Verão Quente com a Mulher do Meu Melhor Amigo
Lucas, de 24 anos, fode a safada Renata, de 42, mulher do seu melhor amigo, durante o verão na casa de praia.
Eu, Lucas, tenho vinte e quatro anos e ganho a vida como personal trainer. Naquele verão decidi aceitar o convite do meu melhor amigo, Marcos, para passar umas semanas na casa de praia dele, no litoral. Trabalho duro o ano inteiro; precisava de sol, mar e um pouco de preguiça. O que eu não esperava era encontrar Renata daquele jeito.
Renata, quarenta e dois anos, esposa do Marcos, milf curvilínea que eu já conhecia de churrascos e aniversários, mas nunca tinha visto tão à vontade. Na praia ela usava biquínis minúsculos, daqueles que mal cobriam os seios fartos e sumiam entre as nádegas. Coxas grossas, cintura marcada, barriga macia de mulher madura que não liga pra grife de academia. Eu mal cheguei e já senti o olhar dela. Descarado. Direto na minha boca do estômago.
Marcos saía cedo pra pescar ou resolver uns negócios na cidade. Eu ficava. Renata também. Ela passava protetor nas pernas devagar, de costas pra mim, se inclinando mais do que precisava. Eu fingia ler, mas o pau endurecia dentro do short toda vez que ela se virava e sorria de canto. Aquelas coxas... eu imaginava elas abertas na minha cara. Aqueles peitos pesados escorrendo suor. Eu me masturbava no banho quase todo dia pensando nela, mordendo a toalha pra não gemer alto.
Uma tarde o calor estava absurdo. Marcos tinha ido pra uma pescaria de fim de tarde e só voltaria à noite. Eu e Renata sozinhos na área da piscina. Ela preparou caipirinha, veio de biquíni preto fio-dental, o tecido molhado grudado nos mamilos duros. Sentamos na borda, pés na água.
— Você tá cada vez mais gostoso, Lucas — ela disse sem rodeio, girando o copo. — Esse corpo de menino novo... Marcos nem se compara mais. Ele chega cansado, me beija na testa e dorme. Eu fico com vontade e ele... nada.
Eu engoli seco. O gelo tinia no copo.
— Renata... eu fantasio com você há meses. Desde o churrasco do aniversário dele. Você de vestido branco colado, rebolando naquela música. Eu bate uma toda vez que lembro.
Ela sorriu maliciosa, aquele sorriso de mulher que sabe exatamente o que está fazendo. O pé dela encontrou a minha panturrilha debaixo d’água, subiu devagar, roçou a canela, chegou perto da coxa.
— Então a gente quer a mesma coisa — murmurou. — Foder sem culpa. Só gozar. Você me come e eu chupo esse pau jovem até não aguentar mais. Marcos não precisa saber.
Eu me inclinei. O beijo veio quente, molhado, língua dela entrando na minha boca com gosto de limão e cachaça. Mãos nos meus ombros, peitos pressionados no meu peito. Eu puxei o cordão do biquíni dela, soltei o nó. Os seios pesados saltaram livres. Apertei um, chupei o bico grosso, senti ela gemer contra minha boca.
— Quarto de hóspedes — ela ofegou. — Agora.
Subimos quase correndo. Porta trancada. Ar-condicionado no baixo. Renata se ajoelhou na beira da cama antes mesmo de eu tirar a camiseta. Abriu meu short, puxou a cueca, o pau grosso saltou pra fora, veias saltadas, cabeça vermelha e molhada de pré-gozo. Ela olhou nos meus olhos, safada pra caralho, e engoliu fundo de uma vez.
— Porra... — eu gemi, mãos no cabelo dela.
Renata chupava com vontade de milf faminta. Boca quente, língua enrolando, garganta aberta. Babava, fazia barulho, olhava pra cima enquanto o pau sumia até o fundo. Eu segurava a cabeça dela e metia devagar, sentindo a garganta apertar. Ela gozava só de chupar, eu juro; a mão dela já estava entre as próprias pernas, dedos esfregando o clitóris por cima do biquíni.
