Uma Última Olhada Antes de Zarpar
Um marinheiro de 28 anos espia a vizinha Yara, de 34, se tocando e depois sobe no navio para foder com ele no convés antes de zar
Marco acendeu o cigarro no convés do cargueiro ancorado no porto de Santos, a noite quente e úmida colando a camiseta no peito largo de marinheiro. Aos 28 anos, ele já havia feito essa rota várias vezes, mas nunca com o peso de seis meses longe de terra. O cheiro de sal, diesel e peixe frito subia do cais iluminado por lâmpadas amareladas. Ele tragou fundo, os olhos passeando pelo prédio baixo bem em frente ao píer. A janela do segundo andar estava aberta de par em par, a luz do quarto acesa como um palco particular.
Yara morava ali. Aos 34 anos, ela trabalhava no escritório da companhia de navegação durante o dia, mas à noite virava outra coisa na cabeça de Marco. Corpo cheio, pele morena dourada, quadris que balançavam quando ela caminhava pelo cais. Ele sempre a via da sacada do seu apartamento alugado, trocando olhares rápidos, nunca dizendo nada além de um “boa noite” educado. Agora, ali estava ela, de frente para a janela, como se soubesse exatamente que o navio partiria em poucas horas.
Ela começou a se trocar devagar. Tirou a blusa de alcinha por cima da cabeça, revelando os seios pesados presos num sutiã de renda preta. Não fechou as cortinas. Não apagou a luz. Seus olhos castanhos olharam direto para o convés escuro onde Marco fumava, um sorriso pequeno e safado aparecendo nos lábios carnudos. Caralho, ela sabe que eu tô aqui, pensou ele, o pau já latejando dentro da calça jeans. Yara jogou o cabelo longo para o lado e desceu as mãos pelos seios, apertando-os por cima do sutiã, beliscando os bicos até ficarem duros e marcados no tecido. Ela sabia que ele estava olhando. Queria que ele olhasse.
O coração de Marco batia forte no peito. Ele deu um passo para trás, se escondendo melhor na sombra do mastro, mas sem tirar os olhos. Yara virou de lado, mostrando o contorno da bunda redonda dentro da saia curta, e deixou a saia cair no chão. Ficou só de calcinha e sutiã, o corpo iluminado como uma visão molhada de desejo. Ela se sentou na beira da cama, de frente para a janela, e abriu as coxas grossas devagar. Os dedos deslizaram pela barriga até o tecido fino da calcinha, pressionando o monte inchado. Um gemido baixo escapou dela, audível mesmo na distância. Seus olhos não saíam do convés.
— Tá gostando do show, marinheiro? — sussurrou ela, como se soubesse que o vento levaria as palavras até ele. Marco sentiu o pau endurecer completamente. Ele abriu o zíper devagar, tirou o membro grosso para fora e começou a se tocar, a mão subindo e descendo no eixo quente enquanto via Yara enfiar dois dedos por baixo da calcinha. Ela estava molhada; dava para ver o brilho no tecido quando ela puxou a peça para o lado, mostrando a buceta inchada e rosada. Os dedos circulavam o clitóris devagar, depois mergulhavam fundo, entrando e saindo enquanto ela lambia os próprios lábios, mantendo o contato visual direto com ele no escuro.
— Porra... olha como eu tô melada por tua causa — murmurou ela, voz rouca atravessando a noite quieta. Marco apertou o pau mais forte, o pré-gozo lambuzando a cabeça grossa. Ele nunca tinha visto nada tão safado. Yara abriu mais as pernas, os pés plantados na cama, e fez um gesto claro com o dedo indicador: vem cá, chamando, mas ao mesmo tempo balançando a cabeça como se dissesse “fica aí e continua olhando”. Ela queria ser vista. Queria que ele se masturbasse para ela. Os dedos dela entravam mais rápido agora, o som molhado imaginado na cabeça de Marco enquanto ele batia punheta no ritmo dela.
O tesão subia como uma onda. Ele sentia o suor escorrendo pelas costas, o vento do mar gelando a pele quente do pau exposto. Yara tirou a calcinha de vez, jogando-a para o lado, e ficou completamente nua, seios balançando enquanto ela se dedilhava com fome. Seus gemidos ficavam mais urgentes, mas ainda controlados, como se soubesse que precisava ser discreta. Marco sentia as bolas pesadas, o orgasmo se aproximando só de olhar, mas não queria gozar ainda. Queria mais. Queria ela.
