A Vizinha que Seduziu Meu Cu na Casa Errada
A vizinha divorciada de 42 anos seduziu o cu do Xavier, de 28, na casa errada e ele meteu gostoso.
Xavier, um jovem de 28 anos que acabara de se mudar para um apartamento no Brooklin, em São Paulo, parou em frente à porta com a testa suada. O sol da tarde castigava o corredor do condomínio e ele ainda não decorara direito os números. Achou que ali era o 305, a casa do amigo que havia prometido uma cerveja gelada para celebrar a mudança. Tocou a campainha duas vezes, ajustando a bermuda que marcava suas coxas grossas de tanto correr. Quando a porta se abriu, o erro ficou evidente.
Chloe, a vizinha divorciada de 42 anos, estava parada ali com um sorriso que misturava surpresa e pura malícia. Dona de uma academia movimentada na região, ela mantinha um corpo escultural que Xavier já havia devorado com os olhos várias vezes na piscina do condomínio. Os seios firmes, a cintura marcada, as coxas grossas e definidas, e aquela bunda redonda, empinada, que balançava levemente quando ela saía da água. Agora, vestia apenas um robe curto de seda vermelha, o tecido fino colado à pele bronzeada e ainda úmida do banho recente. O decote profundo deixava metade dos seios à mostra, os mamilos marcando o tecido como se implorassem por atenção. A barra do robe mal cobria a curva inferior da bunda, revelando as pernas longas e tonificadas.
Ela inclinou a cabeça, os cabelos castanhos molhados caindo sobre um ombro, e seus olhos verdes desceram descaradamente pelo corpo dele. Pararam na virilha, depois contornaram até a bunda de Xavier, onde a bermuda jeans se esticava sobre as nádegas duras. Um sorriso lento e safado se abriu nos lábios carnudos dela.
— Oi... Você não é o Lucas do 305, né? — perguntou com voz rouca, quase ronronando.
Xavier sentiu o rosto queimar, mas o pau deu um salto dentro da cueca. Aquela mulher era ainda mais perigosa de perto. O cheiro dela, uma mistura de sabonete caro e algo quente, feminino, invadiu suas narinas.
— Desculpa, Chloe. Eu acabei de me mudar pro 308 e confundi as portas. Não quis te atrapalhar.
Ela não se mexeu para fechar o robe. Pelo contrário, apoiou o corpo no batente de forma que o tecido se abriu mais um centímetro, mostrando a lateral de um seio cheio e redondo.
— Atrapalhar? De jeito nenhum, Xavier. Eu te vejo na piscina toda semana. Você fica fingindo que não olha, mas eu noto. Essa bunda gostosa chamando atenção dentro da sunga... Entra. Toma uma água gelada. Tá um calor do caralho hoje.
Ele hesitou por meio segundo. O instinto dizia para pedir desculpas e ir embora. O pau, já meio duro, dizia outra coisa. Chloe segurou o pulso dele com dedos firmes, puxando-o para dentro. A porta se fechou com um clique suave. O apartamento dela era claro, cheirava a baunilha e luxo, com uma cozinha americana toda equipada. Ela caminhou na frente, o robe subindo e descendo na bunda, revelando a parte de baixo das nádegas redondas a cada passo.
Na cozinha, ela pegou uma garrafa de água da geladeira e serviu um copo grande, inclinando-se sobre a bancada. O robe se abriu totalmente na frente. Os seios firmes, com mamilos rosados e arrepiados, ficaram expostos por completo. Xavier engoliu a saliva. Seu pau endureceu de vez, formando uma barraca visível na bermuda.
— Você malha bastante, né? — ela disse, virando-se devagar e entregando o copo. Seus olhos fixaram na ereção dele sem nenhuma vergonha. — Corpo jovem, definido... Eu adoro. Aos 42 anos, depois do divórcio, eu aprendi a pegar o que quero. E eu fantasiava com você, sabia? Toda vez que via essa bunda empinada na piscina, imaginava como seria apertar, morder, abrir...
Xavier sentiu o coração martelando. A voz dela era direta, sem rodeios, e isso o deixava ainda mais excitado. Ele retribuiu o flerte, a garganta seca.
— Eu também te desejo, Chloe. Você é uma mulher foda. Esse corpo de academia, esses peitos firmes... Eu já bati punheta pensando em você várias vezes.
Ela sorriu, satisfeita. Deixou o robe deslizar pelos ombros “sem querer”, caindo até a cintura. Os seios ficaram livres, pesados e perfeitos, balançando levemente com a respiração acelerada. Virou de costas para ele, empinando um pouco o quadril.
— Então me ajuda com uma coisa. Esqueci de passar protetor nas costas depois da piscina. Minhas mãos não alcançam direito. Passa pra mim?