Tirei ela dali, virei de quatro na cama. Puxei o fio-dental pro lado, a buceta já escorrendo. Cor-de-rosa escuro, lábios inchados, cheiro de mulher excitada. Encostei a cabeça do pau e enterrei de uma vez só.
— Ah, caralho! Fode essa vadia casada, Lucas! Mete fundo!
Eu agarrei os quadris largos dela e comi com força. Pele batendo em pele, coxas tremendo. A cada estocada ela empurrava pra trás, gemendo alto, pedindo mais. Eu puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda gorda, via a buceta engolir meu pau inteiro e salivar. Os peitos balançavam pra frente e pra trás, pesados.
— Mais forte... arrebenta essa casada...
Virei ela de costas, deitei e puxei pra cima de mim. Renata montou, encaixou o pau grosso dentro e começou a cavalgar. Rebolava gostoso, cintura rodando, peitos balançando na minha cara. Eu chupava um bico enquanto ela subia e descia, gemendo meu nome. A buceta dela apertava, quente, molhada pra porra. Eu segurava as nádegas e metia de baixo pra cima, fundo.
Ela gozou primeiro, tremendo, buceta pulsando no meu pau, gemido longo e rouco. Eu virei ela de lado, levantei uma perna, continuei metendo fundo naquela posição. Olhei nos olhos dela enquanto gozava. Jatos quentes enchendo a buceta casada, escorrendo pelas bolas. Ela gozou de novo só de sentir o porra quente dentro, apertando, tremendo, unhas nas minhas costas.
Ficamos ali ofegantes. Eu ainda dentro dela, gozo vazando devagar. Renata me beijou com carinho, lábios macios, língua preguiçosa. Passou a mão no meu peito suado.
— Eu queria isso há tanto tempo, Lucas... mais do que você imagina. Toda vez que o Marcos saía eu pensava em te chamar pro quarto. Em te montar até não aguentar mais.
Ela sorriu contra minha boca, ainda com o meu pau semi-duro dentro dela.
— Ainda temos o verão inteiro. Ele vai pescar de novo amanhã cedo. E depois de amanhã. Eu quero mais. Quero te chupar de manhã, quero que você me coma na cozinha, na varanda de madrugada. Quero gozar no seu pau todas as noites que ele não estiver aqui.
Eu passei a mão na coxa grossa dela, subi até a bunda, apertei.
— Então a gente continua. Sem culpa, como você disse.
Renata se aconchegou no meu peito, mas os dedos dela já brincavam de novo com o meu pau, limpando o gozo misturado com a porra dela, acariciando devagar até eu começar a endurecer outra vez.
— Tem mais uma coisa que eu quero te contar — sussurrou no meu ouvido, voz baixa e suja. — Mas só amanhã. Depois que eu te fizer gozar de novo na minha boca. Quando o sol nascer e a gente estiver sozinho de novo... aí eu te mostro o que essa vadia casada realmente gosta de fazer com um personal trainer de vinte e quatro anos.
Lá fora o mar batia. O celular do Marcos ainda mostrava que ele estava a quilômetros dali. Renata lambeu meu mamilo, desceu a mão e segurou meu pau já duro outra vez entre os dedos.
O verão só tinha começado.
Eu acordei com o cheiro de café e o barulho da porta da frente batendo. Marcos tinha saído antes do sol nascer, como ela prometeu. Renata estava na cozinha de camisola fina, sem sutiã, os peitos pesados marcando o tecido, a bunda redonda se mexendo enquanto ela mexia a panela. Eu cheguei por trás, já de short, o pau duro batendo nela.
— Bom dia, puta casada — falei no ouvido dela, mordendo o lóbulo.
Ela riu baixo, empurrou a bunda contra meu pau e virou o rosto.
— Ele foi pra pescaria de manhã cedo. Disse que só volta depois do almoço. Temos horas.
Eu puxei a camisola pra cima, expus aquelas tetas maduras e chupei um mamilo grosso enquanto minha mão descia entre as pernas dela. A buceta já estava molhada, pelos aparados, lábios quentes. Dois dedos entraram fácil. Ela gemeu, rebolou e se virou.
