Reencontro Inesperado: A Rebound que Quis Meu Cu na Lavanderia
Reencontro Inesperado: A Rebound que Quis Meu Cu na Lavanderia Barrett, marceneiro de 28 anos, topa com a ex Danielle, de
Barrett empurrou a porta da lavanderia do prédio com o ombro, a cesta de roupa suja batendo contra a coxa. Vinte e oito anos, marceneiro de mão calejada, corpo ainda fedendo a verniz e serra depois de doze horas em pé. Era quase meia-noite. Só queria enfiar tudo na máquina, tomar um banho e desligar.
Danielle estava lá.
Vinte e seis anos, shortinho preto tão curto que a borda da bunda escapava quando ela se inclinava, regata branca colada nos peitos duros, sem sutiã. O cabelo preso num coque bagunçado. Três meses desde o término e o cheiro dela — sabonete barato e pele quente — bateu nele como um soco.
Ela virou o rosto. Os olhos escuros percorreram o peito largo dele sob a camiseta rasgada.
— Porra. Você.
— Eu. — Barrett largou a cesta no chão. — Não sabia que você ainda morava aqui.
— Mudei de apartamento. Mesmo prédio. Coincidência de merda. — Danielle cruzou os braços, empurrando os peitos para cima. — Continua com essa cara de quem fodeu a noite inteira e não lavou a roupa.
— Continua com essa cara de quem queria ser fodida a noite inteira e largou o cara no meio.
O silêncio vibrou junto com a máquina ao fundo. Ela deu um passo. O shortinho subiu mais um centímetro.
— Sentia falta do seu pau no meu cu, Barrett. Ninguém mais me abre do jeito que você abria. Aquela porra de dominância... você enfiava até eu chorar e ainda pedia mais.
Ele engoliu seco. O pau já latejava dentro da calça de trabalho.
— Você que terminou, Danielle.
— Terminei porque você era intenso demais. Porque eu gozava tanto que ficava mole e com vergonha no dia seguinte. — A voz dela baixou, rouca. — Mas o cu sente sua falta. Todo dia.
Barrett avançou. As mãos grandes agarraram a cintura fina dela, puxando-a contra o corpo. Os dedos desceram, entraram pelo cós do short, acharam a calcinha já encharcada. Dois dedos deslizaram entre os lábios molhados, subiram até o cuzinho apertado e pressionado.
Danielle gemeu alto, a testa caindo no peito dele.
— Porra, já está escorrendo só de me ver?
— Só de imaginar você esticando de novo. — Ela virou de costas de uma vez, empinou a bunda contra a virilha dura dele, as mãos apoiadas na máquina de lavar que vibrava. — Fode meu cu aqui. Agora. Quero. Estou molhada pra caralho só de sentir sua mão. Enfia. Confirma que eu quero: eu quero seu pau inteiro no meu rabo nesta lavanderia. Fode forte.
O controle quebrou.
Barrett puxou o short e a calcinha dela num movimento só, descendo até as coxas. A bunda redonda, o cuzinho rosado piscando. Cuspiu grosso direto no centro. Dois dedos grossos entraram de uma vez, abrindo o anel apertado. Danielle gritou, empurrando para trás.
— Mais. Abre mais. Porra, Barrett...
Ele torceu os dedos, scissoring, sentindo o interior quente e veludo. A saliva escorria pela perineo. Quando o cuzinho cedeu o suficiente, ele abriu o zíper, tirou o pau grosso e veioso, passou a cabeça no buraco molhado de saliva e gozo dela.
— Fica de quatro em cima da máquina. Agora.
Danielle subiu, joelhos na tampa vibrante, peitos esmagados no metal frio, bunda alta. Barrett segurou as nádegas, abriu, e cravou o pau inteiro numa estocada só. O cu engoliu até as bolas. Ela gritou abafado, os dedos se agarrando à borda.
Ele fodeu. Forte. A máquina balançava sob eles, o barulho molhado de pau entrando e saindo do cu apertado ecoando nas paredes de azulejo. Cada estocada fazia a bunda dela bater na virilha dele com um estalo úmido. Barrett segurou o cabelo dela, puxou a cabeça para trás.
— Safada viciada em rola no cu. Três meses sem isso e já está pingando no chão. Sente como seu rabo aperta? Igual puta faminta.
— Mais fundo. Me fode mais fundo, porra. — Danielle gemia sem parar, o short ainda preso nas coxas, as pernas tremendo. — Ninguém come meu cu assim. Só você. Me usa.