Xavier pegou o frasco de protetor solar que ela estendeu. Quando suas mãos tocaram a pele quente e macia das costas dela, ambos soltaram um suspiro pesado. Os dedos dele espalharam o creme devagar, sentindo cada músculo definido, a curva da lombar, a textura aveludada. Chloe gemeu baixinho, empurrando o corpo contra as mãos dele. O robe caiu completamente no chão, deixando-a só de fio dental. A bunda redonda e bronzeada ficou exposta, separada apenas por um fio fino que sumia entre as nádegas.
— Mais embaixo... Isso... aperta mais firme — murmurou ela, a voz carregada de tesão.
O pau de Xavier latejava dolorosamente. Ele sentia o cheiro de excitação vindo dela, misturado ao creme. Suas mãos desceram até a curva superior da bunda, massageando com vontade. Chloe virou de frente de repente, agarrou o pau dele por cima da bermuda e apertou com força, sentindo o volume grosso.
— Caralho, que pauzão. Você tem coragem, Xavier? Tem culhão pra me dar do jeito que eu mais gosto? No cu. Eu quero esse pau grosso abrindo minha bunda bem fundo. Sem frescura. Você topa?
Os olhos dela brilhavam com desejo puro. Não havia dúvida, nem pressão. Só tesão cru e mútuo.
— Porra, Chloe... Eu quero demais. Quero comer esse cu que eu tanto olhei.
Ela lambeu os lábios, segurou a mão dele e o guiou pelo corredor até o quarto. O ambiente era amplo, a cama king size com lençóis escuros. Chloe tirou a bermuda e a cueca dele com pressa, liberando o pau grosso, veioso, com a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Caiu de joelhos e começou a chupar com fome. A boca quente engoliu metade do comprimento, a língua girando, saliva escorrendo pelos cantos enquanto ela masturbava a base com a mão. Ao mesmo tempo, ela enfiava o dedo médio lubrificado no próprio cu, gemendo em volta do pau dele.
— Olha como eu tô molhada aqui atrás — disse, virando de lado e mostrando dois dedos entrando e saindo do cuzinho rosado e piscante. — Tô pronta pra levar vara.
Chloe subiu na cama, ficou de quatro e empinou o rabo alto, separando as nádegas com as próprias mãos. O cuzinho brilhava, contraído de tesão.
— Vem, Xavier. Lambe meu cu primeiro. Mostra o quanto você quer foder ele.
Ele não pensou duas vezes. Ajoelhou-se atrás dela e enterrou o rosto entre aquelas nádegas firmes. A língua lambeu o anel apertado com fome, circulando, pressionando para dentro, sentindo o gosto quente e íntimo. Chloe rebolava na cara dele, gemendo alto.
— Isso, caralho... enfia a língua no meu cuzinho... assim, bem gostoso...
Xavier enfiou dois dedos, sentindo o calor apertado, o anel pulsando em volta deles. Depois alinhou o pau grosso na entrada e empurrou devagar. Centímetro por centímetro, o cu dela foi engolindo tudo até o talo. Os dois gemeram juntos. Era apertado, quente, perfeito. Ele começou a meter com força em posição de quatro, as bolas batendo contra a boceta molhada dela, o som molhado e obsceno enchendo o quarto.
— Me fode o cu, Xavier! Mais forte! Arromba essa bunda!
Depois de minutos metendo com vontade, ela o empurrou, fez ele deitar de costas e subiu por cima, de costas para ele. Segurou o pau e sentou devagar no cu, rebolando o quadril com maestria. A bunda redonda subia e descia, engolindo o pau inteiro a cada descida, as nádegas batendo contra as coxas dele. Chloe gemia alto, sem controle, o corpo suado brilhando.
— Ai, que delícia... esse pau tá me enchendo toda... rebolando no meu cu bem gostoso...
Enquanto cavalgava com força, o dedo indicador dela deslizou para trás, entre as pernas dele, e começou a circular o cu de Xavier com pressão leve, provocante. Ela virou o rosto, sorrindo safada entre os gemidos.
— Imagina se eu fizesse o mesmo com você depois... será que você aguenta a vizinha seduzindo esse seu cu também?
O corpo dela continuava rebolando, o cu apertando o pau dele ritmadamente, o dedo dela explorando, prometendo mais. A tensão sexual só aumentava, longe de terminar.
Chloe não parou o rebolado nem por um instante. O cu dela, quente e apertado como um anel de veludo molhado, subia e descia no pau grosso de Xavier, engolindo cada centímetro veioso com uma fome que fazia as bolas dele baterem contra a boceta encharcada da mulher. O dedo indicador dela, agora lubrificado pelos sucos que escorriam, pressionou com mais força a entrada do cu do rapaz de 28 anos. Xavier sentiu o anel resistir por um segundo, depois ceder, e o dedo deslizou para dentro devagar, girando, procurando, até acertar em cheio aquela glândula inchada.