— Ontem você gozou dentro. Hoje eu quero engolir tudo. Mas primeiro... a gente vai pra varanda. Quero que o sol veja essa vadia de quarenta e dois anos chupando o personal trainer do marido.
Saímos. A varanda dava pro mar, vazia, só o vento e o cheiro de sal. Renata se ajoelhou no chão de madeira quente, puxou meu short e a cueca de uma vez. Meu pau saltou na cara dela, veias saltadas, cabeça brilhando. Ela lambeu a glande devagar, olhando pra cima, depois engoliu fundo até o nariz bater no meu saco. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela com calma no começo, sentindo a garganta abrir, a baba escorrer pelo queixo e pingar nos peitos.
— Isso, engole esse pau jovem, milf safada — gemi. — Marcos te come mole e rápido. Eu vou te usar direito.
Ela gemia engasgada, mãos na minha bunda puxando mais fundo. Chupava com barulho, língua rodando, olhos lacrimejando de prazer. Tirei o pau, bati na cara dela, passei na bochecha suja de saliva e enfiei de novo até o fundo. Ela gozava só de engasgar; eu vi a mão dela esfregar a própria buceta por baixo da camisola.
Levantei ela, virei de frente pra grade da varanda. Levantei a camisola, abri as pernas dela e enfiei de uma vez. A buceta engoliu meu pau inteiro, quente, escorrendo. Segurei os quadris largos e meti com força, pele batendo, o barulho molhado ecoando. Os peitos dela balançavam pesados pra fora da grade. Cada estocada fazia ela gemer alto.
— Mais fundo, caralho! Arrebenta essa buceta casada! — ela gritava. — Eu fico molhada só de pensar no Marcos pescando enquanto você me fode aqui.
Eu puxei o cabelo dela pra trás, dei tapas na bunda gorda, vi a carne tremer. A buceta apertava, chupava meu pau. Virei ela de novo, sentei numa cadeira de praia e puxei ela pra cima. Renata montou de costas pra mim, encaixou e desceu até o fundo. Começou a cavalgar rebolando a cintura, a bunda batendo nas minhas coxas. Eu segurei os seios dela por trás, apertei os mamilos enquanto metia de baixo pra cima.
— Olha o mar, vadia. Olha enquanto eu te encho de porra — falei no ouvido.
Ela gozou tremendo, buceta pulsando, xixi escorrendo um pouco de tanto prazer. Eu continuei metendo, sentindo o aperto molhado. Levantei ela, virei de quatro no chão da varanda, ajoelhei atrás e fodi rasteiro, fundo, as bolas batendo no clitóris dela. O sol queimava minhas costas. Suor escorria entre os peitos dela e pingava no chão.
— Me conta o que você queria ontem — eu ofeguei, metendo sem parar.
Renata olhou por cima do ombro, olhos vidrados, boca aberta.
— Quero que você me coma no cu. Ninguém nunca meteu de verdade. Marcos tem nojo. Eu quero esse pau grosso arrombando meu cuzinho apertado de mulher casada. Quero gritar e gozar com você enterrado até as bolas.
Eu puxei o pau da buceta, esfreguei a glande molhada no cu dela. Ela empurrou pra trás. Cuspi na mão, passei no buraco rosado, enfiei um dedo, depois dois. Ela gemia alto, pedindo. Encostei a cabeça do pau e empurrei devagar. O cu abriu, apertou, engoliu centímetro por centímetro. Eu enterrei até o fundo, sentindo o anel apertar a base do meu pau.
— Porra, que cuzinho quente — gemi. — Vai ser arrombado hoje, puta.
Comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. A bunda dela batia na minha barriga. Eu segurava os quadris e fodia o cu da esposa do meu melhor amigo com tudo. Ela gritava, pedindo mais, a mão esfregando a buceta ao mesmo tempo. Cada estocada fazia o cu engolir e cuspir meu pau, brilhando de saliva e pré-gozo.
— Mais forte! Fode meu cu, Lucas! Usa essa casada! — ela uivava.