Ele tirou o pau quase todo, só a cabeça dentro, e enterrou de novo até o fundo. Depois a puxou para baixo da máquina, ergueu o corpo dela, colou as costas dela na parede fria. Segurou uma perna dela aberta, joelho dobrado alto, e voltou a meter no cu em pé. A outra mão esbofeteou a bunda vermelha, uma, duas, três vezes, a marca da palma surgindo.
— Fala. Fala o que você é.
— Sou sua puta de cu. Viciada no seu pau grosso esticando meu rabo. Enche. Enche meu cu de porra.
Barrett martelava fundo, o ângulo fazendo a cabeça do pau roçar o ponto que fazia ela tremer. A mão livre desceu, esfregou o clitóris inchado dela em círculos rápidos. Danielle gozou primeiro, o cu contraindo em espasmos violentos ao redor do pau dele, um grito longo e rouco saindo da garganta. O aperto milimétrico puxou Barrett junto. Ele enterrou até as bolas e gozou, jatos quentes e espessos enchendo o cu dela, pulando enquanto a máquina ao lado vibrava no ciclo final.
Eles ficaram ali, ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro, porra escorrendo devagar pela coxa dela quando ele recuou um centímetro. O ar cheirava a sexo e amaciante barato.
Danielle respirou no pescoço dele, a voz rouca e baixa:
— Ainda não terminei com você. Tem mais. Muito mais. E se alguém abrir essa porta agora...
Passos no corredor. Lentos. Se aproximando. A maçaneta da lavanderia rangeu levemente, como se alguém tivesse hesitado do lado de fora.
Barrett ainda estava enterrado nela. O pau começava a endurecer de novo com o risco. Danielle sorriu contra a pele dele, selvagem, e sussurrou:
— Não tira. Ainda não.
Barrett não tirou. O pau latejava de novo dentro do cu ainda escorrendo da primeira gozada, quente e escorregadio, o anel dela se contraindo em volta da glande como se quisesse sugar até a última gota. Os passos no corredor pararam bem na frente da porta. A maçaneta girou mais um milímetro, metal rangendo. Danielle prendeu a respiração contra o pescoço dele, as unhas cravadas nos ombros largos do marceneiro, e empurrou o quadril para trás, engolindo mais um centímetro.
— Fica quieto — sussurrou ela, a voz rouca de quem acabara de gozar e já queria outra. — Deixa entrar se quiser. Quero sentir você me foder enquanto alguém escuta.
Barrett agarrou a coxa dela com mais força, mantendo a perna aberta contra a parede fria de azulejo. A outra mão subiu e tapou a boca de Danielle no momento em que a maçaneta cedeu de vez. A porta abriu uns vinte centímetros. Uma silhueta de homem idoso, chinelos arrastando, olhou o corredor vazio e resmungou algo sobre barulho de máquina. Barrett meteu fundo sem aviso, o pau grosso abrindo o cu dilatado de novo, a cabeça batendo fundo. Danielle gritou abafado na palma dele, o som virando um gemido gutural. O velho empurrou a porta mais um pouco, a luz do corredor cortando o chão manchado de saliva e porra.
— Porra de máquina barulhenta de novo — murmurou o homem lá fora. Ficou parado uns segundos eternos. Barrett puxou quase todo o pau para fora e cravou de uma vez, as bolas batendo na bunda dela com um estalo molhado. Danielle tremeu inteira, o cu apertando em espasmos, os peitos duros raspando o peito suado dele. O homem no corredor fungou, fechou a porta devagar e os passos se afastaram, sumindo escada acima.
Assim que o corredor silenciou, Barrett soltou a boca dela. Danielle ofegava, a saliva escorrendo pelo queixo.
— Mais. Agora sem freio. Quero que você me abra de verdade. Me vira.
Ele a tirou da parede, o pau saindo com um ploc úmido, um fio grosso de porra e saliva caindo no chão de cimento. Danielle caiu de quatro sobre a cesta de roupa suja dele, a bunda alta, o shortinho ainda enrolado nas coxas, o cuzinho rosado e brilhante piscando, dilatando e fechando, gotejando. Barrett ajoelhou atrás, cuspiu de novo direto no buraco aberto e enfiou três dedos de uma vez, torcendo, abrindo, sentindo as paredes quentes e aveludadas se renderem. Ela gemiu alto, empurrando para trás.
— Assim. Abre esse cu pra porra. Senti falta disso todo dia, Barrett. De você me esticando até doer gostoso.