Ele arqueou as costas de repente, um gemido rouco e grave saindo do fundo da garganta. “Caralho… que porra é essa que tá acontecendo comigo?”, pensou Xavier, o corpo inteiro tremendo. O prazer era completamente diferente de tudo que já sentira na vida — uma onda quente que subia pela coluna, fazia o pau pulsar violentamente dentro do cu da Chloe e deixava as pernas dele fracas. Aos 28 anos, recém-mudado para o Brooklin, ele sempre fora o cara que metia firme, dominava, nunca imaginara que ter o próprio cu invadido pudesse fazê-lo revirar os olhos de tesão assim.
Chloe, a divorciada de 42 anos que mantinha a academia mais concorrida da região com seu corpo escultural, riu baixinho, rouca, sem parar de cavalgar. Os seios firmes balançavam pesados, os mamilos rosados duros de excitação. O suor escorria pelo vale entre eles e pingava na lombar dele.
— Tá sentindo, né, Xavier? Esse seu cuzinho guloso tá apertando meu dedo como se não quisesse soltar nunca mais. Eu fantasiei tanto com isso… toda vez que via você na piscina, de sunga marcando essa bunda durinha, eu imaginava exatamente isso: meu dedo dentro de você enquanto meu cu comia esse pauzão.
Ela curvou o dedo com precisão, massageando a próstata dele em movimentos firmes e circulares. Xavier enterrou o rosto no travesseiro, mordendo o tecido para abafar o gemido que escapou alto demais. O pau dele, enterrado até o talo no cu dela, soltava fios grossos de pré-gozo que misturavam com a lubrificação que escorria pelas coxas grossas e definidas de Chloe. O cheiro do quarto era puro sexo: suor, cu, boceta molhada e o perfume caro de baunilha que ainda saía da pele bronzeada dela.
— Mais fundo, Chloe… porra, mete esse dedo mais fundo — ele pediu, a voz falhando, o orgulho masculino derretendo a cada estocada do quadril dela e cada pressão dentro do seu cu.
Ela obedeceu, introduzindo o dedo médio também. Dois dedos agora abriam o cu dele com cuidado, mas sem piedade, fodendo no mesmo ritmo que ela rebolava. O som era obsceno: o estalo molhado da bunda dela batendo nas coxas dele, o squish dos dedos entrando e saindo do cu virgem, os gemidos guturais dos dois se misturando. Xavier sentia o orgasmo se formando de um jeito estranho, vindo de dentro, como se a próstata inchada estivesse prestes a explodir.
Chloe sentiu o pau dele inchar ainda mais dentro dela e desacelerou o quadril, tirando o cu devagar. O pau saiu com um barulho molhado, latejando no ar, a cabeça roxa brilhando de lubrificação e os primeiros sinais de gozo que ele quase não segurou. Ela virou de frente para ele, o corpo todo suado, os cabelos castanhos grudados no pescoço, os lábios carnudos entreabertos.
— Ainda não, gostoso. Eu quero comer esse cu direito. Espera um segundo.
Ela levantou da cama king size com as pernas firmes de quem malha pesado todo dia. Xavier ficou deitado de costas, o peito subindo e descendo rápido, o cu piscando involuntariamente depois da invasão dos dedos. Ele observava cada movimento dela: o jeito como a bunda redonda balançava, as coxas grossas se apertando, os seios pesados se mexendo enquanto ela abria a gaveta da mesinha. Chloe tirou um harness de couro preto e um dildo de silicone realístico, veioso, com uns dezoito centímetros e uma curvatura perfeita na ponta.
Sem pressa, ela vestiu o strap-on, ajustando as tiras ao redor da cintura fina e das coxas grossas. O dildo ficou apontando para cima, rígido, brilhando depois que ela passou uma generosa camada de lubrificante transparente, espalhando com a mão como se estivesse masturbando um pau de verdade. Os olhos verdes dela encontraram os dele.
— Você tem 28 anos, Xavier. Corpo de quem corre e malha. Eu tenho 42, sou divorciada e sei exatamente o que um cu masculino aguenta. Você quer que eu te foda de verdade? Quer que a vizinha seduza esse seu cu na casa errada até você gozar sem nem tocar no pau?
Xavier engoliu em seco. O pau ainda latejava, duro como pedra. O tesão falava mais alto que qualquer pensamento racional.
— Quero… caralho, Chloe, me come. Seduz meu cu.
Ela sorriu vitoriosa. Fez ele virar de quatro novamente, empinando aquela bunda dura e branca contrastando com o bronzeado dela. As mãos de Chloe abriram as nádegas dele com firmeza, expondo o anel rosado que ainda brilhava de lubrificante. Ela cuspiu direto no buraco, esfregou a cabeça do dildo ali, provocando, girando, pressionando sem entrar ainda.
