Fuga Ardente: Aventura de Férias que Invadiu Meu Cu no Estábulo
Fuga Ardente: Aventura de Férias que Invadiu Meu Cu no Estábulo Yara, uma influenciadora de 26 anos, convence o fazendeiro
O sol de fim de tarde batia forte nas telhas velhas do estábulo, aquecendo o cheiro de feno, couro e suor de cavalo. Xavier, fazendeiro de vinte e oito anos, puxava a cinta da sela do alazão com as mãos grossas e calejadas, a camisa xadrez aberta até o peito peludo, o corpo largo e bronzado de quem trabalha debaixo de sol o ano inteiro. Yara, influenciadora de viagens de vinte e seis anos que alugara o sítio dele para as férias, parara na entrada com o celular na mão, o short jeans tão curto que a bainha mordia a carne da bunda, a camiseta branca colada nos peitos sem sutiã. Ela o observava fazia minutos, mordendo o lábio inferior, o olhar descendo pela cintura estreita até a calça jeans gasta que marcava a coxa dura.
— Porra, Xavier… você é o caipira mais gostoso que eu já filmei nessa vida — falou ela, a voz rouca de quem não escondia nada. Entrou devagar, as botinhas batendo no chão de terra. — Sempre fantasiai com um homem assim. Forte, suado, que cheira a trabalho e sabe domar coisa grande. Eu quero algo selvagem. Sem limite. Sem delicadeza de cidade.
Xavier ergueu o olhar, as sobrancelhas grossas se erguendo. A respiração dele ficou mais pesada. Yara se aproximou até ficar perto o bastante para sentir o calor que saía do peito dele. O polegar dela passeou pela fivela do cinto.
— Você fala sério ou tá brincando pra story?
— Eu não brinco com cu virgem, Xavier. — Ela deu um sorrisinho sujo, se encostando de lado nele enquanto ele ainda segurava a rédea. O quadril dela roçou de propósito na lateral da calça dele. — Mostra pra mim como você doma algo grande e difícil. Eu quero ver.
O silêncio durou só um segundo. Xavier largou a rédea, segurou o queixo dela com a mão suja de terra e beijou a boca dela com fome possessiva, língua grossa entrando sem pedir licença. Yara retribuiu com a mesma fome, gemendo no beijo, a mão descendo na frente da calça e apertando o pau já duro que esticava o jeans. Ele empurrou o corpo dela contra o peito, a outra mão descendo e agarrando a bunda gorda por cima do short. Ela esfregou a bunda nele de propósito, rebolando devagar, sentindo o volume quente marcar o meio da rachadura.
— Porra, que pau grosso… — sussurrou ela no ouvido dele, a voz falhando de tesão. — Eu quero sentir você invadir meu cu virgem de forma bruta. Quero que você arrombe. Com toda a força. Eu confirmo: eu quero isso. Quero seu pau no meu cu agora, fundo, sem dó.
Xavier grunhiu, os dentes arranhando o pescoço dela. As mãos dele puxaram o short jeans e a calcinha fina num só movimento, descendo pelas pernas dela até ela chutar o tecido fora. Ele virou Yara de frente para o monte de feno alto, ajoelhou atrás dela e abriu as nádegas com as duas mãos, o polegar abrindo o cu rosado e apertado. A língua dele mergulhou sem aviso: chupou o rabo dela com voracidade, lambendo o círculo franzido, enfiando a ponta molhada, cuspindo e chupando de novo. Yara gemeu alto, o som ecoando no estábulo, as unhas cravadas no feno.
— Isso… lambe mais, porra… chupa meu cu… — pediu ela, empurrando a bunda para trás na cara dele. — Me deixa molhada pra você meter.
Xavier cuspiu grosso no buraco dela, espalhou a saliva com o polegar e depois se levantou, abrindo o próprio jeans. O pau saltou pesado, veias latejando, a cabeça avermelhada já molhada de pré-gozo. Ele cuspiu na própria mão, passou no comprimento inteiro, lubrificando com saliva, e posicionou a cabeça grossa bem no meio do cu de Yara. Ela estava de quatro no feno, as costas arqueadas, a bunda empinada.
— Respira fundo — mandou ele, a voz rouca. — Vai doer gostoso.
Ele empurrou devagar. A cabeça abriu o anel apertado com esforço, entrando centímetro por centímetro. Yara soltou um gemido longo, misturado de dor e tesão, a testa caindo no braço.
— Ai, caralho… que grosso… tá abrindo tudo… — ela ofegava, mas empurrava a bunda para trás. — Continua. Enfia. Arromba meu cu virgem.