Eu agarrei o cabelo dela, puxei pra trás e meti fundo, fundo, fundo. O cu dela tremeu, gozou de novo, apertando meu pau como um punho. Eu não aguentei. Jatos quentes explodiram dentro do cu dela, enchendo, vazando pelas bolas enquanto eu continuava metendo e gozando. Ela sentiu e gozou outra vez, tremendo no chão, gozo escorrendo da buceta e do cu misturado.
Puxei o pau. O cu dela ficou aberto, buraquinho vermelho, porra branca escorrendo devagar pela bunda e pelas coxas. Renata se virou, ainda de quatro, e lambeu meu pau sujo, chupou o gozo misturado com o gosto do cu dela, limpou tudo com a língua.
— Ainda tem mais — ela disse, voz rouca. — Quero que você me foda na cama de novo até o almoço. Quero sentar na sua cara e gozar na sua boca. Depois quero que você goze nos meus peitos e eu espalhe a porra com a mão.
Subimos. No quarto de hóspedes eu deitei e ela montou na minha cara. A buceta molhada, cheiro forte de sexo, desceu na minha boca. Eu chupei, lambi, enfiei a língua fundo enquanto ela rebolava e se esfregava. Os peitos balançavam na minha visão. Ela gozou na minha cara, molhando meu queixo, gemendo meu nome. Desceu, enfiou o pau de novo na buceta e cavalgou forte, subindo e descendo, peitos batendo na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto metia.
Virei ela de lado, levantei a perna gorda e fodi fundo naquela posição, olhando nos olhos. A buceta engolia, fazia barulho. Dei tapas na cara dela de leve, ela pediu mais. Meti o dedo no cu ainda frouxo e cheio de porra enquanto fodia a buceta. Ela gozou gritando, unhas nas minhas costas.
Tirei o pau, subi no peito dela. Ela juntou os seios com as mãos e eu fodi o vale quente e suado. A glande sumia entre as tetas maduras. Ela abaixava a cabeça e chupava a ponta a cada estocada. Gozei jatos grossos no pescoço, no queixo, nos peitos. A porra escorreu pelos mamilos. Renata passou a mão, espalhou tudo, chupou os dedos.
— Ainda não acabou — eu falei, já duro de novo de tanto tesão. — Vira de quatro. Quero gozar no seu cu mais uma vez antes dele voltar.
Ela obedeceu na hora. Eu enfiei de uma vez no cu ainda aberto e meti rápido, fundo, sem piedade. A bunda batia, o cu fazia barulho de porra antiga saindo. Ela gritava safada, pedindo pra arrombar mais. Gozei de novo, jatos quentes dentro, enchendo até vazar pelas laterais enquanto eu empurrava até as bolas.
Puxei o pau. O cu dela ficou boquiaberto, porra escorrendo num fio grosso pela bunda, pela buceta, pingando no lençol. Eu enfiei os dedos, tirei mais gozo e esfreguei na cara dela. Ela lambeu, sorriu suja.
O celular vibrou. Marcos mandando mensagem que estava a meia hora. Renata se levantou, gozo escorrendo pelas pernas, peitos manchados, cu vazando. Eu me vesti rápido. Ela passou a mão no meu pau mole e falou baixinho:
— Amanhã de novo. E depois de amanhã. Vou te chupar o pau todo dia que ele sair. Vou sentar nesse pau até ficar mancando. Quero seu gozo no meu cu, na minha boca, escorrendo pela minha coxa enquanto eu sirvo o jantar pra ele.
Ela limpou a boca com o dorso da mão, ainda com meu gosto, e saiu pro banheiro pra tomar banho rápido. Eu fiquei olhando o lençol manchado, o cheiro de sexo no ar-condicionado. O verão ia ser longo. Eu ia foder aquela milf casada em cada cômodo, em cada posição, até o cu dela ficar largado e a buceta viciada no meu pau de vinte e quatro anos.
Quando Marcos chegou, ela estava limpa, sorrindo, me servindo suco como se nada tivesse acontecido. Mas debaixo da mesa o pé dela roçou meu pau e eu já estava duro de novo, pronto pra esperar a próxima pescaria e enfiar tudo de novo naquela puta de quarenta e dois anos até ela gozar gritando meu nome com o cu cheio de porra.
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