suados, corpos ainda unidos, eles desabaram abraçados. Ricardo acariciava o cabelo dela com uma ternura surpreendente, beijando sua testa, o pescoço, os ombros.
— Isso não pode ser só uma vez, Larissa — murmurou ele, ainda enterrado dentro dela. — Eu preciso de mais. Quero te comer todos os dias, de todos os jeitos, enquanto a Júlia não voltar. Você agora é minha.
Larissa, com o corpo mole de tanto prazer e a cabeça girando, sentiu o medo e o desejo brigando dentro do peito. A porra dele ainda vazava dela, quente, marcando-a. Ela apertou o abraço, roçando o nariz no peito suado dele, e sussurrou com a voz rouca:
— Eu também não quero parar... foi bom demais, Ricardo. Meu corpo inteiro ainda está tremendo por você. Mas quando a Júlia voltar? Como vamos esconder isso? Eu não sei se consigo disfarçar o tesão quando ela estiver aqui... e eu já sei que vou querer você de novo amanhã, escondido, correndo risco. Isso vai nos destruir se a gente não tomar cuidado... mas eu não quero tomar cuidado agora.
Ricardo apertou o abraço ao redor do corpo trêmulo de Larissa, ainda enterrado fundo dentro dela, sentindo as contrações residuais da buceta dela ordenhando os últimos vestígios de porra que ele havia jorrado. O suor colava os pelos grisalhos do peito largo dele contra os seios firmes e arrepiados da jovem de vinte e dois anos, e o cheiro de sexo preenchia o quarto de hóspedes como um perfume proibido. Ele beijou a testa dela com uma mistura de possessividade e carinho, a voz rouca saindo baixa e controlada.
— Esquece a Júlia por enquanto, minha gostosa. Ela viajou para ficar longe uns dias e eu não vou desperdiçar nem um segundo longe dessa bucetinha que me deixa louco desde que você virou mulher. Você tem vinte e dois anos, Larissa, corpo de quem mal saiu da faculdade e já me deixa mais duro que qualquer uma da minha idade. Eu preciso te comer de novo. Agora.
Larissa mordeu o lábio inferior, o coração acelerado batendo contra as costelas enquanto o pau dele, ainda grosso mesmo depois de gozar duas vezes, começava a inchar novamente dentro dela. “Meu Deus, isso é errado pra caralho”, pensou ela, sentindo o mel misturado com a porra dele escorrendo pela fenda da bunda e molhando o lençol. “Ele é o pai da minha melhor amiga, viúvo há tanto tempo, comandando aquela construtora com mão de ferro, e eu aqui, aos vinte e dois, deixando ele me encher como se fosse dono do meu corpo inteiro.” Mas o tesão falava mais alto. Ela rebolou devagar os quadris, apertando os músculos internos ao redor dele, e sussurrou com a voz ainda rouca de tanto gemer:
— Então me come, Ricardo. Me come como se amanhã a Júlia fosse aparecer e acabar com tudo. Eu quero sentir você me abrindo toda de novo.
Ele rosnou, um som grave que vibrou no peito largo, e a virou de bruços na cama de casal sem sair de dentro. As mãos grandes e calejadas dele seguraram a cintura fina dela, puxando-a para cima até a bunda redonda ficar empinada. Começou a meter com força calculada, estocadas longas e profundas que faziam a cama ranger e batiam o pau grosso contra o fundo da buceta encharcada. Cada vez que ele entrava até o talo, Larissa soltava um gemido agudo, os dedos cravando no lençol, os seios balançando soltos. Ricardo deu um tapa estalado na nádega direita, depois na esquerda, deixando marcas rosadas na pele clara.
— Isso, rebola pra mim, sua putinha de vinte e dois anos. Olha como essa buceta gulosa mama meu pau. Eu fantasio com você desde que você sentava na minha sala de shortinho curto, molhada só de me olhar. Agora você é minha vadia particular. Toma essa rola, vai.
As palavras sujas a faziam latejar ainda mais. Larissa empinava mais, rebolando para trás ao encontro das estocadas, sentindo o suor escorrer pelas costas e o clitóris inchado roçando contra o lençol a cada movimento. O prazer subia em ondas quentes, o corpo jovem respondendo com uma fome que ela nunca sentira com garotos da idade dela. “Ele tem quarenta e oito anos, experiência de quem fodeu a vida inteira, e eu estou viciada”, pensou, enquanto o orgasmo se aproximava como uma avalanche. Quando gozou, foi violento: a buceta convulsionou, esguichando um fio quente que molhou as bolas pesadas dele. Ricardo acelerou, segurando os cabelos dela como rédea, e explodiu pela terceira vez, enchendo-a até transbordar, o sêmen grosso escorrendo pelas coxas lisas.