Xavier segurou os quadris dela com força e foi enterrando até o saco bater na buceta. Ficou parado um segundo, sentindo o cu dela latejar e apertar em volta do pau como um anel quente. Depois puxou quase até a cabeça sair e meteu de uma vez, fundo, o barulho molhado de saliva e carne ecoando. Yara gritou, o som abafado pelo feno, e começou a rebolar contra ele.
— Mais forte… mete forte e fundo… arromba esse cu… goza dentro… enche de porra… — pedia ela sem parar, a voz quebrada, a mão escorregando entre as pernas para esfregar o clitóris enquanto ele fodia.
Ele agarrou o cabelo dela numa mão, puxando a cabeça para trás, e meteu com força de fazendeiro, o pau sumindo inteiro a cada estocada, as bolas batendo. O cu dela fazia barulho de sucção, já mais solto mas ainda apertadíssimo. Xavier falava sujo, sem filtro:
— Que cu gostoso de puta de cidade… tá engolindo meu pau inteiro… aperta assim… isso… quero ver você gozar com o rabo cheio.
Ele tirou o pau de repente, virou Yara de lado no feno, ergueu a perna de cima dela e segurou aberta, entrando de novo no cu de uma cajadada só. Nessa posição metia ainda mais fundo, a mão livre descendo em tapa forte na bunda dela, deixando a marca vermelha. Yara gemia sem vergonha, o rosto suado, a boca aberta.
— Fode meu cu… tapa nessa bunda… fala mais putaria… eu quero sua porra quente escorrendo… — ela pediu, a voz falhando quando o orgasmo começou a subir. — Xavier… eu vou gozar… arromba… arromba fundo…
Ele metia sem piedade, o pau latejando, o dirty talk saindo solto entre grunhidos:
— Seu cu é meu agora… vai engolir porra até não dar mais… aperta… goza no meu pau, vadia…
Yara gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo em espasmos violentos em volta do pau dele, um gemido alto e rouco saindo da garganta. O aperto dela puxou Xavier junto: ele enterrou até o talo, commonou grosso e quente, jatos longos enchendo o cu dela, a porra quente batendo fundo enquanto ele gemia o nome dela. Os dois ficaram presos um no outro por longos segundos, suados, ofegantes, o cheiro de sexo misturado ao feno.
Xavier tirou o pau devagar. O cu de Yara ficou aberto, piscando, um fio grosso de sêmen branco escorrendo pela rachadura, descendo devagar em direção à buceta molhada. Ela estava ofegante, o peito subindo e descendo rápido, as pernas ainda abertas no feno, o olhar vidrado de prazer. Xavier passou o polegar pelo excesso de porra que vazava, empurrou um pouco de volta para dentro do buraco dilatado, e Yara soltou um gemido baixo, quase um suspiro.
Ela virou o rosto para ele, o cabelo colado na testa suada, um sorriso cansado e faminto no canto da boca. A mão dela buscou o pau ainda semi-duro e babado de porra e saliva, apertando devagar.
— Ainda não acabou… — murmurou ela, a voz rouca. — Tem mais feno, tem a noite inteira, e eu quero sentir você de novo. Mais fundo. Mais bruto. Quero que você me use até eu não conseguir andar amanhã.
Xavier olhou para o cu dela ainda piscando e escorrendo, depois para o rosto de Yara, o pau latejando de novo na mão dela. O sol já baixava pelas frestas do estábulo, pintando tudo de laranja. Lá fora um cavalo relinchou. Dentro, o ar ainda cheirava a sexo e a promessa de mais.
Yara puxou ele para baixo, a boca colando no pescoço suado dele, o sussurro quente contra a pele:
— Me fode de novo antes de escurecer. Quero outra carga. Quero acordar amanhã com o cu doendo e cheio de você.
Xavier grunhiu baixinho, a mão já voltando a abrir as nádegas dela, o polegar entrando fácil no buraco molhado de porra. O pau dele endurecia outra vez contra a coxa dela. O estábulo inteiro parecia esperar o próximo movimento.
Xavier empurrou o polegar mais fundo no cu já dilatado e escorregadio de Yara, girando devagar, sentindo a porra quente dele escorrer pelos nós dos dedos. O pau latejava grosso contra a coxa interna dela, recuperando a rigidez com uma velocidade de quem ainda não tinha saciado a fome. Yara lambeu o pescoço suado dele, o gosto de terra e sal na língua, e apertou o volume com a mão inteira, subindo e descendo a pele grossa até a cabeça inchada brilhar de novo.
— Mete de novo agora — ordenou ela, a voz rouca, virando o corpo no feno. — Quero sentir esse pau arrombando outra vez enquanto ainda tá mole de porra. Sem espera. Sem carinho.