Então Yara se levantou, pegou um robe leve, vestiu rapidamente e desapareceu do quarto. Marco ficou ali, pau latejando na mão, coração disparado. Ela não vai... pensou. Mas minutos depois viu a silhueta dela saindo do prédio, atravessando a rua escura do cais com passos rápidos e silenciosos. Ela olhou para os dois lados, subiu pela passarela lateral do cargueiro com a facilidade de quem já conhecia o caminho, e pulou para o convés principal com agilidade. Marco guardou o pau rapidamente e foi ao encontro dela nas sombras perto da amurada de popa, onde a tripulação dormia nos conveses inferiores.
Yara o encontrou no escuro, olhos brilhando de tesão. Sem dizer nada, ela o empurrou contra a parede de metal frio, ajoelhou no piso áspero do convés e puxou a calça dele para baixo. O pau saltou duro na frente do rosto dela.
— Queria isso desde que te vi fumando — sussurrou ela, voz baixa e rouca, antes de abrir a boca e engolir a cabeça grossa. A língua quente girou em volta, lambendo o pré-gozo, depois ela desceu mais, engolindo metade do comprimento com fome. Marco agarrou o cabelo dela, gemendo baixo, sentindo a garganta apertada de Yara massagear o pau enquanto ela babava, chupando com força, os lábios esticados ao redor da grossura. Ela olhava para cima, olhos lacrimejando de prazer, sugando como se quisesse tirar a alma dele pela rola.
— Caralho, Yara... tua boca é perfeita — grunhiu ele, empurrando devagar, fodendo a boca quente. Ela gemia ao redor do pau, vibrando, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios que balançavam soltos no robe aberto. Depois de minutos daquela sucção gulosa, ela se levantou, virou de costas e se apoiou na amurada, abrindo as pernas e empinando a bunda redonda.
— Me fode agora. Forte. Quero sentir esse pau me arrombar antes de você zarpar — pediu ela, voz urgente.
Marco não pensou duas vezes. Segurou os quadris largos dela, cuspiu na mão, passou no pau e meteu tudo de uma vez na buceta encharcada. Yara arqueou as costas, mordendo o próprio braço para não gritar. Ele começou a bombear com força, o som molhado de pele batendo ecoando baixo no convés vazio. As mãos dele apertavam a carne macia dos quadris, puxando-a contra si a cada estocada profunda. Depois deu um tapa forte na bunda, o estalo ecoando.
— Isso, bate mais... marca essa bunda — pediu ela, rebolando contra ele, buceta apertando o pau como um punho quente e molhado. Marco deu mais tapas, alternando as nádegas que ficavam vermelhas, enquanto metia sem parar, sentindo as bolas baterem no clitóris inchado dela. O suor escorria pelos corpos, o cheiro de sexo misturando com o mar.
Eles trocaram de posição rápido. Marco sentou numa caixa de cordas, pau apontando para cima, brilhando com os sucos dela. Yara subiu em cima, de frente, encaixando a buceta quente devagar até engolir tudo. Ela começou a cavalgar gostoso, subindo e descendo com movimentos circulares, os seios pesados pulando na cara dele. Marco agarrou um mamilo com a boca, chupando forte enquanto ela rebolava, gemendo baixinho no ouvido dele:
— Tá tão fundo... vai me fazer gozar no teu pau, marinheiro... não para.
Os movimentos dela ficaram mais rápidos, a buceta apertando, sugando. Marco segurava a bunda dela, ajudando no ritmo, sentindo o orgasmo subir forte. Yara mordeu o ombro dele com força quando gozou, o corpo tremendo inteiro, buceta pulsando ao redor do pau grosso. Marco não aguentou mais. Com um grunhido rouco, ele gozou fundo dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta molhada enquanto os dois tremiam juntos, abraçados no escuro do convés.
Yara ficou parada um momento, respirando pesado contra o pescoço dele, o pau ainda latejando dentro dela. Então ela segurou o rosto de Marco, deu um beijo demorado, língua dançando devagar, cheia de saliva e desejo. Quando separou os lábios, sussurrou colada na boca dele:
— Boa viagem, marinheiro...