Ofegantes, eles desabaram lado a lado. Mas o desejo não diminuía. Ricardo se levantou, o pau ainda semi-ereto brilhando de tanta lubrificação, e estendeu a mão para ela.
— Banho. Agora. Quero te ver molhada de outra forma.
No banheiro da suíte, a água quente caía forte do chuveiro largo. Larissa entrou primeiro, o corpo jovem brilhando sob a água, mamilos rosados endurecidos, a buceta inchada e vermelha de tanto uso. Ricardo a seguiu, o corpo musculoso de quem ainda carregava ferro no canteiro de obras ocupando todo o espaço. Ele a encostou contra a parede fria, ajoelhou-se e abriu as pernas dela com as mãos grandes. A língua experiente lambeu devagar os lábios inchados, sugando o clitóris com fome enquanto dois dedos grossos entravam e saíam da buceta, tirando o excesso de porra que ele mesmo havia deixado. Larissa agarrou os cabelos molhados dele, quadris rebolando contra a boca do homem de quarenta e oito anos que a devorava como se fosse a última refeição.
— Caralho, Ricardo... sua língua é tão boa... me chupa assim, por favor...
Ele se levantou, virou-a de frente para os azulejos e meteu por trás de uma vez, o pau escorregando fácil na buceta ensaboada. A água batia nos corpos, tornando cada estocada mais ruidosa e escorregadia. Ele segurava os seios dela por trás, apertando os mamilos entre os dedos, mordendo o ombro delicado enquanto acelerava o ritmo. Larissa gritava de prazer, o som ecoando no banheiro, o corpo tremendo com um orgasmo que a fez quase cair. Ricardo a segurou firme, gozando mais uma vez dentro dela, os jatos quentes misturando-se à água quente.
Mais tarde, na cozinha iluminada apenas pela luz da geladeira, tentaram comer algo rápido. Larissa vestia apenas uma camisa social dele, que mal cobria a bunda. Quando se inclinou para pegar suco, Ricardo perdeu o controle novamente. Dobrou-a sobre a mesa de madeira, abriu as pernas dela e meteu de quatro ali mesmo, o pau batendo fundo enquanto as mãos dele davam tapas ritmados na bunda já marcada. O som molhado de pele contra pele se misturava ao barulho dos talheres que caíam no chão.
— Você é louca por isso, não é? A melhor amiga da Júlia deixando o pai dela te foder na cozinha como uma cadela no cio. Aperta esse pau, vai. Mostra quanto você quer esse velho de quarenta e oito anos te destruindo.
Larissa rebolava desesperada, gemendo alto, o corpo jovem brilhando de suor novo. O risco imaginário da amiga voltar mais cedo só aumentava o tesão. Ela gozou mordendo o próprio braço para abafar o grito, e ele a seguiu, enchendo-a mais uma vez até a porra escorrer pelas pernas e pingar no piso frio.
A escalada chegou ao ápice no quarto principal, já de madrugada. Ricardo pegou um frasco de lubrificante da gaveta, os olhos castanhos escurecidos de desejo puro. Larissa, deitada de bruços na cama king, olhou para trás com o coração acelerado. Aos vinte e dois anos, ela nunca havia feito aquilo, mas o corpo pedia mais, pedia tudo dele.
— Quero te comer na bunda, Larissa. Devagar no começo, mas depois com força. Você quer?
— Quero — respondeu ela, a voz tremendo de excitação. — Me faz sua de todo jeito, Ricardo. Eu sou sua putinha agora.
Ele preparou o local com dedos pacientes, beijando as costas dela, sussurrando como ela era apertada e perfeita. Quando o pau grosso começou a entrar na bunda virgem, Larissa arqueou as costas, sentindo uma queimação que rapidamente virou prazer intenso. Ele metia devagar, depois mais fundo, uma mão alcançando o clitóris dela e massageando em círculos rápidos. O quarto se encheu de gemidos guturais, o suor pingando dos dois. Larissa gozou com força, a buceta esguichando no lençol enquanto a bunda apertava o pau dele como um punho. Ricardo rosnou o nome dela e gozou fundo, enchendo-a de porra quente que transbordou imediatamente.
Eles desabaram abraçados, corpos exaustos, respirações ofegantes se acalmando aos poucos. Ricardo acariciava o cabelo dela com ternura surpreendente, beijando sua nuca, murmurando que aquilo era só o começo, que ele precisava dela todos os dias daquele verão.
A porta da frente se abriu com um clique alto e a voz de Júlia ecoou pela casa silenciosa: “Pai? Larissa? Voltei mais cedo, a viagem foi um tédio!”
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