Ele tirou o polegar, puxou ela pela cintura e a colocou de quatro de novo, as nádegas altas, o cu piscando aberto, um fio branco descendo até o clitóris inchado. Xavier cuspiu direto no buraco, viu a saliva misturar com o sêmen e posicionou a cabeça grossa. Desta vez não teve introdução lenta. Enterrou de uma cajadada só até as bolas baterem molhadas na buceta dela. Yara gritou alto, o som ecoando nas madeiras velhas, as unhas arranhando o feno seco.
— Caralho, sim… assim… fundo pra porra… — ela rebolava para trás, engolindo cada centímetro com o anel ainda inchado e sensível. — Me usa que nem égua. Me fode até o cu não fechar mais.
Xavier agarrou os quadris com as duas mãos calejadas e meteu no ritmo bruto de quem doma animal teimoso. Cada estocada fazia a bunda dela ondular, a carne batendo, o barulho molhado de porra sendo empurrada para dentro e para fora. Ele puxava quase tudo e cravava de novo, o pau sumindo inteiro, as veias latejando contra as paredes quentes. Yara enfiou a mão entre as pernas e esfregou o clitóris em círculos loucos, o corpo inteiro tremendo a cada impacto.
— Aperta esse cu de vadia de cidade — grunhiu ele, dando um tapa seco na nádega direita, depois na esquerda, deixando marcas vermelhas. — Olha como engole. Tava virgem há meia hora e já tá pedindo porra de novo. Fala o que você é.
— Sou a putinha do estábulo… a influenciadora que veio gozar no pau grosso de fazendeiro… arromba, Xavier… arromba mais fundo… quero sentir suas bolas coladas… — a voz dela quebrava a cada martelada. O orgasmo veio rápido, violento: o cu contraiu em espasmos fortes, espremendo o pau dele, um jorro quente escorrendo da buceta enquanto ela gemia sem freio, a testa no braço, o cabelo colado de suor.
Ele não parou. Continuou metendo através do gozo dela, sentindo o aperto milimétrico sugar, puxar, tentar segurar. Quando ela ainda tremia, Xavier tirou o pau de repente, o comprimento brilhando de porra e saliva. Virou Yara de costas no feno alto, ergueu as duas pernas dela até os ombros e enfiou de novo no ângulo mais fundo possível. Nessa posição o pau chegava num lugar que fazia os olhos dela revirarem.
— Olha pra mim enquanto eu encho esse rabo de novo — mandou ele, a mão no pescoço dela, sem apertar de verdade, só firmando. — Quero ver a cara de puta quando eu gozar.
Yara olhou, a boca aberta, a língua para fora, o peito subindo e descendo rápido sob a camiseta suada. Ele metia curto e fundo agora, sem tirar quase nada, só batendo o saco na bunda, o polegar esfregando o clitóris inchado dela ao mesmo tempo. O segundo orgasmo dela veio em ondas longas: o corpo arqueou, o cu agarrou com força de ferro, um gemido rouco e contínuo saindo da garganta enquanto ela gozava molhada, o líquido escorrendo pelo feno.
Xavier segurou o máximo que pôde. Quando o aperto dela ficou impossível, enterrou até o talo, grunhiu o nome dela e jorrou de novo — jatos grossos, quentes, pulsando fundo, enchendo o que já estava cheio. A porra vazou imediatamente pelas laterais do pau, escorrendo em filetes brancos pela rachadura, molhando o saco dele e o feno embaixo. Ele ficou enterrado, latejando, sentindo o cu dela milimetrar em volta, sugando até a última gota.
Mas Yara ainda não tinha terminado. Com as pernas tremendo, ela empurrou o peito dele, fez Xavier deitar de costas no monte de feno e montou de costas, o cu escorregadio alinhando na cabeça do pau ainda semi-duro e babado. Desceu devagar, gemendo quando o anel dilatado engoliu tudo de novo, e começou a rebolar. A bunda gorda batia contra a barriga dele, o movimento circular, sujo, a porra de antes escorrendo para as bolas dele a cada descida.
— Assim… eu controlo a profundidade… sinto cada veia… — sussurrava ela, olhando por cima do ombro, o sorriso sujo. — Seu pau tá perfeito no meu cu. Quente. Grosso. Meu agora.
Xavier segurou a cintura dela e empurrou para cima no mesmo ritmo, encontrando cada rebolada com uma estocada de baixo para cima. O estábulo cheirava a sexo puro — feno molhado, suor, porra, o couro das selas. Lá fora o sol morria de vez; a luz laranja virou azul-escuro pelas frestas. Um cavalo relinchou de novo, mais longe. Dentro, só o barulho molhado de cu sendo fodido sem piedade e os gemidos abafados de Yara.
Ela se inclinou para a frente, as mãos no feno, empinando ainda mais, e pediu:
— Tapa. Fala putaria. Me trata que nem a vadia que eu sou aqui.