Ela ainda não havia descido. O motor do navio começou a roncar baixo, preparando para zarpar. Vozes da tripulação ecoaram de baixo, acordando para a partida. Yara olhou para Marco com um misto de susto e excitação renovada, o corpo ainda conectado ao dele, porra escorrendo pela coxa enquanto os primeiros tripulantes subiam para o convés. O navio começou a se afastar lentamente do cais. Ela ainda estava ali.
O navio ganhava velocidade devagar, o casco cortando a água escura do porto de Santos com um rumor baixo que vibrava pelo convés inteiro. Yara ainda estava colada nele, a buceta pulsando fraca ao redor do pau semi-duro de Marco, o creme branco e grosso escorrendo pela parte interna das coxas morenas e pingando no metal áspero. Aos 34 anos, ela nunca tinha feito algo tão imprudente, mas o tesão latejava mais forte que o medo. Os seios pesados subiam e desciam roçando o peito largo dele, os bicos duros roçando o tecido úmido da camiseta. Vozes roucas subiam pela escada de ferro — a tripulação acordando para a manobra de saída.
Marco sentiu o pau inchar novamente dentro dela só de pensar no risco. “Essa mina é louca, mas eu tô mais louco ainda”, pensou, o coração batendo na garganta. Ele a puxou rápido para trás do guincho de popa, onde a lona velha e as caixas de ferramentas criavam um buraco de sombra quase total. O vento quente do canal trouxe cheiro de diesel, peixe e o perfume almiscarado que saía da pele dela. Yara deixou o robe leve cair aos pés, ficando completamente nua, o corpo cheio brilhando de suor. A bunda redonda ainda trazia as marcas rosadas dos tapas anteriores.
Sem falar nada, ela se agachou entre as pernas dele e segurou o pau grosso com as duas mãos. A rola ainda estava melada da mistura dos dois gozos, latejando pesada. Yara lambeu devagar da base até a cabeça inchada, saboreando o gosto salgado e forte, a língua quente girando devagar ao redor da glande sensível. Depois abriu a boca e engoliu metade de uma vez, as bochechas afundando enquanto chupava com fome renovada. O som molhado e baixo de sucção se misturava ao barulho das ondas que batiam mais fortes agora no casco. Marco agarrou o cabelo longo dela, controlando o ritmo, empurrando devagar para não fazer barulho. Sentia a garganta dela apertar, os olhos castanhos lacrimejando olhando para cima, cheios de desejo cru.
— Engole tudo, vai... isso, assim — sussurrou ele, a voz quase sumindo no vento. Yara gemeu baixinho ao redor do pau, a vibração subindo pela espinha dele. As bolas pesadas batiam no queixo dela a cada movimento. Ela babava muito, o fio de saliva descendo até os seios balançando soltos, molhando os bicos escuros. Marco sentia o orgasmo anterior ainda latejando nas veias, mas o tesão voltava como uma onda quente. “Se alguém subir agora e vir essa visão...”, pensou, e isso só deixou o pau mais duro.
Ela soltou o pau com um pop molhado, se levantou e virou de costas outra vez, abrindo as pernas grossas e empinando a bunda. A buceta inchada, vermelha e brilhante, escorria porra sem parar. Marco cuspiu na palma, passou na rola e meteu devagar, sentindo cada dobra quente e escorregadia engolir ele inteiro. Yara arqueou as costas, pressionando a testa contra o metal frio da amurada para abafar o gemido que queria escapar. Ele começou a foder com estocadas profundas e ritmadas, controlando a força para o som de pele contra pele não viajar longe. Cada vez que entrava até o fundo, as bolas batiam no clitóris inchado dela, fazendo as coxas tremerem.
— Tá me arrombando de novo... caralho, que delícia — murmurou Yara, a voz rouca e baixa, rebolando devagar contra ele, apertando a buceta de propósito. Marco segurou os quadris largos com força, os dedos afundando na carne macia, e acelerou um pouco. O suor escorria pelo sulco das costas dela, descendo até a bunda que tremia a cada impacto. Ele deu um tapa mais forte, o estalo seco cortando a noite, depois outro, alternando as nádegas que ficaram marcadas de vermelho. Yara mordia o próprio braço, o corpo inteiro tensionado de prazer.