— Relaxa esse cuzinho pra mim… isso… respira fundo. Olha como ele tá pedindo. Tá piscando, Xavier. Tá implorando pra levar rola.
A pressão aumentou. A cabeça do dildo forçou a entrada. Xavier soltou um gemido longo, sentindo o alongamento queimar. Era maior que os dedos. A ardência inicial fez os olhos dele lacrimejarem, mas Chloe foi paciente, segurando a cintura dele, sussurrando safadezas.
— Isso, vai… deixa entrar. Seu cu tá abrindo tão bonito pra mim. Tá engolindo tudo, caralho. Que cu gostoso você tem, hein?
Centímetro por centímetro, o dildo deslizou para dentro até que as coxas dela colaram nas dele e o harness encostou na bunda dele. A curvatura acertou em cheio a próstata. Xavier sentiu uma explosão de prazer que quase o fez gozar na hora. Chloe começou a meter devagar, retirando quase tudo e empurrando de volta, o ritmo aumentando progressivamente. Logo o quarto se enchia do barulho ritmado de pele contra pele, ploc-ploc-ploc molhado e obsceno.
— Toma no cu, Xavier! Leva essa vara no seu cuzinho virgem! Eu sou a vizinha que você confundiu com a casa do amigo e agora tô te arrombando gostoso. Rebola pra mim, vai… rebola esse bundão.
Ele obedeceu, empinando mais, rebolando contra as estocadas. O pau dele, completamente ignorado, balançava pesado entre as pernas, pingando fios grossos de lubrificante e pré-gozo no lençol. Chloe metia cada vez mais forte, as mãos dando tapas estalados nas nádegas dele, deixando marcas vermelhas na pele clara. O suor dos dois pingava. Ela inclinava o corpo sobre o dele, os seios pressionando as costas suadas de Xavier, mordendo o ombro dele enquanto acelerava.
— Tá gostando de levar no cu, né? Fala pra mim. Fala que você adora ter o cu seduzido pela Chloe.
— Eu adoro… porra, eu adoro! Me fode mais forte! Arromba meu cu, Chloe!
Ela segurou o quadril dele com força e meteu como uma máquina, o dildo entrando e saindo rápido, acertando a próstata a cada estocada. Xavier não aguentou mais. Sem nem tocar no próprio pau, o orgasmo veio como uma avalanche. O cu dele apertou o dildo com espasmos fortes, e jatos grossos, longos e abundantes de porra saíram disparados, sujando todo o lençol escuro, o abdômen, até o peito dele. O prazer foi tão intenso que ele gritou, a voz rouca ecoando no quarto.
Chloe gozou logo depois, esfregando o clitóris contra o harness, o corpo tremendo violentamente contra as costas dele. Os dois caíram de lado na cama, o dildo ainda enterrado no cu de Xavier por mais alguns segundos antes de ela tirá-lo devagar. O cu dele ficou aberto, piscando, vermelho, sensível, vazando lubrificante.
Por um minuto inteiro só se ouvia a respiração pesada dos dois. Chloe abraçou ele por trás, beijando sua nuca, ronronando satisfeita.
— Você foi perfeito… meteu meu cu gostoso e depois aguentou como um macho quando eu seduzi o seu. Podemos repetir sempre que quiser, vizinho.
Mas quando o tesão começou a baixar, uma onda fria de arrependimento e dúvida invadiu o peito de Xavier. O cu latejava, dolorido de um jeito que ele nunca imaginara sentir. O cheiro forte de sexo impregnava sua pele, seu cabelo, sua boca. Ele olhou para o celular jogado na mesinha: dezenove mensagens perdidas. Lucas, o amigo que o esperava no 305 com a cerveja gelada para comemorar a mudança. E, pior, três chamadas de Mariana — a namorada com quem ele tinha acabado de se mudar para o 308, a mulher que estava agora sozinha arrumando a casa nova, confiando nele.
“Que merda eu fiz?”, pensou ele, o coração apertando. “Entrei na casa errada atrás de uma cerveja e acabei traindo a Mariana no primeiro dia. Deixei uma vizinha de 42 anos me comer o cu, gozei como uma puta enquanto ela metia em mim… Como vou olhar na cara dela agora? Como vou disfarçar esse cheiro, essa dor no cu, essa vergonha toda?”
Xavier sentiu o estômago revirar. O prazer tinha sido absurdo, mas o erro parecia irreversível. Chloe suspirou feliz ao lado dele, alheia ao turbilhão que se formava na cabeça do rapaz. Ele estava sujo, marcado, arrependido… e ainda tinha que voltar para casa.
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