Ele obedeceu. Tapas ritmados na bunda, a carne tremendo, a voz rouca soltando tudo:
— Cu de puta de internet… veio pro sítio só pra levar pau no rabo… olha como tá largado, escorrendo porra de fazendeiro… aperta. Isso. Vou te foder até você não conseguir sentar no banco do carro amanhã. Seu cu é meu estábulo agora.
Yara gozou de novo só com as palavras e o pau batendo no ponto certo, o corpo inteiro se contraindo, um grito longo abafado no braço. O aperto puxou Xavier junto pela terceira vez: ele ergueu o quadril, cravou fundo e despejou mais porra quente, menos volume mas ainda pulsante, o excesso saindo em bolhas brancas toda vez que ela subia.
Eles ficaram assim um tempo — ela montada, ele enterrado, respirando pesado, o suor escorrendo entre os corpos. Depois Yara se levantou devagar, o cu abrindo e fechando, um rio branco descendo pelas coxas internas até os joelhos. Ela se virou, ajoelhou entre as pernas dele e limpou o pau com a boca: chupou a cabeça, lambeu o comprimento sujo de porra e saliva, engoliu o gosto salgado deles dois misturados, os olhos fixos nos dele.
— Ainda tem mais? — perguntou ela, a voz rouca de quem mamara fundo. — A noite mal começou. Quero sentir você me pegar em pé.
Xavier se levantou, o pau já endurecendo de novo só de ver o estado dela. Empurrou Yara de frente contra a parede de madeira do estábulo, levantou uma perna dela até a altura do quadril e enfiou o pau no cu de uma vez só. A posição era apertada, profunda, o ângulo fazia a cabeça bater num lugar que tirava o ar dela. Ele fodia em pé, as botas plantadas no chão de terra, as mãos segurando a coxa e a cintura, o peito peludo colado nas costas suadas dela.
Cada estocada era seca, forte, o pau entrando até o fim, a bunda dela batendo na barriga dele. Yara gemia contra a madeira, a bochecha pressionada, a mão livre esfregando o clitóris com desespero. O quarto orgasmo veio quase dolorido de tão intenso: o cu latejou em volta do pau como se quisesse arrancar a porra à força, as pernas bambearam, só o braço dele a manteve em pé.
— Mais uma… enche de novo… quero acordar com o rabo pesado… — pediu ela, quase chorando de tesão.
Xavier meteu mais uns minutos naquele ritmo de trabalho braçal, o suor escorrendo pelo peito peludo, os grunhidos baixos. Quando gozou a quarta vez foi com um gemido longo, o pau latejando fundo, despejando o que restava, o excesso escorrendo imediatamente pela coxa dela até a bota. Ele ficou enterrado, ofegante, beijando o ombro dela, a mão ainda abrindo a nádega para ver o cu dilatado, vermelho, brilhando de porra.
Devagar, tirou. Yara escorregou para o feno, as pernas abertas, o peito subindo rápido, o olhar vidrado e saciado. O cu dela não fechava direito; piscava, soltava filetes brancos que desciam pela rachadura e molhavam o feno sob a bunda. Xavier se ajoelhou, passou a língua uma última vez pelo anel aberto, chupando o gosto deles, e ela soltou um gemido cansado, quase um riso.
Eles ficaram ali enquanto a escuridão completa tomava o estábulo. Yara puxou a camiseta suada para baixo, enfiou o short e a calcinha no bolso sem nem tentar vestir, o corpo inteiro marcado de tapa, suor e porra seca nas coxas. Xavier fechou o jeans por cima do pau ainda semi-duro e babado. O cheiro de sexo era mais forte que o de cavalo agora.
Yara se aproximou, beijou a boca dele com lentidão suja, o gosto de porra ainda na língua dos dois, e sussurrou contra os lábios:
— Melhor férias da minha vida. Meu cu vai lembrar de você por semanas. Toda vez que eu sentar pra gravar story vou sentir.
Xavier passou o polegar no lábio inferior dela, o olhar escuro, satisfeito, o peito ainda ofegante. Lá fora a noite de sítio cantava com grilos. Dentro, só o resto do calor dos corpos.
Yara pegou o celular no feno, desbloqueou a tela com o dedo sujo e sorriu para a câmera frontal como se o estábulo inteiro fosse só mais um cenário. O último frame que ela salvou mostrou o cu ainda aberto e escorrendo, o feno colado na pele, a legenda pronta: “Fuga ardente real. Cu arrombado por fazendeiro de verdade. Link na bio.”
Só então a notificação antiga que ela fingira não ver a noite inteira piscou de novo no topo da tela — a mensagem do diretor de produção do reality que ela gravava há três temporadas: “Xavier saiu perfeito de novo. Mesmo script, mesma fome. Corte final amanhã. Até a próxima ‘férias’.”
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