Eles trocaram rápido, com urgência. Marco sentou numa caixa de ferramentas baixa, o pau apontando para cima, brilhando de creme e saliva. Yara subiu de frente, as coxas grossas abertas ao máximo, e desceu devagar, engolindo tudo de uma vez. A buceta quente e cheia de porra fez um som obsceno quando ela sentou completamente. Ela começou a cavalgar com movimentos circulares e fundos, subindo até quase sair e descendo com força, os seios pesados pulando na cara dele. Marco agarrou um mamilo com a boca, chupando forte, mordendo de leve enquanto as mãos apertavam a bunda dela, ajudando no ritmo.
— Olha como eu tô molhada... tua porra tá toda dentro de mim e eu ainda quero mais — sussurrou ela no ouvido dele, a voz entrecortada. O clitóris roçava na base grossa a cada descida, enviando choques de prazer pelo corpo inteiro. Marco sentia as paredes dela apertarem, sugando, o calor molhado envolvendo cada veia do pau. O motor do cargueiro roncava mais alto agora, o navio já deixando as luzes do cais para trás, o canal aberto à frente. As vozes da tripulação passavam mais perto, risadas cansadas ecoando, mas o canto escuro os protegia.
Yara acelerou, rebolando mais rápido, os gemidos virando suspiros curtos e desesperados. O suor dos dois se misturava, o cheiro forte de sexo dominando o ar salgado. Marco sentia as bolas se contraindo de novo, o prazer subindo como uma maré impossível de segurar. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta dando espasmos fortes ao redor dele, esguichando um jato quente que molhou a barriga e as coxas dele. Yara mordeu o ombro dele com força através da camiseta, o grito abafado vibrando contra a pele. Isso quebrou o controle de Marco. Ele segurou a bunda dela com as duas mãos, meteu para cima com força contida e gozou pela segunda vez, jatos grossos e quentes enchendo a buceta já transbordando, o excesso escorrendo pelo saco dele e pingando no convés.
Eles ficaram parados, abraçados, ofegantes. O pau ainda dentro dela, pulsando fraco. Os corpos colados, suados, tremendo com os resquícios do prazer. Nenhum dos dois falou. As vozes da tripulação se afastaram para a proa, o navio agora navegando livre no canal escuro. Yara levantou o rosto devagar, os olhos castanhos encontrando os dele. Havia um brilho suave ali, misturado com cansaço e algo mais quieto. Ela não disse “boa viagem”, não disse nada. Só ficou olhando, respirando no mesmo ritmo que ele. O vento gelado do mar secava o suor nas costas deles. O ronco constante dos motores e o barulho das ondas contra o casco preenchiam tudo.
Marco sentiu o peito apertar de um jeito estranho. Seis meses de mar pela frente, rotas longas, noites vazias. Mas ali, naquele momento, só existia o calor dela, o cheiro dela, o peso dela ainda sentada no colo dele. Yara desceu devagar, o pau saindo com um som molhado e suave. Ela pegou o robe do chão, vestiu sem pressa, amarrou a faixa frouxa. O sêmen escorria visível pelas pernas dela, brilhando nas coxas. Ela deu um passo para trás, ainda olhando. Nenhum sorriso, nenhuma palavra. Só aquele olhar longo, direto, quase solene.
Então ela se virou e caminhou silenciosa até a lateral do convés, encontrou a escada de serviço que ainda estava baixa o suficiente enquanto o cargueiro terminava a manobra lenta de saída. Desceu sem fazer barulho, o robe balançando no vento, a silhueta engolida pela escuridão do cais que ficava para trás. Marco não se mexeu. Ficou sentado na caixa, calça ainda aberta, o pau mole e molhado descansando na coxa. Acendeu outro cigarro com as mãos trêmulas. O gosto de fumo se misturou ao gosto dela que ainda estava na boca.
O navio seguiu. As luzes de Santos viraram pontos distantes, depois um borrão amarelo no horizonte. Só restou o mar escuro, o céu sem lua e o silêncio absoluto. Nenhum gemido, nenhum tapa, nenhum sussurro safado. Só o vento constante, o motor monótono e o peso quieto daquela última olhada antes de zarpar. Marco tragou fundo, soltou a fumaça devagar e ficou ali, olhando o nada, o corpo ainda sentindo os ecos do corpo dela. O silêncio era completo. E bastava.
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