Ele tirou os dedos, limpou na própria camiseta rasgada e enfiou o pau de uma estocada só até as bolas sumirem. Danielle gritou, a testa batendo na borda da cesta. A máquina ao lado entrou no ciclo de centrifugação, vibrando forte o suficiente para o metal tremer. Barrett segurou os quadris dela com as duas mãos calejadas e fodeu. Forte. Rápido. Cada estocada fazia a bunda batendo na virilha com um barulho molhado e obsceno que ecoava no azulejo. O cheiro de sexo, verniz e amaciante misturava no ar quente da lavanderia.
— Olha esse rabo engolindo. Três meses e ainda aperta igual puta de primeira vez — rosnou ele, a voz baixa e suja. Puxou o cabelo dela, forçando o peito para cima, e meteu mais fundo, o ângulo fazendo a glande roçar aquele ponto que a deixava mole. — Fala o que você quer.
— Quero seu pau inteiro me arrombando. Quero gozar de novo com o cu cheio. Me usa, caralho. Me fode até eu não aguentar mais ficar em pé.
Barrett tirou o pau quase todo, só a cabeça dentro, e enterrou de novo. Depois a puxou para cima, levantou o corpo dela e a sentou de costas no pau dele, agachado. Danielle desceu devagar, o cu se abrindo centímetro por centímetro até ela estar completamente empalada, as nádegas assentes na virilha dele. Ele segurou os peitos dela por baixo da regata, apertou os mamilos duros e começou a empurrar para cima, metendo seco enquanto ela quicava. O shortinho caído num joelho, a calcinha molhada jogada no chão, as coxas tremendo.
Ela gozou de novo sem tocar no clitóris, o orgasmo batendo só do cu sendo fodido. O anel se fechou com força milimétrica, mil contrações rítmicas que sugaram o pau dele. Danielle gritou sem se importar com o prédio inteiro, a voz rouca ecoando:
— Porra, Barrett... enche de novo. Jorra tudo dentro. Quero sentir escorrendo amanhã quando eu sentar.
Ele não aguentou. Segurou a cintura dela com força bruta, cravou até o fundo e gozou. Jatos quentes e espessos bombearam direto no intestino dela, enchendo, pulsando, enquanto o cu dela ainda se contraía ao redor. Barrett mordeu o ombro dela por cima da regata, gemendo baixo, o corpo inteiro travado no orgasmo. Quando o último espasmo passou, ele ficou ali, o pau ainda duro e latejando dentro, a porra começando a vazar pelas bordas do anel dilatado e escorrer pelas bolas dele e pelas coxas dela.
Danielle respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido. Virou o rosto e beijou a boca dele, molhada, suja, a língua enrolando sem pressa. Depois desceu devagar do pau, um fio grosso de porra caindo no chão entre os joelhos dela. Ficou de quatro de novo, empinou a bunda e abriu as nádegas com as próprias mãos.
— Limpa. Usa a língua. Quero sentir você chupar o que acabou de jorrar.
Barrett não hesitou. Abaixou o rosto, a barba rala raspando a pele quente, e passou a língua larga no cuzinho aberto e bagunçado. O gosto de porra e dela misturado. Lambia devagar, enfiava a ponta da língua dentro, chupava o anel inchado enquanto ela gemia baixinho, empurrando a bunda contra a boca dele. Ficou ali minutos, limpando, lambendo, sentindo o buraco ainda aberto e quente. Depois enfiou dois dedos de novo, só para sentir a maciez, e tirou. A porra escorria devagar pela perineo, pingando no cimento.
Eles se levantaram aos poucos. Danielle puxou o shortinho e a calcinha de volta, a roupa colando na pele suada e suja. Barrett guardou o pau na calça de trabalho, o zíper ainda aberto, o tecido manchado. O silêncio da lavanderia voltou, só o zumbido baixo da máquina no fim do ciclo e o pingar ocasional de uma torneira.
Danielle se apoiou na parede, as pernas ainda tremendo, o cabelo solto caindo no rosto. Olhou para ele sem sorrir, só o olhar escuro e satisfeito.
— Mesmo prédio. Vai ter mais.
Barrett só assentiu, a respiração ainda pesada. Pegou a cesta de roupa e enfiou as peças na máquina sem falar nada. Ela saiu primeiro, a porta se fechando atrás dela com um clique suave. Ele ficou sozinho no azulejo frio, o cheiro de sexo ainda pairando, o corpo latejando. A luz fluorescente zumbiu. A torneira pingou uma, duas, três vezes.
Depois, só silêncio.
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